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I. A instalação elétrica é um conjunto formado unicamente por cabos. II. Os cabos desbitolados conduzem melhor a energia elétrica e previnem a ocorrência de incêndios nas instalações.
Marque a alternativa CORRETA:
Além do tempo excessivo dedicado à tecnologia, conteúdos tóxicos também atuam de forma negativa no organismo. Para Shimi, atividades que envolvam pornografia, videogames viciantes, cyberbullying e discursos de ódio podem ser prejudicais para a saúde mental de crianças, adolescentes e adultos.
Outro ponto destacado por ela é a necessidade de reconhecer que a maneira como nos relacionamos com a internet e as redes sociais realmente pode ter efeito prejudicial na nossa vida. Quando este primeiro passo é dado, é importante fazer uma reavaliação que estabeleça uma relação mais saudável e moderada com a tecnologia.
“Se sua família tem pessoas com histórico de vícios, ansiedade, depressão ou problemas de administração do tempo, por exemplo, é melhor tomar cuidado, porque você tem mais chances de se converter em um dependente de tecnologia tóxica”, alertou. No caso dos adolescentes, essa recomendação é ainda mais significativa, pois eles estão muito mais propensos a desenvolver problemas online.
Muitos acreditam que a criação das redes sociais ajudou a quebrar as fronteiras e tornou mais fácil ficar mais próximo de pessoas queridas. No entanto, essa sensação de proximidade pode não ser tão verdadeira quanto se pensava. Estudo publicado em 2017 na revista American Journal of Preventive Medicine mostrou que o acesso prolongado as redes sociais como Facebook, Twitter, Snapchat e Instagram aumenta a probabilidade de alguém se sentir isolado. Isso acontece porque quanto mais tempo passamos online, menos tempo temos para dedicar às interações no mundo real.
Além disso, a “vida perfeita” das pessoas que seguimos pode despertar sentimentos de exclusão, como inveja, ou fazer com que nos sintamos inferiores por não ter uma vida preenchida com viagens e festas. Outro problema muito comum provocado por essas mídias é o agravamento da dismorfia corporal – doença mental caracterizada pela obsessão com a aparência perfeita que leva o indivíduo a enxergar inúmeros defeitos em si mesmo. Por esses e outros fatores, a recomendação é o uso de redes sociais não ultrapasse duas horas diárias.
(Revista Veja Publicado em 2 jan. 2019,)
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/saiba-por-que-voce-deveria-aderir-ao-jejum-tecnologico/
De acordo com texto acima, assinale a alternativa CORRETA referente ao gênero textual.
Disponível em: http://www.saojoaodoaraguaia.pa.gov.br/. Acesso em: 25/04/2018.
O texto faz referência a qual tipo de palmeira?
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
http://contobrasileiro.com.br/noticia-de-jornal-cronica-de-fernando-sabino/
As vírgulas foram empregadas em “Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem” com o objetivo de separar.
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
http://contobrasileiro.com.br/noticia-de-jornal-cronica-de-fernando-sabino/
Ao analisar o uso do sinal grave, indicativo da crase, em “...pedindo providências às autoridades”, pode-se afirmar que esse fenômeno ocorreu em virtude da exigência da preposição “a”
Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.
Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.
Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem deu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.
Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.
E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.
E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.
Morreu de fome.
http://contobrasileiro.com.br/noticia-de-jornal-cronica-de-fernando-sabino/
O texto de Fernando Sabino retrata bem a indiferença com que as pessoas agem, cotidianamente, diante dos problemas do outro. Esse tipo de comportamento se caracteriza como:
I – Reduzir o consumo da água;
II – Não poluir rios e nascentes;
III – Preservar as árvores.
Dos itens acima, são considerados formas de proteger o meio-ambiente: