Questões de Concurso
Para psicologia
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A respeito dos transtornos dissociativos com sintomas neurológicos, dos transtornos factícios e dos transtornos de somatização, julgue o item a seguir.
Em pacientes com transtorno factício, percebe-se a consistência dos relatos e sintomas ao longo de várias avaliações, sem variações ou contradições que possam sugerir fabricação consciente dos sintomas.
A respeito dos transtornos dissociativos com sintomas neurológicos, dos transtornos factícios e dos transtornos de somatização, julgue o item a seguir.
O transtorno de sintomas somáticos caracteriza-se pela produção intencional de sintomas físicos ou psíquicos.
A respeito dos transtornos dissociativos com sintomas neurológicos, dos transtornos factícios e dos transtornos de somatização, julgue o item a seguir.
O transtorno factício está associado a ganhos externos claros, como compensações financeiras ou isenção de obrigações sociais.
A respeito dos transtornos dissociativos com sintomas neurológicos, dos transtornos factícios e dos transtornos de somatização, julgue o item a seguir.
Nos transtornos dissociativos com sintomas neurológicos, a inconsistência entre a clínica dos sintomas e a correlação anatomofuncional esperada sugere a presença de uma doença neurológica subjacente.
A respeito dos transtornos dissociativos com sintomas neurológicos, dos transtornos factícios e dos transtornos de somatização, julgue o item a seguir.
O transtorno dissociativo com sintomas neurológicos pode ser confundido com um quadro neurológico primário, pois seus sintomas podem mimetizar condições médicas orgânicas.
Acerca do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue o item subsequente.
A clomipramina, embora eficaz no tratamento do TOC, é geralmente indicada para casos refratários aos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) devido ao seu perfil de efeitos colaterais mais desfavoráveis.
Acerca do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue o item subsequente.
A egodistonia é uma característica chave que ajuda a diferenciar obsessões de delírios.
Acerca do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue o item subsequente.
No contexto do TOC, as compulsões são pensamentos intrusivos e indesejados, que causam ansiedade ou desconforto.
Acerca do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue o item subsequente.
A presença de insight pobre em um indivíduo com TOC indica resposta mais difícil ao tratamento e maior gravidade dos sintomas.
Acerca do transtorno obsessivo compulsivo (TOC), julgue o item subsequente.
Estudos de neuroimagem funcional sugerem que o circuito corticoestriadotalamocortical (CSTC) está implicado na fisiopatologia do TOC, com aumento da atividade no núcleo caudado e no córtex orbitofrontal.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
Em surto psicótico, recomenda-se o uso de antipsicótico de alta potência, a exemplo de haloperidol, risperidona e quetiapina.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
Para pacientes em uso de risperidona que apresentem hiperprolactinemia com disfunções sistêmicas, a substituição do medicamento por aripiprazol pode minimizar tais alterações.
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
A clozapina, poderoso antipsicótico, foi sintetizada pela primeira vez na década de 90 do século XX, pouco tempo depois do lançamento do Prozac (fluoxetina).
A respeito do tratamento da esquizofrenia, julgue o seguinte item.
O neuroléptico de ação prolongada (NAP) de paliperidona é bem indicado para pacientes com comorbidades clínicas, polimedicados, haja vista a baixa metabolização hepática do palmitato de paliperidona.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
Os pensamentos referidos pela paciente indicam ideação suicida, sendo recomendável a internação voluntária.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
A associação de antidepressivo a terapia psicanalítica constitui tratamento de primeira linha para o caso descrito.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
A prescrição de ISRS à paciente, como o escitalopram, alinha-se às recomendações atuais.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
Atividade física, terapia cognitivo-comportamental e revisão do estilo de vida são consideradas, nesse caso, o melhor tratamento.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
No caso em apreço, a hipótese diagnóstica inicial é de transtorno de adaptação com sintomatologia mista ansiosa e depressiva.
Paciente de 38 anos de idade, secretária-executiva,
solteira, atendida em primeira consulta, queixa-se de burnout,
descrevendo sobrecarga de trabalho nos últimos 6 meses,
sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, ansiedade,
irritabilidade, alteração do sono e do apetite há cerca de 1 mês.
Refere ter solicitado férias, dada a dificuldades de ir ao trabalho e
de se concentrar. Relata angústia e pensamentos de que a vida
não vale mais a pena e que não quer ser um peso na vida de
ninguém. Reporta preocupação de sua família, que a aconselhou
que procurasse apoio profissional. Nega uso/abuso de etílicos ou
outras SPA. Sem história familiar de quadros psiquiátricos.
Ao exame, apresenta bom aspecto geral, orientada, discurso
coerente, hipotimia, ansiedade, pensamento lógico e conteúdo
pessimista, sem sintomas produtivos. O médico apresenta
proposta de tratamento e agenda retorno.
Com base no caso clínico hipotético precedente, julgue o item seguinte.
Nesse caso, a associação de buspirona ao antidepressivo pode facilitar o processo de adaptação medicamentosa e atenuar mais brevemente os sintomas de ansiedade da paciente.