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Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
As aspas empregadas no trecho ‘o problema das três origens’ (primeiro parágrafo) indicam que o autor reproduz literalmente uma denominação consagrada na comunidade científica.
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
De acordo com o texto, não há respostas definitivas para ‘o problema das três origens’, mas, ainda que isso nunca ocorra, a tentativa de obtê-las tem possibilitado inúmeras descobertas científicas e aberto a perspectiva de outras inimagináveis.
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
No trecho "Eu costumo chamar essas questões" (primeiro parágrafo), as formais verbais "costumo", flexionada no presente do indicativo, e "chamar", no infinitivo, formam uma locução verbal que semanticamente expressa uma ação em desenvolvimento.
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
Embora o texto se inicie com característica da tipologia expositivo-argumentativa, ele se desenvolve como predominantemente opinativo, o que se comprova pelo emprego dos adjetivos "fascinantes" (primeiro parágrafo), "interessantes" (primeiro parágrafo) e "maravilhosas" (segundo parágrafo) e pelo uso da primeira pessoa do discurso em diversas passagens — por exemplo, "Eu" (primeiro parágrafo) e "nosso" (último parágrafo).
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
A referência ao período histórico iniciado com as observações de Galileu tem como função argumentativa situar o avanço da integração entre as três grandes questões e a ciência moderna.
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
No trecho "dessas tentativas descobertas maravilhosas têm sido feitas" (segundo parágrafo), o acento gráfico na forma verbal "têm" marca a flexão no plural, motivada no caso pela concordância verbal com o vocábulo "tentativas".
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho "Respostas ainda não temos" (segundo parágrafo) fosse reescrito na ordem direta — Não temos respostas ainda —, apesar da mudança na ênfase pretendida pelo autor.
Julgue o seguinte item, relativo às ideias e a aspectos linguísticos e discursivos do texto precedente.
O segmento "devido às", no último período do texto, introduz uma relação de finalidade entre as descobertas científicas mencionadas e as perguntas formuladas pela humanidade.
No trecho “Mas nós acreditávamos. Pelo menos para mim, e acho que pra maioria também, aquilo serviu de combustível e de motivação” (3º parágrafo), o conectivo destacado introduz uma ideia de:
De acordo com o texto, a principal semelhança entre as seleções brasileiras de 1994 e de 2026 é o fato de ambas:
Texto para a questão.
Escrever ainda é humano?
Um texto gerado por inteligência artificial (IA) é gramaticalmente correto, costuma ter alguma clareza e é eficiente. Com poucas palavras, é possível gerar um e‑mail educado, uma publicação “viralizável” ou uma apresentação corporativa.
Não há tarefa textual que uma IA não aceite executar. Juntar palavras com base em probabilidade e fazer o resultado soar humano e coerente, afinal, é o que esses sistemas foram projetados para fazer. Isso inclui revisar, editar, sugerir, pesquisar ou criar algo do zero.
Quanto menor é a intervenção humana, mais evidente é a origem. Alguns formatos argumentativos já são tão comuns quanto cansativos. Há também expressões que não saem da boca dos robôs: uma mudança “silenciosa”, um processo “invisível” e um problema sempre “oculto”. Isso sem falar na insistência por alguns recursos estilísticos, como o excesso do uso de travessões.
Uma publicação da revista Nature sugeriu que estaríamos diante de uma “padronização” ou “pasteurização” da escrita humana, que influencia também quem não usa IA. A lógica é a de que a repetição torna determinadas expressões socialmente aceitas, levando as pessoas a reproduzi‑las.
Além da forma mais direta de copiar e colar um texto completamente gerado por uma IA, a produção com essas ferramentas assume formatos variados. Há o texto feito pela inteligência artificial a partir de alguns comandos e depois editado e adaptado pelo usuário, e também existe o contrário: o rascunho humano lapidado por ela.
O escritor e jornalista Sérgio Rodrigues define a produção das máquinas como uma antiliteratura, o oposto da arte feita com palavras. O autor também avalia que máquinas não produzem arte, mesmo que romances feitos por robôs enganem leitores menos exigentes.
O professor Cal Newport, da Georgetown University, chama o momento atual de uma “crise cognitiva”, que começou com interrupções constantes de e‑mails e mensagens, degringolou com as redes sociais e agora se aprofunda com a IA. O resultado é que conseguimos pensar com cada vez menos profundidade e manter a concentração em algo. Contra isso, uma das propostas dele é: escreva. Produzir um texto claro equivale a um treino mental, diz Newport, e não a um problema a ser eliminado.