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Assinale a alternativa em que o emprego da regência verbal está plenamente de acordo com a norma-padrão.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a norma ortográfica vigente.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo
Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.
Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.
O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.
A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.
Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.
Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.
(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/informacao-em-saude-entre -quantidade-qualidade-acesso-e-vinculo/. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo
Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.
Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.
O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.
A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.
Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.
Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.
(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/informacao-em-saude-entre -quantidade-qualidade-acesso-e-vinculo/. Adaptado)
Considere a passagem a seguir:
“É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.” (4o parágrafo)
Assinale a alternativa em que a reescrita da passagem está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo
Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.
Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.
O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.
A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.
Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.
Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.
(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/informacao-em-saude-entre -quantidade-qualidade-acesso-e-vinculo/. Adaptado)
Considere a passagem a seguir:
“Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.” (1o parágrafo)
O trecho destacado pode ser substituído, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, preservando-se o sentido original, por:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo
Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.
Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.
O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.
A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.
Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.
Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.
(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/informacao-em-saude-entre -quantidade-qualidade-acesso-e-vinculo/. Adaptado)
Considere a passagem a seguir:
“O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam.” (3o parágrafo)
As palavras destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, sem alteração do sentido original, por:
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo
Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.
Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.
O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.
A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.
Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.
Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.
(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/informacao-em-saude-entre -quantidade-qualidade-acesso-e-vinculo/. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo
Por décadas, o ecossistema informacional consolidou a crença de que a expansão contínua de informações técnicas e conteúdos especializados sobre saúde seria suficiente para transformar realidades sociais. Os últimos anos, porém, revelaram que, mesmo quando a informação é abundante, acessível e tecnicamente qualificada, ela não necessariamente se converte em compreensão, confiança ou mudança comportamental. Ela depende de contextos, trajetórias culturais, modos de vida e vínculos humanos que moldam a forma como cada comunidade atribui sentido ao conteúdo informacional que recebe.
Durante a pandemia de covid-19, houve uma expansão massiva da circulação de informações em saúde. Essa suposição desconsiderou que cada comunidade lê o mundo a partir de repertórios simbólicos e históricos próprios. Assim, a heterogeneidade de respostas sociais não expõe falhas de compreensão coletiva, mas sim a distância estrutural entre o modo como a informação é produzida e o modo como ela é apropriada nos diferentes territórios. Esse fenômeno torna-se visível também nos debates da crise climática: a circulação de informações técnicas sobre perigo não é suficiente para orientar decisões ou produzir mudanças comportamentais. A comunicação oficial aponta perigos, mas as comunidades se estruturam na permanência social e no pertencimento, que operam como lentes interpretativas historicamente construídas. Portanto, a questão não depende apenas da quantidade, da qualidade ou do acesso à informação técnica e científica divulgada, mas da capacidade de dialogar com a leitura da comunidade sobre o mundo e de articular conhecimento dito científico com o conhecimento social organizado por gerações.
O problema se repete em outros domínios onde dados abundam, mas vínculos escasseiam. Muitos gestores da saúde estão entusiasmados com a expansão de plataformas tecnológicas. Todavia, esquecem algo crucial: grande parte da população e dos profissionais de saúde não se reconhece nessas ferramentas. O acesso a um aplicativo não significa acolhimento, cuidado ou compreensão da mensagem. É nesse ponto que a literacia em saúde baseada no vínculo oferece uma chave conceitual e prática para repensar a circulação da informação.
A literatura tradicional tende a definir literacia em saúde como um conjunto de habilidades individuais: buscar informação em saúde, ler, entender, decidir. No entanto, decisões em saúde não são individuais, mas profundamente afetadas por relações, contextos, histórias e pertencimentos. Disponibilizar e disseminar informação em saúde é insatisfatório. É preciso criar as condições para que ela seja apropriada cognitivamente.
Ao reconhecer que a compreensão e a aceitação da informação dependem de vínculos sociais, essa abordagem permite explicar por que populações vulneráveis respondem de maneira distinta aos mesmos conteúdos informacionais. O vínculo funciona como a ponte que falta entre a disponibilização de informações e a apropriação cognitiva. Com ela, a informação ganha densidade e torna-se capaz de orientar práticas de saúde mais justas, contextualizadas e efetivas.
