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Q4160153 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
Com base no texto, analise as afirmativas a seguir:

I. A pesquisa conduzida pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o MEC permite concluir que as escolas públicas brasileiras carecem integralmente de iniciativas voltadas à melhoria do clima escolar, dado que mais da metade delas nunca realizou um diagnóstico estruturado, condição indispensável para que qualquer prática de convivência produza resultados efetivos.
II. A sequência decrescente dos percentuais apresentados no último parágrafo indica que, para os gestores escolares, o fortalecimento da aproximação entre escola, famílias e comunidade é o desafio considerado mais urgente.
III. Ao afirmar que 'muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada', o pesquisador reconhece implicitamente que as iniciativas adotadas pelas escolas são insuficientes para produzir impacto positivo no clima escolar, sendo necessária a substituição dessas práticas por políticas públicas de maior alcance institucional.
IV. O texto desenvolve movimentos argumentativos complementares, apresentando inicialmente um diagnóstico dos desafios enfrentados pelas escolas públicas com base em dados estatísticos e, posteriormente, reconhecendo ações já existentes e a necessidade de transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4160152 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
"Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos"

Com base na concordância verbal do período acima, analise as asserções a seguir.

I. O verbo 'apontar' encontra-se corretamente flexionado no plural, em concordância com o termo 'outros', cujo referente plural, 'gestores', é recuperável pelo contexto. De acordo com a norma-padrão, quando a expressão percentual apresenta termo expresso no plural, a concordância é preferencialmente estabelecida com esse substantivo, admite-se, entretanto a concordância com o numeral, razão pela qual a flexão verbal no singular também poderia ocorrer sem configurar desvio gramatical.
II. O verbo 'mencionar' encontra-se flexionado no plural em razão da elipse do sujeito 'gestores', já previamente mencionado no contexto, o que justifica a concordância verbal na forma plural.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4160151 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
 pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo."

Considerando as regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:

(__) O vocábulo 'País' recebe acento pela regra do 'i' e 'u' tônicos que formam hiato com a vogal anterior, assim como os vocábulos 'tatuí', 'reúso' e 'graúdo', todos acentuados corretamente.
(__) O vocábulo 'Pará' recebe acento gráfico por ser oxítona terminada em 'a'. A palavra 'Gerais', embora também apresente a mesma acentuação tônica, não recebe acento gráfico, o que evidencia que as duas palavras compartilham a mesma classificação quanto à tonicidade, mas divergem quanto à acentuação gráfica.
(__) O vocábulo 'ouviu' não recebe acento gráfico por ser paroxítona terminada em ditongo decrescente 'iu', terminação que, pelas regras ortográficas vigentes, não exige acentuação obrigatória. 
(__) Os vocábulos 'março' e 'julho' apresentam a mesma classificação quanto à tonicidade, assim como ocorre com 'rubrica' e 'gratuito'.
embora haja, neste último par, divergência quanto à sílaba em que recai o acento tônico, uma vez que 'rubrica' admite variação entre as formas proparoxítona e paroxítona, sendo ambas aceitas pelo Acordo Ortográfico vigente.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4160150 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
"Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências."

Considerando a regência verbal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas. 

(__) O verbo 'dialogar' classifica-se como transitivo indireto, uma vez que seu complemento é obrigatoriamente introduzido por preposição. No trecho em análise, o verbo apresenta dois complementos indiretos explícitos, 'sobre o enfrentamento' e 'às violências', sendo o segundo introduzido pela preposição 'a' contraída com o artigo definido feminino plural 'as', o que justifica o emprego da crase em 'às violências'.
(__) O verbo 'dialogar' atua como transitivo indireto, uma vez que seu complemento é obrigatoriamente introduzido por preposição, sem a qual o sentido do verbo permanece incompleto. Em outros contextos, o mesmo verbo admite a preposição 'com' para introduzir o complemento que indica o interlocutor, configurando, em ambos os casos, construções igualmente corretas do ponto de vista da norma culta, com distinção semântica determinada pela escolha da preposição.
(__) O verbo 'afirmar' classifica-se como transitivo direto, exigindo complemento sem preposição. No período em análise, o objeto direto é representado por uma oração reduzida de infinitivo, 'ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências', denominada oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo, que poderia ser substituída, sem prejuízo gramatical, pela forma desenvolvida 'que têm dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências'.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4160149 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
Com base nos tipos de predicado, analise as afirmativas acerca dos trechos extraídos do texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4160148 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
"O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem."

