Questões de Concurso Para letras

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Q4254581 Português

Leia o texto para responder a questão.


Elizabeth Olsen diz que irmãs, as 'gêmeas Olsen', eram forçadas a apoiar entrada no meio artístico


Irmã caçula de Mary-Kate e Ashley Olsen, ex-atrizes mirins que fizeram sucesso nos anos 90, revelou bastidores da família e relação distante


Por redação Marie Claire — de São Paulo (SP) 30/11/2025 15h21




    Elizabeth Olsen (36) deu detalhes surpreendentes sobre a relação com as irmãs, Mary-Kate e Ashley Olsen (39), gêmeas que fizeram sucesso como atrizes mirins nos anos 90, mas desistiram da carreira para focarem na indústria da moda. A irmã caçula, que fez sucesso na franquia de filmes da Marvel como Feiticeira Escarlate, revelou que as gêmeas foram "forçadas" a apoiá-la no cinema e que nunca recebeu nenhum conselho delas.


    "Não recebi nenhum conselho, mas somos uma família que se apoia. Acredito que isso é irrelevante depois de 15 anos de carreira", disse ela em entrevista à revista Times.


    Embora não tenha recebido conselhos, a atriz contou que Mary-Kate e Ashley sempre acompanharam sua jornada: "Elas eram forçadas a assistir todas minhas peças de teatro e ir a todas as minhas apresentações de dança".


    Elizabeth é a caçula de quatro irmãos. Além dela e das gêmeas, os pais, Jarnette e David Olsen, também têm James Trent. Divorciado, o David tem outros dois filhos com a sua atual mulher, McKenzie Olsen. 


    Ícones mirins dos anos 90, as gêmeas Olsen desistiram da carreira após anos de atuação, já que começaram com apenas nove meses de vida. Entre os motivos, Ashley e Mary-Kate estavam cansadas da falta de privacidade e não tinha mais conexão com as artes cênicas. Em 2006, elas fundaram a marca de roupas The Row, que se tornou referência do mercado de luxo. 



Disponível em

https://revistamarieclaire.globo.com/celebridades/noticia/2025/11/elizabeth olsen-diz-que-irmas-as-gemeas-olsen-eram-forcadas-a-apoiar-entrada-no meio-artistico.ghtml 

Qual é a principal ideia central defendida por Elizabeth Olsen em sua revelação sobre o apoio que recebeu de suas irmãs, Mary-Kate e Ashley, no início de sua carreira artística?
Alternativas
Q4254550 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
O analista de desempenho estuda os dados das bolas paradas. Se quiséssemos expressar uma incerteza ou desejo de que essa análise fosse feita no passado, qual seria a conjugação correta do verbo estudar na terceira pessoa do singular do Pretérito Imperfeito do Subjuntivo? 
Alternativas
Q4254549 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
O texto relata que a carreira de Rodrigo Caio como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada. Nesse contexto, o verbo consolidou significa que sua experiência
Alternativas
Q4254548 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
A palavra único e a palavra sábado seguem a mesma regra de acentuação gráfica. Com isso, assinale a alternativa que NÃO segue essa mesma regra. 
Alternativas
Q4254547 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
A palavra defensores, utilizada no texto para se referir aos zagueiros do elenco, é formada pelo processo de 
Alternativas
Q4254546 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
Considerando as regras de Uso de Mau e Mal, assinale a frase que está integralmente correta, baseada no contexto de desempenho e trabalho da equipe. 
Alternativas
Q4254545 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
Na descrição do gol, Danilo revela: “eu era o homem livre”. Considerando o planejamento de bola parada da comissão técnica, a expressão homem livre refere-se ao jogador que 
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Q4254544 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

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No trecho "O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato", o verbo em destaque está conjugado no tempo e modo que expressam uma ação pontual e concluída no passado, sendo classificado como 
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Q4254543 Português
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Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
"Ortiz foi preparado para a final, ________ um incômodo no tornozelo o impediu de ser titular; o que __________ surpreendeu foi a dedicação da comissão técnica."  
Alternativas
Q4254542 Português
Leia o texto para responder as questões.

Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
O texto afirma que Danilo foi o herói da partida ao fazer o gol decisivo. No contexto do futebol e do relato, o termo herói significa  
Alternativas
Q4254541 Português
Leia o texto para responder as questões.

Saiba o segredo por trás do gol do
tetracampeonato do Flamengo
Lance de bola parada foi debatido na manhã do sábado, dia da
partida

Por Letícia Marques — Rio de Janeiro 30/11/2025 07h00

        O Flamengo venceu o Palmeiras e conquistou o tetracampeonato da Libertadores, tornando-se o primeiro brasileiro a completar esse feito. Danilo foi o herói da partida, autor do único gol no Monumental de Lima. Mas qual foi o segredo por trás desse lance? 

        Danilo descobriu que seria titular na manhã de sábado, dia do jogo. Ortiz foi preparado para retornar nesta final, mas um incômodo no tornozelo direito, o qual tinha lesionado, no treino de sexta o impediu de ser titular. Foi então que a comissão técnica do Flamengo preparou um plano de jogo com o camisa 13. 

        Rodrigo Caio se juntou à comissão técnica de Filipe Luís em maio e, desde então, tornou-se um dos personagens principais na preparação das bolas paradas, tanto defensivas quanto ofensivas. Mas ele não trabalhou sozinho. Para executar o treinamento em campo, há um trabalho feito fora dos gramados.

        Os analistas de desempenho do Flamengo se dividem para apresentar os dados de qualquer fase do jogo para a comissão técnica. No caso do Rodrigo Caio, ele estuda e analisa os dados das bolas paradas de olho nos pontos fortes e fracos dos adversários. No ensaio dos lances, Filipe Luís está sempre ao lado do ex-zagueiro. O auxiliar Marcio Torres é outro que participa ativamente.  

        Na manhã de sábado, horas antes do jogo contra o Palmeiras, os jogadores tomaram conhecimento de um plano que era ter Danilo como homem livre na bola parada. Para isso, um dos companheiros seria responsável pelo bloqueio do marcador. No lance do gol, Arrascaeta é quem bate o escanteio, e Jorginho é quem faz a parede na marcação do Palmeiras.  

        — Já te digo que fazer o gol da final não estava nesse script. Mas, por acaso, hoje a gente preparou a bola parada de uma maneira que eu era o homem livre. Então a gente sabia que eu ia ter a oportunidade se a bola fosse no lugar que a gente trabalhou. E aí a competência do Arrascaeta que bateu, a minha competência de achar o tempo da bola e afundar pra dentro gol — revelou Danilo.  

        — Tem um pouco de instinto. Falei com o pessoal que se tiver algum vídeo antes (da cabeçada) vão me ver falando "procura a bola, procura a bola". Depois tem o bloqueio do Jorginho. Um de nós estaria livre. É o trabalho do Rodrigo (Caio). É todo o conjunto de fatores que a gente trabalha para fazer a diferença. Foi de olho aberto (a cabeçada)! — completou o zagueiro. 

        Rodrigo Caio foi a peça escolhida a dedo por Filipe Luís para compor a sua comissão técnica depois da demissão de Alegria, que era um dos responsáveis pelos treinos de bola parada e foi demitido pelo Flamengo em maio. A decisão se passou pela necessidade de ter alguém com vivência dentro de campo e que pudesse usar esta experiência para discutir as decisões do dia a dia.  

        A carreira como zagueiro o consolidou para trocar informações sobre bola parada e, aos poucos, tornou-se a referência na comissão técnica. Curiosamente, com os ensinamentos de um ex-zagueiro multicampeão, os defensores do elenco colecionam bons números.

        Ao todo, na temporada, Danilo tem quatro gols e duas assistências em 34 jogos, e Léo Ortiz tem exatamente a mesma participações em gols, mas em 52 jogos. Enquanto isso, Léo Pereira soma cinco gols em 59 partidas. 

