Questões de Concurso
Para letras
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Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança."
Com base nas regras de acentuação do vocábulo 'genuíno', analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'genuíno' está acentuado corretamente por apresentar o 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior e está sozinho na sílaba.
PORQUE
II.As vogais tônicas 'i' e 'u' de palavras oxítonas e paroxítonas, quando formam hiato com a vogal anterior, recebem acento. Essa regra não se aplica em 'friíssimo', que recebe acento por ser proparoxítona, independentemente de apresentar hiato ou não.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
Com base nas regras de concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:
I.Em "um dos maiores fatores de proteção que existem", o verbo 'existir' está no plural, pois é um verbo impessoal, ou seja não apresenta sujeito.
II.Em 'ninguém consegue entender a dor de um adolescente', o verbo 'conseguir' concorda corretamente com um sujeito indeterminado.
III.Em 'aproximação, conversa e presença verdadeira', o adjetivo 'verdadeira' concorda com o substantivo mais próximo, 'presença', em construção facultativa que também admitiria a flexão no plural, 'verdadeiras', caso se pretendesse qualificar, de forma explícita, os três substantivos femininos coordenados.
IV.Caso a construção fosse 'A qualidade das relações entre pais e filhos', a forma verbal poderia ser flexionada tanto no singular quanto no plural, pois a concordância com o termo especificador no plural é uma possibilidade reconhecida na norma vigente atual.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.
Educação parental
Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.
O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".
Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.
"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.
Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica.
Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.
Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.
Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/
"O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos, acrescenta".
Com base na regência verbal dos verbos utilizados no trecho, assinale a alternativa correta.
Acerca da elaboração de documentos oficiais (ofícios, memorandos, relatórios e demais expedientes), conforme os princípios que regem a redação oficial, analise as afirmativas. Marque V, para verdadeiro ou F, para falso:
(__)A impessoalidade na redação oficial decorre do fato de que o comunicado tem como objetivo transmitir uma informação em nome do serviço público, e não de um indivíduo específico, razão pela qual deve-se evitar marcas de subjetividade ou opinião pessoal do redator.
(__)O fechamento "Respeitosamente" é utilizado para comunicações dirigidas a autoridades de hierarquia superior à do remetente, incluindo o Presidente da República, enquanto "Atenciosamente" é empregado para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.
(__)A clareza e a concisão na redação oficial são incompatíveis com o uso de linguagem formal, uma vez que frases curtas e diretas exigem o emprego de vocabulário coloquial para facilitar a compreensão do destinatário.
(__)No padrão ofício, os parágrafos do texto devem ser numerados, exceto quando o expediente possuir um único parágrafo, e a identificação do signatário deve ser feita por meio do cargo ou função, sem a indicação do nome logo abaixo do espaço destinado à assinatura.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.




Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.




Coluna 1
1. Composição.
2. Derivação prefixal.
3. Derivação regressiva.
4. Derivação sufixal.
Coluna 2
( ) Inconsciente.
( ) Trabalho.
( ) Historiador.
( ) Nordeste.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:




I. As palavras “crônicas” e “geográfico” recebem acento em decorrência da mesma regra de acentuação gráfica.
II. As palavras “alguém” e “além” são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em “-em”.
III. O hífen é obrigatório em “primeiro-ministro” porque se trata de um substantivo composto cujos elementos formam uma unidade de sentido.
Quais estão corretas?




I. Em “Falamos sobre a poética do cotidiano para além do Atlântico e como essas percepções transformam-se em crônicas” (l. 07-08), a expressão “essas percepções” se refere às diferentes formas de observar o cotidiano mencionadas anteriormente no texto.
II. No trecho “Já o mediador da mesa partilhou o preconceito que experimentou há alguns anos enquanto recifense participando de um evento sobre História Política no Rio de Janeiro”, o termo “já” estabelece uma relação entre as experiências relatadas, contribuindo para a coesão sequencial do texto.
III. Em “O renomado geógrafo brasileiro Milton Santos foi citado no debate para lembrar que o lugar vai muito além do espaço geográfico. É nele onde o ser humano estabelece suas relações e a dinâmica da vida [...]”, “nele” retoma o termo “debate”.


( ) A ideia central do texto é refletir sobre como o cotidiano pode se transformar em matéria literária.
( ) O texto tem como principal objetivo prescrever comportamentos e oferecer regras de convivência.
( ) Ao relatar a frase ouvida no metrô lisboeta (“Brasileiros, deviam morrer todos”), o texto permite inferir que o escritor mencionado passou a considerar que aquela manifestação preconceituosa era representativa de todo o povo português.
( ) As referências a Milton Santos, Djamila Ribeiro e Ferreira Gullar reforçam a reflexão desenvolvida pela cronista, conferindo maior sustentação às ideias apresentadas no texto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

