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Para Dias (apud Barcinski, 2015), os integrantes da Missão, liderados por Joachim Le Breton,
Forma de realização cênica que é parte crucial do teatro do oprimido desenvolvido por Augusto Boal. Nele, o espectador assume o papel de protagonista na cena e transforma a ação dramática proposta, experimentando diretamente as ações que considera pertinentes à situação mostrada. Sua função é que o espectador ensaie discursos e intervenções, preparando-se para uma ação real. Esse ensaio se baseia na experiência estética, ou seja, no aprendizado e na reflexão sobre o pensamento sensível, sua expressão e sua influência no real.
(I. D. Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
A descrição retrata o
Foi do estudo da arte chinesa do espetáculo que este autor derivou a quintessência da encenação e representação do seu teatro épico: o efeito do distanciamento. Ele se baseia numa neutralização completa dos meios tradicionais de expressão teatral. Manter distância é o primeiro mandamento tanto para o ator quanto para o público. Não é permitido que se forme nenhum campo hipnótico entre o palco e a plateia. O ator não deve despertar emoções no espectador, mas provocar sua consciência crítica. Em nenhum momento deve ele (o ator) permitir que ocorra sua completa metamorfose na figura da personagem.
(M. Berthold, História Mundial do Teatro, 2000. Adaptado)
O descritivo caracteriza a proposta de encenação de
No que diz respeito ao Modernismo, a percepção era uma dimensão importante no ensino voltada
Essas categorias fazem parte da abordagem de
Dessa forma, a Proposta, sua fundamentação e referências situam
Nesse contexto, a autora aponta por parte dos primeiros modernistas, em relação ao ensino da Arte,
Em torno de 1870, na busca de um modelo que estabelecesse a união entre criação e técnica, isto é, entre arte e sua aplicação à indústria, os intelectuais e políticos (especialmente os liberais) brasileiros comprometeram-se profundamente com os modelos de Walter Smith para o ensino da Arte nos Estados Unidos, que passaram a divulgar no Brasil.
(A. M. Barbosa, “Ensino do desenho e da arte no Brasil”, 2018/2019. Adaptado)
Para a autora, um dos principais divulgadores do modelo de Walter Smith no Brasil, a partir dos Pareceres sobre a reforma do ensino primário e secundário, foi
“O objetivo da arte não é representar a aparência exterior das coisas, mas o seu significado interior”, observou o polímata grego Aristóteles. A arte urbana em espaços públicos busca esse objetivo, oferecendo significado e identificação aos moradores de cidades do mundo todo. Tomando a forma de murais, instalações, esculturas e estátuas, a arte urbana envolve o público fora dos museus e no espaço público. Esta arte apresenta uma maneira democrática de redefinir coletivamente conceitos como comunidade, identidade e engajamento social.
(Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/. Acesso em: maio de 2025.)
As representações artísticas podem se dar em diferentes formas e espaços, o que varia de acordo com o seu simbolismo e as intenções do artista. O conceito de arte urbana se relaciona com a presença de expressões no espaço público, ao ar livre e ao alcance de todos os cidadãos. Logo, são exemplos de arte urbana contemporânea:
Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro.
(Jorge Sabino e Raul Lody. Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2015. Adaptado)
Trata-se de uma descrição
(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
Tais experiências eram denominadas por Laban de
(Ingrid Dormien Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015)
Segundo a autora, no Brasil, na década de 1960, o termo mais usado para designar uma “dança educacional/criativa” foi
(Berenice de Almeida, Encontros musicais: pensar e fazer música na sala de aula, 2011. Adaptado)
A descrição aponta para a abordagem de