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O movimento literário conhecido como_____, que teve em José de Alencar um de seus principais representantes no Brasil, valorizava temas nacionalistas, a idealização da natureza e do indígena, além de uma linguagem marcada pela subjetividade e pela emoção. Em contraposição a essa estética, o_____, influenciado pelo cientificismo e pelo determinismo do século XIX, buscava retratar a realidade de forma objetiva e impessoal, com destaque, no Brasil, para a obra de Aluísio Azevedo. Já em Portugal, o movimento______, representado por autores como Eça de Queirós, também se caracterizou pela crítica social e pela análise objetiva dos costumes da sociedade burguesa.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que aparecem.
Which feature most clearly makes the activity consistent with a communicative approach rather than merely a technology-based lesson?
Consider the following actions:
I.Students read a short text under a reasonable time constraint to identify its overall purpose.
II.Students infer selected unfamiliar words from contextual and morphological clues.
III.Students reread the text to increase automaticity and process larger meaningful units rather than isolated words.
IV.Students translate every unfamiliar lexical item before attempting to identify the main idea.
Which combination is pedagogically consistent with developing reading fluency and comprehension?
"Although the proposal initially drew criticism from several teachers, the revised version eventually gained broad support. What had seemed an unnecessary complication came to be regarded as a useful safeguard against inconsistent assessment practices."
Based on the text, the expression "came to be regarded as" indicates that:
Arrange the stages below in a coherent instructional sequence:
I.Students produce a short spoken response in pairs, using information from the video to defend a position.
II.Students watch once to identify the general topic and communicative purpose.
III.Students use the title and an image from the video to predict possible content.
IV.Students watch again to identify specific evidence and compare it with their initial predictions.
The correct sequence is:
Which characteristic clearly distinguishes the activity as a task rather than a contextualized grammar exercise?
(__)The BNCC approaches English as a lingua franca, recognizing its use among speakers with diverse linguistic and cultural repertoires.
(__)Interculturality is relevant to English teaching because language learning also involves contact with different ways of interpreting and participating in the world.
(__)The curricular perspective privileges approximation to a single native-speaker model as the main criterion for legitimate language use.
(__)Issues such as intelligibility, negotiation of meaning, and plurality of English uses are compatible with the BNCC perspective.
The correct sequence, from top to bottom, is:
I.Had the students received clearer instructions, they might have completed the task differently.
II.Only after the second reading did the students notice the contradiction.
III.Neither the teacher nor the students was prepared to change their interpretation.
Which statements about their grammatical structure are correct?

BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DY>.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta da palavra empregada nos quadrinhos acima.
“Esta é a funcionária ________."
Assinale a alternativa em que as duas expressões propostas preenchem corretamente a lacuna acima, pela norma-padrão.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O papel e o lápis
Uma folha em branco para mim é como um convite para criar e explorar um novo universo! Um lápis de grafite macio é o meu instrumento de construção de uma obra emocional e utópica. É quase impossível descrever o sentimento gerado por apenas estes dois itens diante dos meus olhos, no alcance da minha mão. O papel é representação das possibilidades infinitas. O lápis é a matéria-prima a ser moldada. O desenho é a expressão consumada dos pensamentos profundos, dos esforços e da alma.
Não importa que meus traços sejam infantis, ou toscos, que o tema seja lírico, abstrato ou mesmo natural. Não importa que signifique algo para quem olha e não vê, e também pouco importa que toda a obra seja apenas um ponto. Sou eu naquele papel, são os meus instintos e o peso da minha mão.
Aos poucos os esboços ganham contornos mais definidos. Passam-se os segundos, os minutos e as horas, em alguns, também se passam os dias, os meses e talvez os anos. Na mente, o desenho é dinâmico e mutante. O que antes era apenas um horizonte distante agora é um campo coberto por gramíneas e cravejado de árvores, ao longe se nota o velho casebre e a criação animal. Aos poucos a vida vai brotando da ponta do grafite.
O papel vai ganhando cores imaginárias, mesmo com o matiz de chumbo. O vento balança as folhas e os cabelos e sopra o nosso rosto. O som dos pássaros e dos cascos dos cavalos se faz presente. O cheiro da fumaça que corta o céu, saindo da pequena chaminé, fica impregnado no ar. A estradinha de terra faz o convite para se andar descalço e caminhar até o fim da última curva. As águas cristalinas serpenteiam os vales e refrescam nossos pensamentos com a sua brisa.