Com base nas regras de colocação pronominal, considerando a substituição do complemento do verbo 'realizar' por um pronome oblíquo átono, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4160147 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores

O enfrentamento a diferentes formas de violência, como bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal desafio para a construção de um ambiente escolar mais acolhedor nas escolas públicas brasileiras.

Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências.

O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à melhoria da qualidade da educação nos anos finais do ensino fundamental.

O estudo também aponta que mais da metade das escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico estruturado do clima escolar, etapa considerada essencial para orientar políticas de convivência e aprendizagem.

Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta o planejamento de políticas contínuas de convivência e bem-estar.

"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar iniciativas pontuais em processos permanentes de melhoria do clima escolar", afirma.

Entre os principais entraves relatados pelos gestores, estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de profissionais com formação específica, a resistência a mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a dificuldade de engajamento coletivo.

Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento psicopedagógico.

A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136 gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.

Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos gestores relatam dificuldades para fortalecer a aproximação entre escola, famílias e comunidade.

Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3% mencionam desafios para desenvolver o sentimento de pertencimento dos alunos.


https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
"Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7% dos gestores." O emprego da crase no trecho acima é obrigatório em razão de uma regra específica. Com base nas regras de emprego do acento indicativo de crase, que pode apresentar casos de uso obrigatório ou facultativo, analise os enunciados a seguir:

I. As práticas adotadas pelas escolas referem-se àquelas iniciativas consideradas essenciais para a melhoria do clima escolar.
II. Somos contrários àqueles que defendem a violência.
III. Os gestores chegaram até à Bahia para discutir estratégias do enfrentamento discutido anteriormente.
IV. A funcionária da escola obedece à Ana, gestora da sua escola.

Com base na análise do emprego da crase, assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo de crase é obrigatório.
Alternativas
Q4160132 Redação Oficial
O Manual de Redação da Presidência da República padroniza as comunicações oficiais da administração. Acerca do assunto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A redação oficial deve observar atributos como clareza e precisão, objetividade, concisão, coesão e coerência, impessoalidade, formalidade e padronização, além do emprego da norma-padrão da língua portuguesa.
(__) O pronome de tratamento "Vossa Excelência" leva o verbo e os pronomes à segunda pessoa do plural, em deferência à autoridade a quem a comunicação se dirige.
(__) O emprego de "Sua Excelência" se dirige à autoridade com quem se fala no documento, enquanto a forma "Vossa Excelência" se aplica às menções à autoridade de que se fala.
(__) O padrão ofício, na edição vigente do manual, unificou as antigas espécies aviso, ofício e memorando, que passaram a adotar diagramação única nas comunicações.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4160111 Português

Leia o texto a seguir:


txt01.png (349×346)


Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026 

“Um minuto com a torneira aberta gasta 2,5l de água”. Se o termo em destaque fosse substituído por “Dois minutos”, a reescrita da frase, com o verbo no pretérito imperfeito, seria:
Alternativas
Q4160110 Português

Leia o texto a seguir:


txt01.png (349×346)


Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026 

Na expressão “ela fechada”, o termo em destaque faz referência direta à:
Alternativas
Q4160109 Português

Leia o texto a seguir:


txt01.png (349×346)


Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026 

No trecho "você já economizou bastante", a palavra em destaque é classificada como: 
Alternativas
Q4160108 Português

Leia o texto a seguir:


txt01.png (349×346)


Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026 

O texto do infográfi co usa linguagem predominantemente:
Alternativas
Q4160107 Português

Leia o texto a seguir:


txt01.png (349×346)


Fonte: https://www.srh.ce.gov.br/governo-do-ceara-lanca-campanhaeducativa-de-economia-de-agua/. Acesso em11/05/2026 

Na frase "Só de ler esse post com ela fechada, você já economizou bastante", há uma: 
Alternativas
Q4160100 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas

A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.

Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.

"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.

A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.

A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.

"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.

Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.

O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.

"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".


https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tombamentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades, argumentou. "

Com base nas regras de colocação pronominal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.

(__) A substituição do complemento do verbo 'trazer' por pronome oblíquo átono admite, nesse contexto, tanto a próclise quanto a ênclise, visto que não há fator de atração que imponha determinada colocação pronominal.
(__) Mesmo que se acrescentasse uma palavra atrativa, como em 'O tombamento não traz...', a ênclise permaneceria permitida, pois quando o verbo está no infinitivo, a ênclise é permitida mesmo na presença de elementos atrativos, embora a próclise seja a colocação preferencial.
(__) A substituição do complemento por pronome oblíquo enclítico constrói-se na forma 'O tombamento trá-lo', estrutura gramaticalmente correta decorrente da supressão da consoante final do verbo e da adaptação morfológica exigida pela colocação pronominal.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.

(__) A reescrita 'porque a política do patrimônio lhes cria uma camada a mais de proteção' está de acordo com a norma-padrão, uma vez que o pronome pode ser colocado antes do verbo sem violação das regras de colocação pronominal.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
Alternativas
Q4160016 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas



A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.


Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.


"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.


A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.


A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.


"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.


Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.


O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.


"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".



https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas

Com base nos elementos linguísticos utilizados no texto e nos mecanismos de coesão e coerência textual, analise as afirmativas a seguir:



I. A construção 'Além das comunidades tradicionais' estabelece uma relação de oposição entre o conjunto de quilombos tombados e a participação da população na defesa do patrimônio, para introduzir uma perspectiva argumentativa divergente, centrada na conscientização ambiental.


II. No trecho 'O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta', o pronome possessivo 'nossa' estabelece coesão referencial por retomada anafórica, recuperando o referente 'comunidade quilombola Tia Eva', apresentado nos parágrafos anteriores.


III. No trecho 'os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou', o pronome 'aqueles' exerce função de coesão referencial por substituição pronominal, enquanto a oração 'que a Fundação Palmares já certificou' atua como elemento de restrição semântica ao delimitar, dentro do conjunto mais amplo de quilombos existentes no país, apenas os habilitados a solicitar o tombamento constitucional.


IV. No trecho 'Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões', observa-se elipse de termo nominal, caracterizando um mecanismo de coesão que garante a fluidez e a economia linguística do enunciado.



Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.

Alternativas
Q4160015 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas



A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.


Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.


"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.


A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.


A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.


"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.


Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.


O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.


"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".



https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas

"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares". 


Com base na ortografia da palavra 'mão de obra', analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.

Alternativas
Q4160014 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas



A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.


Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.


"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.


A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.


A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.


"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.


Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.


O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.


"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".



https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas

"A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação."


Com base nas regras de acentuação, analise marque com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.



(__) O vocábulo 'país' recebe acento gráfico porque a vogal 'i', ao formar hiato com a vogal anterior 'a', torna-se tônica, regra semelhante à observada em 'saída'.


(__) A forma verbal 'têm' recebe acento gráfico circunflexo como acento diferencial, distinguindo a terceira pessoa do plural da terceira do singular. Já formas como 'mantém' e 'mantêm', além de participarem desse mecanismo distintivo, também se submetem à regra de acentuação das oxítonas terminadas em 'em'.


(__) O vocábulo "última" recebe acento gráfico pela mesma regra aplicada a 'histórico', uma vez que ambos são proparoxítonos, com sílaba tônica na antepenúltima posição.


(__) Os vocábulos 'local', 'titulação' e 'materiais' apresentam a mesma acentuação tônica, assim como ocorre com os vocábulos 'condor' e 'ureter', sendo todos classificados como oxítonos.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.

Alternativas
Q4160013 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas



A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.


Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.


"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.


A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.


A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.


"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.


Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.


O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.


"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".



https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas

"Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais."


Analise as asserções sobre o trecho acima.



I. O verbo 'estar' encontra-se corretamente flexionado no singular, estabelecendo concordância com o sujeito posposto ao verbo, em construção caracterizada pela anteposição do adjunto adverbial, recurso que altera a ordem canônica dos termos da oração sem comprometer a relação de concordância verbal.



PORQUE



II. Quando o sujeito simples está posposto ao verbo e seu núcleo é um substantivo no singular, a concordância verbal realiza-se com esse núcleo, mantendo o verbo no singular, ainda que o sujeito venha acompanhado de adjuntos ou complementos nominais capazes de induzir o falante a uma flexão verbal inadequada no plural.



Após análise, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4160012 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas



A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.


Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.


"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.


A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.


A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.


"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.


Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.


O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.


"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".



https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas

Com base no texto sobre tombamentos que ajudam a proteger comunidades quilombolas, analise as afirmativas a seguir:



I. O tombamento da comunidade quilombola Tia Eva representa um marco histórico não apenas pelo reconhecimento patrimonial em si, mas também pela visibilidade que confere à luta da comunidade contra a especulação imobiliária e pela proteção adicional proporcionada pela política de preservação do patrimônio.


II. A fala do presidente do Iphan, Leandro Grass, permite inferir que o tombamento constitucional não é automaticamente extensível a todos os quilombos brasileiros, mas depende de uma etapa prévia de certificação institucional, que condiciona a possibilidade de solicitação do processo.


III. O texto permite concluir que a participação dos moradores no processo de documentação é um procedimento meramente protocolar, uma vez que a decisão final sobre o que deve ser tombado compete aos especialistas do Incra, cabendo à comunidade apenas indicar formalmente os bens de seu interesse.


IV. A menção às mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais amplia o escopo argumentativo do texto para além da questão quilombola, sinalizando que os desafios para a preservação do patrimônio cultural brasileiro possuem dimensões que transcendem o contexto das comunidades tradicionais e se inserem em debates de natureza global.



Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.

Alternativas
Q4160010 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Tombamentos ajudam a proteger comunidades quilombolas



A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400 pessoas, que têm o território urbano reconhecido e esperam pela titulação.


Para uma das diretoras da associação dos moradores, Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda na preservação de uma comunidade já espremida pela especulação imobiliária.


"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade.


A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser "tombados todos os documentos e sítios detentores de reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma portaria do governo regulamenta os procedimentos.


A novidade sobre o avanço dos tombamentos de comunidades quilombolas foi um dos temas tratados durante das atividades dos últimos três anos feito pelo Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass, explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou.


"O tombamento traz um aspecto muito importante porque a política do patrimônio cria uma camada a mais de proteção para essas comunidades", argumentou.


Além do tombamento da comunidade em Campo Grande, há outros 23 quilombos na fase de documentação em que os moradores participam apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos estão em análise pelos especialistas do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).


Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass defendeu que a participação da população é fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse processo de conscientização, ele citou que, entre os desafios brasileiros (e também internacionais) está o contexto das mudanças climáticas como ameaça aos bens materiais e imateriais.


O presidente do instituto citou que um programa, denominado Conviver, apoia moradores de cidades históricas em que o patrimônio cultural está por todos os lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas, espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões.


"A própria comunidade, que é capacitada com formação de mão de obra, passa a ser protagonista da preservação de seus lugares".



https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tomb amentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas

"O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na comunidade."


Com base nos tipos de predicados que formam o período acima, complete a lacuna a seguir:


O período apresenta predicado nominal, constituído por verbo de ligação e predicativo do sujeito, além de predicados verbais formados por____ .



Assinale a alternativa que completa adequadamente a lacuna acima.

Alternativas
Respostas
10921: D
10922: C
10923: A
10924: D
10925: C
10926: A
10927: C
10928: A
10929: C
10930: A
10931: B
10932: D
10933: A
10934: D
10935: B
10936: A
10937: A
10938: B
10939: C
10940: D