Questões de Concurso Para letras

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Q4387099 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras."
Considerando o emprego do hífen em palavras compostas, analise as assertivas a seguir.
I.O vocábulo 'cor-de-rosa' exemplifica uma exceção à regra geral das locuções substantivas, que, em regra, não são hifenizadas.
PORQUE
II.Locuções substantivas comuns, como 'cor de vinho' e 'café com leite', não recebem hífen; contudo, 'cor-de-rosa' é registrada como exceção consagrada pelo uso, mantendo o hífen mesmo após o Novo Acordo Ortográfico.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4387063 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento."
Com base na concordância verbal, analise as afirmativas a seguir.
I.O verbo 'poder' está flexionado no plural para concordar com o sujeito composto, formado por três núcleos coordenados.
II.Caso o trecho fosse reescrito como 'A maioria das lendas, cantigas e brincadeiras populares pode reforçar o pertencimento', a concordância estaria de acordo com a norma-padrão.
III.Caso a construção fosse 'pode reforçar o pertencimento a lenda, as cantigas e as brincadeiras...', o verbo estaria corretamente empregado no singular, pois o verbo pode concordar com o núcleo mais próximo.
IV.Se o sujeito fosse reescrito como 'Um conjunto de lendas, cantigas e brincadeiras populares', a concordância no singular ('pode') estaria em conformidade com a norma-padrão.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4387062 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente."
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, julgue as afirmativas a seguir.
I.O pronome 'isso' retoma cataforicamente o conteúdo apresentado na oração seguinte, antecipando a ideia de que os povos indígenas e quilombolas são historicamente presentes.
II.O pronome "esses" estabelece referência anafórica às culturas indígenas e quilombolas mencionadas no contexto, cuja condição histórica é posteriormente reafirmada pela expressão "São povos historicamente presentes".
III.A oração 'São povos historicamente presentes...' estabelece uma relação de contraposição com a ideia anteriormente apresentada, equivalente ao sentido introduzido pela conjunção 'mas', ao reafirmar a presença contemporânea dos povos indígenas e quilombolas.
IV.O pronome relativo 'que', em 'que vivenciamos', estabelece coesão referencial ao retomar o termo 'desafios', mencionado anteriormente, e exerce a função de objeto direto do verbo 'vivenciar'.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4387061 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige."
A acentuação gráfica de alguns vocábulos foi propositalmente eliminada. Assinale a alternativa que apresenta os vocábulos que devem receber acento pela mesma regra de 'indígena'.
Alternativas
Q4387060 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular."
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, empregando tempos e modos verbais coerentes com a norma-padrão, sem considerar a diferença semântica.
Alternativas
Q4387059 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras."
Considerando o emprego do hífen em palavras compostas, analise as assertivas a seguir.
I.O vocábulo 'cor-de-rosa' exemplifica uma exceção à regra geral das locuções substantivas, que, em regra, não são hifenizadas.
PORQUE
II.Locuções substantivas comuns, como 'cor de vinho' e 'café com leite', não recebem hífen; contudo, 'cor-de-rosa' é registrada como exceção consagrada pelo uso, mantendo o hífen mesmo após o Novo Acordo Ortográfico.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4386600 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados 

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030. 

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens." Considerando a regra de concordância verbal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4386599 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados 

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030. 

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção." O vocábulo 'socioeconômico' está corretamente grafado sem hífen. Assinale a alternativa que também apresenta todos os vocábulos grafados corretamente, com ou sem hífen.
Alternativas
Q4386598 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados 

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030. 

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes." Considerando a análise sintática do trecho acima, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4386565 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados 

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030. 

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]:

Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção." O vocábulo 'socioeconômico' está corretamente grafado sem hífen.Assinale a alternativa que também apresenta todos os vocábulos grafados corretamente, com ou sem hífen.
Alternativas
Q4386564 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados 

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030. 

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]:

Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes."

Considerando a análise sintática do trecho acima, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q4386563 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados 

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030. 

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]:

Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens."

Considerando a regra de concordância verbal, assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q4386525 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados


O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.  

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030.

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes. 


TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens." Considerando a regra de concordância verbal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4386524 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados


O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.  

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030.

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes. 


TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes." Considerando a análise sintática do trecho acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4386523 Português

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados


O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.

Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.  

Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030.

A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes. 


TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 

"A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção."
O vocábulo 'socioeconômico' está corretamente grafado sem hífen. Assinale a alternativa que também apresenta todos os vocábulos grafados corretamente, com ou sem hífen.
Alternativas
Q4385904 Inglês

Leia o texto a seguir para responder à questão.

The discipline of International Relations (IR) has repeatedly discussed the problem of agency, though not always using the term.

A central preoccupation of IR since its inception is the question of whose actions shape international politics: who possesses agency. Starting from a rather state-centric perspective, IR initially considered only states and their leaders as relevant actors. Agency was thus closely linked to the notion of state sovereignty and the idea that “great” men (and occasionally women) make history. Over the years, and no doubt reflecting changes in the actual practices of international politics, IR has gradually considered more and more actors as possible agents: international organizations and their bureaucrats, corporations, NGOs, expert communities and professions, celebrities, insurgent groups and so on. The focus has for the most part been on demonstrating that the new actors actually make a difference rather than explaining how they acquired their agency.

A more explicit theorization of agency was initiated when Alexander Wendt introduced the agent-structure problem into IR and proposed a “structurationist” perspective that conceives of agents and structures as mutually constitutive but ontologically distinct entities. Other scholars working in the constructivist tradition have examined how the mastery of particular repertoires of politics, such as diplomacy, expert governance or advocacy and activism, can confer agency on different actors. They have also shown how agency depends on its recognition by other actors and can be undermined if such recognition is denied. Critical, feminist and postcolonial scholars have emphasized that agency is still unevenly distributed, with certain courses of action open to some actors but not to others, depending on their positioning within power relations. It then becomes clear not only that the question of agency is a highly political one, but that, in writing about agency, we cannot escape its politics.

(Tobias Wille. Elgar Encyclopedia of International Relations. March 2025. Adaptado)

In the third paragraph, according to scholars working in the constructive tradition in IR,
Alternativas
Q4385903 Inglês

Leia o texto a seguir para responder à questão.

The discipline of International Relations (IR) has repeatedly discussed the problem of agency, though not always using the term.

A central preoccupation of IR since its inception is the question of whose actions shape international politics: who possesses agency. Starting from a rather state-centric perspective, IR initially considered only states and their leaders as relevant actors. Agency was thus closely linked to the notion of state sovereignty and the idea that “great” men (and occasionally women) make history. Over the years, and no doubt reflecting changes in the actual practices of international politics, IR has gradually considered more and more actors as possible agents: international organizations and their bureaucrats, corporations, NGOs, expert communities and professions, celebrities, insurgent groups and so on. The focus has for the most part been on demonstrating that the new actors actually make a difference rather than explaining how they acquired their agency.

A more explicit theorization of agency was initiated when Alexander Wendt introduced the agent-structure problem into IR and proposed a “structurationist” perspective that conceives of agents and structures as mutually constitutive but ontologically distinct entities. Other scholars working in the constructivist tradition have examined how the mastery of particular repertoires of politics, such as diplomacy, expert governance or advocacy and activism, can confer agency on different actors. They have also shown how agency depends on its recognition by other actors and can be undermined if such recognition is denied. Critical, feminist and postcolonial scholars have emphasized that agency is still unevenly distributed, with certain courses of action open to some actors but not to others, depending on their positioning within power relations. It then becomes clear not only that the question of agency is a highly political one, but that, in writing about agency, we cannot escape its politics.

(Tobias Wille. Elgar Encyclopedia of International Relations. March 2025. Adaptado)

The second paragraph is mainly about
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: UENP Prova: VUNESP - 2026 - UENP - Adminstrador |
Q4385744 Redação Oficial

Na elaboração dos vários tipos de documentos oficiais, deve-se conhecer a finalidade de cada um deles.


Assim, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: UENP Prova: VUNESP - 2026 - UENP - Adminstrador |
Q4385743 Redação Oficial
Um servidor de uma secretaria estadual elaborou um documento dirigido ao diretor de outro órgão público para solicitar o compartilhamento de informações necessárias à instrução de um processo administrativo. O documento é uma comunicação oficial externa entre órgãos distintos e apresenta assunto, endereçamento, vocativo, desenvolvimento, nome e cargo do signatário.
Com base nessa descrição, o documento é um
Alternativas
Q4385554 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular."
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, empregando tempos e modos verbais coerentes com a norma-padrão, sem considerar a diferença semântica.
Alternativas
Respostas
141: D
142: A
143: E
144: D
145: B
146: E
147: B
148: A
149: B
150: C
151: A
152: C
153: C
154: A
155: D
156: E
157: C
158: E
159: C
160: C