Questões de Concurso
Para letras
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Leia o texto a seguir.
Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
Leia o texto a seguir.
Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
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Brasileiros sacaram em abril R$ 482,8 milhões esquecidos em bancos
Os brasileiros sacaram, em abril deste ano, R$ 482,8 milhões em valores esquecidos no sistema financeiro, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (9) pelo Banco Central (BC). No total, o Sistema de Valores a Receber (SVR) já devolveu R$ 15 bilhões a clientes bancários.
Até abril, ainda havia R$ 10,3 bilhões disponíveis para saque, mas, no mês passado, o governo federal transferiu parte dos recursos do SVR para o programa Desenrola Brasil 2.0. Segundo o Ministério da Fazenda, R$ 5,7 bilhões já foram destinados ao Fundo de Garantia de Operações (FGO), fundo público que servirá como garantia para renegociação de dívidas no programa de combate à inadimplência.
Os valores transferidos ao FGO ainda podem ser reivindicados pelos titulares. Um edital de chamamento público deverá ser publicado para regulamentar o procedimento de contestação e devolução dos recursos.
Após a publicação, os cidadãos terão prazo de 30 dias para pedir os valores transferidos ao fundo público. Caso não haja contestação, o dinheiro será incorporado definitivamente ao FGO.
O SRV é um serviço do BC por meio do qual o cidadão pode consultar se ele próprio, sua empresa ou pessoa falecida tem dinheiro esquecido em algum banco, consórcio ou outra instituição, como financeiras e corretoras.
Para a consulta, não é preciso fazer login, basta informar o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e data de nascimento ou o Cadastro de Pessoa Jurídica (CNPJ) e a data de abertura da empresa, inclusive para empresas já fechadas.
Caso haja algum valor, é preciso acessar o sistema e verificar quanto há para receber, a origem desse valor, a instituição que deve fazer a devolução; além de informações de contato e outras adicionais. Para isso, é necessário fazer login com a conta Gov.br, nos níveis prata ou ouro e verificação em duas etapas.
Fonte: https://www.jb.com.br/economia/2026/06/1059916-brasileiros-
sacaram-em-abril-rs-4828-milhoes-esquecidos-em-bancos.html. Excerto
adaptado. Acesso em 11/06/2026
“Esperar, nesse sentido, não deve ser confundido com permanecer parado.”
A construção apresentada utiliza sinais de pontuação que contribuem para organizar a informação e destacar uma expressão que estabelece relação com o que foi apresentado anteriormente. Além disso, algumas palavras do texto pertencem a famílias vocabulares relacionadas entre si.
Considerando as regras de pontuação, a formação de palavras e o sentido produzido pelo período, assinale a alternativa CORRETA.
A compreensão da relação entre letras e fonemas é importante para perceber que a quantidade de letras de uma palavra nem sempre corresponde à quantidade de sons nela representados. Também é necessário distinguir dígrafos, em que duas letras representam um único fonema, de encontros consonantais, nos quais duas consoantes mantêm seus respectivos sons.
Considerando essas informações e observando as palavras “esperar”, “processo”, “construção”, “resultado” e “passivo”, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta acerca da estrutura sonora e gráfica dessas palavras.
Leia o fragmento:
“Aprender a tocar um instrumento, desenvolver uma habilidade, construir uma amizade ou compreender determinado assunto exige tempo, repetição e, principalmente, paciência.”
Nesse período, encontram-se palavras que apresentam diferentes estruturas silábicas e diferentes posições da sílaba tônica. Além disso, algumas delas recebem acento gráfico de acordo com regras específicas da língua portuguesa.
Considerando simultaneamente os critérios de separação silábica, classificação quanto à tonicidade e emprego do acento gráfico, assinale a alternativa que apresenta uma análise inteiramente correta.
Considere novamente o texto da questão anterior, especialmente o seguinte fragmento:
No contexto em que foi empregada, a palavra destacada contribui para estabelecer uma oposição entre a ausência de resultados imediatos e o valor do processo desenvolvido ao longo do tempo.
Com base no sentido que a palavra assume dentro do texto, analise as possibilidades de substituição apresentadas nas alternativas e assinale aquela em que a troca preserva adequadamente o sentido original do período, sem provocar mudança significativa na ideia defendida pelo autor.
O valor de esperar
Em uma época em que quase tudo parece acontecer instantaneamente, esperar tornou-se uma experiência pouco confortável. Uma mensagem que demora a chegar provoca ansiedade; uma encomenda que não chega no dia previsto parece um problema; até mesmo o tempo necessário para aprender algo novo pode ser considerado excessivo.
Entretanto, nem tudo o que possui valor pode ser obtido rapidamente. Aprender a tocar um instrumento, desenvolver uma habilidade, construir uma amizade ou compreender determinado assunto exige tempo, repetição e, principalmente, paciência. O resultado nem sempre aparece imediatamente, mas isso não significa que o processo seja inútil.
