Questões de Concurso
Para medicina veterinária
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Em relação ao controle de patógenos na piscicultura, julgue o item que se segue.
Os parâmetros físico-químicos da água devem ser monitorados antes e durante a aplicação de qualquer produto quimioterápico.
Em relação ao controle de patógenos na piscicultura, julgue o item que se segue.
A sulfamerazina, antibiótico utilizado no controle de bactérias do gênero Pseudomonas em peixes, é considerada segura aos animais quando administrada na dieta em concentrações superiores a 500 mg/kg de peso corporal.
Em relação ao controle de patógenos na piscicultura, julgue o item que se segue.
O peróxido de hidrogênio (H2O2) é utilizado na piscicultura como opção para o controle de monogêneos.
Com referência às técnicas de diagnóstico de doenças infecciosas de peixes, julgue o item a seguir.
De acordo com a OMSA, o objetivo do ensaio laboratorial para o diagnóstico de doenças em peixes determina o tipo e a quantidade de amostras a serem coletadas.
Com referência às técnicas de diagnóstico de doenças infecciosas de peixes, julgue o item a seguir.
De acordo com as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para o diagnóstico de infecções por agentes patogênicos em peixes de engorda, deve-se priorizar a coleta de indivíduos mortos, com sinais de deterioração.
Com referência às técnicas de diagnóstico de doenças infecciosas de peixes, julgue o item a seguir.
A OMSA recomenda as provas Cefas RT-qPCR e Hong RT-qPCR para detecção do vírus da tilápia do lago (TiLV), devido, entre outros aspectos, à sua grande sensibilidade.
Com referência às técnicas de diagnóstico de doenças infecciosas de peixes, julgue o item a seguir.
A análise de cortes histológicos de tecidos infectados, após coloração, pode ser utilizada para determinar a extensão da infecção fúngica em peixes.
Com referência às técnicas de diagnóstico de doenças infecciosas de peixes, julgue o item a seguir.
O ágar sangue é um dos meios de cultivo de eleição para a bactéria Flavobacterium columnare.
Julgue o próximo item, relativo a agentes causadores de patologias e parasitoses em peixes.
Francisella noatunensis é uma bactéria gram-positiva, classificada como intracelular facultativa.
Julgue o próximo item, relativo a agentes causadores de patologias e parasitoses em peixes.
A forma mais comum de disseminação da bactéria Aeromonas hydrophila ocorre por transmissão vertical.
Julgue o próximo item, relativo a agentes causadores de patologias e parasitoses em peixes.
A viremia primaveril da carpa é uma doença cuja presença no Brasil foi oficialmente notificada à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
Julgue o próximo item, relativo a agentes causadores de patologias e parasitoses em peixes.
A infecção pelo ISKNV, doença de peixes, está na lista de doenças de animais aquáticos da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
Julgue o próximo item, relativo a agentes causadores de patologias e parasitoses em peixes.
O vírus da necrose infecciosa do baço e rim (ISKNV — infectious spleen and kidney necrosis virus) é um patógeno emergente cuja presença foi detectada oficialmente no Brasil.
Julgue o próximo item, relativo a agentes causadores de patologias e parasitoses em peixes.
A saprolegniose, doença cujo agente etiológico é o fungo Saprolegnia spp., é clinicamente caracterizada pelo crescimento de micélio filamentoso branco ou acinzentado sobre a pele, nadadeiras e brânquias de peixes, podendo acarretar erosão e ulceração dos tecidos afetados.
Julgue o item subsequente, a respeito de boas práticas sanitárias e biosseguridade em sistemas de produção aquícola.
Em sistemas de cultivo de Litopenaeus vannamei e outras espécies de Penaeus spp., é obrigatória a notificação ao SVO em casos de suspeita ou confirmação de infecção pelo vírus da síndrome da mancha branca. No entanto, não há necessidade de notificação em casos de necrose infecciosa hipodérmica e hematopoiética, pois essa doença não consta na lista de notificação obrigatória.
Julgue o item subsequente, a respeito de boas práticas sanitárias e biosseguridade em sistemas de produção aquícola.
As diretrizes de biosseguridade em carcinicultura permitem o uso de antimicrobianos terapêuticos como promotores de crescimento e para a prevenção de infecções virais, desde que sejam respeitados as dosagens, os tempos de uso e os períodos de carência para o abate.
Julgue o item subsequente, a respeito de boas práticas sanitárias e biosseguridade em sistemas de produção aquícola.
Em caso de suspeita de necrose infecciosa do pâncreas em sistemas de produção aquícola de peixes, as amostras enviadas para análise devem ser acondicionadas em etanol com concentração de 70% a 95%, na proporção de 10% a 20% de tecido e 80% a 90% de fixador. A chegada das amostras ao laboratório deve ocorrer em até 10 dias para garantir a viabilidade do diagnóstico molecular.
Acerca das ações de biosseguridade em sistemas de produção de moluscos bivalves, julgue o item a seguir.
Para o manejo sanitário de Crassostrea gigas, em caso de suspeita de infecção pelo herpes-vírus 1 da ostra (OsHV-1), é obrigatório implementar quarentena e realizar a comunicação imediata ao Serviço Veterinário Oficial (SVO), mesmo que os sintomas clínicos, como imunosupressão da ostra e favorecimento de infecção por bactérias oportunistas, sejam considerados típicos da doença e confirmados por diagnóstico laboratorial inicial.
Acerca das ações de biosseguridade em sistemas de produção de moluscos bivalves, julgue o item a seguir.
A introdução de ostras adultas Crassostrea gigas e Crassostrea gasar infectadas por Vibrio spp. em laboratórios de produção de sementes não representa risco significativo, pois os víbrios são de baixa prevalência e não estão associados à mortalidade expressiva de ostras adultas no Brasil.
Acerca das ações de biosseguridade em sistemas de produção de moluscos bivalves, julgue o item a seguir.
Para garantir a segurança microbiológica de moluscos bivalves destinados ao consumo humano, as análises de Escherichia coli (E. coli) exigem amostras de moluscos com valvas íntegras e completamente fechadas, sendo a vigilância microbiológica baseada no método do número mais provável (NMP). Contudo, a classificação de áreas de vigilância como classe A permite concentrações de E. coli superiores a 700 NMP por 100 g de partes comestíveis, desde que 80% dos resultados sejam menores ou iguais a 460 NMP.