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https://ecomuseu.org.br/wp-content/uploads/2025/05/02-LIVRO_-ECOMUSEU-CSJENTRE-MEMORIAS-E-PERSPECTIVAS.pdf 29-30
Considerando o conceito de historicidade no tempo e no espaço, é correto afirmar que o texto
Nos anos 1980, os limites do ensino e aprendizagem da língua escrita se ampliam (...), o que exigiu, consequentemente, reformulação de objetivos e introdução de novas práticas no ensino da língua escrita na escola, de que é exemplo a grande ênfase que se passa a atribuir ao desenvolvimento de habilidades de leitura e de escrita de uma gama ampla e variada de gêneros textuais. Surge então o termo letramento, que se associa ao termo alfabetização para designar uma aprendizagem inicial escrita entendida não apenas como a aprendizagem da tecnologia da escrita – do sistema alfabético e suas convenções –, mas também como, de forma abrangente, a introdução da criança às práticas sociais da língua escrita.
(SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2018. p. 26-27)
O surgimento do termo letramento nas práticas de alfabetização, de acordo com o texto, está associado
(https://educacao.rs.gov.br/saeb acesso em 21.1.26)
Desde a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, em 1997, orienta-se o ensino da Língua Portuguesa a partir dos gêneros textuais.
Um professor, ciente do potencial discursivo do trabalho por gêneros textuais em suas aulas, ao utilizar esse cartaz de campanha, com uma turma de 5º ano do Ensino Fundamental, poderia explorar:
O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como finalidade garantir o direito à alfabetização das crianças brasileiras até o final do 2º ano do ensino fundamental e foca a recuperação das aprendizagens das crianças do 3º, 4º e 5º ano afetadas pela pandemia. O Compromisso estabelece, entre seus princípios, a promoção da equidade educacional, sendo considerados aspectos regionais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.
(https://www.gov.br/mec/pt-br/crianca-alfabetizada acesso em 20.1.26)
Uma informação que se pode depreender a partir da definição desse programa governamental é que trata-se de um compromisso
Ao longo da atual gestão tornou-se usual utilizar-se de um adágio que sintetiza a importância fundamental da alfabetização: “É preciso aprender a ler para então ler para aprender”. Sob esse prisma, portanto, é possível ter uma noção da gravidade e dos impactos negativos de uma crise de aprendizagem nos primeiros anos da trajetória escolar.
https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/estruturaorganizacional/orgaos-especificos-singulares/secretaria-dealfabetizacao/copy_of_programas-e-acoes acesso em 20.1.26
No sentido do que está exposto, é correto afirmar que a existência de um plano de alfabetização para todo o território nacional contribui para
A análise sintática permite compreender as relações de sentido estabelecidas entre as orações de um período composto. Observe a frase a seguir:
“Embora o planejamento tenha sido cuidadosamente elaborado, ajustes foram necessários.”
A oração introduzida pela conjunção “Embora” expressa valor semântico de:
No contexto da linguagem escrita, o reconhecimento das classes gramaticais contribui para a compreensão e organização do texto. Analise o trecho abaixo:
“A coordenação pedagógica atua de forma ética e responsável na construção do processo educativo.
” As palavras “ética” e “responsável” classificam-se, respectivamente, como:
Leia o trecho abaixo:
“A humanização da assistência em saúde exige não apenas competência técnica, mas também sensibilidade para compreender o sofrimento humano e atuar de forma ética e responsável.” Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação da oração iniciada por “mas também”.
“Nós nunca mentimos. Quando mentimos, é para o bem de vocês. Verdade. Começa na infância, quando a gente diz para a mãe que está sentindo uma coisa estranha, bem aqui, e não pode ir à aula sob pena de morrer no caminho. Se fôssemos sinceros e disséssemos que não tínhamos feito a lição de casa e por isso não podíamos enfrentar a professora a mãe teria uma grande decepção. Assim, lhe dávamos a alegria de se preocupar conosco, que é a coisa que mãe mais gosta, e a poupávamos de descobrir a nossa falta de caráter. Melhor um doente do que um vagabundo. E se ela não acreditasse, e nos mandasse ir à escola de qualquer jeito, ainda tínhamos um trunfo sentimental. “Então vou ter que inventar uma história para a professora”, querendo dizer vou ter que mentir para outra mulher como se ela fosse você. “Está bem, fica em casa estudando!” E ficávamos em casa, fazendo tudo menos estudar, dando-lhe todas as razões para dizer que não nos aguentava mais, que é outra coisa que mãe também adora.”
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015)
Quanto aos elementos apresentados no prefácio do livro para justificar as razões pelas quais os homens mentem, Veríssimo parece querer defender que, para os homens, a mentira é uma condição que está relacionada às regras sociais de modo