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TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As línguas inglesa e russa não eram tão populares no início do século XX.
II – Fora da Europa o interesse pelas línguas tradicionais aumentou consideravelmente.
III – Atualmente, há cerca de 6 mil idiomas falados em todo o mundo.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O iídiche era falado pela comunidade judaica de Jerusalém.
II – O íngrio ainda é o idioma mais falado nos países do Mar Báltico, tais como Letônia, Estônia e Lituânia.
III – A língua dálmata não é mais falada atualmente.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O rádio e a televisão preferiam os idiomas falados pela maioria das pessoas.
II – Os aborígenes eram poliglotas.
III – As línguas aborígenes foram extintas em razão de problemas raciais na Austrália.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As línguas inglesa e russa não eram tão conhecidas no começo do século XX.
II – A possibilidade de conquistar empregos influenciou na modificação linguística da época.
III – Em 1900, o número de idiomas falados na Europa triplicou.
TEXTO
As línguas vivas foram influenciadas pela
migração do campo para a cidade. Idiomas
falados em determinadas regiões rurais e por
apenas alguns milhares de pessoas, corriam
perigo quando estas se mudavam para zonas
urbanas. Tais línguas regionais também sofriam
quando a cultura citadina, através dos novos
meios de comunicação, chegava ao campo. Da
mesma forma, estavam em risco se a invasão de
algum idioma mais popular – o inglês ou o russo,
por exemplo – oferecesse mais esperança de
emprego, melhor educação ou acesso a
entretenimento. Fora da Europa, centenas de
línguas nativas vivas e vigorosas em 1900
passaram a ser faladas por apenas alguns
milhares de pessoas. Quando um idioma sofria
tal decadência, a maioria dos falantes o usava
somente em parte de seu cotidiano, muitas vezes
sem explorar todos os seus recursos e suas
complexidades, pois os ouvintes de tal língua,
especialmente os jovens, não a conheciam por
completo. Das mais de 6 mil línguas do mundo,
a maioria tinha, relativamente, poucos falantes
no final do século. Elas estavam sob ameaça,
uma vez que o rádio, a televisão, os jornais e os
livros davam preferência àquelas faladas pela
maioria. O iídiche possui hoje cerca de um terço
dos falantes que tinha em 1900, quando era
usado nas regiões centrais e leste da Europa. O
íngrio e outros dois idiomas falados nas
proximidades do Mar Báltico reuniam, em 1970,
somente algumas poucas centenas de falantes
cada um. A língua dálmata, usada no litoral leste
do Mar Adriático, sumiu em 1898. O manx, que
se falava na Ilha de Man, no Mar da Irlanda, foi
extinto em 1974. Na Austrália, vários idiomas se
perderam. Um erudito estudou cinco línguas
vivas de aborígenes, da região tropical de
Queensland, e revelou com tristeza, em 1992,
que três estavam extintas, uma tinha apenas dez
falantes e a última continuava viva apenas na
mente de um falante solitário. Não eram línguas
simples, que morreram por falta de flexibilidade
e vocabulário. A maioria possuía uma gramática
complexa e um impressionante léxico de cerca
de 10 mil palavras. Entre as numerosas línguas
em risco pelo mundo, a maioria não sobreviveu.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento, p. 287).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As línguas vivas foram influenciadas pela migração da cidade para o campo.
II – Os idiomas se multiplicaram quando da ida da população do campo para a cidade.
III – Os meios de comunicação influenciaram a quantidade de idiomas falados no mundo.
Analise os textos I e II para responder às questões 01 a 10.
Texto I
Disponível em: <http://coisasdamiroca.centerblog.net/8058->. Acesso em:10 nov. 2019.
Texto II
Ter um cachorro pode te ajudar a viver mais, aponta estudo
Gabriela Glette
Nos últimos anos, diversas pesquisas apontaram as vantagens de se ter um cachorro em casa. Nossos fiéis amigos de quatro patas são muito mais do que companheiros e podem nos ajudar a viver mais. É o que aponta um recente estudo feito por pesquisadores da American Heart Association.
O resultado veio após diversas análises em banco de dados, constatando que, de modo geral, donos de cães diminuem o risco de morte prematura em pelo menos 24%. Além disto, os cachorros podem ser ótimos para quem já sofreu uma doença cardiovascular, como infartos e derrames, reduzindo em cerca de um terço os riscos dessas pessoas voltarem a apresentar esses problemas.
A pesquisa foi realizada com 300 mil suecos – com idades entre 40 e 85 anos – e que já sofreram um infarto ou ataque isquêmico. Entre os sobreviventes de ataques isquêmicos que viviam com cachorros, o risco de morte era 33% menor em comparação com quem vivia sozinho. Já para os donos de cães que já tiveram derrames, o risco de morrer era 27% menor.