A relação entre a obra e o lápis é inversamente proporcional. À medida que os retratos, paisagens ou os subconscientes tomam forma e se definem, o grafite se desfaz na ponta do lápis, aos poucos o corpo longilíneo torna-se mais franzino e pequeno. O lápis e o papel vão tornando-se um, igual a um processo químico, são elementos distintos que ao serem combinados resultam numa mistura perfeita.
(...)
OLIVEIRA, Alice Elaine Teixeira de. O papel e o lápis. Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo. Disponível em <https://claudemirpereira.com.br/2016/04/0-papel-e-o-lapis-por-alice-elaine-teixeira-de-oliveira/>.
A expressão destacada no trecho acima introduz o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O papel e o lápis
Uma folha em branco para mim é como um convite para criar e explorar um novo universo! Um lápis de grafite macio é o meu instrumento de construção de uma obra emocional e utópica. É quase impossível descrever o sentimento gerado por apenas estes dois itens diante dos meus olhos, no alcance da minha mão. O papel é representação das possibilidades infinitas. O lápis é a matéria-prima a ser moldada. O desenho é a expressão consumada dos pensamentos profundos, dos esforços e da alma.
Não importa que meus traços sejam infantis, ou toscos, que o tema seja lírico, abstrato ou mesmo natural. Não importa que signifique algo para quem olha e não vê, e também pouco importa que toda a obra seja apenas um ponto. Sou eu naquele papel, são os meus instintos e o peso da minha mão.
Aos poucos os esboços ganham contornos mais definidos. Passam-se os segundos, os minutos e as horas, em alguns, também se passam os dias, os meses e talvez os anos. Na mente, o desenho é dinâmico e mutante. O que antes era apenas um horizonte distante agora é um campo coberto por gramíneas e cravejado de árvores, ao longe se nota o velho casebre e a criação animal. Aos poucos a vida vai brotando da ponta do grafite.
O papel vai ganhando cores imaginárias, mesmo com o matiz de chumbo. O vento balança as folhas e os cabelos e sopra o nosso rosto. O som dos pássaros e dos cascos dos cavalos se faz presente. O cheiro da fumaça que corta o céu, saindo da pequena chaminé, fica impregnado no ar. A estradinha de terra faz o convite para se andar descalço e caminhar até o fim da última curva. As águas cristalinas serpenteiam os vales e refrescam nossos pensamentos com a sua brisa.
A relação entre a obra e o lápis é inversamente proporcional. À medida que os retratos, paisagens ou os subconscientes tomam forma e se definem, o grafite se desfaz na ponta do lápis, aos poucos o corpo longilíneo torna-se mais franzino e pequeno. O lápis e o papel vão tornando-se um, igual a um processo químico, são elementos distintos que ao serem combinados resultam numa mistura perfeita.
(...)
OLIVEIRA, Alice Elaine Teixeira de. O papel e o lápis. Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo. Disponível em <https://claudemirpereira.com.br/2016/04/0-papel-e-o-lapis-por-alice-elaine-teixeira-de-oliveira/>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
O papel e o lápis
Uma folha em branco para mim é como um convite para criar e explorar um novo universo! Um lápis de grafite macio é o meu instrumento de construção de uma obra emocional e utópica. É quase impossível descrever o sentimento gerado por apenas estes dois itens diante dos meus olhos, no alcance da minha mão. O papel é representação das possibilidades infinitas. O lápis é a matéria-prima a ser moldada. O desenho é a expressão consumada dos pensamentos profundos, dos esforços e da alma.
Não importa que meus traços sejam infantis, ou toscos, que o tema seja lírico, abstrato ou mesmo natural. Não importa que signifique algo para quem olha e não vê, e também pouco importa que toda a obra seja apenas um ponto. Sou eu naquele papel, são os meus instintos e o peso da minha mão.
