Questões de Concurso
Para letras
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Considerando as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa, assinale a alternativa CORRETA:
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Quando a professora do 5º ano interrompe a leitura compartilhada de uma fábula para que a turma confirme ou reformule, oralmente, as previsões feitas a partir do título, ela converte a leitura em processo de verificação de hipóteses, o que favorece a compreensão.
PORQUE
II. Na perspectiva de Isabel Solé, ler é um processo de interação entre leitor e texto, no qual o leitor, orientado por seus objetivos e conhecimentos prévios, formula previsões e as controla ao longo da leitura.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA.
No exercício de suas atribuições, um Oficial de Administração precisou elaborar um comunicado interno para informar sobre a alteração do horário de atendimento de um setor. Para que o documento esteja de acordo com os princípios da redação oficial, o texto deve ser __________, evitando opiniões pessoais, ambiguidades e informações desnecessárias.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do enunciado.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
"Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo."
Analise as reescritas a seguir e assinale aquela que não mantém o sentido essencial do trecho.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
Considerando a regência do verbo ''convidar'', analise as asserções seguintes.
I. No trecho, o verbo ''convidar'' é empregado com valor semântico de incentivo à reflexão, apresentando regência transitiva indireta
PORQUE
II. O verbo ''convidar'' apresenta o objeto indireto representado pelo pronome oblíquo ''nos'', e é seguido de uma oração reduzida de infinitivo introduzida pela preposição ''a'', estrutura que reforça essa classificação.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
Com base no texto sobre ética e inclusão no atendimento, marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas.
(__) O texto defende que a eficiência no serviço público não deve ser compreendida apenas como a resolução objetiva de demandas, mas também como a consideração da dimensão humana presente no atendimento.
(__) A expressão ''impessoalidade correta'' sugere uma crítica à ideia de que a ausência de adaptações às singularidades de cada pessoa pode, em determinadas situações, produzir um atendimento insuficiente ou incompleto.
(__) Segundo o texto, tratar todas as pessoas exatamente da mesma maneira, independentemente das circunstâncias, é sempre a forma mais adequada de garantir igualdade.
(__) De acordo com o texto, respeitar as singularidades significa conceder privilégios individuais, permitindo que algumas pessoas tenham tratamento diferenciado em relação às demais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Ética e inclusão: Atender com respeito às singularidades
Respeitar singularidades não é um favor; é um dever ético. A escuta com atenção, o olhar cuidadoso ao outro e a recusa a qualquer forma de discriminação são a base de um serviço público verdadeiramente ético e inclusivo.
Você já parou para pensar no que significa, de fato, atender o outro com respeito? Não se trata apenas de um bom dia educado ou de seguir um roteiro. Trata-se de enxergar a pessoa à nossa frente, seja ela um cidadão que busca um serviço, um colega de trabalho ou uma pessoa que trabalha conosco, em sua totalidade, com suas vivências, limitações e qualidades.
A ética pública nos convida a ir além da impessoalidade correta. Ela nos chama à escuta com atenção: aquela que não interrompe, não julga antes da hora e não impõe soluções padronizadas. O trabalho com pessoas, praticado todos os dias por todo servidor público, exige respeito à individualidade, ao ritmo, ao jeito de cada um, exige ajustes às necessidades e limitações.
Quantas vezes, no atendimento ao público, chamamos uma demanda de "difícil" apenas porque fugia do roteiro? Quantas vezes, na relação entre servidores, colocamos a hierarquia acima do respeito, a ponto de silenciar o outro? E nas Comissões de Ética, quantas diferenças podem passar despercebidas se não houver um olhar atento e sensível às diferentes realidades, de gênero, raça, deficiência, neurodiversidade, crença ou situação familiar? A honestidade, a cortesia, a boa-fé e a eficiência só se realizam plenamente quando somamos a inclusão como valor presente em tudo. Isso significa adaptar a linguagem, oferecer tempo e espaço para que o outro se expresse, e evitar atitudes de superioridade ou discriminatórias — ainda que sem querer.
Para as Comissões de Ética, esse cuidado é ainda mais importante. Suas funções exigem uma postura respeitosa e justa, mas também sensibilidade para compreender o contexto de quem fala. Um servidor com deficiência auditiva pode não responder a um comando falado de imediato; uma pessoa em situação de rua pode ter dificuldade de se expressar de forma mais formal; um colega autista pode entender instruções de forma literal. Acolher essas diferenças não é "dar tratamento privilegiado", é garantir a igualdade de tratamento naquilo que é essencial, respeitando o que é particular de cada um.
Para as autoridades mais altas, o chamado é ainda mais forte, é obrigatório: a hierarquia não dispensa o respeito. Pelo contrário, exige ainda mais responsabilidade na forma de cobrar resultados, de ouvir opiniões contrárias e de reconhecer os próprios erros de julgamento. Um gestor que não respeita as diferenças de sua equipe gera medo, adoecimento e prejudica não só o ambiente de trabalho, mas a confiança na instituição.
Neste mês, fazemos um convite à reflexão.
Minhas atitudes, palavras e decisões demonstram escuta ativa e respeito às diferenças?
Estou atento(a) a situações em que, mesmo sem intenção, padronizo expectativas e desconsidero as diferenças das pessoas?
Como posso contribuir para que o ambiente de trabalho e o atendimento ao público sejam espaços de acolhimento e igualdade?
A ética pública não se resume ao cumprimento de leis e regras. Ela se vive na relação concreta com o outro, em como pedimos desculpas por um erro e como aprendemos com quem é diferente de nós. E a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, de compreender suas motivações, limitações e emoções, é ferramenta essencial para uma conduta verdadeiramente íntegra, ética e inclusiva. Sem empatia, o trato neutro vira frieza; a hierarquia, autoritarismo; a regra, obstáculo.
Cabe a nós reafirmar nosso compromisso permanente com a ética, a integridade e o respeito nas relações institucionais, reconhecendo que empatia não é fraqueza e inclusão não é excesso de tolerância, mas o reconhecimento "do outro" como parte legítima da relação. Que a escuta com atenção e o respeito às diferenças sejam nossa referência. Assim, o serviço público se fortalece, e o Brasil avança com ética para todos.
Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. A expressão ''essas diferenças'' retoma, de forma anafórica, o conjunto de situações mencionadas anteriormente no período (a respeito do servidor com deficiência auditiva, da pessoa em situação de rua e do colega autista).
II. Os pontos e vírgulas empregados entre os três exemplos citados cumprem função equivalente à da conjunção ''e'', articulando os exemplos como itens de uma mesma enumeração.
III. A oração ''não é dar tratamento privilegiado'' estabelece relação de causa em relação à oração seguinte, justificando por que é necessário garantir a igualdade de tratamento.
IV. O pronome ''que'' em "naquilo que é essencial" e o pronome ''que'' em ''o que é particular'' exercem a mesma função sintática, retomando, em ambos os casos, o mesmo termo antecedente.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.