Disponível em https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2025/11/30/saiba-osegredo-por-tras-do-gol-do-tetracampeonato-do-flamengo.ghtml
A palavra tetracampeonato, que descreve a conquista do Flamengo, é classificada quanto ao número de sílabas como 
Alternativas
Q4254490 Redação Oficial
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

__________ são manifestações de órgãos técnicos sobre assuntos submetidos à sua consideração. 
Alternativas
Q4254482 Redação Oficial
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. Na técnica legislativa, o parágrafo

I. constitui a imediata divisão de um artigo.
II. é representado pelo sinal gráfico §.
III. adota a grafia “Parágrafo único.” na hipótese de haver apenas um parágrafo.
IV. tem texto iniciado com letra maiúscula e encerrado com ponto-final. 
Alternativas
Q4254481 Redação Oficial
Um texto oficial, além de ser estruturado de forma adequada e comunicar um conteúdo coerente, precisa tratar do assunto de forma respeitosa. Deve-se evitar o uso de expressões consideradas chulas, ríspidas ou ofensivas. Esse cuidado com a linguagem é o que se chama de  
Alternativas
Q4254460 Redação Oficial
A Política Nacional de Linguagem Simples visa à desburocratização da comunicação pública, fundamentada na premissa de que a clareza é um requisito para o exercício pleno da cidadania e a garantia de direitos. Considerando as diretrizes de redação e o design da informação preconizados no Manual, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4254024 Redação Oficial
Relacione as colunas no que se refere às formas de tratamento em relação às autoridades públicas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Vossa(s) Senhoria(s).
2. Senhor(a).
3. Vossa(s) Excelência(s).
4. Vossa(s) Magnificência(s).
( ) Para altas autoridades como presidentes, ministros, e oficiais militares de alta patente.
( ) Para reitores de universidades.
( ) Para autoridades e oficiais de menor patente, ou pessoas em geral.
( ) Tratamento formal, usado para pessoas que não se conhece.
Alternativas
Q4254005 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
Considere o trecho: "Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.". Se reescrevêssemos a frase, focando a ação de continuidade no passado, qual seria a conjugação verbal correta para a terceira pessoa do plural do Pretérito Imperfeito do Indicativo?  
Alternativas
Q4254004 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
No trecho "A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas", o termo em destaque, no contexto legal e burocrático, denota 
Alternativas
Q4254003 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
O trecho menciona a "redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas". A palavra destacada e a palavra obrigatórias pertencem à mesma regra de acentuação gráfica. Assinale a alternativa cuja palavra NÃO segue a mesma regra. 
Alternativas
Q4254002 Português
Leia o texto para responder a questão.

CNH sem autoescola é aprovada e aulas deixam de ser obrigatórias
Decisão busca reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação

Por Rodrigo Barros
01/12/25 às 12:56 | Atualizado 01/12/25 às 13:56

    O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou uma resolução que altera o processo para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal mudança é o fim da exigência de aulas em autoescolas, que deixarão de ser obrigatórias após a publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU), prevista para os próximos dias.
   A decisão integra um conjunto de ajustes que, segundo o governo federal, buscam reduzir custos e simplificar o acesso à habilitação. Entre as alterações estão a redução da carga horária mínima das aulas teóricas e práticas e o fim do prazo de validade para a conclusão do processo da primeira CNH.
   Apesar das flexibilizações, as etapas essenciais permanecem. Os candidatos continuarão obrigados a realizar e ser aprovados nos exames teórico e prático para obter o direito de dirigir.

Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/auto/cnh-sem-autoescola-eaprovada-e-aulas-deixam-de-ser-obrigatorias/
Assinale a alternativa que, se inserida no contexto da discussão sobre o processo de CNH, utiliza corretamente os termos Mal ou Mau? 
Alternativas
Respostas
6541: D
6542: E
6543: A
6544: B
6545: A
6546: C
6547: E
6548: A
6549: B
6550: C
6551: B
6552: A
6553: D
6554: C
6555: A
6556: B
6557: A
6558: D
6559: C
6560: A