Questões de Concurso Para comunicação social

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Q2719736 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio


asdEstou deitado na margem. Dois barcos, presos a um tronco de salgueiro cortado em remotos tempos, oscilam ao jeito do vento, não da corrente, que é macia, vagarosa, quase invisível. A paisagem em frente, conheço-a. Por uma aberta entre as árvores, vejo as terras lisas da lezíria, ao fundo uma franja de vegetação verde-escura, e depois, inevitavelmente, o céu onde boiam nuvens que só não são brancas porque a tarde chega ao fim e há o tom de pérola que é o dia que se extingue. Entretanto, o rio corre. Mais propriamente se diria: anda, arrasta-se – mas não é costume.

asdTrês metros acima da minha cabeça estão presos nos ramos rolos de palha, canalhas de milho, aglomerados de lodo seco. São os vestígios da cheia. À esquerda, na outra margem, alinham-se os freixos que, a esta distância, por obra do vento que Ihes estremece as folhas numa vibração interminável, me fazem lembrar o interior de uma colmeia. É o mesmo fervilhar, numa espécie de zumbido vegetal, uma palpitação (é o que penso agora), como se dez mil aves tivessem brotado dos ramos numa ansiedade de asas que não podem erguer voo.

asdEntretanto, enquanto vou pensando, o rio continua a passar, em silêncio. Vem agora no vento, da aldeia que não está longe, um lamentoso toque de sinos: alguém morreu, sei quem foi, mas de que serve dizê-Io? Muito alto, duas garças brancas (ou talvez não sejam garças, não importa) desenham um bailado sem princípio nem fim: vieram inscrever-se no meu tempo, irão depois continuar o seu, sem mim.

asdOlho agora o rio que conheço tão bem. A cor das águas, a maneira como escorregam ao longo das margens, as espadanas verdes, as plataformas de limos onde encontram chão as rãs, onde as libélulas (também chamadas tira-olhos) pousam a extremidade das pequenas garras – este rio é qualquer coisa que me corre no sangue, a que estou preso desde sempre e para sempre. Naveguei nele, aprendi nele a nadar, conheço-lhe os fundões e as locas onde os barbos pairam imóveis. É mais do que um rio, é talvez um segredo.

asdE, contudo, estas águas já não são as minhas águas. O tempo flui nelas, arrasta-as e vai arrastando na corrente líquida, devagar, à velocidade (aqui, na terra) de sessenta segundos por minuto. Quantos minutos passaram já desde que me deitei na margem, sobre o feno seco e doirado? Quantos metros andou aquele tronco apodrecido que flutua? O sino ainda toca, a tarde teve agora um arrepio, as garças onde estão? Devagar, levanto-me, sacudo as palhas agarradas à roupa, calço-me. Apanho uma pedra, um seixo redondo e denso, lanço-o pelo ar, num gesto do passado. Cai no meio do rio, mergulha (não vejo, mas sei), atravessa as águas opacas, assenta no lodo do fundo, enterra-se um pouco. […]

asdDesço até a água, mergulho nela as mãos, e não as reconheço. Vêm-me da memória outras mãos mergulhadas noutro rio. As minhas mãos de há trinta anos, o rio antigo de águas que já se perderam no mar. Vejo passar o tempo. Tem a cor da água e vai carregado de detritos, de pétalas arrancadas de flores, de um toque vagaroso de sinos. Então uma ave cor de fogo passa como um relâmpago. O sino cala-se. E eu sacudo as mãos molhadas de tempo, levando-as até aos olhos – as minhas mãos de hoje, com que prendo a vida e a verdade desta hora.

(SARAMAGO, José. Deste mundo e do outro. Lisboa: Editorial Caminho, 1985. p. 35-37)


Vocabulário:


lezíria – zona agrícola muito fértil, situada na região do Ribatejo, em Portugal.


freixo – árvore das florestas dos climas temperados, de madeira clara, macia e resistente.


espadana – planta herbácea, aquática ou palustre, com folhas agudas.


loca – toca; furna; gruta pequena; esconderijo do peixe, debaixo da água, sob uma laje ou tronco submersos.


barbo – peixe vulgar de água doce.