Essa análise reforça a importância da cooperação nacional e internacional. O diálogo interdisciplinar poderá esclarecer, assim, os elementos em jogo na transposição da informação em conhecimento e prática comportamental, bem como verificar que a informação em saúde não fracassa por falta de quantidade, qualidade ou disponibilidade, mas por falta de vínculo com pessoas reais, em seus territórios, crenças e leituras de mundo.
(Maria Cristiane Barbosa Galvão, “Informação em saúde: entre quantidade, qualidade, acesso e vínculo”. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/informacao-em-saude-entre -quantidade-qualidade-acesso-e-vinculo/. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(André Dahmer. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/tag/historiadobrasil/)
Considere a passagem a seguir:
“Mas você ficará maior com o tempo.” (2º quadro)
Assinale a alternativa em que a reescrita da passagem, com a inserção de um novo argumento, apresenta correlação dos verbos de acordo com a norma-padrão.
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(André Dahmer. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/tag/historiadobrasil/)
Considere a passagem a seguir:
“Não consigo parar. O cigarro é muito maior do que eu.” (1º quadro)
Assinale a alternativa em que a passagem está corretamente reescrita, preservando-se o sentido original e a norma-padrão de pontuação.
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(André Dahmer. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/tag/historiadobrasil/)
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(André Dahmer. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/aricunha/tag/historiadobrasil/)
“Além do código, o outro suporte da mensagem é o canal no qual ela existe. O canal é o elemento no qual a comunicação acontece. A linguagem utilizada nesta função geralmente não diz nada, exceto que o canal da mensagem está ativo. Centrada no canal, é também chamada de função de contato.”
De acordo com Martino (2014), qual é a função descrita no trecho acima?
A concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
• De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos… (1o parágrafo).
• Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira. (2oparágrafo)
As expressões destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Nos trechos do 2o parágrafo “Sempre que o grupo atingia certo porte…” e “Bastante variado era o nível…” as palavras destacadas apresentam, respectivamente, circunstâncias de
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
• … os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). (2oparágrafo)
• Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”. (3o parágrafo)
Os parênteses e as aspas foram empregados, respectivamente, para isolar
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão:
Pesquisadores estimam que o território das chamadas Terras Baixas, a porção a leste dos Andes no continente sul-americano, teria, em 1500, uma população entre 1 milhão e 8,5 milhões de pessoas. Linguistas identificaram mais de 170 línguas faladas por esses povos. Essa imensa variedade linguística leva a algumas discussões sobre os primórdios da ocupação humana na região. De acordo com indícios recentes, os primeiros grupos ali se instalaram há 30 mil anos (ampliando assim a estimativa anterior, de pouco mais de 10 mil anos).
As características comuns a tantos grupos são poucas: quase todos viviam em aldeias autônomas. Sempre que o grupo atingia certo porte, havia divisão, com parte dos moradores se mudando e formando um novo grupo. Desse modo, o governo era exercido apenas na área de domínio de cada aldeia. Bastante variado era o nível de desenvolvimento tecnológico: num extremo, pequenos grupos de coletores migrantes que desconheciam a agricultura, no outro, os chamados cacicados da Amazônia, com dezenas de milhares de indivíduos (no século XVI, para comparação, a população de Madri era de 30 mil pessoas). Como nenhum desses grupos conhecia a metalurgia, as ferramentas de trabalho e os utensílios domésticos eram feitos de pedra e madeira.
Por outro lado, o conhecimento sobre as espécies vegetais era muito avançado. Enquanto os médicos europeus manipulavam algo como uma centena e meia dessas espécies no século XVI, essas populações trabalhavam com cerca de 3 mil delas, e três quartos de todas as drogas medicinais de origem vegetal empregadas atualmente no mundo derivam desse conhecimento nativo. Nenhum dos grupos conhecia a escrita, o que está longe de significar a inexistência de leis. Todos os grupos viviam segundo regras de comportamento precisas, embora não escritas. Para eles, elas se mostravam nos costumes, nos comportamentos prescritos e seguidos por todos. Como dizia Rousseau, “o costume é a maior de todas as leis pois se grava nos corações”.
(Jorge Caldeira. História da riqueza no Brasil, 2017. Adaptado)