Em uma segunda pesquisa, foram analisados dados de cerca de 3,8 milhões de pessoas maiores de 18 anos. O resultado é que, entre os donos de cães, o risco de morte precoce era 24% inferior em relação ao resto da população, e as chances de se ter um ataque cardíaco caíam em 65%.
Outras pesquisas já comprovaram que ter um cachorro em casa pode melhorar nossa saúde cardiovascular. Se ter uma boa saúde é o resultado de um conjunto de fatores associados – como uma boa alimentação e a prática frequente de exercícios, a resposta para o bem que um cachorro pode nos oferecer pode estar diretamente ligada com a questão da companhia. Diversos outros estudos mostraram que a solidão pode ser extremamente prejudicial à saúde. Você ainda tem dúvidas quanto a adotar um cachorro?
A estreita ligação entre solidão e saúde
Existe uma diferença enorme entre solitude e solidão. O ser humano precisa de momentos em que esteja sozinho, porém aquela sensação de desamparo e angústia que acompanha a solidão é prejudicial à saúde.
Um estudo do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Nova York, inclusive, comprovou que pessoas mais solitárias eram as que mais possuíam problemas cardíacos. Proteção, afeto, segurança e relacionamento com o próximo são essenciais para a saúde mental – e física também do ser humano. Infelizmente, algumas pessoas não possuem familiares próximos ou moram em um país distante. E é aí que os cachorros podem desempenhar um papel fundamental em nossas vidas.
Adaptado de: <https://www.hypeness.com.br/2019/10/ter-um-cachorro-pode-te-ajudar-a-viver-mais-aponta-estudo/>. Acesso em: 15 out. 2019.
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra acentuada por ser proparoxítona.
Analise os textos I e II para responder às questões 01 a 10.
Texto I
Disponível em: <http://coisasdamiroca.centerblog.net/8058->. Acesso em:10 nov. 2019.
Texto II
Ter um cachorro pode te ajudar a viver mais, aponta estudo
Gabriela Glette
Nos últimos anos, diversas pesquisas apontaram as vantagens de se ter um cachorro em casa. Nossos fiéis amigos de quatro patas são muito mais do que companheiros e podem nos ajudar a viver mais. É o que aponta um recente estudo feito por pesquisadores da American Heart Association.
O resultado veio após diversas análises em banco de dados, constatando que, de modo geral, donos de cães diminuem o risco de morte prematura em pelo menos 24%. Além disto, os cachorros podem ser ótimos para quem já sofreu uma doença cardiovascular, como infartos e derrames, reduzindo em cerca de um terço os riscos dessas pessoas voltarem a apresentar esses problemas.
A pesquisa foi realizada com 300 mil suecos – com idades entre 40 e 85 anos – e que já sofreram um infarto ou ataque isquêmico. Entre os sobreviventes de ataques isquêmicos que viviam com cachorros, o risco de morte era 33% menor em comparação com quem vivia sozinho. Já para os donos de cães que já tiveram derrames, o risco de morrer era 27% menor.
Em uma segunda pesquisa, foram analisados dados de cerca de 3,8 milhões de pessoas maiores de 18 anos. O resultado é que, entre os donos de cães, o risco de morte precoce era 24% inferior em relação ao resto da população, e as chances de se ter um ataque cardíaco caíam em 65%.
Outras pesquisas já comprovaram que ter um cachorro em casa pode melhorar nossa saúde cardiovascular. Se ter uma boa saúde é o resultado de um conjunto de fatores associados – como uma boa alimentação e a prática frequente de exercícios, a resposta para o bem que um cachorro pode nos oferecer pode estar diretamente ligada com a questão da companhia. Diversos outros estudos mostraram que a solidão pode ser extremamente prejudicial à saúde. Você ainda tem dúvidas quanto a adotar um cachorro?
A estreita ligação entre solidão e saúde
Existe uma diferença enorme entre solitude e solidão. O ser humano precisa de momentos em que esteja sozinho, porém aquela sensação de desamparo e angústia que acompanha a solidão é prejudicial à saúde.
Um estudo do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Nova York, inclusive, comprovou que pessoas mais solitárias eram as que mais possuíam problemas cardíacos. Proteção, afeto, segurança e relacionamento com o próximo são essenciais para a saúde mental – e física também do ser humano. Infelizmente, algumas pessoas não possuem familiares próximos ou moram em um país distante. E é aí que os cachorros podem desempenhar um papel fundamental em nossas vidas.
Adaptado de: <https://www.hypeness.com.br/2019/10/ter-um-cachorro-pode-te-ajudar-a-viver-mais-aponta-estudo/>. Acesso em: 15 out. 2019.
No período: “Existe uma diferença enorme entre solitude e solidão.”, o sujeito do verbo “existir” é
Analise os textos I e II para responder às questões 01 a 10.
Texto I
Disponível em: <http://coisasdamiroca.centerblog.net/8058->. Acesso em:10 nov. 2019.
Texto II
Ter um cachorro pode te ajudar a viver mais, aponta estudo
Gabriela Glette
Nos últimos anos, diversas pesquisas apontaram as vantagens de se ter um cachorro em casa. Nossos fiéis amigos de quatro patas são muito mais do que companheiros e podem nos ajudar a viver mais. É o que aponta um recente estudo feito por pesquisadores da American Heart Association.
O resultado veio após diversas análises em banco de dados, constatando que, de modo geral, donos de cães diminuem o risco de morte prematura em pelo menos 24%. Além disto, os cachorros podem ser ótimos para quem já sofreu uma doença cardiovascular, como infartos e derrames, reduzindo em cerca de um terço os riscos dessas pessoas voltarem a apresentar esses problemas.
A pesquisa foi realizada com 300 mil suecos – com idades entre 40 e 85 anos – e que já sofreram um infarto ou ataque isquêmico. Entre os sobreviventes de ataques isquêmicos que viviam com cachorros, o risco de morte era 33% menor em comparação com quem vivia sozinho. Já para os donos de cães que já tiveram derrames, o risco de morrer era 27% menor.
Em uma segunda pesquisa, foram analisados dados de cerca de 3,8 milhões de pessoas maiores de 18 anos. O resultado é que, entre os donos de cães, o risco de morte precoce era 24% inferior em relação ao resto da população, e as chances de se ter um ataque cardíaco caíam em 65%.
Outras pesquisas já comprovaram que ter um cachorro em casa pode melhorar nossa saúde cardiovascular. Se ter uma boa saúde é o resultado de um conjunto de fatores associados – como uma boa alimentação e a prática frequente de exercícios, a resposta para o bem que um cachorro pode nos oferecer pode estar diretamente ligada com a questão da companhia. Diversos outros estudos mostraram que a solidão pode ser extremamente prejudicial à saúde. Você ainda tem dúvidas quanto a adotar um cachorro?
A estreita ligação entre solidão e saúde
Existe uma diferença enorme entre solitude e solidão. O ser humano precisa de momentos em que esteja sozinho, porém aquela sensação de desamparo e angústia que acompanha a solidão é prejudicial à saúde.
Um estudo do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Nova York, inclusive, comprovou que pessoas mais solitárias eram as que mais possuíam problemas cardíacos. Proteção, afeto, segurança e relacionamento com o próximo são essenciais para a saúde mental – e física também do ser humano. Infelizmente, algumas pessoas não possuem familiares próximos ou moram em um país distante. E é aí que os cachorros podem desempenhar um papel fundamental em nossas vidas.
Adaptado de: <https://www.hypeness.com.br/2019/10/ter-um-cachorro-pode-te-ajudar-a-viver-mais-aponta-estudo/>. Acesso em: 15 out. 2019.
O texto II contém, em destaque, os termos “prematura” e “desamparo”. Assinale a alternativa que, respectivamente, apresenta antônimos apropriados para tais palavras.
Analise os textos I e II para responder às questões 01 a 10.
Texto I
Disponível em: <http://coisasdamiroca.centerblog.net/8058->. Acesso em:10 nov. 2019.
Texto II
Ter um cachorro pode te ajudar a viver mais, aponta estudo
Gabriela Glette
Nos últimos anos, diversas pesquisas apontaram as vantagens de se ter um cachorro em casa. Nossos fiéis amigos de quatro patas são muito mais do que companheiros e podem nos ajudar a viver mais. É o que aponta um recente estudo feito por pesquisadores da American Heart Association.
O resultado veio após diversas análises em banco de dados, constatando que, de modo geral, donos de cães diminuem o risco de morte prematura em pelo menos 24%. Além disto, os cachorros podem ser ótimos para quem já sofreu uma doença cardiovascular, como infartos e derrames, reduzindo em cerca de um terço os riscos dessas pessoas voltarem a apresentar esses problemas.
A pesquisa foi realizada com 300 mil suecos – com idades entre 40 e 85 anos – e que já sofreram um infarto ou ataque isquêmico. Entre os sobreviventes de ataques isquêmicos que viviam com cachorros, o risco de morte era 33% menor em comparação com quem vivia sozinho. Já para os donos de cães que já tiveram derrames, o risco de morrer era 27% menor.