Aos poucos os esboços ganham contornos mais definidos. Passam-se os segundos, os minutos e as horas, em alguns, também se passam os dias, os meses e talvez os anos. Na mente, o desenho é dinâmico e mutante. O que antes era apenas um horizonte distante agora é um campo coberto por gramíneas e cravejado de árvores, ao longe se nota o velho casebre e a criação animal. Aos poucos a vida vai brotando da ponta do grafite.
O papel vai ganhando cores imaginárias, mesmo com o matiz de chumbo. O vento balança as folhas e os cabelos e sopra o nosso rosto. O som dos pássaros e dos cascos dos cavalos se faz presente. O cheiro da fumaça que corta o céu, saindo da pequena chaminé, fica impregnado no ar. A estradinha de terra faz o convite para se andar descalço e caminhar até o fim da última curva. As águas cristalinas serpenteiam os vales e refrescam nossos pensamentos com a sua brisa.
A relação entre a obra e o lápis é inversamente proporcional. À medida que os retratos, paisagens ou os subconscientes tomam forma e se definem, o grafite se desfaz na ponta do lápis, aos poucos o corpo longilíneo torna-se mais franzino e pequeno. O lápis e o papel vão tornando-se um, igual a um processo químico, são elementos distintos que ao serem combinados resultam numa mistura perfeita.
(...)
OLIVEIRA, Alice Elaine Teixeira de. O papel e o lápis. Complexo Hospitalar Astrogildo de Azevedo. Disponível em <https://claudemirpereira.com.br/2016/04/0-papel-e-o-lapis-por-alice-elaine-teixeira-de-oliveira/>.
Leia o texto a seguir.
Excesso de proteína pode trazer riscos à saúde, alertam especialistas
Sophie Egan
Se você andou pelos corredores de alimentos embalados de um supermercado recentemente, ou deu uma olhada nas atuais diretrizes alimentares dos Estados Unidos, pode ter ficado com a impressão de que, quando se trata de proteína, quanto mais, melhor.
Cereais embalados, pipoca, mistura para panqueca e bebidas de café estão sendo enriquecidos com o nutriente. E a nova pirâmide alimentar invertida, que o governo Trump divulgou em janeiro, destaca a proteína de forma proeminente, com bife, frango e queijo no topo.
Pesquisas sugerem que a maioria dos adultos americanos está consumindo muito mais proteína do que o necessário para uma boa saúde. Uma pesquisa de 2025 com 3.000 adultos americanos mostrou que 71% estavam tentando comer mais proteína. O percentual era de 59% em 2022.
A proteína é um nutriente essencial. Mas [...] não é necessariamente melhor, diz Bettina Mittendorfer, professora de nutrição e fisiologia do exercício na Faculdade de Medicina da Universidade de Missouri. E em alguns casos, comer muito mais do que os especialistas em nutrição recomendam pode trazer alguns riscos.
Não existe uma regra rígida sobre quanta proteína é demais, dizem os especialistas, e muitas pessoas podem exceder as quantidades recomendadas sem problemas. Mas problemas potenciais podem surgir quando as pessoas consomem muito mais do que cerca de 1,2 g de proteína por quilograma de peso corporal por dia, diz Mittendorfer.
Doenças cardíacas e diabetes tipo 2
A maioria da proteína que os americanos consomem vem de carne e outros produtos de origem animal. Em um estudo publicado em 2021, pesquisadores do Departamento de Agricultura descobriram que alimentos de origem animal (incluindo carne bovina, frango e carnes curadas) representavam quase 70% do consumo de proteína das pessoas.
Pesquisas sugerem que aqueles que consomem maiores quantidades de carne vermelha e processada tendem a ter riscos mais elevados de doenças cardíacas e diabetes tipo 2, diz Donald Hensrud, professor associado de nutrição e medicina preventiva na Faculdade de Medicina da Mayo Clinic.
Em uma grande análise publicada em 2023, por exemplo, pesquisadores descobriram que comer 100g extras de carne vermelha (equivalente a cerca de uma costeleta de porco fina e desossada) por dia aumentava o risco de doenças cardíacas em 11% — e cada 50g adicionais de carne vermelha processada (equivalente a cerca de uma salsicha padrão) por dia aumentava em 26%.
