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Q4103459 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

No primeiro quadrinho, Armandinho afirma: Elas passam anos embaixo da terra, quietinhas... Do ponto de vista morfologico e semântico, o termo sublinhado Íunciona como um adjetivo flexionado no grau diminutivo. Caso fosse necessário substituir a palavra quietinhas por um sinônimo contextual que mantivesse o sentido original e a correção gramatical, a MELHOR opção seria: 
Alternativas
Q4103458 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

A linguagem não verbal desempenha um papel fundamental para a construção do sentido e para a caracterização do contexto na tirinha. A partir da análise visual e contextual dos quadrinhos, analise as assertivas:
I. O sapo posicionado no chão e o verdadeiro receptor da mensagem de Armandinho, demonstrando surpresa no último quadrinho ao compreender a historia.
II. O interlocutor de Armandinho é uma figura adulta, cuja presença e indicada de forma parcial pelas pernas compridas e sapatos sociais, estabelecendo uma relação de assimetria visual.
III. A fisionomia de Armandinho no primeiro quadrinho demonstra cansaço e desânimo devido ao esforço de procurar insetos na terra.
Está CORRETO o que se afirma em 
Alternativas
Q4103395 Português
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

O título da charge apresenta uma palavra seguida de reticências. Considerando o cenário ilustrado, assinale a afirmação CORRETA sobre o emprego desse sinal de pontuação. 
Alternativas
Q4103394 Português
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

No balão de fala do menino em pé, nota-se um possível desvio ortográfico na palavra por que, segundo a gramática normativa. Diante disso, assinale a alternativa que apresenta a possível grafia CORRETA e a sua respectiva justificativa formal.
Alternativas
Q4103393 Português
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

O vocábulo que dá título à obra, educação, e um substantivo abstrato. A respeito da sua formação morfologica, assinale a alternativa que indica o processo CORRETO e que apresenta outra palavra formada por mecanismo idêntico.
Alternativas
Q4103392 Português
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

Na fala EU SEI, MAS NÃO TEM MERENDA, o verbo saber é transitivo direto, o que exige um complemento. No contexto estrutural do diálogo, a expressão EU SEI retoma de Íorma elíptica qual informação? 
Alternativas
Q4103391 Português
Para responder à questão, Ieia a charge abaixo.

Na charge, a segunda afirmação do menino sentado revela uma informação implícita fundamental para a compreensão da crítica social abordada. Do ponto de vista dos pressupostos e subentendidos, a fala desse personagem revela de forma CORRETA que: 
Alternativas
Q4103233 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo. 



Analise sintaticamente o verbo CONTAR na frase falada pelo pássaro engaiolado. De acordo com a gramática normativa, esse verbo classifica-se, neste contexto específico, como:

Alternativas
Q4103232 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo. 



No trecho SE UM DIA EU CONSEGUIR ESCAPAR, JURO QUE VOLTO..., a conjunção sublinhada estabelece uma articulação sintático-semântica entre as orações.



De acordo com a norma-padrão, essa conjunção exprime um valor de: 

Alternativas
Q4103231 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo. 



A charge constrói seu sentido principal por meio de uma inversão de expectativas que gera uma forte ironia.



Na fala SE UM DIA EU CONSEGUIR ESCAPAR..., a ironia da cena reside no fato de que: 

Alternativas
Q4103120 Redação Oficial
O ofício circular é um documento elaborado e encaminhado adequadamente quando:
Alternativas
Q4103119 Português

Imagem associada para resolução da questão

CAZO. Crianças sem vacina. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-criancas-semvacina/>. 


Que elemento de coesão textual se encontra na fala do personagem da charge acima: "Parece que a qualidade dos pais também."? 

Alternativas
Q4103118 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada apresenta concordância de acordo com a redação oficial.
Alternativas
Q4103117 Português

"Toda a obra literária leva uma pessoa dentro, que é o autor." (José Saramago)


Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, em relação à análise da palavra destacada no período acima.


Trata-se de um(a) ________ que pode ser substituído(a) por "_________", além de introduzir uma oração de natureza _______ ,do tipo _______.

Alternativas
Q4103116 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada apresenta função adjetiva, qualificando algum ser mencionado no enunciado. 
Alternativas
Q4103115 Português
Assinale a alternativa em cujo preenchimento da lacuna ficam corretas tanto a forma "a" quanto "à", de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q4103114 Português
Assinale a alternativa em que todas a palavras estão escritas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4103113 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vida corrida


    Na minha rotina diária, assim como na de todos os relés plebeus dessa era, eu corro. Esse verbo, o correr, tem o seu sentido rasgado e exposto para qualquer situação que precise dele. Corro para não chegar atrasado no meu compromisso, corro atrás do que eu quero, corro para manter minha saúde, corro dos meus problemas e pensamentos. Atualmente, tenho flexionado o correr para a sua forma adjetiva também: para os meus amigos, minha vida está corrida e não posso sair com eles; enquanto para mim, meus dias estão corridos e não tenho tempo para nada.


    Mas, mesmo assim, acho tempo para correr. Meus olhos correm e caem na tela do meu computador, e fazem com que o tempo corra. O tempo, maldito tempo que ora passa depressa, ora devagar. Maldito tempo que não corre como eu. Maldito eu que não corre como o tempo. Maldito sou, nesse tempo parado.


    Entre a correria da faculdade e a monotonia dopada nos fins de semana, encontro minha lástima no ônibus: a ponte entre uma corrida e a outra. Olho ao redor, pessoas correndo olhos e dedos em seus celulares. Minha mão corre ao bolso, e pega o retângulo metálico. Não tenho mensagens, nem números indicando algo de interesse. Corro imediatamente, dessa vez para o bolso do meu casaco, e dou função ao meu fone de ouvido. (...)