Esperar, nesse sentido, não deve ser confundido com permanecer parado. Há uma diferença importante entre a espera passiva e aquela que faz parte de um processo de construção. Enquanto a primeira pode representar acomodação, a segunda envolve dedicação e confiança de que determinados resultados precisam amadurecer.
A partir da leitura global do texto, considerando a relação entre suas informações explícitas e a reflexão desenvolvida pelo autor, assinale a alternativa que melhor identifica a ideia principal e a intenção comunicativa predominante.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
How Will You Get from How Things Are to How Things "Should" Be?
A lot of people get fixated on things that they think "should" happen, but fail to address substantial obstacles in the way. I may even agree with them about what I think "should" happen. But that doesn't mean that it's going to happen. If you're thinking that there is also a danger in being overly cautious or waiting to work out the perfect plan, you're right. That can become a form of procrastination. Acting on an imperfect plan is usually better than waiting until you've worked out every last detail. But at least have some kind of plan that doesn't require a miracle to happen.
The plan that works will also probably not be the plan you started with. You will have to update the plan as you proceed and the situation evolves.
A good model for this process is John Boyd's OODA decision making loop. OODA stands for Observe, Orient, Decide, Act. Actions produce responses that provide new information. New information requires reorientation and new decisions will have to be made that lead to new actions, and the loop repeats.
No big changes happened because a bunch of people sat around complaining about how things "should be."
That's like saying "l should be a millionaire." You could be, but you're going to need some kind of plan to get there that realistically acknowledges the obstacles in your way.
Many of the problems we face today took years to create.
We have inherited a big mess. A lot of things happened that "should not" have happened. Mistakes were made.
But that's life. It's going to throw all kinds of things at you that are sub-optimal. Things you didn't "deserve" or ask for. Cleaning up messes you didn't create is as normal as dealing with bad weather.
Some messes only require a dustpan.
But if you want to clean up a really big mess, you're going to need a plan.
Fonte: https://mrjackdonovan.substack.com/p/the-flow-chart
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
How Will You Get from How Things Are to How Things "Should" Be?
A lot of people get fixated on things that they think "should" happen, but fail to address substantial obstacles in the way. I may even agree with them about what I think "should" happen. But that doesn't mean that it's going to happen. If you're thinking that there is also a danger in being overly cautious or waiting to work out the perfect plan, you're right. That can become a form of procrastination. Acting on an imperfect plan is usually better than waiting until you've worked out every last detail. But at least have some kind of plan that doesn't require a miracle to happen.
The plan that works will also probably not be the plan you started with. You will have to update the plan as you proceed and the situation evolves.
A good model for this process is John Boyd's OODA decision making loop. OODA stands for Observe, Orient, Decide, Act. Actions produce responses that provide new information. New information requires reorientation and new decisions will have to be made that lead to new actions, and the loop repeats.
No big changes happened because a bunch of people sat around complaining about how things "should be."
That's like saying "l should be a millionaire." You could be, but you're going to need some kind of plan to get there that realistically acknowledges the obstacles in your way.
Many of the problems we face today took years to create.
We have inherited a big mess. A lot of things happened that "should not" have happened. Mistakes were made.
But that's life. It's going to throw all kinds of things at you that are sub-optimal. Things you didn't "deserve" or ask for. Cleaning up messes you didn't create is as normal as dealing with bad weather.
Some messes only require a dustpan.
But if you want to clean up a really big mess, you're going to need a plan.
Fonte: https://mrjackdonovan.substack.com/p/the-flow-chart
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
How Will You Get from How Things Are to How Things "Should" Be?
A lot of people get fixated on things that they think "should" happen, but fail to address substantial obstacles in the way. I may even agree with them about what I think "should" happen. But that doesn't mean that it's going to happen. If you're thinking that there is also a danger in being overly cautious or waiting to work out the perfect plan, you're right. That can become a form of procrastination. Acting on an imperfect plan is usually better than waiting until you've worked out every last detail. But at least have some kind of plan that doesn't require a miracle to happen.
The plan that works will also probably not be the plan you started with. You will have to update the plan as you proceed and the situation evolves.
A good model for this process is John Boyd's OODA decision making loop. OODA stands for Observe, Orient, Decide, Act. Actions produce responses that provide new information. New information requires reorientation and new decisions will have to be made that lead to new actions, and the loop repeats.
No big changes happened because a bunch of people sat around complaining about how things "should be."
That's like saying "l should be a millionaire." You could be, but you're going to need some kind of plan to get there that realistically acknowledges the obstacles in your way.
Many of the problems we face today took years to create.
We have inherited a big mess. A lot of things happened that "should not" have happened. Mistakes were made.
But that's life. It's going to throw all kinds of things at you that are sub-optimal. Things you didn't "deserve" or ask for. Cleaning up messes you didn't create is as normal as dealing with bad weather.
Some messes only require a dustpan.
But if you want to clean up a really big mess, you're going to need a plan.