Outro estudo, também publicado em 2023, descobriu que entre os quase 217 mil participantes (majoritariamente mulheres), aqueles que consumiam mais carne vermelha tinham um risco 40% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que aqueles que consumiam menos, e que aqueles que consumiam mais carne vermelha processada tinham um risco 51% maior.
Carnes vermelhas e processadas tendem a conter altos níveis de gorduras saturadas, que podem elevar os níveis sanguíneos de colesterol LDL (ou "ruim") e aumentar o risco de infarto e AVC. Esses alimentos também podem aumentar a inflamação e a resistência à insulina, diz Hensrud, o que também poderia elevar os riscos de doenças cardíacas e diabetes tipo 2.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/06/excesso-
de-proteina-pode-trazer-riscos-a-saude-alertam-especialistas.shtml. Adaptado.
Acesso em 03/06/2026
Leia o texto a seguir.
Excesso de proteína pode trazer riscos à saúde, alertam especialistas
Sophie Egan
Se você andou pelos corredores de alimentos embalados de um supermercado recentemente, ou deu uma olhada nas atuais diretrizes alimentares dos Estados Unidos, pode ter ficado com a impressão de que, quando se trata de proteína, quanto mais, melhor.
Cereais embalados, pipoca, mistura para panqueca e bebidas de café estão sendo enriquecidos com o nutriente. E a nova pirâmide alimentar invertida, que o governo Trump divulgou em janeiro, destaca a proteína de forma proeminente, com bife, frango e queijo no topo.
Pesquisas sugerem que a maioria dos adultos americanos está consumindo muito mais proteína do que o necessário para uma boa saúde. Uma pesquisa de 2025 com 3.000 adultos americanos mostrou que 71% estavam tentando comer mais proteína. O percentual era de 59% em 2022.
A proteína é um nutriente essencial. Mas [...] não é necessariamente melhor, diz Bettina Mittendorfer, professora de nutrição e fisiologia do exercício na Faculdade de Medicina da Universidade de Missouri. E em alguns casos, comer muito mais do que os especialistas em nutrição recomendam pode trazer alguns riscos.
Não existe uma regra rígida sobre quanta proteína é demais, dizem os especialistas, e muitas pessoas podem exceder as quantidades recomendadas sem problemas. Mas problemas potenciais podem surgir quando as pessoas consomem muito mais do que cerca de 1,2 g de proteína por quilograma de peso corporal por dia, diz Mittendorfer.
Doenças cardíacas e diabetes tipo 2
A maioria da proteína que os americanos consomem vem de carne e outros produtos de origem animal. Em um estudo publicado em 2021, pesquisadores do Departamento de Agricultura descobriram que alimentos de origem animal (incluindo carne bovina, frango e carnes curadas) representavam quase 70% do consumo de proteína das pessoas.
Pesquisas sugerem que aqueles que consomem maiores quantidades de carne vermelha e processada tendem a ter riscos mais elevados de doenças cardíacas e diabetes tipo 2, diz Donald Hensrud, professor associado de nutrição e medicina preventiva na Faculdade de Medicina da Mayo Clinic.
Em uma grande análise publicada em 2023, por exemplo, pesquisadores descobriram que comer 100g extras de carne vermelha (equivalente a cerca de uma costeleta de porco fina e desossada) por dia aumentava o risco de doenças cardíacas em 11% — e cada 50g adicionais de carne vermelha processada (equivalente a cerca de uma salsicha padrão) por dia aumentava em 26%.
Outro estudo, também publicado em 2023, descobriu que entre os quase 217 mil participantes (majoritariamente mulheres), aqueles que consumiam mais carne vermelha tinham um risco 40% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que aqueles que consumiam menos, e que aqueles que consumiam mais carne vermelha processada tinham um risco 51% maior.
Carnes vermelhas e processadas tendem a conter altos níveis de gorduras saturadas, que podem elevar os níveis sanguíneos de colesterol LDL (ou "ruim") e aumentar o risco de infarto e AVC. Esses alimentos também podem aumentar a inflamação e a resistência à insulina, diz Hensrud, o que também poderia elevar os riscos de doenças cardíacas e diabetes tipo 2.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/06/excesso-
de-proteina-pode-trazer-riscos-a-saude-alertam-especialistas.shtml. Adaptado.
Acesso em 03/06/2026