Questões de Concurso
Para comunicação social
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(Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Mestre_de_Cerim%C3%B4nias)
Seguem-se cinco indicações acerca dessa função:
I. O Mestre de Cerimônias pode ser o secretário, uma vez que foi responsável por toda a organização do evento e conhece todas as etapas da cerimônia e as regras de cerimonial, protocolo e etiqueta.
II. O secretário executivo pode ser o Mestre de Cerimônias, pois está acostumado a lidar com diversos meios de comunicação, possuindo total desenvoltura para atuar como Mestre de Cerimônias.
III. A atividade de Mestre de Cerimônias não deve ser exercida pelo secretário executivo, pois a atividade exige papéis de condução de eventos especificas.
IV. O secretário executivo deve exercer o papel de Mestre de Cerimônias, pois só assim será possível garantir que os objetivos do evento sejam alcançados em sua total plenitude.
V. O secretário executivo absorveu, na atualidade, as atividades que antes eram delegadas ao Mestre de Cerimônias, com objetivo de aperfeiçoar os processos de gestão cerimonial a um padrão máximo de excelência.
Quantas dessas indicações são corretas?
Assinale a sequência das bandeiras que está de acordo com a ordem de precedência.
No livro "A Regra do Jogo", Cláudio Abramo (1987), dá a seguinte definição para a Ética:
“Sou Jornalista, mas gosto mesmo é de marcenaria. Gosto de fazer móveis, cadeiras, e minha ética como marceneiro é igual à minha ética como Jornalista – não tenho duas. Não existe uma ética específica do Jornalista: sua ética é a mesma do cidadão”.
Segundo essa afirmação, não se pode considerar que o Jornalista tenha uma ética própria, já que sua ética seria a do cidadão.
José Francisco Karam (1997), em "Ética, Jornalismo e Liberdade", aborda um vasto campo de identificações de crise ética no jornalismo, e, segundo ele, a crise está presente tanto na constituição de monopólios e oligopólios quanto na conduta individual do jornalista, visto que essa crise se concretizaria “no fascínio pelo poder, no impedimento do direito de resposta, na ausência de pluralidade das fontes, nos baixos salários pagos aos jornalistas”, dentre outros.
Todos os elementos elencados pelo autor não serviriam para a produção da notícia no ambiente digital, já que com a liberação do polo emissor e a constituição de redes privadas e individuais de informação novos procedimentos e condutas foram produzidos e se aplicariam estritamente ao virtual, em detrimento do impresso
A imagem como um dos principais componentes da estrutura da narrativa jornalística na internet tem sido utilizada em formato de zoom (plano americano) uma vez que as panorâmicas se perdem quando postas numa página web, sendo que essa dica se tornou procedimento padrão no jornalismo digital.
Segundo Fernando Firmino da Silva (2008), “a edição é um dos processos mais complexos no jornalismo e exige sólido conhecimento teórico e prático para a sua execução”.
Com base nessa citação do autor é correto afirmar que a diversidade de plataformas para distribuição de
conteúdos jornalísticos, principalmente os dispositivos móveis, são o principal fator que torna a edição
mais complexa.
As estratégias discursivas da imagem elencam um bom grupo de recursos visuais, tais como a forma, o ponto de vista, a cor, a iluminação, a orientação, o enquadramento, a localização, de modo que todos esses fatores são fundamentais na produção da informação.
O texto escrito ainda é a forma mais potente e confiável para levar a notícia ao público, ao contrário da imagem que apenas tem função estética na página de um jornal.
Segundo Buitoni (2011), "o jornalismo na web não tem explorado as potencialidades da fotografia
[...]. Na prática, as imagens comparecem com uma função identificatória, operando apenas no sentido
de reconhecimento de uma celebridade, no reconhecimento de um acidente, uma tragédia, um encontro
político”.
Os problemas elencados por Buitoni (2011) têm acontecido por falta de opções de produção e pela existência de precários recursos técnicos na edição.