Foram encontradas 25.427 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Comando: De acordo com a teoria de Jenkins, assinale a alternativa que traduz a função central dos gêneros digitais.
Concebido originalmente como "Eleição Transparente", em 2014, esse projeto da Abraji chama-se
I. Ao expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, o jornalista deve tomar cuidado para que a identificação das vítimas por voz, traços físicos ou quaisquer outras informações seja apenas parcial.
II. Informações obtidas com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos só poderão ser divulgadas em caso de incontestável interesse público e quando todas as outras possibilidades de apuração tiverem sido esgotadas.
III. Mesmo que não tenha participado da produção, o jornalista deve assumir a responsabilidade por publicações, imagens e textos veiculados pela empresa em que trabalha.
Está correto o que se afirma em
• “primeiro e grande instrumento de aculturação de uma agência ou de um time de profissionais de comunicação para realmente compreenderem uma marca, uma empresa e seus produtos”;
• “instrumento de atualização de novidades e de facetas estratégicas que a empresa pretende alcançar. Nesse caso, pressupõe -se que os profissionais que o receberão já contam com um grande volume de informações em seu repertório”;
• “um pedido interno de trabalho (gerar um folheto, criar um anúncio, aproveitar uma oportunidade promocional etc.). Não é um uso recomendado, mas é compreensível quando também se pressupõe que os profissionais envolvidos já conheçam muito bem a realidade mercadológica”.
Essas três acepções são adequadas ao termo
“Uma das piores crises para uma corporação é a ocorrência de vítimas fatais, diretamente sob sua responsabilidade. Não é tão rara quanto parece, especialmente em empresas com alto risco. Algumas precisam triplicar a atenção, porque vivem no meio da crise. Mas podem-se incluir também nessa galeria, pelo menos no Brasil, hospitais, escolas e creches, parques de diversão, casas noturnas e a construção civil. (...) Para os stakeholders, principalmente empregados e mídia, as empresas são lentas e evasivas, quando não dissimuladas, em prestar informações quando acidentes fatais acontecem. O modelo talvez sejam as empresas aéreas, lentas para confirmar a lista de passageiros e em fornecer maior detalhamento, em caso de acidentes com mortes, mesmo sabendo que eles podem acontecer a qualquer momento”. (FORNI, 2019:147)
Para o autor, no caso das empresas aéreas, a atitude é até compreensível, porque, de acordo com o princípio básico de gerência nas crises com vítimas fatais,
I. O comitê de crise é formado por muitas pessoas com cargos operacionais na organização, reunidas com a missão de ajudar a planejar ações de disfarce das motivações das crises e administrar a opinião pública em casos de crises na corporação ou no governo.
II. O comitê de crise, composto pelo CEO e seus principais diretores, deve ser formado assim que a crise começa e, a cada evento, elaborar um novo manual de combate à crise. Cabe aos diretores gerenciar cotidianamente a crise, tomar decisões e executar estratégias de comunicação.
III. O comitê de crise deve oferecer o caminho para os executivos e empregados agirem durante o evento; possibilita à empresa ou às autoridades cuidar da crise, sem se descuidar do negócio, preservando o core business, naquele momento difícil.
Está correto o que se afirma em
As estruturas reticulares
A imagem ilustra o que Vera Iris Paternostro define como “gravação feita pelo repórter no local do acontecimento, com informações, para ser usada no meio da matéria. (...) reforça a presença do repórter no assunto que ele está cobrindo e, portanto, deve ser gravada no desenrolar do acontecimento” (PATERNOSTRO, 1987, p.147).
Considerada por muitos como a “assinatura” do repórter, esse momento da reportagem televisiva é conhecido no jargão jornalístico como