Questões de Concurso Para letras

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Q4053155 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mulheres são mais empáticas que os homens? O que diz a ciência


Durante séculos, grandes realizações femininas foram vistas como exceções àquilo que se supunha ser a natureza das mulheres, como se liderança e exercício do poder pertencessem essencialmente ao universo masculino. Embora transformações sociais tenham ocorrido, persistem estereótipos que associam a empatia à feminilidade e a dominância ou assertividade ao masculino. Assim, comportamentos semelhantes continuam a receber avaliações distintas conforme o gênero de quem os manifesta.

A empatia é compreendida como a capacidade de perceber pensamentos e sentimentos alheios e de responder a eles de modo adequado. Pode assumir dimensão cognitiva, relacionada ao reconhecimento das emoções e à adoção da perspectiva do outro, e dimensão afetiva, que envolve reação emocional diante das experiências de alguém. Pesquisas mostram que, em média, mulheres tendem a obter pontuações mais altas em instrumentos que buscam mensurar essa habilidade, o que levou parte da comunidade científica a investigar possíveis fundamentos biológicos para tal diferença.

Alguns estudos sugerem que a exposição a hormônios durante a gestação influenciaria o desenvolvimento de determinadas competências. Níveis mais elevados de certos hormônios no período pré-natal foram associados a melhor desempenho em tarefas de identificação de padrões e, de forma inversa, a resultados mais baixos em testes de empatia. Ainda assim, admite-se que habilidades como empatia e sistematização resultam de interação complexa entre fatores biológicos e sociais, não podendo ser explicadas por um único elemento.

Outros pesquisadores contestam interpretações deterministas. Levantamentos realizados em diversos países indicam que as diferenças médias entre homens e mulheres são relativamente pequenas e variam conforme o contexto cultural. Além disso, a variação interna de cada grupo costuma ser maior do que a diferença entre eles. Análises com bebês não identificaram distinções significativas quanto à atenção às expressões faciais ou à sensibilidade ao choro alheio, o que enfraquece a ideia de predisposição inata diferenciada por sexo.

Estudos genéticos de grande escala apontam que fatores hereditários explicam apenas parte reduzida da variação empática entre indivíduos e não apresentam vínculo direto com o sexo. Esses achados reforçam a importância do ambiente e das experiências sociais no desenvolvimento dessa capacidade.

Desde a infância, meninas frequentemente são incentivadas a valorizar emoções e a priorizar necessidades alheias, enquanto meninos tendem a ser orientados para atividades técnicas ou instrumentais. A repetição dessas expectativas ao longo do tempo contribui para moldar comportamentos. Pesquisas também indicam que o exercício do poder pode diminuir a sensibilidade empática, aspecto relevante em contextos marcados por desigualdades históricas de autoridade.

A empatia, contudo, mostra-se uma habilidade passível de desenvolvimento. Estudos neurológicos demonstram que homens e mulheres apresentam respostas cerebrais semelhantes diante de estímulos emocionais, embora diferenças apareçam quando avaliam a si próprios por meio de questionários. Quando informados de que homens também podem ser sensíveis e cuidadosos, seus resultados tendem a se aproximar dos das mulheres. Incentivos externos igualmente aumentam o desempenho empático em ambos os grupos, o que indica influência das expectativas sociais e da motivação.

Experimentos revelam que diferenças desaparecem conforme as condições de estímulo. Em determinadas tarefas de inferência emocional, mulheres apresentam maior precisão sobretudo quando são estimuladas a refletir previamente sobre seus próprios sentimentos; na ausência desse estímulo, a discrepância não se mantém. Esses dados sugerem que avaliações baseadas em autorrelato estão sujeitas a vieses sociais.

