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Q4250872 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia. 

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.



https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4250854 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem  desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.

II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.

III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."

IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.


Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas. 
Alternativas
Q4250853 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem  desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250852 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem  desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250834 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4250833 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250832 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.

II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.

III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."

IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.



Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4250812 Português

Estudar ouvindo música ajuda ou atrapalha a concentração?


Ouvir música enquanto estuda é um hábito comum entre estudantes de todas as idades, especialmente em períodos de provas e vestibulares. A prática, no entanto, divide opiniões na ciência: enquanto alguns estudos apontam benefícios para o humor e a produtividade, outros mostram que a música pode competir com a atenção necessária para tarefas de memorização e compreensão de texto.


Não existe uma resposta única: o efeito varia conforme o tipo de atividade e o perfil de quem estuda.


Pesquisas conduzidas ao longo dos últimos anos chegaram a conclusões distintas sobre o tema. Um experimento da Universidade de Wollongong, na Austrália, associou sons suaves e músicas instrumentais à redução do estresse e a ganhos de produtividade em tarefas repetitivas, por criarem um ambiente mais relaxado para o cérebro.


Já um estudo do antigo University of Wales Institute, em Cardiff (hoje Cardiff Metropolitan University), encontrou o efeito oposto: estudantes expostos a música e a sons variados tiveram desempenho pior do que aqueles em ambientes silenciosos ou com ruídos repetitivos e previsíveis.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/estudar

"Não existe uma resposta única".


Com base nas regras de acentuação do vocábulo 'única', assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4250697 Português
        Na atualidade, saneamento básico se tornou algo tão comum que muitos não têm o mínimo conhecimento de sua importância para a qualidade de vida de uma comunidade. Ao escutar a expressão "saneamento básico", a primeira definição que vem à mente de muitos é "água potável e esgoto", e isso não está errado. Porém, saneamento básico vai além do serviço de água e esgoto: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas são exemplos da abrangência do termo.

        O desenvolvimento do saneamento básico ocorreu de maneira lenta e gradual no decorrer da história da humanidade. O desenvolvimento da bacteriologia contribuiu para as pessoas darem valor à saúde sanitária, bem como para o desenvolvimento de meios de obter água potável, protegê-la de possíveis contaminações e ampliar as ações preventivas. Lamentavelmente, a história não foi suficiente para ensinar o ser humano a priorizar e lutar pelo saneamento básico. Ainda hoje cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso a água potável e diariamente doenças ligadas à qualidade da água e deficiência de saneamento provocam a morte de cerca de 6 mil crianças no mundo.

Rafhael Rodrigo Licheski Díaz e Larissa dos Reis Nunes. A evolução do saneamento básico na história e o debate de sua privatização no Brasil. In: Revista de Direito da Faculdade Guanambi, v. 7, n.º 2, 2020, p. 2 (com adaptações). 

Considerando as ideias e estruturas gramaticais do texto precedente, julgue o item a seguir.


De acordo com o texto, a maioria das pessoas tem acesso a uma versão limitada do conceito de saneamento básico e, devido a essa limitação, elas desconhecem a real dimensão dessa medida para a qualidade de vida de uma comunidade. 

Alternativas
Q4250696 Português
        Na atualidade, saneamento básico se tornou algo tão comum que muitos não têm o mínimo conhecimento de sua importância para a qualidade de vida de uma comunidade. Ao escutar a expressão "saneamento básico", a primeira definição que vem à mente de muitos é "água potável e esgoto", e isso não está errado. Porém, saneamento básico vai além do serviço de água e esgoto: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas são exemplos da abrangência do termo.

        O desenvolvimento do saneamento básico ocorreu de maneira lenta e gradual no decorrer da história da humanidade. O desenvolvimento da bacteriologia contribuiu para as pessoas darem valor à saúde sanitária, bem como para o desenvolvimento de meios de obter água potável, protegê-la de possíveis contaminações e ampliar as ações preventivas. Lamentavelmente, a história não foi suficiente para ensinar o ser humano a priorizar e lutar pelo saneamento básico. Ainda hoje cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso a água potável e diariamente doenças ligadas à qualidade da água e deficiência de saneamento provocam a morte de cerca de 6 mil crianças no mundo.

