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I. A pesquisa conduzida pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o MEC permite concluir que as escolas públicas brasileiras carecem integralmente de iniciativas voltadas à melhoria do clima escolar, dado que mais da metade delas nunca realizou um diagnóstico estruturado, condição indispensável para que qualquer prática de convivência produza resultados efetivos.
II. A sequência decrescente dos percentuais apresentados no último parágrafo indica que, para os gestores escolares, o fortalecimento da aproximação entre escola, famílias e comunidade é o desafio considerado mais urgente.
III. Ao afirmar que 'muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada', o pesquisador reconhece implicitamente que as iniciativas adotadas pelas escolas são insuficientes para produzir impacto positivo no clima escolar, sendo necessária a substituição dessas práticas por políticas públicas de maior alcance institucional.
IV. O texto desenvolve movimentos argumentativos complementares, apresentando inicialmente um diagnóstico dos desafios enfrentados pelas escolas públicas com base em dados estatísticos e, posteriormente, reconhecendo ações já existentes e a necessidade de transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Com base na concordância verbal do período acima, analise as asserções a seguir.
I. O verbo 'apontar' encontra-se corretamente flexionado no plural, em concordância com o termo 'outros', cujo referente plural, 'gestores', é recuperável pelo contexto. De acordo com a norma-padrão, quando a expressão percentual apresenta termo expresso no plural, a concordância é preferencialmente estabelecida com esse substantivo, admite-se, entretanto a concordância com o numeral, razão pela qual a flexão verbal no singular também poderia ocorrer sem configurar desvio gramatical.
II. O verbo 'mencionar' encontra-se flexionado no plural em razão da elipse do sujeito 'gestores', já previamente mencionado no contexto, o que justifica a concordância verbal na forma plural.
Assinale a alternativa correta.
Considerando as regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
(__) O vocábulo 'País' recebe acento pela regra do 'i' e 'u' tônicos que formam hiato com a vogal anterior, assim como os vocábulos 'tatuí', 'reúso' e 'graúdo', todos acentuados corretamente.
(__) O vocábulo 'Pará' recebe acento gráfico por ser oxítona terminada em 'a'. A palavra 'Gerais', embora também apresente a mesma acentuação tônica, não recebe acento gráfico, o que evidencia que as duas palavras compartilham a mesma classificação quanto à tonicidade, mas divergem quanto à acentuação gráfica.
(__) O vocábulo 'ouviu' não recebe acento gráfico por ser paroxítona terminada em ditongo decrescente 'iu', terminação que, pelas regras ortográficas vigentes, não exige acentuação obrigatória.
(__) Os vocábulos 'março' e 'julho' apresentam a mesma classificação quanto à tonicidade, assim como ocorre com 'rubrica' e 'gratuito'.
embora haja, neste último par, divergência quanto à sílaba em que recai o acento tônico, uma vez que 'rubrica' admite variação entre as formas proparoxítona e paroxítona, sendo ambas aceitas pelo Acordo Ortográfico vigente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Considerando a regência verbal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O verbo 'dialogar' classifica-se como transitivo indireto, uma vez que seu complemento é obrigatoriamente introduzido por preposição. No trecho em análise, o verbo apresenta dois complementos indiretos explícitos, 'sobre o enfrentamento' e 'às violências', sendo o segundo introduzido pela preposição 'a' contraída com o artigo definido feminino plural 'as', o que justifica o emprego da crase em 'às violências'.
(__) O verbo 'dialogar' atua como transitivo indireto, uma vez que seu complemento é obrigatoriamente introduzido por preposição, sem a qual o sentido do verbo permanece incompleto. Em outros contextos, o mesmo verbo admite a preposição 'com' para introduzir o complemento que indica o interlocutor, configurando, em ambos os casos, construções igualmente corretas do ponto de vista da norma culta, com distinção semântica determinada pela escolha da preposição.
(__) O verbo 'afirmar' classifica-se como transitivo direto, exigindo complemento sem preposição. No período em análise, o objeto direto é representado por uma oração reduzida de infinitivo, 'ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências', denominada oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo, que poderia ser substituída, sem prejuízo gramatical, pela forma desenvolvida 'que têm dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
Com base nas regras de colocação pronominal, considerando a substituição do complemento do verbo 'realizar' por um pronome oblíquo átono, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
I. As práticas adotadas pelas escolas referem-se àquelas iniciativas consideradas essenciais para a melhoria do clima escolar.
II. Somos contrários àqueles que defendem a violência.
III. Os gestores chegaram até à Bahia para discutir estratégias do enfrentamento discutido anteriormente.
IV. A funcionária da escola obedece à Ana, gestora da sua escola.
Com base na análise do emprego da crase, assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo de crase é obrigatório.
(__) A redação oficial deve observar atributos como clareza e precisão, objetividade, concisão, coesão e coerência, impessoalidade, formalidade e padronização, além do emprego da norma-padrão da língua portuguesa.
(__) O pronome de tratamento "Vossa Excelência" leva o verbo e os pronomes à segunda pessoa do plural, em deferência à autoridade a quem a comunicação se dirige.
(__) O emprego de "Sua Excelência" se dirige à autoridade com quem se fala no documento, enquanto a forma "Vossa Excelência" se aplica às menções à autoridade de que se fala.
(__) O padrão ofício, na edição vigente do manual, unificou as antigas espécies aviso, ofício e memorando, que passaram a adotar diagramação única nas comunicações.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Leia o texto a seguir:

Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026
Leia o texto a seguir:

Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026
Leia o texto a seguir:

Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026
Leia o texto a seguir:

Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026
Leia o texto a seguir:

Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026
Com base nas regras de colocação pronominal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) A substituição do complemento do verbo 'trazer' por pronome oblíquo átono admite, nesse contexto, tanto a próclise quanto a ênclise, visto que não há fator de atração que imponha determinada colocação pronominal.
(__) Mesmo que se acrescentasse uma palavra atrativa, como em 'O tombamento não traz...', a ênclise permaneceria permitida, pois quando o verbo está no infinitivo, a ênclise é permitida mesmo na presença de elementos atrativos, embora a próclise seja a colocação preferencial.
(__) A substituição do complemento por pronome oblíquo enclítico constrói-se na forma 'O tombamento trá-lo', estrutura gramaticalmente correta decorrente da supressão da consoante final do verbo e da adaptação morfológica exigida pela colocação pronominal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
(__) A reescrita 'porque a política do patrimônio lhes cria uma camada a mais de proteção' está de acordo com a norma-padrão, uma vez que o pronome pode ser colocado antes do verbo sem violação das regras de colocação pronominal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
Com base nos elementos linguísticos utilizados no texto e nos mecanismos de coesão e coerência textual, analise as afirmativas a seguir:
I. A construção 'Além das comunidades tradicionais' estabelece uma relação de oposição entre o conjunto de quilombos tombados e a participação da população na defesa do patrimônio, para introduzir uma perspectiva argumentativa divergente, centrada na conscientização ambiental.
II. No trecho 'O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta', o pronome possessivo 'nossa' estabelece coesão referencial por retomada anafórica, recuperando o referente 'comunidade quilombola Tia Eva', apresentado nos parágrafos anteriores.
III. No trecho 'os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou', o pronome 'aqueles' exerce função de coesão referencial por substituição pronominal, enquanto a oração 'que a Fundação Palmares já certificou' atua como elemento de restrição semântica ao delimitar, dentro do conjunto mais amplo de quilombos existentes no país, apenas os habilitados a solicitar o tombamento constitucional.
IV. No trecho 'Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões', observa-se elipse de termo nominal, caracterizando um mecanismo de coesão que garante a fluidez e a economia linguística do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
Com base na ortografia da palavra 'mão de obra', analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação."
Com base nas regras de acentuação, analise marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
(__) O vocábulo 'país' recebe acento gráfico porque a vogal 'i', ao formar hiato com a vogal anterior 'a', torna-se tônica, regra semelhante à observada em 'saída'.
(__) A forma verbal 'têm' recebe acento gráfico circunflexo como acento diferencial, distinguindo a terceira pessoa do plural da terceira do singular. Já formas como 'mantém' e 'mantêm', além de participarem desse mecanismo distintivo, também se submetem à regra de acentuação das oxítonas terminadas em 'em'.
(__) O vocábulo "última" recebe acento gráfico pela mesma regra aplicada a 'histórico', uma vez que ambos são proparoxítonos, com sílaba tônica na antepenúltima posição.
(__) Os vocábulos 'local', 'titulação' e 'materiais' apresentam a mesma acentuação tônica, assim como ocorre com os vocábulos 'condor' e 'ureter', sendo todos classificados como oxítonos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais."
Analise as asserções sobre o trecho acima.
I. O verbo 'estar' encontra-se corretamente flexionado no singular, estabelecendo concordância com o sujeito posposto ao verbo, em construção caracterizada pela anteposição do adjunto adverbial, recurso que altera a ordem canônica dos termos da oração sem comprometer a relação de concordância verbal.
PORQUE
II. Quando o sujeito simples está posposto ao verbo e seu núcleo é um substantivo no singular, a concordância verbal realiza-se com esse núcleo, mantendo o verbo no singular, ainda que o sujeito venha acompanhado de adjuntos ou complementos nominais capazes de induzir o falante a uma flexão verbal inadequada no plural.
Após análise, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
Com base no texto sobre tombamentos que ajudam a proteger comunidades quilombolas, analise as afirmativas a seguir:
I. O tombamento da comunidade quilombola Tia Eva representa um marco histórico não apenas pelo reconhecimento patrimonial em si, mas também pela visibilidade que confere à luta da comunidade contra a especulação imobiliária e pela proteção adicional proporcionada pela política de preservação do patrimônio.
II. A fala do presidente do Iphan, Leandro Grass, permite inferir que o tombamento constitucional não é automaticamente extensível a todos os quilombos brasileiros, mas depende de uma etapa prévia de certificação institucional, que condiciona a possibilidade de solicitação do processo.
III. O texto permite concluir que a participação dos moradores no processo de documentação é um procedimento meramente protocolar, uma vez que a decisão final sobre o que deve ser tombado compete aos especialistas do Incra, cabendo à comunidade apenas indicar formalmente os bens de seu interesse.
IV. A menção às mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais amplia o escopo argumentativo do texto para além da questão quilombola, sinalizando que os desafios para a preservação do patrimônio cultural brasileiro possuem dimensões que transcendem o contexto das comunidades tradicionais e se inserem em debates de natureza global.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade."
Com base nos tipos de predicados que formam o período acima, complete a lacuna a seguir:
O período apresenta predicado nominal, constituído por verbo de ligação e predicativo do sujeito, além de predicados verbais formados por____ .
Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna acima.