A palavra destacada no período “ENTRETANTO, o rio corre.” (§ 1) exprime ideia de:

Alternativas
Q2719735 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio


asdEstou deitado na margem. Dois barcos, presos a um tronco de salgueiro cortado em remotos tempos, oscilam ao jeito do vento, não da corrente, que é macia, vagarosa, quase invisível. A paisagem em frente, conheço-a. Por uma aberta entre as árvores, vejo as terras lisas da lezíria, ao fundo uma franja de vegetação verde-escura, e depois, inevitavelmente, o céu onde boiam nuvens que só não são brancas porque a tarde chega ao fim e há o tom de pérola que é o dia que se extingue. Entretanto, o rio corre. Mais propriamente se diria: anda, arrasta-se – mas não é costume.

asdTrês metros acima da minha cabeça estão presos nos ramos rolos de palha, canalhas de milho, aglomerados de lodo seco. São os vestígios da cheia. À esquerda, na outra margem, alinham-se os freixos que, a esta distância, por obra do vento que Ihes estremece as folhas numa vibração interminável, me fazem lembrar o interior de uma colmeia. É o mesmo fervilhar, numa espécie de zumbido vegetal, uma palpitação (é o que penso agora), como se dez mil aves tivessem brotado dos ramos numa ansiedade de asas que não podem erguer voo.

asdEntretanto, enquanto vou pensando, o rio continua a passar, em silêncio. Vem agora no vento, da aldeia que não está longe, um lamentoso toque de sinos: alguém morreu, sei quem foi, mas de que serve dizê-Io? Muito alto, duas garças brancas (ou talvez não sejam garças, não importa) desenham um bailado sem princípio nem fim: vieram inscrever-se no meu tempo, irão depois continuar o seu, sem mim.

asdOlho agora o rio que conheço tão bem. A cor das águas, a maneira como escorregam ao longo das margens, as espadanas verdes, as plataformas de limos onde encontram chão as rãs, onde as libélulas (também chamadas tira-olhos) pousam a extremidade das pequenas garras – este rio é qualquer coisa que me corre no sangue, a que estou preso desde sempre e para sempre. Naveguei nele, aprendi nele a nadar, conheço-lhe os fundões e as locas onde os barbos pairam imóveis. É mais do que um rio, é talvez um segredo.

asdE, contudo, estas águas já não são as minhas águas. O tempo flui nelas, arrasta-as e vai arrastando na corrente líquida, devagar, à velocidade (aqui, na terra) de sessenta segundos por minuto. Quantos minutos passaram já desde que me deitei na margem, sobre o feno seco e doirado? Quantos metros andou aquele tronco apodrecido que flutua? O sino ainda toca, a tarde teve agora um arrepio, as garças onde estão? Devagar, levanto-me, sacudo as palhas agarradas à roupa, calço-me. Apanho uma pedra, um seixo redondo e denso, lanço-o pelo ar, num gesto do passado. Cai no meio do rio, mergulha (não vejo, mas sei), atravessa as águas opacas, assenta no lodo do fundo, enterra-se um pouco. […]

asdDesço até a água, mergulho nela as mãos, e não as reconheço. Vêm-me da memória outras mãos mergulhadas noutro rio. As minhas mãos de há trinta anos, o rio antigo de águas que já se perderam no mar. Vejo passar o tempo. Tem a cor da água e vai carregado de detritos, de pétalas arrancadas de flores, de um toque vagaroso de sinos. Então uma ave cor de fogo passa como um relâmpago. O sino cala-se. E eu sacudo as mãos molhadas de tempo, levando-as até aos olhos – as minhas mãos de hoje, com que prendo a vida e a verdade desta hora.

(SARAMAGO, José. Deste mundo e do outro. Lisboa: Editorial Caminho, 1985. p. 35-37)


Vocabulário:


lezíria – zona agrícola muito fértil, situada na região do Ribatejo, em Portugal.


freixo – árvore das florestas dos climas temperados, de madeira clara, macia e resistente.


espadana – planta herbácea, aquática ou palustre, com folhas agudas.


loca – toca; furna; gruta pequena; esconderijo do peixe, debaixo da água, sob uma laje ou tronco submersos.


barbo – peixe vulgar de água doce.