Rafhael Rodrigo Licheski Díaz e Larissa dos Reis Nunes. A evolução do saneamento básico na história e o debate de sua privatização no Brasil. In: Revista de Direito da Faculdade Guanambi, v. 7, n.º 2, 2020, p. 2 (com adaptações). 

Considerando as ideias e estruturas gramaticais do texto precedente, julgue o item a seguir.


No segundo parágrafo, expõe-se uma situação paradoxal: de um lado, a valorização da saúde sanitária e o desenvolvimento de meios de obtenção de água potável; de outro, a inércia diante das deficiências no saneamento básico e a desigualdade de acesso à água potável.

Alternativas
Q4250695 Português
        Na atualidade, saneamento básico se tornou algo tão comum que muitos não têm o mínimo conhecimento de sua importância para a qualidade de vida de uma comunidade. Ao escutar a expressão "saneamento básico", a primeira definição que vem à mente de muitos é "água potável e esgoto", e isso não está errado. Porém, saneamento básico vai além do serviço de água e esgoto: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas são exemplos da abrangência do termo.

        O desenvolvimento do saneamento básico ocorreu de maneira lenta e gradual no decorrer da história da humanidade. O desenvolvimento da bacteriologia contribuiu para as pessoas darem valor à saúde sanitária, bem como para o desenvolvimento de meios de obter água potável, protegê-la de possíveis contaminações e ampliar as ações preventivas. Lamentavelmente, a história não foi suficiente para ensinar o ser humano a priorizar e lutar pelo saneamento básico. Ainda hoje cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso a água potável e diariamente doenças ligadas à qualidade da água e deficiência de saneamento provocam a morte de cerca de 6 mil crianças no mundo.

Rafhael Rodrigo Licheski Díaz e Larissa dos Reis Nunes. A evolução do saneamento básico na história e o debate de sua privatização no Brasil. In: Revista de Direito da Faculdade Guanambi, v. 7, n.º 2, 2020, p. 2 (com adaptações). 

Considerando as ideias e estruturas gramaticais do texto precedente, julgue o item a seguir.


No período "Ao escutar a expressão ‘saneamento básico’, a primeira definição que vem à mente de muitos é ‘água potável e esgoto’, e isso não está errado." (primeiro parágrafo), o emprego da vírgula é obrigatório tanto após ‘saneamento básico’ quanto após ‘água potável e esgoto’, justificando-se pela mesma razão gramatical.

Alternativas
Q4250694 Português
        Na atualidade, saneamento básico se tornou algo tão comum que muitos não têm o mínimo conhecimento de sua importância para a qualidade de vida de uma comunidade. Ao escutar a expressão "saneamento básico", a primeira definição que vem à mente de muitos é "água potável e esgoto", e isso não está errado. Porém, saneamento básico vai além do serviço de água e esgoto: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais urbanas são exemplos da abrangência do termo.

        O desenvolvimento do saneamento básico ocorreu de maneira lenta e gradual no decorrer da história da humanidade. O desenvolvimento da bacteriologia contribuiu para as pessoas darem valor à saúde sanitária, bem como para o desenvolvimento de meios de obter água potável, protegê-la de possíveis contaminações e ampliar as ações preventivas. Lamentavelmente, a história não foi suficiente para ensinar o ser humano a priorizar e lutar pelo saneamento básico. Ainda hoje cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso a água potável e diariamente doenças ligadas à qualidade da água e deficiência de saneamento provocam a morte de cerca de 6 mil crianças no mundo.

Rafhael Rodrigo Licheski Díaz e Larissa dos Reis Nunes. A evolução do saneamento básico na história e o debate de sua privatização no Brasil. In: Revista de Direito da Faculdade Guanambi, v. 7, n.º 2, 2020, p. 2 (com adaptações). 

Considerando as ideias e estruturas gramaticais do texto precedente, julgue o item a seguir.


No trecho "Na atualidade, saneamento básico se tornou algo tão comum" (início do texto), a alteração da posição proclítica do pronome átono "se" para a posição enclítica — tornou-se — prejudicaria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q4250693 Português
        A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dos interesses dos usuários e dos agentes regulados e a consequente promoção da saúde e da qualidade de vida da população, além de contribuir para a sustentabilidade.

        Atualmente, a ARSAL regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em 86 municípios, por meio de contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão.

        Nos municípios que compõem os blocos de concessão, mas cuja prestação do serviço já era feita pela CASAL, a prestadora figura como produtora de água, enquanto as concessionárias são responsáveis pela distribuição de água, pela gestão comercial e pelos sistemas de esgotamento sanitário. Nos municípios em que a prestação era individualizada por serviço autônomo, a nova prestadora atua em regime de concessão plena. Já para os municípios em que a CASAL presta os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, mas que não fazem parte das concessões, ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto. Nos demais municípios em que não há participação da CASAL ou de operadores privados, os serviços são prestados pelo município (diretamente) ou pela ARSAL (indiretamente).

Internet:<https://arsal.al.gov.br>  (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo ao texto precedente, a suas ideias e a seus aspectos linguísticos. 


No último parágrafo, o segmento "a prestadora", em "a prestadora figura como produtora de água", e o pronome "ela", em "ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto", atuam como elementos de coesão referencial que têm em comum o mesmo referente. 

Alternativas
Q4250692 Português
        A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dos interesses dos usuários e dos agentes regulados e a consequente promoção da saúde e da qualidade de vida da população, além de contribuir para a sustentabilidade.

        Atualmente, a ARSAL regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em 86 municípios, por meio de contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão.

        Nos municípios que compõem os blocos de concessão, mas cuja prestação do serviço já era feita pela CASAL, a prestadora figura como produtora de água, enquanto as concessionárias são responsáveis pela distribuição de água, pela gestão comercial e pelos sistemas de esgotamento sanitário. Nos municípios em que a prestação era individualizada por serviço autônomo, a nova prestadora atua em regime de concessão plena. Já para os municípios em que a CASAL presta os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, mas que não fazem parte das concessões, ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto. Nos demais municípios em que não há participação da CASAL ou de operadores privados, os serviços são prestados pelo município (diretamente) ou pela ARSAL (indiretamente).

Internet:<https://arsal.al.gov.br>  (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo ao texto precedente, a suas ideias e a seus aspectos linguísticos. 


No último parágrafo do texto, predomina a tipologia informativa.

Alternativas
Q4250691 Português
        A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dos interesses dos usuários e dos agentes regulados e a consequente promoção da saúde e da qualidade de vida da população, além de contribuir para a sustentabilidade.

        Atualmente, a ARSAL regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em 86 municípios, por meio de contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão.

        Nos municípios que compõem os blocos de concessão, mas cuja prestação do serviço já era feita pela CASAL, a prestadora figura como produtora de água, enquanto as concessionárias são responsáveis pela distribuição de água, pela gestão comercial e pelos sistemas de esgotamento sanitário. Nos municípios em que a prestação era individualizada por serviço autônomo, a nova prestadora atua em regime de concessão plena. Já para os municípios em que a CASAL presta os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, mas que não fazem parte das concessões, ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto. Nos demais municípios em que não há participação da CASAL ou de operadores privados, os serviços são prestados pelo município (diretamente) ou pela ARSAL (indiretamente).

Internet:<https://arsal.al.gov.br>  (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo ao texto precedente, a suas ideias e a seus aspectos linguísticos. 


No primeiro parágrafo, a flexão de plural em cada um dos vocábulos da expressão "dos serviços públicos" justifica-se pela relação de concordância nominal que eles estabelecem com os termos "de abastecimento de água" e "de esgotamento sanitário".

Alternativas
Q4250690 Português
        A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dos interesses dos usuários e dos agentes regulados e a consequente promoção da saúde e da qualidade de vida da população, além de contribuir para a sustentabilidade.

        Atualmente, a ARSAL regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em 86 municípios, por meio de contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão.

        Nos municípios que compõem os blocos de concessão, mas cuja prestação do serviço já era feita pela CASAL, a prestadora figura como produtora de água, enquanto as concessionárias são responsáveis pela distribuição de água, pela gestão comercial e pelos sistemas de esgotamento sanitário. Nos municípios em que a prestação era individualizada por serviço autônomo, a nova prestadora atua em regime de concessão plena. Já para os municípios em que a CASAL presta os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, mas que não fazem parte das concessões, ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto. Nos demais municípios em que não há participação da CASAL ou de operadores privados, os serviços são prestados pelo município (diretamente) ou pela ARSAL (indiretamente).

Internet:<https://arsal.al.gov.br>  (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo ao texto precedente, a suas ideias e a seus aspectos linguísticos. 


No trecho "A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio" (primeiro parágrafo), a substituição do segmento "são fundamentais" pela forma verbal servem seria gramaticalmente correta, mas alteraria os sentidos do texto.


Alternativas
Q4250689 Português
        A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dos interesses dos usuários e dos agentes regulados e a consequente promoção da saúde e da qualidade de vida da população, além de contribuir para a sustentabilidade.

        Atualmente, a ARSAL regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em 86 municípios, por meio de contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão.

        Nos municípios que compõem os blocos de concessão, mas cuja prestação do serviço já era feita pela CASAL, a prestadora figura como produtora de água, enquanto as concessionárias são responsáveis pela distribuição de água, pela gestão comercial e pelos sistemas de esgotamento sanitário. Nos municípios em que a prestação era individualizada por serviço autônomo, a nova prestadora atua em regime de concessão plena. Já para os municípios em que a CASAL presta os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, mas que não fazem parte das concessões, ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto. Nos demais municípios em que não há participação da CASAL ou de operadores privados, os serviços são prestados pelo município (diretamente) ou pela ARSAL (indiretamente).

Internet:<https://arsal.al.gov.br>  (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo ao texto precedente, a suas ideias e a seus aspectos linguísticos. 


De acordo com o texto, contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão propiciaram a expansão da atuação da ARSAL para 86 municípios. 

Alternativas
Q4250688 Português
        A regulação e a fiscalização dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário são fundamentais para a manutenção do equilíbrio dos interesses dos usuários e dos agentes regulados e a consequente promoção da saúde e da qualidade de vida da população, além de contribuir para a sustentabilidade.

        Atualmente, a ARSAL regula e fiscaliza os serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário em 86 municípios, por meio de contratos de convênio de cooperação, contratos de programa ou contratos de concessão.

        Nos municípios que compõem os blocos de concessão, mas cuja prestação do serviço já era feita pela CASAL, a prestadora figura como produtora de água, enquanto as concessionárias são responsáveis pela distribuição de água, pela gestão comercial e pelos sistemas de esgotamento sanitário. Nos municípios em que a prestação era individualizada por serviço autônomo, a nova prestadora atua em regime de concessão plena. Já para os municípios em que a CASAL presta os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, mas que não fazem parte das concessões, ela segue como responsável integralmente pelos sistemas de água e esgoto. Nos demais municípios em que não há participação da CASAL ou de operadores privados, os serviços são prestados pelo município (diretamente) ou pela ARSAL (indiretamente).

Internet:<https://arsal.al.gov.br>  (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo ao texto precedente, a suas ideias e a seus aspectos linguísticos. 


No primeiro período do último parágrafo, a função sintática do segmento "pela CASAL" é distinta da desempenhada pelos segmentos "pela distribuição de água", "pela gestão comercial" e "pelos sistemas de esgotamento sanitário".

Alternativas
Q4250687 Português
        Seguindo a tendência já em curso no mundo globalizado, o Estado brasileiro, desde os anos 1990, vem-se reconfigurando no sentido da redução da intervenção direta e do fortalecimento das instituições de fomento e de regulação. Num grande número de áreas, vai-se retirando da execução para assumir papéis de articulador das diferentes forças sociais, árbitro de conflitos e fomentador da universalização de bens e serviços. Espera-se, ainda, que ocupe um espaço crítico de proteção da cidadania contra o esbulho, a violência e o arbítrio dos mais poderosos.

        O cumprimento dessas funções requer uma nova configuração da estrutura do Estado, bem como a capacitação de quadros para lidar com a nova agenda de expectativas e pressões. Quanto maior a vulnerabilidade da cultura política aos desequilíbrios na distribuição de poder, maiores os desafios de compensar esses desequilíbrios, seja mediante a concepção da estrutura da agência, seja pelo seu funcionamento, com destaque para a transparência do processo decisório.

        A par do arcabouço legal que baliza os procedimentos de cada agência, ganha importância o próprio modo de operação. Nesses se incluem a ampla divulgação de normas e procedimentos de acesso, a abertura de espaços de contencioso no interior da agência e o uso de variados veículos para prestação de contas e esclarecimento dos diferentes públicos.

        Nesse espírito de transparência, a avaliação das ações de regulação ou fomento constitui procedimento indispensável. Dada a natureza da experiência nativa e as limitações inerentes ao transplante de experiências estrangeiras, defende-se uma estratégia gradual de implantação de práticas avaliatórias que favoreçam os esforços de aprendizagem.

Anna Maria Campos, Jorge Paula Costa Avila e Dércio Santiago da Silva Jr. Avaliação de agências reguladoras: uma agenda de desafios para a sociedade brasileira. In: Revista de Administração Pública (RAP), v. 34, n.º 5, Rio de Janeiro, set.–out./2000, p. 29-46 (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo ao texto precedente.


O vocábulo "transplante" é empregado no último parágrafo do texto em sentido denotativo, referindo-se à transferência material de modelos externos às práticas institucionais brasileiras.

Alternativas
Q4250686 Português
        Seguindo a tendência já em curso no mundo globalizado, o Estado brasileiro, desde os anos 1990, vem-se reconfigurando no sentido da redução da intervenção direta e do fortalecimento das instituições de fomento e de regulação. Num grande número de áreas, vai-se retirando da execução para assumir papéis de articulador das diferentes forças sociais, árbitro de conflitos e fomentador da universalização de bens e serviços. Espera-se, ainda, que ocupe um espaço crítico de proteção da cidadania contra o esbulho, a violência e o arbítrio dos mais poderosos.

        O cumprimento dessas funções requer uma nova configuração da estrutura do Estado, bem como a capacitação de quadros para lidar com a nova agenda de expectativas e pressões. Quanto maior a vulnerabilidade da cultura política aos desequilíbrios na distribuição de poder, maiores os desafios de compensar esses desequilíbrios, seja mediante a concepção da estrutura da agência, seja pelo seu funcionamento, com destaque para a transparência do processo decisório.

        A par do arcabouço legal que baliza os procedimentos de cada agência, ganha importância o próprio modo de operação. Nesses se incluem a ampla divulgação de normas e procedimentos de acesso, a abertura de espaços de contencioso no interior da agência e o uso de variados veículos para prestação de contas e esclarecimento dos diferentes públicos.

        Nesse espírito de transparência, a avaliação das ações de regulação ou fomento constitui procedimento indispensável. Dada a natureza da experiência nativa e as limitações inerentes ao transplante de experiências estrangeiras, defende-se uma estratégia gradual de implantação de práticas avaliatórias que favoreçam os esforços de aprendizagem.

Anna Maria Campos, Jorge Paula Costa Avila e Dércio Santiago da Silva Jr. Avaliação de agências reguladoras: uma agenda de desafios para a sociedade brasileira. In: Revista de Administração Pública (RAP), v. 34, n.º 5, Rio de Janeiro, set.–out./2000, p. 29-46 (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo ao texto precedente.


Do trecho "A par do arcabouço legal que baliza os procedimentos de cada agência, ganha importância o próprio modo de operação" (terceiro parágrafo) infere-se uma ideia de contraste entre a lei e o modo de operação das agências, ideia essa marcada pela expressão coesiva "A par", de valor adversativo.

Alternativas
Respostas
6701: D
6702: A
6703: A
6704: B
6705: D
6706: D
6707: C
6708: D
6709: E
6710: C
6711: E
6712: E
6713: C
6714: C
6715: E
6716: C
6717: E
6718: C
6719: E
6720: E