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Ao definir o campo da comunicação pública, Jorge Duarte propõe quatro eixos centrais, que indicam pré-requisitos para a ação dos agentes e instituições que lidam com a comunicação de interesse público, a saber: transparência, acesso, interação e ouvidoria social.
Sobre o último, é correto afirmar que:
A quarta fase, que prevê o detalhamento do plano, contempla o(a):
Para avaliar o estágio de desenvolvimento das comunicações internas, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), em sua pesquisa de Tendências em Comunicação Interna para 2024, usou os conceitos de Comunicação Interna (CI) 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0. Embora não sejam fases cronológicas, cada passagem de fase representa evoluções tecnológicas e incremento na participação dos colaboradores na comunicação interna.
Por isso, nos 9% das empresas pesquisadas que estão na fase CI 4.0, a comunicação:
Recentemente, o professor Wilson Bueno publicou, em seu LinkedIn, um artigo intitulado “Organizações democráticas não têm medo da Rádio Peão. Mas as chefias autoritárias fogem dela como o diabo da cruz!”.
Em um dos trechos, o autor afirma que “A Rádio Peão não é tão feia como a pintam e, o que é mais significativo, ela faz parte do processo de comunicação de qualquer organização. Ela é democrática porque frequenta organizações de qualquer porte e tem a capacidade de arrebanhar ouvintes atentos em qualquer lugar do País ou do exterior (ou você pensa que só as organizações brasileiras têm a sua companhia?)”.
Sobre a chamada “Rádio Peão”, é correto afirmar que:
Texto 1
“A reportagem documental permite (e talvez exija) maior originalidade nas aberturas. É possível usar recursos factuais ou de ação, roubados à fact-story ou à action-story. A de fatos costuma limitar-se aos mesmos, mas sempre há maneiras especiais de fazê-lo (...). Sair da convencional abertura informativa, em busca de estilo mais literário, pode ser uma alternativa para interessar o leitor.” (SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem. Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986, p. 68)
Texto 2
“O ano era 1957. Morávamos no bairro de Pinheiros, em São Paulo, em uma casa pequena, insuficiente para acomodar pai com escritório, mãe, sete filhos de todas as idades e a Babá, que passara a ocupar a função de cozinheira. Minha mãe durante a metade daquele ano procurou outra moradia para sair da que se viu obrigada a se instalar às pressas, havia dois anos, quando chegamos da Itália. Certa noite ela anunciou que finalmente encontrara uma casa que Papai teria condições de alugar, onde caberíamos todos. Lembro-me bem da minha decepção quando, no bairro do Pacaembu, dobramos a esquina e Mamãe, realizada, disse para olharmos a casa nova. Vi uma casa velha de arquitetura meio normanda, com aspecto de total abandono e, do lado oposto da rua, outra novíssima de arquitetura estilo dos anos 1950, que, por segundos, quis que fosse a nossa.
Não consigo imaginar, hoje, um cenário que não seja este, o da rua Buri, 35, para a história da minha família. Papai e seu escritório, seus alunos, amigos, pesquisadores, as paredes forradas de livros, Mamãe, nós sete, a Babá, a Generosa, gatos, agregados, frequentadores de todas as gerações, cantorias, brincadeiras, jogos, festas com centenas de pessoas e as constantes reuniões políticas.” (HOLLANDA, Ana de. Chico Buarque aos olhos da irmã menor. Revista Piauí, edição 211, abril de 2024)
No texto 2, a abertura informativa escolhida prima por:
O resultado dessa coleta é conhecido como clipping, que:
“[O] produto informativo parece ser resultado de uma série de negociações, orientadas pragmaticamente, que têm por objeto o que deve ser inserido e de que modo deve ser inserido no jornal, no noticiário ou no telejornal. Essas negociações são realizadas pelos jornalistas em função de fatores com diferentes graus de importância e rigidez, e ocorrem em momentos diversos do processo de produção.” (WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de Massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 200). É sabido que faz parte do rol de funções de um jornalista se valer de valores-notícia para, em um caso específico, definir o espelho de programas informativos. Para um telejornal brasileiro, é preciso realizar seleções que vão desde a escolha dos acontecimentos que não serão noticiados até a hierarquização e distribuição dos que serão veiculados na edição. Como parte do processo de elenco dos valores-notícia, considere dois acontecimentos, a saber: “um desastre envolvendo um Boeing 737-800, na cidade de Muan, Coreia do Sul, resulta em 179 vítimas fatais”; “evento comemorativo de 2 anos do telejornal reúne presidente da emissora e funcionários de alto escalão”.
Os assuntos acima listados observam como fatores de noticiabilidade, respectivamente:
Observe as manchetes abaixo, encontradas no ambiente on-line.
• “Dez coisas que a maioria dos médicos não conta sobre dieta”
• “O segredo para ganhar na loteria!”
• “Ele fez R$ 10 mil reais em uma semana! Saiba também como conseguir!”
• “Pare tudo o que você está fazendo! Notícia urgente no time X de futebol!”
O recurso de utilizar títulos chamativos para gerar mais audiência no conteúdo, que costuma ser sensacionalista e enganoso, é chamado:
Ao comparar a redação jornalística para os meios impressos e para a web, o professor João Canavilhas propõe a estruturação das matérias digitais em forma de pirâmide deitada, com quatro níveis de leitura.
Levando em conta as seis perguntas tradicionais do lead, as informações referentes ao “como?” e “por quê?” seriam fornecidas no(a):
Sobre os formatos que integram o gênero opinativo no jornalismo, considere as definições a seguir.
1. Costuma ser elaborado por um especialista, que julga um acontecimento passível de controvérsia a partir de seu repertório.
2. É produzido por um jornalista experiente que analisa certa ocorrência – em geral, relacionada a algum assunto trabalhado, na mesma edição, por um formato informativo –, relacionando-a a fatos anteriores e fazendo projeções de possíveis desdobramentos.
3. Registra um posicionamento institucional do veículo e não é assinado.
As definições referem-se, respectivamente, aos seguintes formatos opinativos:
A campanha comemorativa dos 70 anos da Volkswagen do Brasil, intitulada "VW Brasil 70: o novo veio de novo", atraiu queixas de consumidores no Conar – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – e forte repercussão na imprensa e redes sociais, com posições contrárias e favoráveis, ao se utilizar de recursos de inteligência artificial (IA) generativa híbrida para recriar a figura da cantora Elis Regina, já falecida, cantando a música "Como nossos pais" junto com sua filha, Maria Rita.
Em agosto de 2023, a decisão do órgão foi:
Leia o texto a seguir. “A revolução da tecnologia da informação e a reestruturação do capitalismo introduziram uma nova forma de sociedade (...) caracterizada pela globalização das atividades econômicas decisivas do ponto de vista estratégico; por sua forma de organização em redes; pela flexibilidade e instabilidade no emprego e a individualização da mão de obra. Por uma cultura de virtualidade real construída a partir de um sistema de mídia onipresente, interligado e altamente diversificado. E pela transformação das bases materiais da vida – o tempo e o espaço – mediante a criação de um espaço de fluxos e de um tempo intemporal como expressões das atividades e elites dominantes.” (CASTELLS, 2000)
A nova forma de sociedade a que se refere o texto acima é denominada pelo autor de:
“Se o espetáculo, tomado sob o aspecto restrito dos ‘meios de comunicação de massa’, que são sua manifestação mais esmagadora, dá a impressão de invadir a sociedade como simples instrumentação, tal instrumentação nada tem de neutra: ela convém ao automovimento total da sociedade. Se as necessidades sociais da época na qual se desenvolvem essas técnicas só podem encontrar satisfação com sua mediação, se a administração dessa sociedade e qualquer contato entre os homens só se podem exercer por intermédio dessa força de comunicação instantânea, é porque essa ‘comunicação’ é essencialmente unilateral; sua concentração equivale a acumular nas mãos da administração do sistema os meios que lhe permitem prosseguir nessa precisa administração.” (DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997, p. 17)
A obra intitulada A sociedade do espetáculo, do escritor francês Guy Debord, aborda conceitos como ideologia, alienação, mediação sociocultural, dentre outros. Ao aceitarmos a premissa de que a espetacularização é uma estratégia de poder, o papel de agente cabe aos meios de comunicação de massa. De acordo com o exposto acima, o espetáculo na sociedade tem como desígnio:
“Os jornalistas funcionam apoiados em algum tipo de método, altamente pessoal, para testar e fornecer a informação – sua própria disciplina individual de verificação. Essa disciplina consiste, entre outras práticas, em procurar várias testemunhas de um fato, descobrir novas fontes, indagar sobre os vários lados de uma questão.” (KOVACH, Bill e ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo. São Paulo: Geração Editorial, 2003, p. 112)
Um determinado jornal impresso resolveu produzir uma grande reportagem para a edição dominical. O tema abordado foi a preservação de fachadas de arquitetura barroca no Brasil. Dessa maneira, o repórter recorreu a fontes de informação do tipo oficial/direta, independente/indireta e oficiosa/adicional, compreendendo, respectivamente:
Leia o texto a seguir.
“Novas sementes começaram a brotar no campo das mídias com o surgimento de equipamentos e dispositivos que possibilitaram o aparecimento de uma cultura do disponível e do transitório: fotocopiadoras, videocassetes e aparelhos para gravação de vídeos, equipamentos do tipo walkman e walkie-talkie, acompanhados de uma remarcável indústria de videoclips e videogames, juntamente com a expansiva indústria de filmes em vídeo para serem alugados nas videolocadoras, tudo isso culminando no surgimento da TV a cabo.” (SANTAELLA, 2003)
A era descrita acima é chamada pela autora de cultura:
A barreira à comunicação que melhor explica o que aconteceu é: