Foram encontradas 317.000 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3964479 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


A não-festa dos meus oito anos



    - Quer dizer que não vai ter meu aniversário?

    Não me lembro de ter feito a pergunta. Fiz o que pude para abafar essa lembrança - e quando muitos anos mais tarde me contaram o caso, como quem conta um episódio inocente, quis nada menos que morrer também. Eu já era um adolescente quando essa história me foi lembrada - a mim, que a havia sepultado no fundo do meu inconsciente.

    Eu já ia fazer oito anos, mas minha mãe, recostada na cabeceira da cama, estava cercada de tias, primas, sobrinhas, amigas, e mamãe repetindo que Papai do Céu tinha levado nossa irmã. Foi então que perguntei se não ia ter meu aniversário. Ouvindo essa história, adolescente, me senti um monstro. Vergado sob a culpa tardia e envergonhado do papelão de ter pensado em bolo, salgadinhos e presentes numa hora daquelas, nossa mãe sofrendo, papelão ainda mais horrendo quando comparado ao papel bonito dos meus irmãos. O mais velho, olhos cheios de lagrimas, correu ao quarto da irmã, abriu o armário e acariciou os vestidinhos pendurados. O outro irmão compôs uma pulseirinha delicada com pequenos grampos de cabelo. Eu não pensei em nada, pois aquela morte havia destroçado o meu aniversário.

    Diante da minha frustração, devem ter dito: vamos dar alguma coisa pra esse menino, coitado -e então fomos para o centro da cidade, tia Nathalia e eu, comprar na loja alguma coisa para mim, qual coisa? -e a coisa resultou ser uma sanfoninha que quase seis décadas depois ainda está aqui, ali no alto dessa estante na minha casa de homem velho, capaz ainda de produzir música, intocada, mas tocável. 

    Só não garanto que o dono dê conta de extrair dali o "Parabéns pra você", o parabéns-para-mim que o menino de oito anos tirou sozinho, sentado na escada de uma casa onde os pais chorosos cuidavam do granito preto para o túmulo da menina que partira. А cada vez que me entrego a tais rememorações, é difícil para mim metabolizar a verdade rude dos sentimentos daquele menino que não se conformou ao ver sabotada a festa de seus oito anos.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre, Arquipélago, 2011, p. 65-66)
Na frase a coisa resultou ser uma sanfoninha que quase seis décadas depois ainda está aqui, ali no alto dessa estante, os dois segmentos sublinhados
Alternativas
Q3964478 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


A não-festa dos meus oito anos



    - Quer dizer que não vai ter meu aniversário?

    Não me lembro de ter feito a pergunta. Fiz o que pude para abafar essa lembrança - e quando muitos anos mais tarde me contaram o caso, como quem conta um episódio inocente, quis nada menos que morrer também. Eu já era um adolescente quando essa história me foi lembrada - a mim, que a havia sepultado no fundo do meu inconsciente.

    Eu já ia fazer oito anos, mas minha mãe, recostada na cabeceira da cama, estava cercada de tias, primas, sobrinhas, amigas, e mamãe repetindo que Papai do Céu tinha levado nossa irmã. Foi então que perguntei se não ia ter meu aniversário. Ouvindo essa história, adolescente, me senti um monstro. Vergado sob a culpa tardia e envergonhado do papelão de ter pensado em bolo, salgadinhos e presentes numa hora daquelas, nossa mãe sofrendo, papelão ainda mais horrendo quando comparado ao papel bonito dos meus irmãos. O mais velho, olhos cheios de lagrimas, correu ao quarto da irmã, abriu o armário e acariciou os vestidinhos pendurados. O outro irmão compôs uma pulseirinha delicada com pequenos grampos de cabelo. Eu não pensei em nada, pois aquela morte havia destroçado o meu aniversário.

    Diante da minha frustração, devem ter dito: vamos dar alguma coisa pra esse menino, coitado -e então fomos para o centro da cidade, tia Nathalia e eu, comprar na loja alguma coisa para mim, qual coisa? -e a coisa resultou ser uma sanfoninha que quase seis décadas depois ainda está aqui, ali no alto dessa estante na minha casa de homem velho, capaz ainda de produzir música, intocada, mas tocável. 

    Só não garanto que o dono dê conta de extrair dali o "Parabéns pra você", o parabéns-para-mim que o menino de oito anos tirou sozinho, sentado na escada de uma casa onde os pais chorosos cuidavam do granito preto para o túmulo da menina que partira. А cada vez que me entrego a tais rememorações, é difícil para mim metabolizar a verdade rude dos sentimentos daquele menino que não se conformou ao ver sabotada a festa de seus oito anos.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre, Arquipélago, 2011, p. 65-66)
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q3964477 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


A não-festa dos meus oito anos



    - Quer dizer que não vai ter meu aniversário?

    Não me lembro de ter feito a pergunta. Fiz o que pude para abafar essa lembrança - e quando muitos anos mais tarde me contaram o caso, como quem conta um episódio inocente, quis nada menos que morrer também. Eu já era um adolescente quando essa história me foi lembrada - a mim, que a havia sepultado no fundo do meu inconsciente.

    Eu já ia fazer oito anos, mas minha mãe, recostada na cabeceira da cama, estava cercada de tias, primas, sobrinhas, amigas, e mamãe repetindo que Papai do Céu tinha levado nossa irmã. Foi então que perguntei se não ia ter meu aniversário. Ouvindo essa história, adolescente, me senti um monstro. Vergado sob a culpa tardia e envergonhado do papelão de ter pensado em bolo, salgadinhos e presentes numa hora daquelas, nossa mãe sofrendo, papelão ainda mais horrendo quando comparado ao papel bonito dos meus irmãos. O mais velho, olhos cheios de lagrimas, correu ao quarto da irmã, abriu o armário e acariciou os vestidinhos pendurados. O outro irmão compôs uma pulseirinha delicada com pequenos grampos de cabelo. Eu não pensei em nada, pois aquela morte havia destroçado o meu aniversário.

    Diante da minha frustração, devem ter dito: vamos dar alguma coisa pra esse menino, coitado -e então fomos para o centro da cidade, tia Nathalia e eu, comprar na loja alguma coisa para mim, qual coisa? -e a coisa resultou ser uma sanfoninha que quase seis décadas depois ainda está aqui, ali no alto dessa estante na minha casa de homem velho, capaz ainda de produzir música, intocada, mas tocável. 

    Só não garanto que o dono dê conta de extrair dali o "Parabéns pra você", o parabéns-para-mim que o menino de oito anos tirou sozinho, sentado na escada de uma casa onde os pais chorosos cuidavam do granito preto para o túmulo da menina que partira. А cada vez que me entrego a tais rememorações, é difícil para mim metabolizar a verdade rude dos sentimentos daquele menino que não se conformou ao ver sabotada a festa de seus oito anos.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre, Arquipélago, 2011, p. 65-66)
Ouvindo essa história, adolescente, me senti um monstro.

No contexto da narrativa desenvolvida, o elemento sublinhado na frase acima deve ser entendido como uma forma reduzida da expressão
Alternativas
Q3964476 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


A não-festa dos meus oito anos



    - Quer dizer que não vai ter meu aniversário?

    Não me lembro de ter feito a pergunta. Fiz o que pude para abafar essa lembrança - e quando muitos anos mais tarde me contaram o caso, como quem conta um episódio inocente, quis nada menos que morrer também. Eu já era um adolescente quando essa história me foi lembrada - a mim, que a havia sepultado no fundo do meu inconsciente.

    Eu já ia fazer oito anos, mas minha mãe, recostada na cabeceira da cama, estava cercada de tias, primas, sobrinhas, amigas, e mamãe repetindo que Papai do Céu tinha levado nossa irmã. Foi então que perguntei se não ia ter meu aniversário. Ouvindo essa história, adolescente, me senti um monstro. Vergado sob a culpa tardia e envergonhado do papelão de ter pensado em bolo, salgadinhos e presentes numa hora daquelas, nossa mãe sofrendo, papelão ainda mais horrendo quando comparado ao papel bonito dos meus irmãos. O mais velho, olhos cheios de lagrimas, correu ao quarto da irmã, abriu o armário e acariciou os vestidinhos pendurados. O outro irmão compôs uma pulseirinha delicada com pequenos grampos de cabelo. Eu não pensei em nada, pois aquela morte havia destroçado o meu aniversário.

    Diante da minha frustração, devem ter dito: vamos dar alguma coisa pra esse menino, coitado -e então fomos para o centro da cidade, tia Nathalia e eu, comprar na loja alguma coisa para mim, qual coisa? -e a coisa resultou ser uma sanfoninha que quase seis décadas depois ainda está aqui, ali no alto dessa estante na minha casa de homem velho, capaz ainda de produzir música, intocada, mas tocável. 

    Só não garanto que o dono dê conta de extrair dali o "Parabéns pra você", o parabéns-para-mim que o menino de oito anos tirou sozinho, sentado na escada de uma casa onde os pais chorosos cuidavam do granito preto para o túmulo da menina que partira. А cada vez que me entrego a tais rememorações, é difícil para mim metabolizar a verdade rude dos sentimentos daquele menino que não se conformou ao ver sabotada a festa de seus oito anos.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre, Arquipélago, 2011, p. 65-66)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de uma expressão do texto em: 
Alternativas
Q3964475 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


A não-festa dos meus oito anos



    - Quer dizer que não vai ter meu aniversário?

    Não me lembro de ter feito a pergunta. Fiz o que pude para abafar essa lembrança - e quando muitos anos mais tarde me contaram o caso, como quem conta um episódio inocente, quis nada menos que morrer também. Eu já era um adolescente quando essa história me foi lembrada - a mim, que a havia sepultado no fundo do meu inconsciente.

    Eu já ia fazer oito anos, mas minha mãe, recostada na cabeceira da cama, estava cercada de tias, primas, sobrinhas, amigas, e mamãe repetindo que Papai do Céu tinha levado nossa irmã. Foi então que perguntei se não ia ter meu aniversário. Ouvindo essa história, adolescente, me senti um monstro. Vergado sob a culpa tardia e envergonhado do papelão de ter pensado em bolo, salgadinhos e presentes numa hora daquelas, nossa mãe sofrendo, papelão ainda mais horrendo quando comparado ao papel bonito dos meus irmãos. O mais velho, olhos cheios de lagrimas, correu ao quarto da irmã, abriu o armário e acariciou os vestidinhos pendurados. O outro irmão compôs uma pulseirinha delicada com pequenos grampos de cabelo. Eu não pensei em nada, pois aquela morte havia destroçado o meu aniversário.

    Diante da minha frustração, devem ter dito: vamos dar alguma coisa pra esse menino, coitado -e então fomos para o centro da cidade, tia Nathalia e eu, comprar na loja alguma coisa para mim, qual coisa? -e a coisa resultou ser uma sanfoninha que quase seis décadas depois ainda está aqui, ali no alto dessa estante na minha casa de homem velho, capaz ainda de produzir música, intocada, mas tocável. 

    Só não garanto que o dono dê conta de extrair dali o "Parabéns pra você", o parabéns-para-mim que o menino de oito anos tirou sozinho, sentado na escada de uma casa onde os pais chorosos cuidavam do granito preto para o túmulo da menina que partira. А cada vez que me entrego a tais rememorações, é difícil para mim metabolizar a verdade rude dos sentimentos daquele menino que não se conformou ao ver sabotada a festa de seus oito anos.


(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar. Porto Alegre, Arquipélago, 2011, p. 65-66)
Ao se referir à sanfoninha no alto dessa estante na minha casa, o autor revela que
Alternativas
Q3964436 Português
Imagem associada para resolução da questão




Na charge, o presidente norte-americano tenta convencer a população da Groenlândia a ceder (I) aos Estados Unidos. Caso isso acontecesse, uma das consequências seria a (II) à população local, que poderia, assim, acessar o território continental dos Estados Unidos da América (III).
Assinale a alternativa que indica a forma correta de preencher os espaços indicados por (I), (II) e (III).



Alternativas
Q3964434 Português
Imagem associada para resolução da questão



A charge relaciona dois problemas atuais da sociedade mundial e brasileira. Assinale a alternativa que indica corretamente os problemas.
Alternativas
Q3964427 Inglês
Building Trustworthy AI in Government: Enablers, Guardrails, and Engagement 







    Governments are starting to use AI in areas like public services, tax work, and disaster response. When it works well, AI can help people get answers faster, spot problems earlier, and support better decisions. As a result, AI can improve productivity, responsiveness, and accountability in government.
    However, many public AI projects stay in small pilots. This happens because governments often lack skills, good data, modern digital systems, and clear ways to measure impact. These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.
    The OECD proposes a simple way to understand “trustworthy AI in government”: a framework with three connected pillars. In the figure, the goal is in the centre. Around it, the three pillars explain what governments must build and do, so they can reach the public value goals shown on the outer ring (productivity, responsiveness and accountability).
     Enablers are the foundations. They include strong governance, quality data, and digital infrastructure, as well as skills and talent in the civil service. They also require purposeful investment, smart public procurement, and partnerships with non-government actors, so that AI systems can be built and used reliably.
    Guardrails are the safety systems that guide AI use. They include ethics and risk management, transparency duties, and monitoring and oversight bodies that can check results over time. They can also be non-binding guidance or binding laws and policies, along with enforcement measures. Tools like impact assessment and auditing help keep these guardrails practical. Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop.
    Engagement means involving the people who are affected. This includes working across levels of government, across policy areas, and with the broader ecosystem (civil society, businesses and researchers). It also includes citizens and civil servants, and sometimes collaboration across borders. Engagement pushes governments to design user-centred systems, listen to concerns, and make necessary adjustments.
     The main message is that trust is “unlocked” by the right mix. If enablers are weak, AI cannot scale. If guardrails are missing, harms grow. If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall.


(Adapted from oecd.org on February 22, 2026)
Considere o trecho “Guardrails are the safety systems that guide AI use.” (5º parágrafo). Sem alterar o sentido original do texto, a palavra “guide” pode ser substituída por
Alternativas
Q3964426 Inglês
Building Trustworthy AI in Government: Enablers, Guardrails, and Engagement 







    Governments are starting to use AI in areas like public services, tax work, and disaster response. When it works well, AI can help people get answers faster, spot problems earlier, and support better decisions. As a result, AI can improve productivity, responsiveness, and accountability in government.
    However, many public AI projects stay in small pilots. This happens because governments often lack skills, good data, modern digital systems, and clear ways to measure impact. These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.
    The OECD proposes a simple way to understand “trustworthy AI in government”: a framework with three connected pillars. In the figure, the goal is in the centre. Around it, the three pillars explain what governments must build and do, so they can reach the public value goals shown on the outer ring (productivity, responsiveness and accountability).
     Enablers are the foundations. They include strong governance, quality data, and digital infrastructure, as well as skills and talent in the civil service. They also require purposeful investment, smart public procurement, and partnerships with non-government actors, so that AI systems can be built and used reliably.
    Guardrails are the safety systems that guide AI use. They include ethics and risk management, transparency duties, and monitoring and oversight bodies that can check results over time. They can also be non-binding guidance or binding laws and policies, along with enforcement measures. Tools like impact assessment and auditing help keep these guardrails practical. Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop.
    Engagement means involving the people who are affected. This includes working across levels of government, across policy areas, and with the broader ecosystem (civil society, businesses and researchers). It also includes citizens and civil servants, and sometimes collaboration across borders. Engagement pushes governments to design user-centred systems, listen to concerns, and make necessary adjustments.
     The main message is that trust is “unlocked” by the right mix. If enablers are weak, AI cannot scale. If guardrails are missing, harms grow. If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall.


(Adapted from oecd.org on February 22, 2026)
Considere o trecho “These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.” (2º parágrafo)
A expressão “risk aversion” pode ser corretamente compreendida como:¬
Alternativas
Q3964425 Inglês
Building Trustworthy AI in Government: Enablers, Guardrails, and Engagement 







    Governments are starting to use AI in areas like public services, tax work, and disaster response. When it works well, AI can help people get answers faster, spot problems earlier, and support better decisions. As a result, AI can improve productivity, responsiveness, and accountability in government.
    However, many public AI projects stay in small pilots. This happens because governments often lack skills, good data, modern digital systems, and clear ways to measure impact. These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.
    The OECD proposes a simple way to understand “trustworthy AI in government”: a framework with three connected pillars. In the figure, the goal is in the centre. Around it, the three pillars explain what governments must build and do, so they can reach the public value goals shown on the outer ring (productivity, responsiveness and accountability).
     Enablers are the foundations. They include strong governance, quality data, and digital infrastructure, as well as skills and talent in the civil service. They also require purposeful investment, smart public procurement, and partnerships with non-government actors, so that AI systems can be built and used reliably.
    Guardrails are the safety systems that guide AI use. They include ethics and risk management, transparency duties, and monitoring and oversight bodies that can check results over time. They can also be non-binding guidance or binding laws and policies, along with enforcement measures. Tools like impact assessment and auditing help keep these guardrails practical. Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop.
    Engagement means involving the people who are affected. This includes working across levels of government, across policy areas, and with the broader ecosystem (civil society, businesses and researchers). It also includes citizens and civil servants, and sometimes collaboration across borders. Engagement pushes governments to design user-centred systems, listen to concerns, and make necessary adjustments.
     The main message is that trust is “unlocked” by the right mix. If enablers are weak, AI cannot scale. If guardrails are missing, harms grow. If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall.


(Adapted from oecd.org on February 22, 2026)
No 5º parágrafo, ao afirmar que “Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop. ”, o texto defende que as regras para o uso da IA devem
Alternativas
Q3964424 Inglês
Building Trustworthy AI in Government: Enablers, Guardrails, and Engagement 







    Governments are starting to use AI in areas like public services, tax work, and disaster response. When it works well, AI can help people get answers faster, spot problems earlier, and support better decisions. As a result, AI can improve productivity, responsiveness, and accountability in government.
    However, many public AI projects stay in small pilots. This happens because governments often lack skills, good data, modern digital systems, and clear ways to measure impact. These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.
    The OECD proposes a simple way to understand “trustworthy AI in government”: a framework with three connected pillars. In the figure, the goal is in the centre. Around it, the three pillars explain what governments must build and do, so they can reach the public value goals shown on the outer ring (productivity, responsiveness and accountability).
     Enablers are the foundations. They include strong governance, quality data, and digital infrastructure, as well as skills and talent in the civil service. They also require purposeful investment, smart public procurement, and partnerships with non-government actors, so that AI systems can be built and used reliably.
    Guardrails are the safety systems that guide AI use. They include ethics and risk management, transparency duties, and monitoring and oversight bodies that can check results over time. They can also be non-binding guidance or binding laws and policies, along with enforcement measures. Tools like impact assessment and auditing help keep these guardrails practical. Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop.
    Engagement means involving the people who are affected. This includes working across levels of government, across policy areas, and with the broader ecosystem (civil society, businesses and researchers). It also includes citizens and civil servants, and sometimes collaboration across borders. Engagement pushes governments to design user-centred systems, listen to concerns, and make necessary adjustments.
     The main message is that trust is “unlocked” by the right mix. If enablers are weak, AI cannot scale. If guardrails are missing, harms grow. If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall.


(Adapted from oecd.org on February 22, 2026)
No 5º parágrafo do texto, a palavra “guardrails” é usada em sentido figurado. Ela se refere, mais diretamente, a: 
Alternativas
Q3964423 Inglês
Building Trustworthy AI in Government: Enablers, Guardrails, and Engagement 







    Governments are starting to use AI in areas like public services, tax work, and disaster response. When it works well, AI can help people get answers faster, spot problems earlier, and support better decisions. As a result, AI can improve productivity, responsiveness, and accountability in government.
    However, many public AI projects stay in small pilots. This happens because governments often lack skills, good data, modern digital systems, and clear ways to measure impact. These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.
    The OECD proposes a simple way to understand “trustworthy AI in government”: a framework with three connected pillars. In the figure, the goal is in the centre. Around it, the three pillars explain what governments must build and do, so they can reach the public value goals shown on the outer ring (productivity, responsiveness and accountability).
     Enablers are the foundations. They include strong governance, quality data, and digital infrastructure, as well as skills and talent in the civil service. They also require purposeful investment, smart public procurement, and partnerships with non-government actors, so that AI systems can be built and used reliably.
    Guardrails are the safety systems that guide AI use. They include ethics and risk management, transparency duties, and monitoring and oversight bodies that can check results over time. They can also be non-binding guidance or binding laws and policies, along with enforcement measures. Tools like impact assessment and auditing help keep these guardrails practical. Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop.
    Engagement means involving the people who are affected. This includes working across levels of government, across policy areas, and with the broader ecosystem (civil society, businesses and researchers). It also includes citizens and civil servants, and sometimes collaboration across borders. Engagement pushes governments to design user-centred systems, listen to concerns, and make necessary adjustments.
     The main message is that trust is “unlocked” by the right mix. If enablers are weak, AI cannot scale. If guardrails are missing, harms grow. If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall.


(Adapted from oecd.org on February 22, 2026)
No trecho “These gaps can also increase risk aversion”, presente no segundo parágrafo, a expressão “these gaps” refere-se, principalmente, 
Alternativas
Q3964422 Inglês
Building Trustworthy AI in Government: Enablers, Guardrails, and Engagement 







    Governments are starting to use AI in areas like public services, tax work, and disaster response. When it works well, AI can help people get answers faster, spot problems earlier, and support better decisions. As a result, AI can improve productivity, responsiveness, and accountability in government.
    However, many public AI projects stay in small pilots. This happens because governments often lack skills, good data, modern digital systems, and clear ways to measure impact. These gaps can also increase risk aversion, so teams avoid innovation even when the potential benefits are high.
    The OECD proposes a simple way to understand “trustworthy AI in government”: a framework with three connected pillars. In the figure, the goal is in the centre. Around it, the three pillars explain what governments must build and do, so they can reach the public value goals shown on the outer ring (productivity, responsiveness and accountability).
     Enablers are the foundations. They include strong governance, quality data, and digital infrastructure, as well as skills and talent in the civil service. They also require purposeful investment, smart public procurement, and partnerships with non-government actors, so that AI systems can be built and used reliably.
    Guardrails are the safety systems that guide AI use. They include ethics and risk management, transparency duties, and monitoring and oversight bodies that can check results over time. They can also be non-binding guidance or binding laws and policies, along with enforcement measures. Tools like impact assessment and auditing help keep these guardrails practical. Still, guardrails should be proportionate: not every rule fits every use case, or progress may stop.
    Engagement means involving the people who are affected. This includes working across levels of government, across policy areas, and with the broader ecosystem (civil society, businesses and researchers). It also includes citizens and civil servants, and sometimes collaboration across borders. Engagement pushes governments to design user-centred systems, listen to concerns, and make necessary adjustments.
     The main message is that trust is “unlocked” by the right mix. If enablers are weak, AI cannot scale. If guardrails are missing, harms grow. If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall.


(Adapted from oecd.org on February 22, 2026)
A frase “If engagement is shallow, solutions may look efficient but feel unfair, and trust can fall”, no último parágrafo, sugere que a principal consequência de um engajamento fraco é
Alternativas
Q3964421 Português
    “Falam tanto sobre a vida de casado. De como ela acaba com o amor, de como se tornam distantes os que vivem ao alcance das mãos. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo e a convivência mina o afeto, como se essas fossem leis imutáveis. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando, dos que se destroem com o empenho com que se beijavam.
    Que falem os mal-amados sobre suas profecias amargas, que sinalizem os abismos, as curvas, as areias movediças – nada comoverá. Não há quem convença um apaixonado com a dor alheia. Nem a própria dor pode salvá-lo. Cite todos os casos, reúna todos os parentes infelizes no amor, pregue nas paredes as páginas policiais escritas com sangue e paixão, nada demoverá os que foram fisgados.”


