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Q3598923 Artes Visuais
A trajetória do ensino de arte no Brasil foi influenciada por movimentos sociais, diretrizes educacionais e mudanças culturais ao longo dos séculos. Sobre os marcos históricos e as abordagens no ensino de arte no Brasil, assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q3598922 Educação Artística
Apoiado na história do ensino de arte no Brasil e em seus marcos políticos, culturais e educacionais, assinale a alternativa que melhor descreve as transformações ocorridas nas diferentes fases dessa trajetória: 

Alternativas
Q3598920 Artes Visuais
 A Base Nacional Comum Curricular propõe que a Arte no ensino fundamental deve ser uma prática investigativa que se direcionará para a constituição do modo de produção e organização dos conhecimentos na área. Segundo o documento, “É no percurso do fazer artístico que os alunos [...] percebem uma poética pessoal.” (BRASIL, 2018, p. 193). Para isso, a BNCC indica que a abordagem em Arte articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística.

Das alternativas abaixo, assinale a única que apresenta três dessas dimensões CORRETAMENTE: 

Alternativas
Q3598918 Educação Artística
A Lei 9.394 de 1996 é a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que disciplina como a educação escolar brasileira deve se desencadear e vem sendo atualizada, a partir de diferentes mudanças legais nos últimos anos, especialmente a partir de 2016. Sobre o ensino de arte na educação básica, atualmente, a LDB determina que:

I. O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório integrado à proposta pedagógica da escola, sendo obrigatório por, no mínimo, 2 (duas) horas semanais.
II. Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.
III. O ensino das Artes Visuais e da Música, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório da educação básica.
IV. O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório da educação básica. 
Analisando as afirmações acima, marque a alternativa que apresenta os itens CORRETOS:
 
Alternativas
Q3598722 Educação Artística
Para os Anos Finais do Ensino Fundamental, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê que se trabalhe com quais tipos de dança?

Alternativas
Q3597654 Educação Artística
“A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Tais dimensões perpassam os conhecimentos das Artes visuais, da Dança, da Música e do Teatro e as aprendizagens dos alunos em cada contexto social e cultural.” (BRASIL, 2018, p 194.)
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.

Assinale a alternativa em que a dimensão do conhecimento NÃO corresponde adequadamente a sua característica específica descrita.
Alternativas
Q3597650 Artes Cênicas
Atividades lúdicas que promovem o desenvolvimento pessoal e a aprendizagem de crianças, adolescentes e até mesmo adultos. As atividades exploram a criatividade, a espontaneidade e a expressão por meio de diversas formas de atuação, como cenas, esboços e improvisações. Utilizam o corpo e a voz como ferramentas de comunicação nas diferentes formas de expressão, como voz, movimento e gestos.

A descrição se refere a atividades com:
Alternativas
Q3597649 Artes Cênicas
Assinale o Objeto de Conhecimento que NÃO corresponde à Unidade Temática de Teatro conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Alternativas
Q3597648 Artes Visuais
Imagem associada para resolução da questão
A figura 3 mostra uma parede na fachada do Mercado Central de Fortaleza com uma imensa intervenção, uma pintura de 30 metros. Uma composição realizada pelos artistas Tereza Dequinta e Robézio Marqs, do Acidum Project, foi inspirada nas mulheres de Fortaleza. O painel intitula-se, "Iracemas".

Como se chama esta manifestação artística urbana?
Alternativas
Q3597647 Artes Plásticas
Imagem associada para resolução da questão
Figura 1: Cocar dos povos indígenas Kayapó que habitam a região do rio Xingu em uma área que abrange os estados do Pará e Mato Grosso. Um ornamento cultural e ritualístico carrega significados de status de quem utiliza, conecta os Kayapó com a natureza, os seus ancestrais e a espiritualidade. É um arco produzido com penas de diferentes pássaros, como araras, papagaios, mutuns e rei-congos, conforme as cores escolhidas por quem o confecciona. Os homens preparam os diademas, nomeados de meakà com penas afixadas lado a lado com linhas de algodão cru, dando forma simétrica.

Imagem associada para resolução da questão
Figura 2: Cocar Carandache Azul do artista plástico João Betti que utiliza materiais não convencionais para a composição de séries criativas com uso de instrumentos do dia a dia de um artista, como lápis, pincéis e bisnagas. O artista, também conhecido por Johnny Betti, é apaixonado por animais e pela cultura indígena que transformou essa admiração em arte e, hoje, cria cocares coloridos com objetos comuns usados por outros artistas. Dessa forma, surgiu a cobiçada série dos cocares. Em outras séries tão conceituais quanto, outros materiais aplicados pelo artista incluem gaiolas de madeira, soldados de plástico, cápsulas de remédio e fragmentos de óculos de sol. Tais instrumentos coadjuvantes viram telas e esculturas. O resultado são obras criativas e cheias de humor, que refletem alguns aspectos e temas da vida do próprio artista e sua visão sobre a sociedade moderna.