A figura de linguagem que se pode identificar em: “[...] há o tom de pérola que é o dia que se extingue.” (§ 1) é:

Alternativas
Q2719730 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Ninguém se banha duas vezes no mesmo rio


asdEstou deitado na margem. Dois barcos, presos a um tronco de salgueiro cortado em remotos tempos, oscilam ao jeito do vento, não da corrente, que é macia, vagarosa, quase invisível. A paisagem em frente, conheço-a. Por uma aberta entre as árvores, vejo as terras lisas da lezíria, ao fundo uma franja de vegetação verde-escura, e depois, inevitavelmente, o céu onde boiam nuvens que só não são brancas porque a tarde chega ao fim e há o tom de pérola que é o dia que se extingue. Entretanto, o rio corre. Mais propriamente se diria: anda, arrasta-se – mas não é costume.

asdTrês metros acima da minha cabeça estão presos nos ramos rolos de palha, canalhas de milho, aglomerados de lodo seco. São os vestígios da cheia. À esquerda, na outra margem, alinham-se os freixos que, a esta distância, por obra do vento que Ihes estremece as folhas numa vibração interminável, me fazem lembrar o interior de uma colmeia. É o mesmo fervilhar, numa espécie de zumbido vegetal, uma palpitação (é o que penso agora), como se dez mil aves tivessem brotado dos ramos numa ansiedade de asas que não podem erguer voo.

asdEntretanto, enquanto vou pensando, o rio continua a passar, em silêncio. Vem agora no vento, da aldeia que não está longe, um lamentoso toque de sinos: alguém morreu, sei quem foi, mas de que serve dizê-Io? Muito alto, duas garças brancas (ou talvez não sejam garças, não importa) desenham um bailado sem princípio nem fim: vieram inscrever-se no meu tempo, irão depois continuar o seu, sem mim.

asdOlho agora o rio que conheço tão bem. A cor das águas, a maneira como escorregam ao longo das margens, as espadanas verdes, as plataformas de limos onde encontram chão as rãs, onde as libélulas (também chamadas tira-olhos) pousam a extremidade das pequenas garras – este rio é qualquer coisa que me corre no sangue, a que estou preso desde sempre e para sempre. Naveguei nele, aprendi nele a nadar, conheço-lhe os fundões e as locas onde os barbos pairam imóveis. É mais do que um rio, é talvez um segredo.

asdE, contudo, estas águas já não são as minhas águas. O tempo flui nelas, arrasta-as e vai arrastando na corrente líquida, devagar, à velocidade (aqui, na terra) de sessenta segundos por minuto. Quantos minutos passaram já desde que me deitei na margem, sobre o feno seco e doirado? Quantos metros andou aquele tronco apodrecido que flutua? O sino ainda toca, a tarde teve agora um arrepio, as garças onde estão? Devagar, levanto-me, sacudo as palhas agarradas à roupa, calço-me. Apanho uma pedra, um seixo redondo e denso, lanço-o pelo ar, num gesto do passado. Cai no meio do rio, mergulha (não vejo, mas sei), atravessa as águas opacas, assenta no lodo do fundo, enterra-se um pouco. […]

asdDesço até a água, mergulho nela as mãos, e não as reconheço. Vêm-me da memória outras mãos mergulhadas noutro rio. As minhas mãos de há trinta anos, o rio antigo de águas que já se perderam no mar. Vejo passar o tempo. Tem a cor da água e vai carregado de detritos, de pétalas arrancadas de flores, de um toque vagaroso de sinos. Então uma ave cor de fogo passa como um relâmpago. O sino cala-se. E eu sacudo as mãos molhadas de tempo, levando-as até aos olhos – as minhas mãos de hoje, com que prendo a vida e a verdade desta hora.

(SARAMAGO, José. Deste mundo e do outro. Lisboa: Editorial Caminho, 1985. p. 35-37)


Vocabulário:


lezíria – zona agrícola muito fértil, situada na região do Ribatejo, em Portugal.


freixo – árvore das florestas dos climas temperados, de madeira clara, macia e resistente.


espadana – planta herbácea, aquática ou palustre, com folhas agudas.


loca – toca; furna; gruta pequena; esconderijo do peixe, debaixo da água, sob uma laje ou tronco submersos.


barbo – peixe vulgar de água doce.

Sobre o texto, leia as afirmativas a seguir.


I. A narrativa do autor transborda sensações buscadas em algum espaço da memória.

II. O lirismo está presente e emociona no sentido de levar o leitor à reflexão acerca de sua própria vida e momento.

III. O autor apresenta uma metáfora do rio que passa como a passagem do tempo e as suas consequências.


Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714582 Relações Públicas
Nos estudos de Relações Públicas, o agregado de opiniões das pessoas que constituem determinado público, em relação a uma organização específica, denomina-se:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714581 Relações Públicas
Para Mariângela Haswani, as novas dimensões da comunicação pública devem considerar os sujeitos, os objetos e as finalidades envolvidos no processo. Nesse sentido, uma das grandes linhas de análise e ação da comunicação pública que age na perspectiva de sensibilizar a opinião pública sobre temas de particular interesse social é a comunicação:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714580 Relações Públicas
Veículo impresso de grande alcance de comunicação, em geral ilustrado, que atinge a um público específico de acordo com suas temáticas e linha editorial:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714579 Relações Públicas
Em termos de assessoria de imprensa, nenhuma organização deve abrir mão de fontes tradicionais de divulgação, incluindo a publicidade, mas projetos originais e empresarialmente honestos têm facilidade para obter:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714578 Relações Públicas
É característica da entrevista exclusiva:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714577 Relações Públicas
As assessorias de imprensa podem ser internas, mistas ou externas à organização. Em qualquer dessas situações, a utilização de instrumentos como press-releases e press-kits requer alguns cuidados que não contaminem a relação entre a organização e a imprensa. Na utilização desse material devem predominar:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714576 Relações Públicas
O docente-pesquisador e as Instituições de Ensino e Pesquisa são julgados mais pelo que apresentam por escrito do que pelo conjunto de sua obra. Nesse sentido, para CAPES e CNPQ, o produto de difusão científica mais relevante ao avaliar um programa de pós-graduação é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714575 Relações Públicas
Marshall McLuhan elaborou importante contribuição aos estudos da comunicação a partir da constatação de que o “meio é a mensagem”. Outra de suas ideias básicas é a distinção entre veículos quentes e frios. Os quentes são aqueles
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714574 Relações Públicas
Ao estudar o monitoramento ambiental, Kunsch incorpora a abordagem de Davenport sobre a ecologia da informação que se baseia na maneira como as pessoas
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714573 Relações Públicas
Com a consolidação do uso da Internet nas relações profissionais e pessoais, muitas organizações, como multinacionais e universidades, fazem reuniões e eventos, utilizando ferramentas da web como Skype, por exemplo. Ao mesmo tempo, eventos presenciais na rua são promovidos por novos meios de comunicação. Em 2013, durante a Copa das Confederações no Rio de Janeiro, várias metrópoles brasileiras foram tomadas por manifestações convocadas
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714572 Relações Públicas
Os eventos organizacionais de pequeno e médio porte constituem uma atividade de grande interesse para as empresas, tendo em vista que propiciam o envolvimento direto dos públicos na sua realização. São, assim, um excelente meio de comunicação:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714571 Comunicação Social
O Presidente da República sempre preside as cerimônias a que comparece. Já os antigos chefes de Estado, se estiverem em exercício de outra função pública, terão sua precedência determinada:
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714570 Relações Públicas
Segundo Kotler e Armstrong, as entrevistas de grupos focais estimulam uma discussão aberta para que as interações do grupo tragam à luz sentimentos reais. Para os autores, esses grupos devem ter:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714569 Relações Públicas
Margarida Kunsch, no seu tradicional livro “Planejamento de Relações Públicas na comunicação integrada”, estabelece algumas diferenças entre planejamento estratégico e administração estratégica. Enquanto o planejamento estratégico prioriza o sistema de planejamento, a administração estratégica prioriza:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714568 Relações Públicas
Nas empresas, entidades e agências que se dedicam profissionalmente à atividade de Relações Públicas, o registro no Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714567 Relações Públicas
Os quatro modelos de Relações Públicas elaborados por Grunig e Hunt são:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: IF-BA Prova: FUNRIO - 2014 - IF-BA - Relações Públicas |
Q2714566 Relações Públicas
Segundo Cicilia Peruzzo, entre os princípios norteadores das práticas e ações da comunicação comunitária destaca-se o da força motriz. Esse princípio norteia-se pela:
Alternativas
Respostas
17561: A
17562: B
17563: E
17564: C
17565: E
17566: D
17567: B
17568: C
17569: E
17570: B
17571: A
17572: D
17573: B
17574: A
17575: D
17576: E
17577: B
17578: C
17579: E
17580: B