Questões de Concurso
Para letras
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I. O eu lírico apresenta a morte como uma força democrática e inexorável, que anula as distinções sociais e a vaidade humana.
PORQUE
II. A imprevisibilidade do “trem da desgraça” e o caráter definitivo do “caminho de só ida” revelam a fragilidade da existência, levando o ser humano à percepção de sua própria insignificância diante do fim.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Sobre o sentido do texto, pode-se dizer:
I. A morte é o “caminhão derradeiro” onde todos, inevitavelmente, terão que embarcar, sua “estrada” é o destino final de qualquer rota que se escolha em vida. É, portanto, uma grande niveladora social.
II. A metáfora do “trem da desgraça” que não avisa o horário da partida reforça a ideia de que o ser humano não tem controle sobre o fim. A ausência de uma despedida formal (o “nem mesmo acenar”) torna a dor “pesada” para quem fica, o consolo vem da certeza de que ninguém é poupado.
III. O refrão — “é que a gente percebe não ser nada” — é o coração filosófico do texto. Ele sugere que todo o ego, as posses e a alegria humana são ilusórios ou efêmeros.
IV. O texto traz uma visão profunda sobre o luto: “quem morreu transferiu a dor sofrida”. Isso indica que, ao morrer, o sofrimento físico ou existencial do falecido cessa, mas ele não desaparece; ele é “entregue” aos que ficam sob a forma de saudade apertada e lágrimas.
Assinale a alternativa correta:
Essa característica indica que:
Com base nessa afirmação, assinale a alternativa correta:
Nesse sentido, é correto afirmar que:
Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa correta:
A superação dessa visão ocorreu quando:
Esse princípio refere-se:
Texto motivador:
“As artes surdas podem ferir, incomodar, e retirar sujeitos de suas zonas de conforto, especialmente quando é observada por um publico especifico: os ouvintes. Podemos pensar que nem toda a arte surda tem caráter politico, contudo, mesmo que as obras não tragam em seu escopo as realidades surdas, elas são parte da escrita surda, pois não é possível se desvencilhar de todos os discursos que elas refletem.”
Fonte: MENEZES, R. D. Antes surdas: mãos, lutas e (re)existenciais. São Paulo: Mentes Abertas, 2024.