Assinale a alternativa que corresponde à produção do artista plástico João Betti.
Alternativas
Q3597646 Artes Cênicas
“A Dança se constitui como prática artística pelo pensamento e pelo sentimento do corpo, mediante a articulação dos processos cognitivos e das experiências sensíveis implicados no movimento dançado.” (BRASIL, 2018, p. 195.)
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.

Sobre o ensino da Dança, é importante considerar que:
Alternativas
Q3597645 Artes Cênicas
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Sobre as danças populares, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3597643 Educação Artística
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Analise as afirmativas sobre o ensino de Arte assinalando V se a assertiva for VERDADEIRA e F se a assertiva for FALSA.

( ) Assegurar aos alunos a interação com manifestações artísticas e culturais nacionais e internacionais, de diferentes épocas e contextos.
( ) As práticas e as experiências artísticas sempre se iniciam no meio familiar e podem ocupar os diversos espaços na escola onde são ressignificados.
( ) O ensino de Arte deve considerar a sistematização dos conhecimentos com a proposição de experiências diversificadas relacionadas a cada linguagem.
( ) Limita-se a atividades recreativas e está ligado diretamente a momentos de lazer e entretenimento, proporcionando experienciar e fluir a arte.

A sequência CORRETA das afirmativas, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3597641 Educação Artística
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Assinale a alternativa que NÃO configura uma Unidade Temática para o Ensino Fundamental Anos Finais de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Alternativas
Q3597640 Educação Artística
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma competência específica de Arte para o Ensino Fundamental conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Alternativas
Q3597639 Educação Artística
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
“Rodô. Escrita por Koellreutter especialmente para a reinauguração do Teatro José de Alencar 1991 em Fortaleza. Segundo o próprio compositor:
Escrevi então uma música para os instrumentos e os ruídos utilizados durante a reforma do teatro, ou seja: corrupios, furadeiras, serradeiras, talhadeiras e lixadeiras (elétricas e simples) aparelhos de marcenaria, martelos, etc. Os executantes (em torno de 95) foram os próprios operários, misturados a um grupo de alunos meus.” (FERREIRA JÚNIOR, p. 111.)
FERREIRA JÚNIOR, Antonio Herci. Crise e Vanguarda: Koellreutter entre o moderno e o contemporâneo. (Dissertação) (Mestrado em Artes) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: <chrome extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://www.teses.usp.br /teses/disponiveis/93/93131/tde-18032019- 115905/publico/2018_AntonioHerciFerreiraJunior_VOrig.pdf>. Acesso em: 15 ago. 2025.

O compositor e educador Hans Joachim Koellreutter, com suas composições e abordagem pedagógica de ensino, possibilitou um novo olhar na educação musical brasileira com o estímulo à liberdade expressiva e criativa. Considere as afirmativas sobre essa perspectiva de educação musical e assinale a alternativa que apresenta as assertivas CORRETAS.

I – Koellreutter representa uma autêntica transformação para a educação musical brasileira com o uso de materiais sonoros inusitados e de procedimentos próximos aos utilizados na música contemporânea.
II – Com uma filosofia de educação musical humanista e o movimento Música Viva, Koellreutter tornou-se referência para uma música brasileira mais dinâmica e expressiva. Tal abordagem pedagógico-musical levou a críticas de outros renomados músicos brasileiros.
III – Músicos nacionalistas e grandes teóricos como Koellreutter defendem o ensino conservatorial, pois por ele perpassa tanto a compreensão de como se forma o intelecto infantil quanto a tradição como as únicas maneiras de adquirir um sólido aprendizado musical.
IV – Com uma perspectiva de educação musical, com explorações timbrísticas, e a não utilização do tempo métrico propiciando um fazer e pensar musical democrático, Koellreutter introduzia um ensino com características da música contemporânea.

A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
Alternativas
Q3597638 Artes Visuais
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
“Imagens impõem presenças que não podem persistir ignoradas ou subestimadas em sua potencialidade comunicativa por editores e educadores, mas que, ao contrário, devem ser devidamente exploradas e lidas, o que implicaria ganho evidente para o processo educacional.” (BUORO, p. 35.) BUORO, Anamelia Bueno. Olhos que pintam: a leitura da imagem e o ensino da arte. São Paulo, Educ/Fapesp/Cortez, 2007.

Sobre a leitura e a releitura de imagens e de obras de arte, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3597637 Artes Visuais
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Sobre Sebastião Salgado, sua obra e arte fotográfica, analise as afirmativas.

