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Para responder à questão, considere a tirinha abaixo:

Fonte: QUINO. Mafalda inédita. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a classificação da transitividade das formas verbais presentes nos trechos a seguir, considerando seu contexto de ocorrência na tirinha:
⋅ “Eu gosto do Natal”.
⋅ “Como eu fico feliz”.
⋅ “O quanto eu me amo”.
Para responder à questão, considere a tirinha abaixo:

Fonte: QUINO. Mafalda inédita. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
A respeito do diálogo entre as personagens, Mafalda, à esquerda, e Susanita, à direita dos quadrinhos, analise as inferências abaixo:
I. Ao longo do ano, as pessoas não se amam.
II. Susanita sente-se feliz por achar que Mafalda é capaz de compreendê-la.
III. Mafalda deduz que ela e Susanita partilham dos mesmos sentimentos.
Quais estão corretas?
Considerando os processos de formação de palavras, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os vocábulos sublinhados na Coluna 2 aos processos que lhes deram origem na Coluna 1.
Coluna 1
1. Derivação regressiva.
2. Derivação parassintética.
3. Derivação imprópria.
Coluna 2
( ) É difícil abotoar este vestido.
( ) Vou preparar um delicioso jantar para hoje.
( ) Sofremos todos um grande abalo com a notícia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Leia o trecho a seguir, retirado da canção “Quereres”, de Caetano Veloso, e analise as assertivas abaixo a respeito de figuras de linguagem presentes no texto:
Onde queres revólver, sou coqueiro.
Onde queres dinheiro, sou paixão.
Onde queres descanso, sou desejo.
E onde sou só desejo, queres não.
I. Pode-se afirmar que todos os versos empregam o recurso da aliteração nas palavras que lhes fecham a fim de garantir a musicalidade da canção.
II. É possível identificar o emprego de metonímia no primeiro verso, no qual as palavras “revólver” e “coqueiro” podem ser encaradas como parte dos conceitos de “violência” e “paz”, respectivamente.
III. A inversão dos termos sintáticos em cada um dos versos é um exemplo de hipérbato.
Quais estão corretas?
Considerando os termos sublinhados e numerados no trecho a seguir, assinale a alternativa correta.
A inauguração da Exposição Estadual do Rio Grande do Sul reuniu políticos, representantes da Igreja Católica (1), empresários, altos funcionários públicos, figuras da elite (2) e o povo em 24 de fevereiro de 1901, um domingo (3). Governo do Estado, Municípios e empresas construíram pavilhões na parte alta do Campo da Redenção (4), área hoje ocupada pelo campus (5) central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O prédio da Escola de Engenharia (6), ainda preservado, era o pavilhão central.
Leia o texto abaixo, a respeito dos gêneros e dos tipos textuais, e preencha os parênteses com os termos correspondentes, de acordo com os números a seguir:
1. Gênero(s) textual(is)
2. Tipo(s) textual(is)
Dentre as distinções entre tipos de texto e gêneros de texto, a mais famosa delas é de autoria de Marcuschi, que define o ( ) como “uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição (aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas)”. Já o ( ), para o autor, seria “uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sociocomunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica”. Na escola, escrevemos narrações; na vida, lemos notícias, relatamos nosso dia, recontamos um filme, lemos romances. Na escola, redigimos uma “composição à vista de gravura” (descrição); fora dela, contamos como decoramos nosso apartamento, instruímos uma pessoa sobre como chegar a um lugar desconhecido. Na escola, dissertamos sobre um tema dado; na vida, lemos artigos de opinião, apresentamos nossa pesquisa ou relatório, escrevemos uma carta de leitor discordando de um articulista. Os ( ), portanto, não são classes gramaticais para classificar textos: são entidades da vida. Dão nome a uma “família de textos”.
Um dos problemas do ensino de ( ) na escola é que ele herda as práticas cristalizadas de trabalho com os ( ), focando principalmente as estruturas linguísticas de diversos níveis e esquecendo de enfocar os temas, os valores, a entonação e as refrações de sentido dos textos, formando mais analistas textuais que leitores/produtores críticos.
(Disponível em: https://ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/generos-e-tipos-textuais – texto adaptado especialmente para esta prova)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os parênteses do texto acima.
Analyse the following sentence based on the text's ideas:
“If global heating continues to worsen, physical inactivity __________ even more common”.
Mark the alternative that correctly fills in the blank in the sentence above.
TEXTO II Teresinha O primeiro me chegou Como quem vem do florista Trouxe um bicho de pelúcia Trouxe um broche de ametista Me contou suas viagens E as vantagens que ele tinha Me mostrou o seu relógio Me chamava de rainha Me encontrou tão desarmada Que tocou meu coração Mas não me negava nada E, assustada, eu disse "não" O segundo me chegou Como quem chega do bar Trouxe um litro de aguardente Tão amarga de tragar Indagou o meu passado E cheirou minha comida Vasculhou minha gaveta Me chamava de perdida Me encontrou tão desarmada Que arranhou meu coração Mas não me entregava nada E, assustada, eu disse "não" O terceiro me chegou Como quem chega do nada Ele não me trouxe nada Também nada perguntou Mal sei como ele se chama Mas entendo o que ele quer Se deitou na minha cama E me chama de mulher Foi chegando sorrateiro E antes que eu dissesse não Se instalou feito um posseiro Dentro do meu coração HOLANDA, Chico Buarque de. 1999. Disponível em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45180/. Acesso em 21 de março 2026.
A cantiga “Terezinha de Jesus”, de tradição popular, e a canção “Teresinha”, de Chico Buarque (1999), apresentam elementos em comum em sua construção. Nessa relação, a intertextualidade se estabelece por meio
Na organização discursiva do texto apresentado, predomina a tipologia:

"DIETA PLANETÁRIA" FAZ BEM À SAÚDE, MOSTRA ESTUDO
Ela limita o consumo de carne, cuja produção alimenta o aquecimento global.
ESSA DIETA, que é conhecida pela sigla PHD (Pianetary Health Diet) e foi proposta em 2019 por um grupo de cientistas de 16 países, dá preferência a grãos integrais, verduras, legumes e nozes, e limita a quantidade de proteína animal. Ela propõe que a pessoa coma pelo menos 125 gramas de feijão, lentilha, ervilha ou outros legumes por dia - e não ultrapasse 98 g de carne vermelha, 203 g de frango e 196 g de peixe por semana. A ideia é reduzir o consumo de carne, e com isso sua produção, que é danosa ao meio ambiente, pois a pecuária emite grande quantidade de gases causadores do efeito estufa. Com isso, a dieta planetária ajuda a conter o aquecimento global. E, como mostrou um novo estudo, também é boa para o organismo. Cientistas avaliaram os dados de saúde de 168 mil pessoas nos EUA e no Reino Unido e constataram o seguinte: quanto mais próxima da PHD é a dieta de uma pessoa, maior sua longevidade, e menor o risco de câncer e outras doenças. GARATONNI, Bruno. "Dieta planetária" faz bem à saúde, mostra estudo. Superinteressante. Editora Abril, São Paulo, v. 480, ano 39, n. 10, p. 65, outubro de 2025
Ao observar o trecho destacado, pode-se afirmar que
