Questões de Concurso
Para comunicação social
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Considere a imagem abaixo.

Em evento da Secretaria da Saúde do Município de São José do Rio Preto, com a presença de autoridades do segmento público e privado, é necessário acomodar os convidados, considerando a correta precedência.
A identificação dos tipos de mesas I e II e a conduta recomendável do anfitrião e da equipe de receptivo, na chegada dos
convidados, além da identificação dos lugares na mesa estão corretos em:
No tocante ao tipo de serviço à mesa, considere:
I. Caracteriza-se pela formalidade e pelo requinte. Os convidados são acomodados em mesas e servidos individualmente por garçons.
II. É desejável o apoio de um garçom para cada seis convidados, no máximo. Os garçons devem servir os pratos pela esquerda e retirá-los pela direita.
III. O número de copos, talheres e pratos necessários para o serviço é maior e obedece à disposição própria.
IV. Aceita duas variações: o garçom serve o convidado ou pode apenas se dirigir às mesas e oferecer a baixela para que o próprio convidado se sirva.
As características contidas nos itens I a IV referem-se ao serviço denominado
Considere o quadro abaixo.
Na coluna da esquerda, estão elencados requisitos de convites protocolares do Poder Executivo, ou seja, aqueles de natureza formal. Ao lado, estão enumeradas as descrições desses requisitos.
Requisitos de convites protocolares Descrições
1 Objetivo I Data, local e horário.
2 Informação II R.S.V.P. indicando o email.
3 Traje III Para que se convida.
4 Confirmação de presença IV Tipo de vestuário adequado à ocasião.
5 Impressão V Em baixo ou alto-relevo.
A correspondência entre os requisitos e a respectiva descrição está correta em:
Respeitando-se a legislação em vigor, a precedência entre as bandeiras Nacional Brasileira, do Estado de São Paulo e do Município de São José do Rio Preto, na correta disposição em auditório com plateia é:
De acordo com o que estabelece o Decreto no 11.074/1978, competem ao Chefe do Cerimonial do Governo, entre outras, as seguintes atribuições:
I. Dirigir o Cerimonial do Governo e distribuir os serviços a serem executados pelos demais servidores do Cerimonial, sem, contudo, fixar-lhes as respectivas funções, exceto a do Subchefe do Cerimonial, que substituirá o Chefe nas ausências ou impedimentos deste último.
II. Dar conhecimento prévio, ao Chefe do Poder Executivo Estadual, do programa e cerimonial das solenidades e recepções a que ele tiver de comparecer.
III. Resolver os casos omissos nas Normas do Cerimonial Público do Estado de São Paulo.
IV. Atender o Corpo diplomático e o Corpo consular nas solicitações de audiência.
V. Servir pessoalmente como intérprete e tradutor nas visitas diplomáticas e consulares e nas recepções oficiais nos Palácios do Executivo Estadual.
Está correto o que se afirma APENAS em
I. O cerimonial é a programação das formalidades de um evento propriamente dita. II. O protocolo é o conjunto de regras que direcionarão a produção de um cerimonial. III. O cerimonial é o conjunto de regras que direcionarão a produção de uma cerimônia. IV. O protocolo é a programação das formalidades de um evento propriamente dita.
( ) A divulgação científica trata-se da utilização de técnicas, processos, recursos e canais de comunicação para veicular informações de ciência, tecnologia e inovação ao público leigo. ( ) A comunicação científica refere-se à transferência de informações sobre ciência, tecnologia e inovação a especialistas de áreas específicas do conhecimento. ( ) Os públicos envolvidos nos processos de comunicação científica e de divulgação científica são análogos.
Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos.
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook?
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre.
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem.
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133. Acesso em: 10/06/2019.)
De acordo com o texto, a internet pode se tornar uma arma de guerra poderosa, porque:
A hipertextualidade é uma das funcionalidades que o meio digital trouxe para o jornalismo. Essa funcionalidade valorizou o formato da pirâmide invertida na notícia, como forma de condução da leitura do internauta.
A noção de pirâmide deitada, no webjornalismo, abandona a tradicional estrutura da notícia, com lead e sublead, e assume um texto mais narrativo e envolvente, em modelo cíclico, criando expectativas no leitor.
O desenvolvimento do webjornalismo audiovisual divide‐se em duas fases: a primeira marcada pela mera transposição de conteúdo da TV para sites na Internet; e a segunda marcada pelo desenvolvimento das webTVs, com projetos editoriais dirigidos exclusivamente para a web.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.