I – O trabalho de Sebastião Salgado é publicitário e documental.
II – A fotografia de Sebastião Salgado apresenta temáticas sociais, humanitárias e ambientais.
III – Com a evolução da tecnologia digital, a facilidade e a rapidez permitiram a captura, a edição, a transmissão e a partilha de fotografias.
IV – A técnica pinhole utiliza uma câmera escura, em que a luz entra por um pequeno orifício, projetando uma imagem invertida em sua parede oposta.

A alternativa que apresenta as afirmativas CORRETAS é:
Alternativas
Q3597636 Educação Artística
Gold – Mina de Ouro Serra Pelada

Por Sebastião Salgado
09 AGO a 30 NOV 25
CAIXA Cultural Fortaleza

    A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a exposição “Gold – Mina de Ouro Serra Pelada”, do premiado fotógrafo mineiro Sebastião Salgado. A mostra reúne 54 imagens emblemáticas registradas na década de 1980 no maior garimpo a céu aberto do mundo, localizado em Curionópolis, na região da Amazônia Paraense.

    A exposição tem curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, parceira de longa data do fotógrafo, responsável pela organização e pela edição das obras. Lélia é cofundadora da agência Amazonas Images e do Instituto Terra, entidade dedicada à recuperação ambiental do Vale do Rio Doce.

      As fotografias retratam o cotidiano da mina de Serra Pelada, onde foram extraídas toneladas de ouro ao longo de mais de uma década de exploração. O trabalho revela a dura realidade enfrentada por milhares de homens que, movidos pela chamada “febre do ouro”, enfrentaram condições extremas de trabalho e sobrevivência. No auge do garimpo, cerca de 50 mil garimpeiros ocuparam o local em busca de riqueza e oportunidade.

     Durante um mês de imersão no garimpo, Sebastião Salgado registrou as cenas impactantes de uma verdadeira epopeia humana, composta por trabalhadores vindos de todas as regiões do país. As imagens capturam não apenas o esforço físico, mas também a esperança, a luta e as consequências sociais e ambientais desse capítulo importante da história recente do Brasil.

      Com essa mostra, o público do Nordeste tem a oportunidade inédita de conhecer de perto um dos registros fotográficos mais marcantes sobre Serra Pelada, um episódio que revela a intensidade da movimentação humana e as marcas deixadas na sociedade e na paisagem brasileira.


Sobre Sebastião Salgado:

    Sebastião Salgado (8 de fevereiro de 1944 - 23 de maio de 2025) foi economista de formação, começou sua carreira na fotografia em 1973 e se tornou um dos mais reconhecidos fotógrafos documentais do mundo. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, desenvolveu projetos fotográficos de grande escala, publicados em livros como Other Americas, Workers e Genesis, além de exposições que percorrem o mundo.

    Seu trabalho mais recente retrata a Amazônia brasileira e as ameaças enfrentadas pelas comunidades indígenas. Salgado também é conhecido pelo seu compromisso ambiental: em 1998, ele e Lélia fundaram o Instituto Terra, dedicado ao reflorestamento e à educação ambiental.

    Em 2013, foi lançado o livro De ma terre à la Terre (Da minha terra à Terra), sobre sua vida e carreira, escrito por Isabelle Francq. Em 2014, o documentário The Salt of the Earth (O sal da terra), codirigido por Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, foi premiado em Cannes e indicado ao Oscar de melhor documentário.

    Recebeu importantes reconhecimentos, como o Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, a Légion d'Honneur e uma cadeira na Académie des Beaux-Arts da França. Sua vida e obra foram retratadas no documentário O Sal da Terra, indicado ao Oscar em 2015.

Disponível em:
https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=3255.
Acesso em: 10 ago. 2025.
Nas exposições de arte, a função da curadoria é
Alternativas
Q3591986 Artes Visuais
De acordo com Barbosa (2022), a partir do século XX, a questão nacional e internacional está presente no debate artístico, no contexto do indianismo e do nacionalismo. A autora aponta a condenação dos artistas e professores que buscavam refletir sobre a cultura brasileira e que operavam o equilíbrio multicultural e um nacionalismo crítico ou bem-humorado, relegados ao ostracismo. Esses autores defenderam a adesão à linguagem internacional, mas os temas escolhidos eram ligados à nossa flora e fauna, e os textos analisavam nossa cultura e não a celebravam gratuitamente.

Segundo a autora, um desses autores era 
Alternativas
Respostas
3521: A
3522: B
3523: E
3524: D
3525: D
3526: D
3527: C
3528: A
3529: A
3530: B
3531: C
3532: D
3533: B
3534: D
3535: A
3536: C
3537: B
3538: C
3539: C
3540: A