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Q2770625 Português

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(Fonte: https://www.google.com.br/search?q=tirinha+lola+a+aandorinha+meu+pai+%C3%A9+vidraceiro&oq=tirinh a+lola+a+aandorinha+meu+pai+%C3%A9+vidraceiro&aqs=chrome..69i57.23456j0j4&sourceid=chrome&ie= UTF-8).


Na tirinha, na oração “Meu pai é vidraceiro”, a palavra grifada tem a função de:

Alternativas
Q2770624 Português

Leia atentamente o texto, fragmento do romance Iracema, de José de Alencar, para responder às quatro próximas questões.


Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos.

Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.

Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste

A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.

Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.

Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta.

Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.

De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.

O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.

A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.

O guerreiro falou:

– Quebras comigo a flecha da paz?

– Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?

– Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.

– Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.

Quanto ao número de sílabas, as palavras do texto, “graúna, linguagem, aldeia”, são, respectivamente:

Alternativas
Q2770621 Português

Leia atentamente o texto, fragmento do romance Iracema, de José de Alencar, para responder às quatro próximas questões.


Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos.

Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.

Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste

A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.

Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.

Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta.

Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.

De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.

O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.

A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.

O guerreiro falou:

– Quebras comigo a flecha da paz?

– Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?

– Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.

– Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.

As palavras do texto, “oiticica, crautá, primeiro”, quanto ao acento tônico são, respectivamente:

Alternativas
Q2770619 Português

Leia atentamente o texto, fragmento do romance Iracema, de José de Alencar, para responder às quatro próximas questões.


Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.

Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.

O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.

Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos.

Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.

Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste

A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.

Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.

Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta.

Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.

Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.

De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.

O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.

A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.

O guerreiro falou:

– Quebras comigo a flecha da paz?

– Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu?

– Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.

– Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.

No texto, as palavras “talhe, jati, oiticica” significam:

Alternativas
Q2769817 Atualidades

Segundo os dados do IBGE de 2015 com relação a economia do Município de Porteiras marque a opção correta:

Alternativas
Q2769814 Atualidades

Data de comemoração do Dia do Município de Porteiras – CE:

Alternativas
Q2769811 História

“Os mais velhos contam que a origem de Porteiras data do século XVIII, e que o município já foi uma grande lagoa chamada de Ariosa. Agricultores daquela época colocaram duas porteiras, uma na entrada do terreno e outra na saída, passando a chamá-las de Porteira de Fora e Porteira de Dentro.” Daniel Alberto Figueiredo, in O Povo On Line, 27/03/12. Sobre a denominação do município de Porteiras é correto afirmar:

Alternativas
Q2769805 Geografia

A criação da Vila de Porteiras se deu com a Lei Provincial 2.169 de 17 de agosto de 1889, momento que se desmembrou do município de:

Alternativas
Q2769803 Geografia

Fazem limites com o município de Porteiras:

Alternativas
Q2769796 Geografia

São Estados do Nordeste e suas respectivas capitais:

Alternativas
Q2769793 Geografia

Sobre o processo de desenvolvimento urbano brasileiro é correto afirmar:

Alternativas
Q2769785 Geografia

São fatores que se encontram relacionados com a formação e o desenvolvimento dos processos de urbanização no Brasil:

Alternativas
Q2769782 Atualidades

Sobre os meios de comunicação no Brasil é correto afirmar:

Alternativas
Q2769775 Atualidades

Sobre a Copa do Mundo de Futebol de 2018 é correto afirmar:

Alternativas
Q2769773 Atualidades

Durante a realização das Olimpíadas do Rio de Janeiro, a atleta Rafaela Silva, nascida na famosa favela Cidade de Deus protagonizou uma grande conquista para o esporte olímpico brasileiro. Tal conquista foi:

Alternativas
Q2769770 Atualidades

Equipe de futebol de Santa Catarina vitimada em acidente aéreo em viagem para a disputa da final da Copa Sul Americana em novembro de 2016:

Alternativas
Q2769768 Atualidades

“A Sapucaí foi ovacionada pela alegria e emoção. A Escola fez as pessoas cantarem o samba pelo pedido de socorro. As imagens foram muito fortes, aquele teatro todo retratando o que o nosso país está passando. Foi um grito de socorro dentro de um samba-enredo, disse Raíssa, madrinha de bateria da Escola, ao G1.” G1, 14/02/2018 (Adaptado). O texto faz referencia à Escola de Samba Campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2018. Essa Escola de Samba é:

Alternativas
Q2769763 Atualidades

Na história do cinema brasileiro é considerado o “o filme inaugural do Brasil no Oscar”, tido como a maior premiação do cinema:

Alternativas
Q2769759 Atualidades

“A conquista de um centro de conexões internacionais no Nordeste, em operação desde maio deste ano, marca o início de uma nova fase no turismo cearense e transforma Fortaleza em um dos principais portões de chegada de estrangeiros ao Brasil. Em um ano, o número de voos internacionais já confirmados vai triplicar. Enquanto em 2017 eram 14 frequências semanais chegando de 8 origens, até abril de 2019 serão 48 ligações por semana, trazendo turistas de 14 cidades da América, Europa e África.” Ministério do Turismo, 04 de setembro de 2018. Sobre a atividade econômica do turismo no Ceará marque a alternativa correta:

Alternativas
Q2769756 Atualidades

“A atividade econômica do Ceará apresentou avanço de 0,8% em 2018, no comparativo com o mesmo período de 2017, de acordo com os dados do índice de Atividade Econômica Regional do Ceará (IBCR-CE), divulgados nesta segunda-feira, 17, pelo Banco Central (BC). Ainda de acordo com os dados, a média nacional avançou 0,57% em julho.” O Povo On Line, 17/09/2018 (Adaptado). Considerando a atividade econômica no Ceará durante esse período, marque a alternativa correta:

Alternativas
Respostas
7881: C
7882: A
7883: C
7884: A
7885: A
7886: A
7887: D
7888: B
7889: D
7890: D
7891: A
7892: C
7893: A
7894: C
7895: A
7896: C
7897: D
7898: C
7899: A
7900: C