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Para letras
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"Nunca o fotografei. Mas é passaporte de saudade."
(BELL, Lindolf. O código das águas. São Paulo: Global, 1984, p. 32.)
Ao apoiar uma leitura comentada na Casa do Poeta, a interpretação mais consistente do excerto é:
I.Em "mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas", o verbo "encaixar-se" rege o complemento indireto pela preposição "em".
II.O verbo "encaixar-se" pode reger seu complemento também com a preposição "entre", a depender do contexto e do sentido pretendido. É o que acontece em: "Às vezes, as crianças não se encaixam entre nossas expectativas de pais e suas próprias vontades".
III.Em "mas os superprotegemos de cada arranhão", o verbo "proteger-se" (na variação superproteger-se) pede complemento indireto. Nesse caso, o complemento "cada arranhão" está regido pela preposição "de", mas também seria possível a preposição "contra".
É correto o que se afirma em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Considere o seguinte trecho retirado do texto:
"A escola deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual."
Caso a oração seja corretamente reescrita na voz passiva analítica, mantendo-se o sentido e a correção gramatical, obtém-se:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No último parágrafo, o autor afirma que:
"O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela."
A principal estratégia argumentativa utilizada nesse trecho consiste em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Observe o período abaixo.
"Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática."
A expressão destacada "embora indispensável" estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No segundo parágrafo, o autor afirma que "a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica."
A partir dessa afirmação e do contexto global do texto, pode-se inferir corretamente que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Considere o período:
"Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos."
Em relação ao emprego das vírgulas nesse trecho, é correto afirmar que elas foram utilizadas para:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Analise a palavra destacada.
FORTALECIMENTO
Sobre sua formação e estrutura, assinale a alternativa correta.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Observe o trecho:
"Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública."
A expressão "Da mesma forma" estabelece, em relação ao parágrafo anterior, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
No terceiro parágrafo, o autor afirma que "essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente".
Considerando o contexto em que essa expressão foi empregada, assinale a alternativa que melhor traduz o sentido pretendido pelo autor.
TEXTO PARA A QUESTÃO
Em uma sociedade cada vez mais acelerada, é comum que muitas pessoas acreditem que apenas grandes ações sejam capazes de produzir mudanças importantes. No entanto, atitudes simples, praticadas diariamente, podem transformar não apenas a convivência entre os cidadãos, mas também a qualidade de vida de toda uma comunidade.
Quando um morador separa corretamente os resíduos para a coleta seletiva, respeita os espaços públicos ou auxilia um vizinho com dificuldades, está contribuindo para fortalecer valores como solidariedade, responsabilidade e respeito ao bem coletivo. Da mesma forma, servidores públicos que desempenham suas funções com ética, cordialidade e compromisso ajudam a construir uma relação de confiança entre a população e a administração pública.
Embora essas atitudes pareçam pequenas quando analisadas isoladamente, seus efeitos tornam-se significativos quando são repetidos por muitas pessoas. Afinal, uma cidade organizada, limpa e acolhedora não depende apenas do trabalho do poder público, mas também da participação consciente de cada cidadão. Por essa razão, especialistas afirmam que a construção de uma sociedade mais justa exige não apenas investimentos em infraestrutura, educação e segurança, mas também o fortalecimento de valores éticos e do sentimento de pertencimento à coletividade. Assim, compreender que cada ação individual produz reflexos no ambiente em que vivemos representa um dos primeiros passos para o exercício pleno da cidadania.
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: UMBRASIL
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