Questões de Concurso
Para artes
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Em abril de 1970, Frederico Moraes organizou a exposição Do Corpo à Terra, no Palácio das Artes, com obras espalhadas no Parque Municipal de Belo Horizonte. Artur Barrio espalhou pelo Ribeirão Arruda trouxas de pano contendo carne, sangue, unhas e outros materiais orgânicos. Transeuntes que deparavam com as trouxas imediatamente eram remetidos à questão das torturas e assassinatos de presos políticos.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
Segundo Barcinski (2015), nessa ação artística, Barrio opera o que Frederico Moraes chamou de
A obra é uma síntese das questões discutidas sobre arte popular, participação política, superação do quadro de cavalete, nova relação com a realidade objetiva e extensão da definição de arte. De fato, sua invenção responde a um imperativo da nova vanguarda brasileira que Mário Pedrosa definia como inconformismo estético aliado a inconformismo social. Surgiu em 1964, como decorrência da pesquisa de Hélio Oiticica sobre a superação do quadro e após o contato do artista com a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.
(F. W. Barcinski, Sobre a arte brasileira da Pré-História aos anos 1960, 2015. Adaptado)
A descrição trata da obra
Pode-se dizer que essa dança integra um grande grupo de danças de umbigada, por isso, consideradas formas e expressões do samba. Em formação circular e com solistas e duplas ao centro, revela grande mobilidade e deslocamentos até o local dos músicos. Destacam-se alguns instrumentos de percussão feitos com couro, como o tambor. Outro instrumento é o candongueiro, também conhecido como caxambu, outro nome para a dança. Além disso, são utilizadas a angoia e a puíta.
(J. Sabino e R. Lody, Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2011. Adaptado)
O descritivo indica
A nacionalização de tradições africanas é um dos grandes temas da afrodescendência no Brasil. Convivem ao mesmo tempo modelos antigos e ancestrais de uma África, que é verdadeiramente documental e histórica, com outra África, que nasce de idealizações e de concepções mais recentes, e que também são formadoras de identidades. Nesses contextos, os chamados reinados ou reinados do Congo são revividos anualmente em festas religiosas e nos ciclos do Carnaval.
(J. Sabino e R. Lody, Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2011)
No caso específico do Recife, os reinados estão presentes nos grupos de
Observe a imagem a seguir:

(Anita Malfatti, O Japonês, 1915. Coleção Mário de Andrade do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo)
A obra O Japonês (1915) é demonstrativa do alinhamento da artista com tendências
Observe a imagem a seguir:

(Primeira missa no Brasil, 1860. Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro)
A Primeira missa no Brasil foi elaborada tendo como base a carta de Pero Vaz de Caminha e, segundo Migliaccio (apud Barcinski, 2015), obteve sucesso como representação canônica do passado nacional mesmo em épocas adversas às concepções estéticas que a produziram.
A pintura é de autoria de
Para Dias (apud Barcinski, 2015), os integrantes da Missão, liderados por Joachim Le Breton,
Forma de realização cênica que é parte crucial do teatro do oprimido desenvolvido por Augusto Boal. Nele, o espectador assume o papel de protagonista na cena e transforma a ação dramática proposta, experimentando diretamente as ações que considera pertinentes à situação mostrada. Sua função é que o espectador ensaie discursos e intervenções, preparando-se para uma ação real. Esse ensaio se baseia na experiência estética, ou seja, no aprendizado e na reflexão sobre o pensamento sensível, sua expressão e sua influência no real.
(I. D. Koudela, Léxico de pedagogia do teatro, 2015. Adaptado)
A descrição retrata o
Foi do estudo da arte chinesa do espetáculo que este autor derivou a quintessência da encenação e representação do seu teatro épico: o efeito do distanciamento. Ele se baseia numa neutralização completa dos meios tradicionais de expressão teatral. Manter distância é o primeiro mandamento tanto para o ator quanto para o público. Não é permitido que se forme nenhum campo hipnótico entre o palco e a plateia. O ator não deve despertar emoções no espectador, mas provocar sua consciência crítica. Em nenhum momento deve ele (o ator) permitir que ocorra sua completa metamorfose na figura da personagem.
(M. Berthold, História Mundial do Teatro, 2000. Adaptado)
O descritivo caracteriza a proposta de encenação de
No que diz respeito ao Modernismo, a percepção era uma dimensão importante no ensino voltada
Essas categorias fazem parte da abordagem de
Dessa forma, a Proposta, sua fundamentação e referências situam
Nesse contexto, a autora aponta por parte dos primeiros modernistas, em relação ao ensino da Arte,