    Finalmente parei de correr para longe dos pensamentos. Como se eu passasse a semana inteira correndo deles, para então, num ônibus qualquer, ser preso e forçado a parar de correr. Os belos ruídos que saíam de um violão, sem voz nenhuma para atrapalhar, continuavam a me envolver, mantendo o absoluto controle. Encarei os meus pensamentos, e para minha surpresa, como se fosse um plano deles em parceria com a música, vi os meus braços livres. Mais precisamente, os meus polegares, que correram para escrever essas palavras. Palavras corridas, mas de sentimentos enraizados em um homem inerte ao seu mundo.


HENNING, Vinícius Rutes. Vida corrida. Mafuá. Disponível em <https://mafua.ufsc.br/2017/dois-contosvida-corrida-e-velhos-amigos/>

"Meus olhos correm e caem na tela do meu computador, e fazem com que o tempo corra."


Qual figura de linguagem se encontra presente no trecho destacado do enunciado acima?

Alternativas
Q4103112 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vida corrida


    Na minha rotina diária, assim como na de todos os relés plebeus dessa era, eu corro. Esse verbo, o correr, tem o seu sentido rasgado e exposto para qualquer situação que precise dele. Corro para não chegar atrasado no meu compromisso, corro atrás do que eu quero, corro para manter minha saúde, corro dos meus problemas e pensamentos. Atualmente, tenho flexionado o correr para a sua forma adjetiva também: para os meus amigos, minha vida está corrida e não posso sair com eles; enquanto para mim, meus dias estão corridos e não tenho tempo para nada.


    Mas, mesmo assim, acho tempo para correr. Meus olhos correm e caem na tela do meu computador, e fazem com que o tempo corra. O tempo, maldito tempo que ora passa depressa, ora devagar. Maldito tempo que não corre como eu. Maldito eu que não corre como o tempo. Maldito sou, nesse tempo parado.


    Entre a correria da faculdade e a monotonia dopada nos fins de semana, encontro minha lástima no ônibus: a ponte entre uma corrida e a outra. Olho ao redor, pessoas correndo olhos e dedos em seus celulares. Minha mão corre ao bolso, e pega o retângulo metálico. Não tenho mensagens, nem números indicando algo de interesse. Corro imediatamente, dessa vez para o bolso do meu casaco, e dou função ao meu fone de ouvido. (...)


    Finalmente parei de correr para longe dos pensamentos. Como se eu passasse a semana inteira correndo deles, para então, num ônibus qualquer, ser preso e forçado a parar de correr. Os belos ruídos que saíam de um violão, sem voz nenhuma para atrapalhar, continuavam a me envolver, mantendo o absoluto controle. Encarei os meus pensamentos, e para minha surpresa, como se fosse um plano deles em parceria com a música, vi os meus braços livres. Mais precisamente, os meus polegares, que correram para escrever essas palavras. Palavras corridas, mas de sentimentos enraizados em um homem inerte ao seu mundo.


HENNING, Vinícius Rutes. Vida corrida. Mafuá. Disponível em <https://mafua.ufsc.br/2017/dois-contosvida-corrida-e-velhos-amigos/>

"Palavras corridas, mas de sentimentos enraizados em um homem inerte ao seu mundo."


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q4103111 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vida corrida


    Na minha rotina diária, assim como na de todos os relés plebeus dessa era, eu corro. Esse verbo, o correr, tem o seu sentido rasgado e exposto para qualquer situação que precise dele. Corro para não chegar atrasado no meu compromisso, corro atrás do que eu quero, corro para manter minha saúde, corro dos meus problemas e pensamentos. Atualmente, tenho flexionado o correr para a sua forma adjetiva também: para os meus amigos, minha vida está corrida e não posso sair com eles; enquanto para mim, meus dias estão corridos e não tenho tempo para nada.


    Mas, mesmo assim, acho tempo para correr. Meus olhos correm e caem na tela do meu computador, e fazem com que o tempo corra. O tempo, maldito tempo que ora passa depressa, ora devagar. Maldito tempo que não corre como eu. Maldito eu que não corre como o tempo. Maldito sou, nesse tempo parado.


    Entre a correria da faculdade e a monotonia dopada nos fins de semana, encontro minha lástima no ônibus: a ponte entre uma corrida e a outra. Olho ao redor, pessoas correndo olhos e dedos em seus celulares. Minha mão corre ao bolso, e pega o retângulo metálico. Não tenho mensagens, nem números indicando algo de interesse. Corro imediatamente, dessa vez para o bolso do meu casaco, e dou função ao meu fone de ouvido. (...)


    Finalmente parei de correr para longe dos pensamentos. Como se eu passasse a semana inteira correndo deles, para então, num ônibus qualquer, ser preso e forçado a parar de correr. Os belos ruídos que saíam de um violão, sem voz nenhuma para atrapalhar, continuavam a me envolver, mantendo o absoluto controle. Encarei os meus pensamentos, e para minha surpresa, como se fosse um plano deles em parceria com a música, vi os meus braços livres. Mais precisamente, os meus polegares, que correram para escrever essas palavras. Palavras corridas, mas de sentimentos enraizados em um homem inerte ao seu mundo.


HENNING, Vinícius Rutes. Vida corrida. Mafuá. Disponível em <https://mafua.ufsc.br/2017/dois-contosvida-corrida-e-velhos-amigos/>

Os três primeiros parágrafos do texto "Vida corrida" retratam:
Alternativas
Respostas
13421: B
13422: A
13423: B
13424: C
13425: C
13426: B
13427: B
13428: C
13429: C
13430: C
13431: A
13432: E
13433: C
13434: E
13435: B
13436: C
13437: B
13438: D
13439: A
13440: D