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Para artes
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I - Ao contrário do que nos dita o senso comum, as aulas de dança podem ser verdadeiras prisões(...). De fora para dentro, regras posturais baseadas na anatomia padrão, seqüências de exercícios preparadas para todas as turmas do mesmo modo, repertórios rígidos e impostos (por exemplo, as festinhas de fimde-ano) podem estar nos desconectando de nossa próprias experiências e impondo tanto ideais de corpo (em forma e postura) quanto de comportamento em sociedade.
II - Ao contrário de outras áreas do conhecimento, “dançar se aprende dançando.” Nas aulas de dança, em vez de conversar sobre os conteúdos, estes devem ser transmitidos sempre por meio da prática dançada, absorvidos diretamente pelo corpo do aprendiz.
III - A formação de professores que atuam na área de dança é sem dúvida um dos pontos mais críticos no que diz respeito ao ensino desta arte em nosso sistema escolar.
IV - Uma das possibilidades mais ricas para o trabalho com a Dança na escola são as festas comemorativas e de fim de ano, pois podem congregar um trabalho interdisciplinar, além de estimular o prazer de dançar.
Estão corretas apenas as afirmativas
MARQUES, Isabela A. , Dançando na Escola. São Paulo, Cortez Editora, 2003.
Sob a perspectiva da autora, assinale a alternativa CORRETA sobre a Dança na escola:
Assinale a alternativa que representa corretamente essa divisão, conforme sua ordem cronológica.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Analise as informações a seguir a respeito do Teatro do Oprimido:
I - Um dos objetivos do Teatro do Oprimido é a democratização dos meios de produção teatral e seu acesso pelas camadas menos favorecidas da população.
II - Dentro do sistema do Teatro do Oprimido, uma das proposições é o Teatro Jornal, que consiste em buscar encenar as entrelinhas e informações distorcidas das notícias da mídia convencional.
III - O Teatro do Oprimido possui, entre suas técnicas, o Teatro-Imagem, que consiste em encenar obras de arte visuais e criar sobre elas uma narrativa cênica.
IV - No Teatro-Fórum, um dos métodos do Teatro do Oprimido, são encenadas cenas de peças clássicas e, em seguida, o público é convidado a debater os aspectos políticos e sociais trazidos pela narrativa.
Estão corretas as afirmações:
Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirmações a seguir:
( ) Os jogos teatrais de Spolin se originaram em comunidades de bairros de imigrantes nas grandes cidades americanas, estando ligados a camadas de população desprovidas de teatro, e seguem a tradição de jogos teatrais populares.
( ) A metodologia de Spolin foi pensada originalmente para a formação de atores profissionais e, posteriormente, foi adaptada para uso didático em escolas do ensino básico.
( ) Por meio do jogo teatral e de soluções de problemas, técnicas teatrais, disciplinas e convenções são absorvidas organicamente e sem esforço pelos estudantes.
( ) O Foco é um dos elementos centrais dos jogos teatrais de Spolin, e serve para evitar espontaneísmos, mantendo o jogador concentrado na tarefa a ser cumprida.
A alternativa que representa corretamente o modo de preencher as lacunas acima é
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
A autora refere-se ao
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
A respeito da pintura renascentista, na perspectiva da autora, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a seguir:
( ) No final da Idade Média e no Renascimento, porém, predomina a tendência de uma interpretação científica do mundo.
( ) Nas artes plásticas, e sobretudo na pintura, predominam os estudos da perspectiva segundo os princípios da Matemática e da Geometria.
( ) O uso da perspectiva conduziu a outro recurso, o claro-escuro, que consiste em pintar algumas áreas iluminadas e outras na sombra.
( ) O jogo de contrastes anula a sugestão de volume dos corpos. A combinação da perspectiva e do claro-escuro impediu maior realismo das pinturas.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna:
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Nessa perspectiva, segundo a autora, pode-se afirmar corretamente que
I - Todas essas conquistas técnicas tiveram um forte reflexo na arte. O homem, que se tornara um camponês, não precisava mais ter os sentidos apurados do caçador do Paleolítico, e o seu poder de observação foi substituído pela abstração e racionalização.
II A consequência imediata foi o abandono do estilo naturalista que predominava na arte do Paleolítico, e o surgimento de um estilo simplificador e geometrizante.
III Em lugar de representações que imitam fielmente a natureza, vamos encontrar sinais e figuras que mais sugerem do que reproduzem os seres.
IV Embora esta tenha sido a primeira grande transformação na história da arte, apenas a maneira de desenhar sofreu modificações. Os temas da arte e as representações coletivas eram ainda os mesmos.
Estão corretas as afirmações apenas:
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Nessa perspectiva, segundo as autoras
I - Os signos artísticos são “apresentações” de metáforas aos nossos sentidos
II - O objeto artístico é, ele próprio, uma metáfora. E, por isso, se faz imagem que mostra de um modo outro aos nossos sentidos o pensamento/sentimento das coisas, resgatando em nós uma surpresa ao vê-las.
III - Por ser metáfora, a obra não nos provoca perguntas, mas traz uma resposta da qual extraímos novos significados do nosso olhar contaminado pelo cotidiano.
IV - Como intérpretes do objeto artístico, somos impulsionados pela emoção nascida do sentimento estético a produzir sentidos, estabelecendo analogias a partir das nossas memórias pessoais e culturais.
Estão corretas as afirmações apenas:
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Nessa perspectiva, segundo a autora
I - A ação inteligente e empática do professor pode tornar a Arte ingrediente essencial para favorecer o crescimento individual e o comportamento do cidadão como fruidor de cultura e conhecedor da construção de sua própria nação.
II A obrigatoriedade por lei e o reconhecimento da necessidade são suficientes para garantir a existência da Arte no currículo.
III - Os poderes públicos, além de reservarem um lugar para a Arte no currículo e se preocuparem em como a Arte é ensinada, precisam propiciar meios para que os professores desenvolvam a capacidade de compreender, conceber e fruir arte.
IV - Sem a experiência do prazer da Arte, por parte dos educadores e educandos, nenhuma teoria de Arte-Educação será reconstrutora.
Estão corretas as afirmações apenas:
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Na perspectiva das autoras, pode-se afirmar que:
I - Se faz necessária uma concepção espontaneísta em contraposição ao tecnicismo priorizado pela Escola Nova, em que cada professor deveria dominar todas as linguagens artísticas de forma competente.
II - Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte, “são características desse novo marco curricular as reivindicações de identificar a área por arte, e não mais por educação artística.
III - A arte, por ser um conhecimento construído pelo homem através dos tempos, é um patrimônio cultural da humanidade e todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber.
IV - A arte é importante na escola principalmente porque é importante fora dela. Tratar a arte como conhecimento é ponto fundamental e indispensável.
Estão corretas as afirmações apenas:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que: