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Os especialistas em gestão de crise afirmam que não há um modelo para ser aplicado nas várias situações. Mas oferecem roteiros que devem ser adaptados conforme a crise e a cultura da instituição. O roteiro mais conhecido pelos especialistas recomenda que a Comissão de crise estabeleça oito etapas:
1. Definição do problema;
2. Levantamento de informações relevantes;
3. Centralização da Comunicação;
4. Comunicação tempestiva e frequente;
5. Definir estratégias de mídia;
6. “Pensar” como jornalistas;
7. Falar diretamente com os afetados;
A 8ª Etapa é
A Associação das Operadoras de Celulares − ACEL e a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado − ABRAFIX ingressaram no Supremo Tribunal Federal − STF com a Ação Direta de Inconstitucionalidade − ADI 5745, com pedido de liminar, contra norma do Estado do Rio de Janeiro que institui medidas aplicáveis às prestadoras de serviços de telefonia e internet. As entidades argumentam que a norma viola a competência privativa da União para legislar em matéria de telecomunicações.
O texto acima corresponde a um lead de matéria do gênero
Em novembro de 1983, sob os auspícios da Unesco, reuniram-se em París várias organizações representando mais de 400 mil profissionais de imprensa. A reunião em território francês foi antecedida por uma de caráter consultivo na cidade do México (1980) quando as entidades manifestaram apoio à “Declaração da Unesco de Princípios Fundamentais respeitantes à Contribuição dos Mass Media para o fortalecimento da Paz e Compreensão Internacional, para a Promoção dos Direitos Humanos e para Contrariar o Racismo, Apartheid e Incitamento à Guerra”.
Os Princípios Internacionais da Ética no Jornalismo aprovadas em 1983 reconhecem que
Considere hipoteticamente que determinada Vara Cível julgou improcedentes os pedidos de indenização e obrigação de fazer, requeridos pelo ministro X em ação contra o jornalista Y. O ministro X requeria uma indenização financeira e a obrigação do jornalista Y publicar em seu blog o conteúdo da sentença como direito de resposta. O ministro X alegou que a matéria de autoria de jornalista Y teria evidenciado que o Ministro havia tirado conclusões equivocadas, sem embasamento fático, com nítida intenção de atingir sua imagem. No julgamento de mérito, o magistrado da Vara Civel lembrou que os direitos à liberdade de informação e opinião são constitucionais. Afirmou que “não há qualquer conteúdo difamatório na reportagem. O que ocorre é a publicação de uma matéria jornalística que desagrada à parte autora, já que a envolve. A publicação tratou de alguns ministros, não somente do requerente.”
O ministro X pedia indenização por
Uma organização decidiu bloquear, nos computadores da empresa, o acesso dos colaboradores às mídias sociais. Essa medida visa a aumentar a segurança de dados e limitar o risco dos colaboradores divulgarem informações sigilosas ou ofensivas da organização em ambientes públicos.
Do ponto de vista dos resultados dessa política, a medida é:
Uma das grandes preocupações de gestores de comunicação organizacional está na disseminação de informações distorcidas e inverídicas que circulam nas mídias digitais, com velocidade cada vez maior, e que podem causar grandes danos à imagem de pessoas e instituições.
Esse tipo de informação é conhecido como:
Uma equipe de jornalistas precisa fazer uma reportagem com base em páginas da web e documentos PDF dispersos na rede, com um volume grande que impossibilita a coleta de dados pessoais.
Uma das principais ferramentas de auxílio para o jornalismo on-line, em casos como esse, é a:
A redação para mídias digitais demanda técnicas diferentes das utilizadas nas mídias tradicionais, ao mesmo tempo em que mantém algumas dessas técnicas dos meios não digitais.
Entre as técnicas de redação utilizadas nas mídias tradicionais e que são importantes em um texto jornalístico no ambiente digital, estão: