Foram encontradas 50.726 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A ABNT NBR 15575-1:2013 trata que a edificação habitacional deve reunir características que atendam aos requisitos de desempenho térmico, considerando-se a zona bioclimática definida na ABNT NBR 15220-3. De acordo com essa norma, o município de João Pessoa - PB, localiza-se na Zona Bioclimática 8 e as diretrizes construtivas para essa zona bioclimática são:
• Aberturas para ventilação: Grandes;
• Sombreamento das aberturas: Sombrear aberturas;
• Vedações externas: Parede e Cobertura: Leve refletora;
• Para o Verão, a estratégias de condicionamento térmico passivo é: J) Ventilação cruzada permanente.
Para atender as diretrizes, quais dessas estratégias são necessárias em projeto para o verão?
Esse procedimento tem como função
I. O assentamento da primeira fiada deve ser executado após rigorosa locação das alvenarias, feita com base na transferência de cota e dos eixos de referência para o andar onde estão sendo realizados os serviços.
II. A não-utilização de vergas e contravergas nas aberturas, ou a sua utilização deficiente, contribui para o surgimento de fissuras nas alvenarias.
III. No máximo a cada duas ou três fiadas, recomenda-se verificar o nivelamento e o prumo da parede, utilizando-se prumo de face, régua e nível de bolha. Tais verificações, além da conferência da cota, devem ser procedidas com mais cuidado ainda na fiada que ficará imediatamente abaixo dos vãos de janela.
IV. A ligação da alvenaria com os pilares de concreto armado pode ser feita com barras de aço, engastadas no pilar e na alvenaria, distribuídas horizontalmente, em alturas adequadas, entre as fiadas.
É correto o que se afirma em
A1 = 20%. A2 = 10%. A3 = 20%. A4 = 40%. A5 = 10%.
Cada atividade está distribuída, linearmente, nos seguintes meses indicados a seguir.

Elaborando o cronograma financeiro com base nesses dados, qual é o faturamento percentual no mês 2 e no mês 4, respectivamente?
Um elemento estrutural do tipo placa contínua, que apresenta rigidez adequada tanto para receber quanto para distribuir mais do que 70% das cargas da estrutura, é uma solução técnica que distribui o carregamento para o solo, de forma uniformemente distribuída, sendo recomendado para edificações de pequeno porte e quando houver solo de baixa resistência. Essa definição é correspondente a um elemento de fundação.
Assinale qual é nome deste elemento estrutural de fundação.

Analisando a tabela, verifica-se que a atividade E foi realizada no mês 2, conforme previsto. Porém, essa mesma atividade (E), no mês 3, atingiu apenas 50% do previsto.
Para que o serviço seja concluído no mês 4, a empresa contratada terá que executar desta atividade, a quantidade de
Considerando a circulação interna, as larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos, avalie as afirmativas indicadas a seguir.
I. 0,90 m para corredores de uso comum com extensão até 4,00 m.
II. 1,20 m para corredores de uso comum com extensão até 10,00 m.
III. 1,20 m para corredores de uso comum com extensão superior a 10,00 m.
IV. 1,50 m para corredores de uso público.
É correto o que se afirma em
De acordo com a norma citada, a definição: “Espaço regular cuja função é aliviar tensões provocadas pela movimentação da estrutura de concreto”, corresponde a
Fenômenos patológicos que podem formar-se por retração da argamassa, por excesso de fino no traço, quer sejam aglomerantes, quer sejam de finos no agregado, ou por excesso de desempenamento, são chamados

(_) Para testes na válvula ou na caixa de descarga, podemos esvaziar todo o vaso sanitário e secá-lo. Se ele retornar a encher sem que se dê descarga, existe vazamento.
(_) Para resolver problemas que ocorrem nos tubos em instalações já concluídas, em consequência de pequenos acidentes (furos por pregos ou furadeiras) ou vazamentos em juntas mal executadas, podemos fazer a união do local danificado com um novo trecho de tubo utilizando duas luvas de correr, uma em cada extremidade do novo trecho.
(_) A limpeza ou manutenção da caixa d'água é uma atividade importante do encanador, pois, além de garantir o bom funcionamento e precaver possíveis vazamentos, também auxilia na boa higiene da caixa d'agua.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
O cálculo do custo horário produtivo compreende todas as parcelas de custo de propriedade, manutenção e operação, exceto aquelas já contempladas no custo horário improdutivo.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
O cálculo do custo horário improdutivo de um equipamento não considera o custo horário de mão de obra de operação, sendo composto de parcelas de depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
A remuneração do capital representa o custo de aplicação de capital, próprio ou captado de terceiros, aplicado na aquisição do equipamento. Contudo, para a obtenção do custo horário de oportunidade de capital (R$/h), o conhecimento da vida útil do equipamento não se faz necessário, sendo demandados somente as variáveis de taxa de juros ao ano e o total de horas trabalhadas por ano.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
O custo de depreciação de um equipamento compreende parâmetros relacionados à vida útil, ao valor de aquisição, ao valor residual e ao total de horas trabalhadas por ano desse equipamento.
O Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO) prevê, entre os diversos serviços, a uti lização de fôrmas de tábua de pinho
com reaproveitamento de três vezes para execução de dispositivos de drenagem, conforme ilustrado nas imagens a seguir,
extraída e adaptada do caderno técnico do SICRO ‑ Fôrmas.

De acordo com sua metodologia, o primeiro uso das fôrmas considera perda de 10% de material e, para cada nova uti lização, acréscimo de 5% de perda. Tal consideração de perdas aplica‑se para as tábuas de madeira, porém, para os pregos, não se deve considerar reaproveitamento. Considere‑se, ainda, que a fôrma compreende:
– tábuas de pinho distribuídas pelo perímetro do dispositi vo, com dois laterais de 1,40 x 2,00 m e dois de 1,65 x 2,00 m, e dois laterais de 1,25 x 1,80 m e dois de 1,00 x 1,80 m;
– cinco gravatas externas espaçadas em 0,50 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,85 m e duas com comprimento de 2,10 m;
▪ cinco gravatas internas espaçadas em 0,45 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,20 m e duas tábuas com comprimento de 0,95 m;
▪ dezesseis pregos por gravata.
O custo unitário total de material, para confecção de uma unidade de fôrma, considerando uma uti lização, equivale a R$ 1.310,06.
O Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO) prevê, entre os diversos serviços, a uti lização de fôrmas de tábua de pinho
com reaproveitamento de três vezes para execução de dispositivos de drenagem, conforme ilustrado nas imagens a seguir,
extraída e adaptada do caderno técnico do SICRO ‑ Fôrmas.

De acordo com sua metodologia, o primeiro uso das fôrmas considera perda de 10% de material e, para cada nova uti lização, acréscimo de 5% de perda. Tal consideração de perdas aplica‑se para as tábuas de madeira, porém, para os pregos, não se deve considerar reaproveitamento. Considere‑se, ainda, que a fôrma compreende:
– tábuas de pinho distribuídas pelo perímetro do dispositi vo, com dois laterais de 1,40 x 2,00 m e dois de 1,65 x 2,00 m, e dois laterais de 1,25 x 1,80 m e dois de 1,00 x 1,80 m;
– cinco gravatas externas espaçadas em 0,50 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,85 m e duas com comprimento de 2,10 m;
▪ cinco gravatas internas espaçadas em 0,45 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,20 m e duas tábuas com comprimento de 0,95 m;
▪ dezesseis pregos por gravata.
Caso o cálculo seja realizado considerando cinco uti lizações, o consumo equivalente de tábuas (E = 2,5 cm e L = 10 cm), em m/m2 , será reduzido em 40%.
O Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO) prevê, entre os diversos serviços, a uti lização de fôrmas de tábua de pinho
com reaproveitamento de três vezes para execução de dispositivos de drenagem, conforme ilustrado nas imagens a seguir,
extraída e adaptada do caderno técnico do SICRO ‑ Fôrmas.

De acordo com sua metodologia, o primeiro uso das fôrmas considera perda de 10% de material e, para cada nova uti lização, acréscimo de 5% de perda. Tal consideração de perdas aplica‑se para as tábuas de madeira, porém, para os pregos, não se deve considerar reaproveitamento. Considere‑se, ainda, que a fôrma compreende:
– tábuas de pinho distribuídas pelo perímetro do dispositi vo, com dois laterais de 1,40 x 2,00 m e dois de 1,65 x 2,00 m, e dois laterais de 1,25 x 1,80 m e dois de 1,00 x 1,80 m;
– cinco gravatas externas espaçadas em 0,50 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,85 m e duas com comprimento de 2,10 m;
▪ cinco gravatas internas espaçadas em 0,45 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,20 m e duas tábuas com comprimento de 0,95 m;
▪ dezesseis pregos por gravata.
O consumo equivalente de tábuas de pinho (E = 2,5 cm) com relação à área da fôrma, considerando três uti lizações, corresponde a 8,21 m2 /m2 .
O Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO) prevê, entre os diversos serviços, a uti lização de fôrmas de tábua de pinho
com reaproveitamento de três vezes para execução de dispositivos de drenagem, conforme ilustrado nas imagens a seguir,
extraída e adaptada do caderno técnico do SICRO ‑ Fôrmas.

De acordo com sua metodologia, o primeiro uso das fôrmas considera perda de 10% de material e, para cada nova uti lização, acréscimo de 5% de perda. Tal consideração de perdas aplica‑se para as tábuas de madeira, porém, para os pregos, não se deve considerar reaproveitamento. Considere‑se, ainda, que a fôrma compreende:
– tábuas de pinho distribuídas pelo perímetro do dispositi vo, com dois laterais de 1,40 x 2,00 m e dois de 1,65 x 2,00 m, e dois laterais de 1,25 x 1,80 m e dois de 1,00 x 1,80 m;
– cinco gravatas externas espaçadas em 0,50 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,85 m e duas com comprimento de 2,10 m;
▪ cinco gravatas internas espaçadas em 0,45 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,20 m e duas tábuas com comprimento de 0,95 m;
▪ dezesseis pregos por gravata.
O consumo equivalente de tábuas (E = 2,5 cm e L = 10 cm) com relação à área da fôrma, considerando três uti lizações, corresponde a 1,21 m/m2 .