Questões de Concurso Para letras

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Q4051229 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Com base nas regras de regência e concordância verbal, assinale a alternativa em que a frase está corretamente redigida. 
Alternativas
Q4051228 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

De acordo com as normas ortográficas vigentes sobre o emprego do hífen, assinale a alternativa em que a palavra está grafada corretamente.
Alternativas
Q4051227 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Segundo o texto, assinale a alternativa correta em relação à fabricação de vinhos.
Alternativas
Q4051226 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

De acordo com o texto, sobre a fabricação de vinho, analise as assertivas abaixo:
I. Com base em estudo recente publicado na Nature Communications, pesquisadores afirmam que a mesma espécie de planta foi identificada há 600 anos, durante o século XV.
II. Pesquisas genéticas com linhagens de clones permitem comparar o perfil degustativo dos vinhos de civilização passadas com as variedades que são produzidas atualmente.
III. Uma pesquisa recente indica que o aprimoramento genético e o cultivo controlado de videiras têm sido praticados pelos seres humanos na área em que hoje é a França.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4051225 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
“O vinho é uma bebida essencial para diferentes civilizações ___ milhares de anos”.
“___ medida que as sociedades se desenvolveram, o cultivo da uva também passou por transformações importantes”. 
“o estudo foi capaz de traçar a trajetória das uvas na Europa ___ partir da análise de quase 50 sementes”. 
Alternativas
Q4051224 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

O vocábulo “que”, na linha 10 do texto, refere-se a: 
Alternativas
Q4050743 Literatura
Durante uma discussão sobre movimentos literários, um estudante afirma que o Realismo e o Naturalismo podem ser confundidos porque ambos se afastam da idealização romântica e se aproximam da observação crítica da sociedade. Para diferenciar adequadamente esses movimentos, a explicação mais precisa é: 
Alternativas
Q4050742 Literatura
Em uma análise de teoria literária, um poema é descrito como composto por versos decassílabos, organizados em dois quartetos e dois tercetos, com esquema de rimas regular. Além disso, o eu lírico desenvolve uma reflexão de tom elevado, em linguagem trabalhada e com forte preocupação formal. A descrição aponta para uma composição conhecida como: 
Alternativas
Q4050741 Literatura
Um Professor propõe a leitura comparada de textos literários brasileiros e pede que os estudantes observem não apenas o tema, mas também a forma de construção estética. Em um dos textos, há regularidade métrica, vocabulário preciso, preferência por descrição objetiva e distanciamento emocional; em outro, há musicalidade intensa, sugestão de sentidos, imagens vagas e valorização da dimensão espiritual e sensorial da linguagem. As características descritas correspondem, respectivamente, a tendências associadas ao: 
Alternativas
Q4050740 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, a expressão inicial Sem um ambiente acolhedor estabelece, no contexto, uma circunstância de: 
Alternativas
Q4050739 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a sintaxe de trechos retirados do texto:

I. Em o estudo mapeou comportamentos, o termo comportamentos exerce função de objeto direto.
II. Em A violência física também é uma realidade assustadora, a expressão uma realidade assustadora exerce função de predicativo do sujeito.
III. Em o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, os termos pelo medo e pela exclusão exercem função de agente da passiva.

Está(ão) CORRETA(S) 
Alternativas
Q4050738 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No trecho A frequência desses episódios é alarmante, a estrutura sintática do período apresenta: 
Alternativas
Q4050737 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Ao mencionar que o ambiente escolar deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, mas tem se tornado palco de agressões sistemáticas, o texto estabelece uma oposição que contribui para: 
Alternativas
Q4050736 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
A presença de percentuais como 68%, 52%, 31%, 86%, 90%, 34% e 38% cumpre papel relevante na construção argumentativa do texto, pois:

I. Demonstra que a violência de gênero ocorre em situações raras, mas ganha destaque por envolver temas sensíveis no debate educacional contemporâneo.
II. Confere concretude à denúncia apresentada, mostrando que o problema possui recorrência expressiva e afeta diferentes grupos no ambiente escolar.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4050735 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
O texto constrói sua argumentação a partir da articulação entre dados de pesquisa, descrição do ambiente escolar e fala de especialista. Esse conjunto de elementos permite compreender que a violência de gênero na escola é apresentada como: 
Alternativas
Q4050734 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores, a expressão destacada exerce, em relação ao verbo, a função sintática de: 
Alternativas
Q4050733 Inglês
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Identify the two correct and two wrong interpretations of the phrasal verbs used in the text and mark T (true) and F (false).

( ) The phrasal verb "lined up" in the first paragraph indicates that the upcoming books are physically standing in a straight queue at the printing press.
( ) The expression "gotten in on" in the third paragraph suggests that Penguin Books has started participating in the same profitable trend that the British Library began.
( ) The expression 'lined up' is used idiomatically to indicate that more volumes are scheduled or prepared for future release.
( ) The term "back in" in the final sentence is used to describe the physical movement of a book being placed inside a prínting machine.

Which alternative CORRECTLY fills in the above? parenthesis 
Alternativas
Q4050732 Inglês
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
Regarding the collocation "back in print,, in the final paragraph, analyze the statements below:

I. It functions as a technical shorthand in the literary world; it specifically emphasizes the availability of the content to the general public rather than the physical act of pressing ink onto paper.
II. It signals to the reader that the work has returned to the "active" catalogue of a publisher, making it a crucial term for libraries and book collectors to identify titles that are no longer "rare" or "out of print."
III. The author uses "back in print" as a prepositional collocation to indicate the specific medium of the reissue.

The CORRECT statements are: 
Alternativas
Q4050731 Inglês
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
In the final paragraph, the author uses the structure "(seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series". Regarding the punctuation and typography in this excerpt, mark the CORRECT alternative. 
Alternativas
Q4050730 Inglês
Round Up: New William Hodgson Editions

    The British Library's Tales of the Weird series has arguably been leading the charge in the mainstream reissuing of classic and obscure weird works, issuing thoughtfully curated collections on a near-monthly basis since July 2018. At time of writing, there have been over 60 volumes released under this imprint, with many more lined up.
    Not only was a collection of William Hope Hodgson's short stories an early inclusion (The Weird Tales of William Hope Hodgson, April 2019), but Hodgson is unique in having had two of his novels issued in the same line The House on the Border/and (October 2023) and The Níght Land (May 2024), both with an introduction by Ann VanderMeer. Only a handful of novels have been published in the Tales of the Weird series (the vast majority oÍ volumes are short story collections), so it is remarkable that two of WHH's novels have been chosen for inclusion.
    Penguin books have recently gotten in on the action, launching their own Penguin Weird Fiction range in October last year. Five books were published simultaneously - Hodgson's The House on the Borderland again being included - all with cover art "inspired by 1970s Penguin genre paperbacks". This isn't the first time Borderland has been published by Penguin: it was included as part of their (seemingly inconsistently labelled) Red Classics / Gothic Classics series back in 2008. At any rate, it's great to see Hodgson back in print with such a high profile publishing house.

Fonte: https://hodgsoniana.wordpress.com/2025 /06/25 /round-up-newhodgson-editions/
In the first paragraph, why does the author use the phrasing "there have been over 60 volumes released" instead of simply saying "the library released 60 volumes in 2018"? 
Alternativas
Respostas
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