Carla Madeira. Tudo é rio.
No trecho “pregue nas paredes as páginas policiais escritas com sangue e paixão”, observa-se, predominantemente, a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3964420 Português
    “Falam tanto sobre a vida de casado. De como ela acaba com o amor, de como se tornam distantes os que vivem ao alcance das mãos. Afirmam que é destino da intimidade abrir passagem para a indelicadeza, que a disponibilidade afasta o desejo e a convivência mina o afeto, como se essas fossem leis imutáveis. São fartos os exemplos dos que vivem juntos apenas se tolerando, dos que se destroem com o empenho com que se beijavam.
    Que falem os mal-amados sobre suas profecias amargas, que sinalizem os abismos, as curvas, as areias movediças – nada comoverá. Não há quem convença um apaixonado com a dor alheia. Nem a própria dor pode salvá-lo. Cite todos os casos, reúna todos os parentes infelizes no amor, pregue nas paredes as páginas policiais escritas com sangue e paixão, nada demoverá os que foram fisgados.”


Carla Madeira. Tudo é rio.
No trecho “como se essas fossem leis imutáveis”, Carla Madeira usa essa expressão para 
Alternativas
Q3964419 Português
Texto para a questão


No texto, a sequência “não só..., mas...” estabelece o significado de¬¬
Alternativas
Q3964418 Português
Texto para a questão


A estratégia argumentativa predominante no texto consiste em 
Alternativas
Q3964417 Português
Depois de contarmos uns para os outros como havia sido a semana, o garçom veio e perguntou o que queríamos. Todos nós fizemos nossos pedidos. O papo estava ótimo, muitas risadas e a cerveja também estava deliciosa. Foi quando Luíza disse para mim e para o Paulo.

“−Posso contar uma piada?”¬¬
“−Claro que pode!”, falamos nós.
“−É uma piada racista”, disse Luíza.
“−Prefiro que não conte”, eu disse.
Paulo somente observava.
“−É só uma piada”, disse ela.
“−Como falei prefiro que não conte”, eu disse novamente.
“−A piada é rapidinha”, ela insistiu.
“− OK! Você pode contar a piada, e eu saio da mesa e,
quando você terminar, você me chama e eu volto!”. Então
levantei da cadeira.
Paulo somente observava.


Aparecida de Jesus Ferreira. Racismo no Brasil? É coisa da sua cabeça: Histórias de racismo e empoderamento no ambiente familiar, escolar e nas relações sociais.
A expressão “É só uma piada” revela a tentativa da personagem de
Alternativas
Q3964416 Português
Depois de contarmos uns para os outros como havia sido a semana, o garçom veio e perguntou o que queríamos. Todos nós fizemos nossos pedidos. O papo estava ótimo, muitas risadas e a cerveja também estava deliciosa. Foi quando Luíza disse para mim e para o Paulo.

“−Posso contar uma piada?”¬¬
“−Claro que pode!”, falamos nós.
“−É uma piada racista”, disse Luíza.
“−Prefiro que não conte”, eu disse.
Paulo somente observava.
“−É só uma piada”, disse ela.
“−Como falei prefiro que não conte”, eu disse novamente.
“−A piada é rapidinha”, ela insistiu.
“− OK! Você pode contar a piada, e eu saio da mesa e,
quando você terminar, você me chama e eu volto!”. Então
levantei da cadeira.
Paulo somente observava.


Aparecida de Jesus Ferreira. Racismo no Brasil? É coisa da sua cabeça: Histórias de racismo e empoderamento no ambiente familiar, escolar e nas relações sociais.
O conflito central do texto estabelece-se a partir
Alternativas
Q3964415 Português
Texto para a questão


Na frase “A regra é clara”, o adjetivo “clara” exerce função argumentativa ao 
Alternativas
Respostas
13301: B
13302: A
13303: C
13304: D
13305: E
13306: D
13307: E
13308: C
13309: B
13310: E
13311: B
13312: A
13313: C
13314: B
13315: E
13316: D
13317: C
13318: E
13319: D
13320: B