Observa-se, entretanto, mudança gradual na valorização das habilidades emocionais. A ampliação da participação masculina em responsabilidades de cuidado e a revisão de modelos tradicionais de masculinidade indicam transformações em curso. O conjunto das evidências sugere que a empatia não constitui atributo rigidamente determinado pelo sexo, mas capacidade desenvolvida ao longo da vida, influenciada por fatores biológicos, sociais e culturais, bem como pelas expectativas presentes e cada contexto.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yqxp9v87go.adaptado.
Ainda assim, admite-se que habilidades como empatia e sistematização resultam de interação complexa entre fatores biológicos e sociais.
Quanto à pontuação, assinale a alternativa CORRETA sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q4053154 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Mulheres são mais empáticas que os homens? O que diz a ciência


Durante séculos, grandes realizações femininas foram vistas como exceções àquilo que se supunha ser a natureza das mulheres, como se liderança e exercício do poder pertencessem essencialmente ao universo masculino. Embora transformações sociais tenham ocorrido, persistem estereótipos que associam a empatia à feminilidade e a dominância ou assertividade ao masculino. Assim, comportamentos semelhantes continuam a receber avaliações distintas conforme o gênero de quem os manifesta.

A empatia é compreendida como a capacidade de perceber pensamentos e sentimentos alheios e de responder a eles de modo adequado. Pode assumir dimensão cognitiva, relacionada ao reconhecimento das emoções e à adoção da perspectiva do outro, e dimensão afetiva, que envolve reação emocional diante das experiências de alguém. Pesquisas mostram que, em média, mulheres tendem a obter pontuações mais altas em instrumentos que buscam mensurar essa habilidade, o que levou parte da comunidade científica a investigar possíveis fundamentos biológicos para tal diferença.

Alguns estudos sugerem que a exposição a hormônios durante a gestação influenciaria o desenvolvimento de determinadas competências. Níveis mais elevados de certos hormônios no período pré-natal foram associados a melhor desempenho em tarefas de identificação de padrões e, de forma inversa, a resultados mais baixos em testes de empatia. Ainda assim, admite-se que habilidades como empatia e sistematização resultam de interação complexa entre fatores biológicos e sociais, não podendo ser explicadas por um único elemento.

Outros pesquisadores contestam interpretações deterministas. Levantamentos realizados em diversos países indicam que as diferenças médias entre homens e mulheres são relativamente pequenas e variam conforme o contexto cultural. Além disso, a variação interna de cada grupo costuma ser maior do que a diferença entre eles. Análises com bebês não identificaram distinções significativas quanto à atenção às expressões faciais ou à sensibilidade ao choro alheio, o que enfraquece a ideia de predisposição inata diferenciada por sexo.

Estudos genéticos de grande escala apontam que fatores hereditários explicam apenas parte reduzida da variação empática entre indivíduos e não apresentam vínculo direto com o sexo. Esses achados reforçam a importância do ambiente e das experiências sociais no desenvolvimento dessa capacidade.

Desde a infância, meninas frequentemente são incentivadas a valorizar emoções e a priorizar necessidades alheias, enquanto meninos tendem a ser orientados para atividades técnicas ou instrumentais. A repetição dessas expectativas ao longo do tempo contribui para moldar comportamentos. Pesquisas também indicam que o exercício do poder pode diminuir a sensibilidade empática, aspecto relevante em contextos marcados por desigualdades históricas de autoridade.

A empatia, contudo, mostra-se uma habilidade passível de desenvolvimento. Estudos neurológicos demonstram que homens e mulheres apresentam respostas cerebrais semelhantes diante de estímulos emocionais, embora diferenças apareçam quando avaliam a si próprios por meio de questionários. Quando informados de que homens também podem ser sensíveis e cuidadosos, seus resultados tendem a se aproximar dos das mulheres. Incentivos externos igualmente aumentam o desempenho empático em ambos os grupos, o que indica influência das expectativas sociais e da motivação.

Experimentos revelam que diferenças desaparecem conforme as condições de estímulo. Em determinadas tarefas de inferência emocional, mulheres apresentam maior precisão sobretudo quando são estimuladas a refletir previamente sobre seus próprios sentimentos; na ausência desse estímulo, a discrepância não se mantém. Esses dados sugerem que avaliações baseadas em autorrelato estão sujeitas a vieses sociais.

