Questões de Concurso Para letras

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Q4055900 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Assinale a alternativa em que ocorre o processo de formação de palavras chamado composição. 
Alternativas
Q4055899 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Qual dos verbos destacados abaixo se encontra no presente do subjuntivo?
Alternativas
Q4055898 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

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Assinale a alternativa com a palavra que não faz parte do campo semântico da palavra envelhecimento:
Alternativas
Q4055897 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

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Assinale a alternativa que não apresenta um problema dos filhos com os pais idosos.
Alternativas
Q4055896 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

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Assinale a alternativa com causa não informada no texto para a forma como os filhos lidam com o envelhecimento dos pais. 
Alternativas
Q4055895 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
De acordo com o texto, a responsabilidade filial: 
Alternativas
Q4055894 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Marque a opção correta sobre o tema do texto. 
Alternativas
Q4055818 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

 A norma-padrão prevê regras sintáticas de concordância. Algumas dessas regras possuem relação a sujeitos compostos e aos verbos impessoais, que são armadilhas linguísticas comuns. Nesse sentido, analise a seguinte adaptação de trecho: "Havia muitos jovens rindo. Se não ____tantas queixas precoces de memória na juventude, os relatos esporádicos das consultas talvez ____o médico formado. Logo, na medicina atual, ___ ser tomados e aplicados novos culdados redobrados com a mente dos jovens".
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4055817 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

 O fragmento da oração Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina atua na estruturação do período em que se insere. Com base nisso, analise as asseftivas abaixo acerca de suas classificações sintáticas e estrutu rais:
I. Trata-se de uma oração subordinada adverbial reduzida de particípio que desempenha a função exclusiva de agente da passiva do verbo levantar.
II. A estrutura preposicionada por cerca de 500 estudantes de Medicina exerce a função sintática de agente da passiva em relação à forma verbal no particípio que a antecede.
III. A oração de particípio possui um valor de adjetivo, funcionando no período de forma explicativa em relação ao termo subsequente referente à plateia.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4055816 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

A explicação das causas da perda de rnemoria poderla levantar questionamentos formais diretos em um arligo cientíÍico. Considere a adaptação das ideias do texto na estrutura a seguir: "O especialista questionou ___ os estudantes reclamavam tanto de suas memorias. Afinal, as queixas frequentes surgem____ há um inegável excesso de estímulos e de informaçôes na atualidade. Resta aos estudiosos descobrirem o ___de tamanha alteração cognitiva".


Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas 

Alternativas
Q4055815 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

No texto base, o vocábulo naturalidade deriva de um adjetivo e exprime uma qualidade ou um estado. Acerca do processo de formação desse vocábulo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4055814 Português

Para responder à questão.


Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje


 Perguntei quantos achavam que a memória estava pior. Formada por cerca de 500 estudantes de Medicina, mais da metade da plateia levantou a mão. Comentei que se tratava de uma epidemia de Alzheimer juvenil. Eles riram.

Perda de memória talvez seja a queixa mais frequente nas consultas médicas de hoje. No passado, esse fenômeno ficava restrito aos poucos que insistiam em viver mais do que 70 ou 80 anos. Todos encaravam com naturalidade os avos que repetiam cinco vezes a mesma pergunta e passavam o dia à procura de objetos deixados sabe Deus onde.

Em linhas gerais, existem dois grandes grupos de memórias: as de longa e as de curta duração, também chamadas de memória de trabalho.

As primeiras persistem por décadas ou pelo resto da vida, especialmente quando são gravadas em momentos de forte emoção. Razão pela qual não esquecemos o lugar em que estávamos ao receber a notícia da morte de um ente querido ou da queda das Torres Gêmeas, em Nova York, ou da rua em que nos roubaram o celular.

A memória de trabalho, ao contrário, é descartável, grava por pouco tempo os acontecimentos que nos ajudam a tocar a rotina diária. Por exemplo, lembro que deixei um copo de água na mesa ao lado ou que fiquei de telefonar para minha irmã ao meio-dia ou que preciso lavar a xícara do café que acabei de tomar. Depois de executadas essas tarefas, tais lembranças serão varridas do cérebro, de modo a deixar espaço livre para outras.

No caso dos mais velhos, há várias causas. Entre elas, o envelhecimento cerebral, o volume crescente de informaçÕes armazenadas no decorrer dos anos, a dificuldade de encontrar espaço livre no hardware para arquivá-las e o desgaste na produção de neurotransmissores essenciais.

Esses fenômenos, no entanto, não explicam a epidemia de desmemoriados jovens. Como em pessoas de 20 ou 30 anos são muito raras as degenerações neurológicas, é bem provável que a causa do problema esteja ligada à falta de atenção. São tantos os estímulos simultâneos a que estão submetidas, que esse requisito fundamental para a consolidação de memórias se perde.

Num trabalho conduzido anos atrás, pesquisadores submeteram jovens universitários a uma bateria de testes de atenção, em três situaçóes distintas. Na primeira, eles deixavam o celular fora da sala em que os testes seriam aplicados; na segunda, entravam com o celular, que desligavam antes de começarem a responder; na terceira, o celular permanecia ligado durante a realização dos testes.

Os maiores índices de acertos ocorreram quando os celulares ficavam do lado de Íora. Os piores, quando permaneciam ligados. Os testes aplicados quando os aparelhos estavam ao alcance das mãos, mas desligados, apresentaram resultados interrnediários. Quer dizer, a simples presença do celular já e capaz de desviar a atenção. A seleção natural não moldou o cerebro humano para dar conta da infinidade de desafios cognitivos impostos pela vida online. Se lembrarmos que os mesmos fatores de risco estão por trás das crises de ansiedade e de depressão que afligem crianças e adultos de todas as idades, concluiremos que não está fácil preservar a sanidade mental no mundo de hoje.


Adaptado de. https://gauchazh clicrbs.com.brlcolunistas/drauziovarella/n ot icial2026/04/perda-de- memoria -talvez-seja -a - q u eixa -ma is - f requente-nas consultas-medicas-de-hojecmoa7waeg00wi01 5b4bb5wsc8.html

 O texto estabelece um contraste temporal e geracional na abordagem dos problemas de esquecimento. Com base na leitura global, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q4055807 Redação Oficial
O manual normativo sobre a escrita oficial do Poder Público aponta os atributos e as diretrizes fundamentais para a elaboração e padronização de documentos, como ofícios e memorandos. Considerando isso, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) Em comunicações oficiais, está abolido o uso de pronomes de tratamento e invocações como Digníssimo (DD) e Ilustríssimo (llmo.).
( ) Para o envio de comunicações oficiais a autoridades de mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos, utiliza-se o fecho "Respeitosamente".
( ) Os pronomes de tratamento, nas comunicações oficiais, exigem que a concordância verbal ocorra na terceira pessoa.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 
Alternativas
Q4055805 Redação Oficial
A redação oficial estabelece parâmetros estruturais para garantir que a comunicação da Administração Pública e a organização técnica no serviço de secretaria sejam diretas, claras e eficazes, favorecendo a transparência ao público interno e externo. Diante disso, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4055722 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.






 Considerando as regras normativas sobre conjunções, a partir das frases interpretativas da charge, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4055721 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.






A leitura e a compreensão da charge dependem da coerência entre as informações explícitas e ímplícitas, além da estrutura das palavras. Diante disso, analise as assertivas abaixo:


I. A contraposição visual entre as roupas dos meninos atua como um recurso não verbal de argumentação que reforça a desigualdade social no discurso.

II. A palavra VIÉOICO funciona morfologicamente no texto como um adjetivo, servindo para caracterizar o excelente estado de saúde físico e mental da criança.

III. O vocábulo ONTEM exerce a função morfossintática de adjunto adverbial, situando cronologicamente o momento em que os fatos relatados ocorreram


Está CORRETO o que se aÍirma em:

Alternativas
Q4055720 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.






Considerando os aspectos linguísticos do segundo balão de fala, do jovem à direta da charge, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):


( ) A locução verbal ESTAVA TRABALHANDO expressa uma ação de caráter contínuo e prolongado que ocorreu em um momento específico do passado.

( ) O uso da vírgula no trecho justifica-se pela necessidade obrigatória de separar um vocativo de chamamento no interior da oração.

( ) O pronome pessoal EU, presente na oração, atua sintaticamente como o sujeito e marca de forma explícita a primeira pessoa do discurso.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

Alternativas
Q4055719 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.






A articulação das ideias e a retomada de termos na charge dependem do uso de conectivos e de pronomes. Considerando o contraste social retratado na charge, leia o período a seguir:


O menino trabalhador cuja rotina noturna é exaustiva, não tem tempo para planejar o amanhã. Ainda que possua a mesma idade do garoto rico, a exploração rouba seus direitos; por conseguinte, ele vive restrito à sobrevivência imediata.


Os vocábulos em destaque expressam, CORRETA e respectivamente, os valores semânticos de:


Alternativas
Q4055718 Português

Para responder à questão, leia a charge abaixo.






. O texto da charge constrói seu efeito reflexivo fundamentando-se no duplo efeito de sentido gerado pelo emprego da palavra sonhar. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4055632 Linguística

De acordo com Orlandi (2012), a Análise do Discurso estuda como os sentidos são produzidos na linguagem, considerando a relação entre sujeito, história e ideologia. Nesse contexto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.



( ) O objeto discursivo não é dado de forma imediata, sendo construído pelo analista por meio da transformação do discurso empírico em um objeto teórico.


( ) A descrição ocorre após a análise do objeto ter sido realizada até seu esgotamento.


( ) A paráfrase e a metáfora são elementos que permitem certo grau de operacionalização dos conceitos.


( ) O discurso resulta da articulação entre o real, marcado pela descontinuidade, incompletude e contradição, e o imaginário, caracterizado pela unidade, coerência e aparência de sentido estável.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Respostas
5001: A
5002: D
5003: B
5004: B
5005: D
5006: B
5007: D
5008: D
5009: D
5010: A
5011: B
5012: E
5013: A
5014: C
5015: B
5016: D
5017: C
5018: A
5019: C
5020: B