Fonte: https://mrjackdonovan.substack.com/p/the-flow-chart
Analyze the sentence below:
Instead of waiting _________ the perfect strategy you should act ________ an imperíect one and reorient based ________ the results.
Which combination CORRECTLY completes the following summary of the author's advice?
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
How Will You Get from How Things Are to How Things "Should" Be?
A lot of people get fixated on things that they think "should" happen, but fail to address substantial obstacles in the way. I may even agree with them about what I think "should" happen. But that doesn't mean that it's going to happen. If you're thinking that there is also a danger in being overly cautious or waiting to work out the perfect plan, you're right. That can become a form of procrastination. Acting on an imperfect plan is usually better than waiting until you've worked out every last detail. But at least have some kind of plan that doesn't require a miracle to happen.
The plan that works will also probably not be the plan you started with. You will have to update the plan as you proceed and the situation evolves.
A good model for this process is John Boyd's OODA decision making loop. OODA stands for Observe, Orient, Decide, Act. Actions produce responses that provide new information. New information requires reorientation and new decisions will have to be made that lead to new actions, and the loop repeats.
No big changes happened because a bunch of people sat around complaining about how things "should be."
That's like saying "l should be a millionaire." You could be, but you're going to need some kind of plan to get there that realistically acknowledges the obstacles in your way.
Many of the problems we face today took years to create.
We have inherited a big mess. A lot of things happened that "should not" have happened. Mistakes were made.
But that's life. It's going to throw all kinds of things at you that are sub-optimal. Things you didn't "deserve" or ask for. Cleaning up messes you didn't create is as normal as dealing with bad weather.
Some messes only require a dustpan.
But if you want to clean up a really big mess, you're going to need a plan.
Fonte: https://mrjackdonovan.substack.com/p/the-flow-chart
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
How Will You Get from How Things Are to How Things "Should" Be?
A lot of people get fixated on things that they think "should" happen, but fail to address substantial obstacles in the way. I may even agree with them about what I think "should" happen. But that doesn't mean that it's going to happen. If you're thinking that there is also a danger in being overly cautious or waiting to work out the perfect plan, you're right. That can become a form of procrastination. Acting on an imperfect plan is usually better than waiting until you've worked out every last detail. But at least have some kind of plan that doesn't require a miracle to happen.
The plan that works will also probably not be the plan you started with. You will have to update the plan as you proceed and the situation evolves.
A good model for this process is John Boyd's OODA decision making loop. OODA stands for Observe, Orient, Decide, Act. Actions produce responses that provide new information. New information requires reorientation and new decisions will have to be made that lead to new actions, and the loop repeats.
No big changes happened because a bunch of people sat around complaining about how things "should be."
That's like saying "l should be a millionaire." You could be, but you're going to need some kind of plan to get there that realistically acknowledges the obstacles in your way.
Many of the problems we face today took years to create.
We have inherited a big mess. A lot of things happened that "should not" have happened. Mistakes were made.
But that's life. It's going to throw all kinds of things at you that are sub-optimal. Things you didn't "deserve" or ask for. Cleaning up messes you didn't create is as normal as dealing with bad weather.
Some messes only require a dustpan.
But if you want to clean up a really big mess, you're going to need a plan.
Fonte: https://mrjackdonovan.substack.com/p/the-flow-chart
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
How Will You Get from How Things Are to How Things "Should" Be?
A lot of people get fixated on things that they think "should" happen, but fail to address substantial obstacles in the way. I may even agree with them about what I think "should" happen. But that doesn't mean that it's going to happen. If you're thinking that there is also a danger in being overly cautious or waiting to work out the perfect plan, you're right. That can become a form of procrastination. Acting on an imperfect plan is usually better than waiting until you've worked out every last detail. But at least have some kind of plan that doesn't require a miracle to happen.
The plan that works will also probably not be the plan you started with. You will have to update the plan as you proceed and the situation evolves.
A good model for this process is John Boyd's OODA decision making loop. OODA stands for Observe, Orient, Decide, Act. Actions produce responses that provide new information. New information requires reorientation and new decisions will have to be made that lead to new actions, and the loop repeats.
No big changes happened because a bunch of people sat around complaining about how things "should be."
That's like saying "l should be a millionaire." You could be, but you're going to need some kind of plan to get there that realistically acknowledges the obstacles in your way.
Many of the problems we face today took years to create.
We have inherited a big mess. A lot of things happened that "should not" have happened. Mistakes were made.
But that's life. It's going to throw all kinds of things at you that are sub-optimal. Things you didn't "deserve" or ask for. Cleaning up messes you didn't create is as normal as dealing with bad weather.
Some messes only require a dustpan.
But if you want to clean up a really big mess, you're going to need a plan.
Fonte: https://mrjackdonovan.substack.com/p/the-flow-chart
Analyze the sentence below
Once an action ________, it _________feedback that ________ the next deciston.
Regarding this, select the sequence that CORRECTLY fills the blanks in this OODA loop description.