Observa-se, entretanto, mudança gradual na valorização das habilidades emocionais. A ampliação da participação masculina em responsabilidades de cuidado e a revisão de modelos tradicionais de masculinidade indicam transformações em curso. O conjunto das evidências sugere que a empatia não constitui atributo rigidamente determinado pelo sexo, mas capacidade desenvolvida ao longo da vida, influenciada por fatores biológicos, sociais e culturais, bem como pelas expectativas presentes e cada contexto.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yqxp9v87go.adaptado.
Observa-se, entretanto, mudança gradual na valorização das habilidades emocionais.
Transformando a frase na voz passiva analítica, tem-se como alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4053153 Português
Diversas cidades brasileiras preservam construções que representam períodos importantes de sua história. Igrejas, casarões e prédios públicos antigos revelam características arquitetônicas que ajudam a compreender transformações sociais, econômicas e culturais ocorridas ao longo do tempo. Em municípios sertanejos como Pão de Açúcar, edificações religiosas e estruturas urbanas tradicionais compõem o conjunto do patrimônio cultural material local. Nesse contexto, indique a alternativa que cita CORRETAMENTE a principal relevância das edificações históricas para o patrimônio cultural? 
Alternativas
Q4053147 Português
Cidades históricas brasileiras preservam construções que representam períodos importantes de sua formação social e cultural. Em municípios do interior nordestino, igrejas, casarões antigos e prédios públicos tradicionais constituem referências arquitetônicas que ajudam a compreender a evolução urbana e a organização da sociedade ao longo do tempo. Em Pão de Açúcar, algumas dessas edificações tornaram-se símbolos locais. Nesse contexto, encontre entre as opções abaixo a principal função do patrimônio arquitetônico histórico para uma comunidade e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4053144 Português
Conhecido como um dos principais rios brasileiros, o Rio São Francisco atravessa diferentes regiões do país e exerce papel relevante na história econômica e social do Nordeste. Cidades ribeirinhas desenvolveram-se ao longo de suas margens, beneficiando-se de atividades como transporte fluvial, pesca e agricultura irrigada. O município de Pão de Açúcar encontra-se inserido nesse contexto histórico e geográfico. Considerando a importância desse rio para diversas localidades nordestinas, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
(__) A presença do rio não possui qualquer influência na economia das cidades ribeirinhas.
(__) O Rio São Francisco contribuiu historicamente para o transporte e o comércio regional.
(__) O rio possui importância para o abastecimento de água em diversas localidades.
(__) Atividades pesqueiras podem ocorrer em áreas influenciadas pelo rio.
(__) A navegação fluvial não teve relevância histórica para o interior nordestino.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4053143 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material que fosse descartado de maneira comum."
Analise a classificação da oração iniciada pelo 'que' em "que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola..." e identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4053142 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil."
Analise a concordância verbal e nominal do trecho acima e de outros contextos, assinalando V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__) O verbo 'desenvolver' está adequadamente flexionado no plural, pois apresenta sujeito composto formado por dois núcleos. Em outras construções com sujeito composto, o verbo pode permanecer no singular ou passar para o plural, se os núcleos forem dispostos de maneira gradativa, como em 'A picada, a coceira, o mal-estar deixou-a nervosa ou '... deixaram-na nervosa'.
(__) Com sujeito representado por 'cada um' o verbo deve ficar no singular, como em 'Cada um dos alunos participou da apresentação do projeto do aluno de Goiás'.
(__) As construções 'Via nele nunca destemidos valor e coragem' e 'Sereno se mostravam o ar e o céu' apresentam concordâncias nominal e verbal adequadas.
(__) Com expressões de porcentagem, se o termo preposicionado estiver deslocado, a concordância se faz com o número expresso, como em 'Da turma, 10% faltaram às aulas'. No entanto, se o verbo vier posposto à expressão, a concordância pode ocorrer de duas formas, com em 'Hoje, 20% dos alunos já participam de projetos sobre sustentabilidade' ou 'Hoje, 20% dos alunos já participa de projetos sobre sustentabilidade'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q4053141 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade." Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas a seguir e marque com V, as afirmativas verdadeiras, ou com F, as falsas.
(__) O vocábulo 'Goiás' recebe acento pela regra das palavras em que a vogal tônica forma hiato com a vogal anterior.
(__) O vocábulo 'pública' recebe acento de acordo com a mesma regra que acentua palavras como 'crisântemo', 'ávido' e 'ínterim', todas acentuadas corretamente por serem proparoxítonas.
(__) O acento na palavra 'cana-de-açúcar' está correto, assim como do vocábulo 'porta-jóia'.
(__) O vocábulo 'para', quando usado como forma verbal, perdeu o acento com o Novo Acordo Ortográfico. A palavra 'agúo' também sofreu alteração: antes levava acento no 'u', e agora pode ser escrita sem acento no 'u' ('aguo') ou com acento no 'a' ('águo').

Identifique a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q4053140 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
Considerando o texto sobre o projeto desenvolvido por uma professora e um aluno da rede pública de Goiás, que transformou o bagaço da cana-de-açúcar em tecido com potencial para produção têxtil, identifique a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4053139 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás."
Considerando o uso do hífen no vocábulo 'cana-de-açúcar', bem como sua adequada justificativa e a aplicação desse recurso em outras palavras alheias ao contexto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__) O vocábulo 'cana-de-açúcar' encontra-se corretamente grafado com hífen, pois, embora as locuções substantivas, em regra, não sejam hifenizadas, trata-se de uma exceção. Por sua vez, 'café da manhã' e 'fim de semana' constituem locuções devidamente grafadas sem o emprego de hífen.
(__) Os vocábulos 'hiper-raivoso' e 'super-rico' estão corretamente grafados com hífen, uma vez que, com esses prefixos, utiliza-se esse sinal quando o elemento seguinte se inicia por 'r'. De igual modo, o hífen é corretamente empregado nos compostos 'supra-auricular' e 'contra-almirante', apesar de regra distinta.
(__) Os vocábulos 'antissemita', 'contrarregra' e 'semirreta', que, antes do Novo Acordo Ortográfico, eram grafados com hífen, passaram a ser corretamente escritos sem esse sinal.
(__) Os vocábulos 'girassol', 'mandachuva' e 'paraquedas' estão corretamente grafados sem hífen, por se tratarem de compostos que, em certa medida, perderam a noção de composição, razão pela qual são escritos de forma aglutinada.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q4053138 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material."
Com base na análise sintática, julgue as afirmativas a seguir:
I. A forma verbal 'foram' encontra-se no plural em razão de concordar com um termo essencial da oração, representado por dois núcleos, diferentemente da construção 'É bom resolver o problema', em que o sujeito não está determinado na frase.
II. O verbo 'haver' apresenta comportamento intransitivo, uma vez que integra uma locução verbal e, de forma isolada, não estabelece relação de transitividade, atuando apenas como verbo auxiliar do verbo 'desenvolver'.
III. O pronome relativo 'que' em 'que levaram...' exerce a mesma função sintática do pronome 'a', considerando o verbo 'falar', na construção 'Mandei-a falar com o responsável pela venda'.
IV. A expressão 'tecido' exerce a mesma função sintática do pronome 'que' na frase 'O livro que eu li é genial!'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053137 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

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"O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos, afirmou."
Considerando as classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'poucos' determina o substantivo 'recursos', exprimindo ideia de quantidade indefinida e reduzida, o que denota escassez. Em outros contextos, o vocábulo pode ocorrer de forma invariável, assumindo função adverbial, como em 'Por favor, me dê um pouco de pudim', indicando pouca quantidade de algo.
II. Em razão da evolução histórica da língua, os substantivos terminados em '-ão', não seguem uma única regra de formação do plural, podendo apresentar três desinências distintas. No caso de 'seleção', admite-se apenas o plural 'seleções', ao passo que o vocábulo 'vilão' admite as formas 'vilãos', 'vilões' e 'vilães'.
III. A forma verbal 'acreditava' ao ser transportada para o pretérito perfeito do indicativo resultará em 'acreditou'. Do mesmo modo, o verbo 'intervir' assume, nesse mesmo tempo e modo verbal, a forma 'interviu', como em 'A professora interviu no caso.
IV. A palavra 'jovem' exemplifica que qualquer vocábulo, quando empregado de forma material, pode ser substantivado, passando a submeter-se às regras de flexão e de derivação próprias dos substantivos; o mesmo observa-se em 'Os nãos já temos'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053136 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

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"Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada."
Regência é o processo sintático pelo qual uma palavra determinante subordina uma palavra determinada. Com base nisso, analise as afirmativas sobre a regência dos verbos presentes no trecho, bem como daqueles observados fora desse contexto.
I. O verbo 'levar', no trecho, atua como bitransitivo, apresentando um complemento direto e outro indireto.
II. O verbo 'poluir' é geralmente intransitivo, como apresentado no trecho, mas pode aparecer como bitransitivo, como na construção: 'O indivíduo tentou poluir a imagem do seu oponente'.
III. O verbo 'assistir', no sentido de 'ajudar', 'prestar socorro' ou 'assistência', 'servir' ou 'acompanhar', pode reger tanto objeto direto quanto objeto indireto. Assim, são aceitas, segundo a norma-padrão, as construções: 'O médico assistiu o doente' ou 'O médico assistiu ao doente'.
IV. O verbo 'adorar' exige objeto indireto, como nas construções 'Ela lhe adora muito' e 'Eu adoro a Deus'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053135 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade."
Considerando o processo de formação da palavra 'realidade' e de outros vocábulos fora do contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'realidade' apresenta um elemento mórfico destituído de autonomia na língua, denominado sufixo, cuja função é formar uma nova palavra, emprestando à base uma ideia acessória e indicando a categoria gramatical a que pertence.
II. A derivação é o processo de formação de palavras a partir de uma base primitiva por meio do acréscimo de afixos, que podem ser classificados em prefixos ou sufixos. Por exemplo, o vocábulo 'infra-assinado' é formado pelo prefixo 'infra-', que transmite a ideia de 'abaixo'.
III. Os sufixos '-ico', '-ejo', '-acho' e '-zito' são diminutivos que, além de expressarem valor afetivo, podem, em certos contextos, transmitir sentido pejorativo. Exemplos de palavras formadas por esses sufixos incluem: 'namorico', 'lugarejo', 'riacho' e 'amorzito'.
IV. Os vocábulos 'entardecer', 'amaldiçoar' e 'atualizar' são formados pelo mesmo processo de formação de palavras.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4053133 Inglês
In the sentence “[...] to date, that has not happened” (l. 33-34), the author uses the Present Perfect because:
Alternativas
Q4053132 Inglês
In the excerpt “Most are being bought privately through online pharmacies” (l. 10), the word “through” is used to indicate:
Alternativas
Q4053131 Inglês
Consider the following sentence: “People lose more weight if they have this variant” (l. 23). This is an example of a: 
Alternativas
Q4053130 Inglês
In the sentence “While genes may play a relatively modest role” (l. 06), the modal verb “may” expresses:
Alternativas
Q4053129 Inglês
Which word is a synonym for “modest” in the context of “a relatively modest role” (l. 06)? 
Alternativas
Q4053128 Inglês
Mark the alternative in which the word “picture” is used with the same meaning as in “genetics is only one part of a much more complex picture” (l. 35-36).
Alternativas
Respostas
6541: B
6542: C
6543: E
6544: E
6545: A
6546: E
6547: D
6548: B
6549: E
6550: A
6551: A
6552: E
6553: A
6554: A
6555: C
6556: C
6557: A
6558: D
6559: D
6560: D