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Q4051271 Libras
Considerando a discussão apresentada pelas autoras Souza e Gediel (2017) sobre os critérios adotados pelos líderes surdos na elaboração de “sinais próprios”, é correto inferir que a seleção dos parâmetros fonológicos (como a configuração de mão, o movimento e a locação): 
Alternativas
Q4051270 Libras

Karnopp e Quadros (2001) discutem o processo de aquisição da linguagem por crianças surdas, detalhando as etapas de desenvolvimento linguístico nas línguas de sinais. Em relação às ideias apresentadas pelas autoras, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) Durante o período pré-linguístico, bebês surdos apresentam o balbucio manual silábico, fenômeno que apresenta combinações do sistema linguístico e sugere a existência de uma capacidade inata para a aquisição da linguagem na modalidade espaço-visual.


( ) O balbucio oral não se manifesta em bebês surdos desde o nascimento, uma vez que o input exclusivo em língua de sinais inibe precocemente qualquer tentativa de produção vocal ou sonora.


( ) No estágio das primeiras combinações, é observada a ocorrência de “erros” de reversão pronominal, caracterizados pelo momento em que as crianças utilizam a apontação direcionada ao receptor para referirem-se a si mesmas.


( ) A aquisição da concordância verbal e do sistema pronominal em referentes ausentes é facilitada pela iconicidade da modalidade espacial, sendo dominada sem erros a partir dos 3 anos de idade.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q4051269 Libras
Considerando a análise de Souza e Gediel (2017) sobre a constituição fonológica dos sinais próprios, observa-se uma assimetria na forma como a iconicidade se manifesta nas nomeações de indivíduos do sexo feminino e do sexo masculino. À luz do estudo desenvolvido, esse contraste fundamenta-se no fato de que:
Alternativas
Q4051233 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o motivo do uso do acento agudo na palavra “atrás” e palavras que são acentuadas pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q4051232 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Em relação à divisão silábica, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4051231 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

A expressão “o estudo”, no trecho “De fato, o estudo foi capaz de traçar a trajetória das uvas na Europa __ partir da análise de quase 50 sementes de uvas silvestres”, retirado do texto, exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4051230 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “vinhos” for flexionada no singular, quantas outras alterações serão necessárias para manter a correção gramatical?


“Para realmente saber se os vinhos que civilizações antigas consumiam tinham o mesmo sabor que os que consumimos hoje em dia, análises de DNA infelizmente não são suficientes”.

Alternativas
Q4051229 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Com base nas regras de regência e concordância verbal, assinale a alternativa em que a frase está corretamente redigida. 
Alternativas
Q4051228 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

De acordo com as normas ortográficas vigentes sobre o emprego do hífen, assinale a alternativa em que a palavra está grafada corretamente.
Alternativas
Q4051227 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Segundo o texto, assinale a alternativa correta em relação à fabricação de vinhos.
Alternativas
Q4051226 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

De acordo com o texto, sobre a fabricação de vinho, analise as assertivas abaixo:
I. Com base em estudo recente publicado na Nature Communications, pesquisadores afirmam que a mesma espécie de planta foi identificada há 600 anos, durante o século XV.
II. Pesquisas genéticas com linhagens de clones permitem comparar o perfil degustativo dos vinhos de civilização passadas com as variedades que são produzidas atualmente.
III. Uma pesquisa recente indica que o aprimoramento genético e o cultivo controlado de videiras têm sido praticados pelos seres humanos na área em que hoje é a França.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4051225 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
“O vinho é uma bebida essencial para diferentes civilizações ___ milhares de anos”.
“___ medida que as sociedades se desenvolveram, o cultivo da uva também passou por transformações importantes”. 
“o estudo foi capaz de traçar a trajetória das uvas na Europa ___ partir da análise de quase 50 sementes”. 
Alternativas
Q4051224 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

O vocábulo “que”, na linha 10 do texto, refere-se a: 
Alternativas
Q4050743 Literatura
Durante uma discussão sobre movimentos literários, um estudante afirma que o Realismo e o Naturalismo podem ser confundidos porque ambos se afastam da idealização romântica e se aproximam da observação crítica da sociedade. Para diferenciar adequadamente esses movimentos, a explicação mais precisa é: 
Alternativas
Q4050742 Literatura
Em uma análise de teoria literária, um poema é descrito como composto por versos decassílabos, organizados em dois quartetos e dois tercetos, com esquema de rimas regular. Além disso, o eu lírico desenvolve uma reflexão de tom elevado, em linguagem trabalhada e com forte preocupação formal. A descrição aponta para uma composição conhecida como: 
Alternativas
Q4050741 Literatura
Um Professor propõe a leitura comparada de textos literários brasileiros e pede que os estudantes observem não apenas o tema, mas também a forma de construção estética. Em um dos textos, há regularidade métrica, vocabulário preciso, preferência por descrição objetiva e distanciamento emocional; em outro, há musicalidade intensa, sugestão de sentidos, imagens vagas e valorização da dimensão espiritual e sensorial da linguagem. As características descritas correspondem, respectivamente, a tendências associadas ao: 
Alternativas
Q4050740 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, a expressão inicial Sem um ambiente acolhedor estabelece, no contexto, uma circunstância de: 
Alternativas
Q4050739 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a sintaxe de trechos retirados do texto:

I. Em o estudo mapeou comportamentos, o termo comportamentos exerce função de objeto direto.
II. Em A violência física também é uma realidade assustadora, a expressão uma realidade assustadora exerce função de predicativo do sujeito.
III. Em o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, os termos pelo medo e pela exclusão exercem função de agente da passiva.

Está(ão) CORRETA(S) 
Alternativas
Q4050738 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No trecho A frequência desses episódios é alarmante, a estrutura sintática do período apresenta: 
Alternativas
Q4050737 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Ao mencionar que o ambiente escolar deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, mas tem se tornado palco de agressões sistemáticas, o texto estabelece uma oposição que contribui para: 
Alternativas
Respostas
6701: A
6702: D
6703: D
6704: D
6705: B
6706: D
6707: A
6708: B
6709: D
6710: C
6711: C
6712: A
6713: C
6714: B
6715: A
6716: C
6717: A
6718: D
6719: C
6720: B