Em uma segunda pesquisa, foram analisados dados de cerca de 3,8 milhões de pessoas maiores de 18 anos. O resultado é que, entre os donos de cães, o risco de morte precoce era 24% inferior em relação ao resto da população, e as chances de se ter um ataque cardíaco caíam em 65%.
Outras pesquisas já comprovaram que ter um cachorro em casa pode melhorar nossa saúde cardiovascular. Se ter uma boa saúde é o resultado de um conjunto de fatores associados – como uma boa alimentação e a prática frequente de exercícios, a resposta para o bem que um cachorro pode nos oferecer pode estar diretamente ligada com a questão da companhia. Diversos outros estudos mostraram que a solidão pode ser extremamente prejudicial à saúde. Você ainda tem dúvidas quanto a adotar um cachorro?
A estreita ligação entre solidão e saúde
Existe uma diferença enorme entre solitude e solidão. O ser humano precisa de momentos em que esteja sozinho, porém aquela sensação de desamparo e angústia que acompanha a solidão é prejudicial à saúde.
Um estudo do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade de Nova York, inclusive, comprovou que pessoas mais solitárias eram as que mais possuíam problemas cardíacos. Proteção, afeto, segurança e relacionamento com o próximo são essenciais para a saúde mental – e física também do ser humano. Infelizmente, algumas pessoas não possuem familiares próximos ou moram em um país distante. E é aí que os cachorros podem desempenhar um papel fundamental em nossas vidas.
Adaptado de: <https://www.hypeness.com.br/2019/10/ter-um-cachorro-pode-te-ajudar-a-viver-mais-aponta-estudo/>. Acesso em: 15 out. 2019.
O texto I corresponde ao gênero
Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto para a seguinte operação matemática:
1,1 X 2,2 X 3,3
Se aplicarmos 45% sobre o número 600, o resultado será de:
Em uma determinada escola há 23 classes com 88 alunos cada. Qual é o número total de alunos nessa escola?
Em um determinado açougue, um quilo de carne custa R$ 28,00. Se o cliente decidir comprar 11 quilos dessa mesma carne, pagará a quantia de:
Com relação à conduta de usar o veículo para arremessar, sobre os pedestres ou veículos, água ou detritos, assinale a alternativa INCORRETA:
São tipos de vias urbanas, EXCETO:
Os Rios Voadores são uma espécie de curso d’água invisível que circula pela atmosfera. Trata-se da umidade gerada pela Amazônia e que se dispersa por todo o continente sul-americano. As principais regiões de destino são o CentroOeste, Sudeste e o Sul do Brasil, de forma que alguns pesquisadores afirmam que, sem essa umidade, o ambiente dessas regiões transformar-se-ia em algo parecido com um deserto afetando diretamente os maiores exportadores de grãos do país.
(Acessado em 23/07/2019 do site https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/riosvoadores.htm)
De acordo com a Lei 12.651/2012, todo imóvel rural deve manter uma área com cobertura de vegetação nativa, a título de Reserva Legal. Segundo essa lei uma propriedade situada na Amazônia Legal, imóvel em área de floresta, deve preservar 80% de sua área em mata nativa.
Com base nessas informações, uma propriedade situada na Amazônia Legal com 80 hectares deve preservar no mínimo:
Um número com três casas decimais é subtraído de outro com cinco casas decimais, depois é somado com outro número com apenas uma casa decimal e, finalmente, multiplicado por outro com duas casas decimais. O resultado dessas operações é um número com no máximo:
Sílvio recebeu uma ligação de um banco com uma proposta de empréstimo no valor de R$ 20.000,00 a ser pago em três anos. Durante esse período Sílvio repassaria mensalmente ao banco 3,5% do valor emprestado. Qual o total de juros pagos por Sílvio ao banco ao longo dos três anos?
A figura abaixo é composta de quatro paralelogramos de base 2 e altura 4, inscritos em um quadrado de lado 8. Determine a área do quadrado que NÃO está ocupada pelos quatro paralelogramos.
Numa brincadeira de “adivinhação”, Lúcia propôs a seu primo Pedrinho que:
I. pensasse em um número;
II. multiplicasse o número pensado por três;
III. subtraísse quatro do resultado;
IV. dividisse a diferença por 2.
Após ter feito todas as operações sugeridas acima e revelado a Lúcia que o resultado obtido foi 7, Lúcia o surpreende ao “adivinhar” o número em que, Pedrinho, havia pensado.
Sendo assim podemos afirmar que: