Questões de Concurso Para eletricista

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Q2373936 Português
Aos 93 anos, Maria Albino faz doces para acolher pessoas


Anna Jailma


É, em Timbaúba dos Batistas, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte, referência no bordado, que reside Maria de Lourdes dos Santos, conhecida como “Maria Albino”, uma alegre doceira que nunca vendeu doces. Aos 93 anos de idade, Maria de Lourdes, desde a adolescência, tem o doce como uma forma de acolher pessoas e, hoje, de trazer para si as melhores lembranças da sua juventude.


Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estavam o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.


A menina Maria parava no tempo, debaixo do cajueiro. Ela apanhava as frutas e, em casa, fazia doces, que logo fizeram sucesso entre as pessoas que visitavam sua casa todas as noites, para conversar na calçada. Era comum que, apesar de não ter energia elétrica, as pessoas visitassem os vizinhos para uma prosa, com a luz de lamparina e do céu estrelado. “Eu passava pelos cajueiros, apanhava para fazer doce e pra gente comer a noite, na calçada. Era muita gente que ia lá para casa à noite, a juventude toda. Eu fazia os doces para receber as pessoas. Nunca vendi. Até hoje faço para presentear quem gosto”, diz sorrindo Dona Maria Albino.


Os anos passaram, Maria Albino se casou e foi morar em Timbaúba dos Batistas. Não voltou mais ao sítio Pitombeira, mas a forma que encontra de manter viva essas lembranças é continuar fazendo doces para acolher pessoas em volta. Doce de goiaba, mamão com coco, doce de leite, ou seus preferidos, doce de caju e caju ameixa estão sempre disponíveis na mesa de Maria Albino.


Até seus 90 anos, Maria também fazia chouriço, tradicional doce do Seridó, que utiliza sangue e banha de porco, rapadura, castanha de caju, especiarias como canela, cravo, gengibre, erva-doce, e pimenta-do-reino, além de outros ingredientes. O chouriço precisa ficar no fogo, em média até 6 horas, e Maria Albino fazia o doce, que para ela “não tem nada de trabalhoso”.


Hoje, ela ainda assa castanha, mas é para fazer também seu bolo de batata doce, que é servido no tradicional café da tarde. “Gosto de cozinhar, de receber pessoas com muita comida, minha mãe já era assim”, diz ela.


Mãe de sete filhos, Maria diz que “perdeu a conta” de quantos netos e bisnetos já tem. Ela conta sua história de afeto com o fazer e oferecer doces para os descendentes como forma de preservar suas raízes e reviver suas memórias. “Quando estou fazendo doce, lembro desse tempo bom, quando era mocinha. Fazer doce é tudo pra mim, e o especial é o de caju, porque tudo começou com ele”, conclui.


Sobre ter tanta saúde e disposição aos 93 anos, Maria atribui ao fato de alimentar-se de produtos naturais, inclusive, sua manteiga é feita por ela, em casa, apurada da nata do leite. “Margarina e óleo nunca uso”, diz Maria. 



Disponível em: https://saibamais.jor.br/2023/11/serido-aos-93-anos-maria-albino-faz-doces-para-acolher. [Acesso em dez. de 2023]

Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estava o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.



Os verbos em destaque indicam a presença da sequência 

Alternativas
Q2373935 Português
Aos 93 anos, Maria Albino faz doces para acolher pessoas


Anna Jailma


É, em Timbaúba dos Batistas, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte, referência no bordado, que reside Maria de Lourdes dos Santos, conhecida como “Maria Albino”, uma alegre doceira que nunca vendeu doces. Aos 93 anos de idade, Maria de Lourdes, desde a adolescência, tem o doce como uma forma de acolher pessoas e, hoje, de trazer para si as melhores lembranças da sua juventude.


Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estavam o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.


A menina Maria parava no tempo, debaixo do cajueiro. Ela apanhava as frutas e, em casa, fazia doces, que logo fizeram sucesso entre as pessoas que visitavam sua casa todas as noites, para conversar na calçada. Era comum que, apesar de não ter energia elétrica, as pessoas visitassem os vizinhos para uma prosa, com a luz de lamparina e do céu estrelado. “Eu passava pelos cajueiros, apanhava para fazer doce e pra gente comer a noite, na calçada. Era muita gente que ia lá para casa à noite, a juventude toda. Eu fazia os doces para receber as pessoas. Nunca vendi. Até hoje faço para presentear quem gosto”, diz sorrindo Dona Maria Albino.


Os anos passaram, Maria Albino se casou e foi morar em Timbaúba dos Batistas. Não voltou mais ao sítio Pitombeira, mas a forma que encontra de manter viva essas lembranças é continuar fazendo doces para acolher pessoas em volta. Doce de goiaba, mamão com coco, doce de leite, ou seus preferidos, doce de caju e caju ameixa estão sempre disponíveis na mesa de Maria Albino.


Até seus 90 anos, Maria também fazia chouriço, tradicional doce do Seridó, que utiliza sangue e banha de porco, rapadura, castanha de caju, especiarias como canela, cravo, gengibre, erva-doce, e pimenta-do-reino, além de outros ingredientes. O chouriço precisa ficar no fogo, em média até 6 horas, e Maria Albino fazia o doce, que para ela “não tem nada de trabalhoso”.


Hoje, ela ainda assa castanha, mas é para fazer também seu bolo de batata doce, que é servido no tradicional café da tarde. “Gosto de cozinhar, de receber pessoas com muita comida, minha mãe já era assim”, diz ela.


Mãe de sete filhos, Maria diz que “perdeu a conta” de quantos netos e bisnetos já tem. Ela conta sua história de afeto com o fazer e oferecer doces para os descendentes como forma de preservar suas raízes e reviver suas memórias. “Quando estou fazendo doce, lembro desse tempo bom, quando era mocinha. Fazer doce é tudo pra mim, e o especial é o de caju, porque tudo começou com ele”, conclui.


Sobre ter tanta saúde e disposição aos 93 anos, Maria atribui ao fato de alimentar-se de produtos naturais, inclusive, sua manteiga é feita por ela, em casa, apurada da nata do leite. “Margarina e óleo nunca uso”, diz Maria. 



Disponível em: https://saibamais.jor.br/2023/11/serido-aos-93-anos-maria-albino-faz-doces-para-acolher. [Acesso em dez. de 2023]
A trajetória da doceira é contada em
Alternativas
Q2373934 Português
Aos 93 anos, Maria Albino faz doces para acolher pessoas


Anna Jailma


É, em Timbaúba dos Batistas, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte, referência no bordado, que reside Maria de Lourdes dos Santos, conhecida como “Maria Albino”, uma alegre doceira que nunca vendeu doces. Aos 93 anos de idade, Maria de Lourdes, desde a adolescência, tem o doce como uma forma de acolher pessoas e, hoje, de trazer para si as melhores lembranças da sua juventude.


Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estavam o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.


A menina Maria parava no tempo, debaixo do cajueiro. Ela apanhava as frutas e, em casa, fazia doces, que logo fizeram sucesso entre as pessoas que visitavam sua casa todas as noites, para conversar na calçada. Era comum que, apesar de não ter energia elétrica, as pessoas visitassem os vizinhos para uma prosa, com a luz de lamparina e do céu estrelado. “Eu passava pelos cajueiros, apanhava para fazer doce e pra gente comer a noite, na calçada. Era muita gente que ia lá para casa à noite, a juventude toda. Eu fazia os doces para receber as pessoas. Nunca vendi. Até hoje faço para presentear quem gosto”, diz sorrindo Dona Maria Albino.


Os anos passaram, Maria Albino se casou e foi morar em Timbaúba dos Batistas. Não voltou mais ao sítio Pitombeira, mas a forma que encontra de manter viva essas lembranças é continuar fazendo doces para acolher pessoas em volta. Doce de goiaba, mamão com coco, doce de leite, ou seus preferidos, doce de caju e caju ameixa estão sempre disponíveis na mesa de Maria Albino.


Até seus 90 anos, Maria também fazia chouriço, tradicional doce do Seridó, que utiliza sangue e banha de porco, rapadura, castanha de caju, especiarias como canela, cravo, gengibre, erva-doce, e pimenta-do-reino, além de outros ingredientes. O chouriço precisa ficar no fogo, em média até 6 horas, e Maria Albino fazia o doce, que para ela “não tem nada de trabalhoso”.


Hoje, ela ainda assa castanha, mas é para fazer também seu bolo de batata doce, que é servido no tradicional café da tarde. “Gosto de cozinhar, de receber pessoas com muita comida, minha mãe já era assim”, diz ela.


Mãe de sete filhos, Maria diz que “perdeu a conta” de quantos netos e bisnetos já tem. Ela conta sua história de afeto com o fazer e oferecer doces para os descendentes como forma de preservar suas raízes e reviver suas memórias. “Quando estou fazendo doce, lembro desse tempo bom, quando era mocinha. Fazer doce é tudo pra mim, e o especial é o de caju, porque tudo começou com ele”, conclui.


Sobre ter tanta saúde e disposição aos 93 anos, Maria atribui ao fato de alimentar-se de produtos naturais, inclusive, sua manteiga é feita por ela, em casa, apurada da nata do leite. “Margarina e óleo nunca uso”, diz Maria. 



Disponível em: https://saibamais.jor.br/2023/11/serido-aos-93-anos-maria-albino-faz-doces-para-acolher. [Acesso em dez. de 2023]
No primeiro parágrafo, a autora do texto
Alternativas
Q2373933 Português
Aos 93 anos, Maria Albino faz doces para acolher pessoas


Anna Jailma


É, em Timbaúba dos Batistas, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte, referência no bordado, que reside Maria de Lourdes dos Santos, conhecida como “Maria Albino”, uma alegre doceira que nunca vendeu doces. Aos 93 anos de idade, Maria de Lourdes, desde a adolescência, tem o doce como uma forma de acolher pessoas e, hoje, de trazer para si as melhores lembranças da sua juventude.


Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estavam o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.


A menina Maria parava no tempo, debaixo do cajueiro. Ela apanhava as frutas e, em casa, fazia doces, que logo fizeram sucesso entre as pessoas que visitavam sua casa todas as noites, para conversar na calçada. Era comum que, apesar de não ter energia elétrica, as pessoas visitassem os vizinhos para uma prosa, com a luz de lamparina e do céu estrelado. “Eu passava pelos cajueiros, apanhava para fazer doce e pra gente comer a noite, na calçada. Era muita gente que ia lá para casa à noite, a juventude toda. Eu fazia os doces para receber as pessoas. Nunca vendi. Até hoje faço para presentear quem gosto”, diz sorrindo Dona Maria Albino.


Os anos passaram, Maria Albino se casou e foi morar em Timbaúba dos Batistas. Não voltou mais ao sítio Pitombeira, mas a forma que encontra de manter viva essas lembranças é continuar fazendo doces para acolher pessoas em volta. Doce de goiaba, mamão com coco, doce de leite, ou seus preferidos, doce de caju e caju ameixa estão sempre disponíveis na mesa de Maria Albino.


Até seus 90 anos, Maria também fazia chouriço, tradicional doce do Seridó, que utiliza sangue e banha de porco, rapadura, castanha de caju, especiarias como canela, cravo, gengibre, erva-doce, e pimenta-do-reino, além de outros ingredientes. O chouriço precisa ficar no fogo, em média até 6 horas, e Maria Albino fazia o doce, que para ela “não tem nada de trabalhoso”.


Hoje, ela ainda assa castanha, mas é para fazer também seu bolo de batata doce, que é servido no tradicional café da tarde. “Gosto de cozinhar, de receber pessoas com muita comida, minha mãe já era assim”, diz ela.


Mãe de sete filhos, Maria diz que “perdeu a conta” de quantos netos e bisnetos já tem. Ela conta sua história de afeto com o fazer e oferecer doces para os descendentes como forma de preservar suas raízes e reviver suas memórias. “Quando estou fazendo doce, lembro desse tempo bom, quando era mocinha. Fazer doce é tudo pra mim, e o especial é o de caju, porque tudo começou com ele”, conclui.


Sobre ter tanta saúde e disposição aos 93 anos, Maria atribui ao fato de alimentar-se de produtos naturais, inclusive, sua manteiga é feita por ela, em casa, apurada da nata do leite. “Margarina e óleo nunca uso”, diz Maria. 



Disponível em: https://saibamais.jor.br/2023/11/serido-aos-93-anos-maria-albino-faz-doces-para-acolher. [Acesso em dez. de 2023]
A partir da leitura do texto, conclui-se que 
Alternativas
Q2373932 Português
Aos 93 anos, Maria Albino faz doces para acolher pessoas


Anna Jailma


É, em Timbaúba dos Batistas, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte, referência no bordado, que reside Maria de Lourdes dos Santos, conhecida como “Maria Albino”, uma alegre doceira que nunca vendeu doces. Aos 93 anos de idade, Maria de Lourdes, desde a adolescência, tem o doce como uma forma de acolher pessoas e, hoje, de trazer para si as melhores lembranças da sua juventude.


Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estavam o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.


A menina Maria parava no tempo, debaixo do cajueiro. Ela apanhava as frutas e, em casa, fazia doces, que logo fizeram sucesso entre as pessoas que visitavam sua casa todas as noites, para conversar na calçada. Era comum que, apesar de não ter energia elétrica, as pessoas visitassem os vizinhos para uma prosa, com a luz de lamparina e do céu estrelado. “Eu passava pelos cajueiros, apanhava para fazer doce e pra gente comer a noite, na calçada. Era muita gente que ia lá para casa à noite, a juventude toda. Eu fazia os doces para receber as pessoas. Nunca vendi. Até hoje faço para presentear quem gosto”, diz sorrindo Dona Maria Albino.


Os anos passaram, Maria Albino se casou e foi morar em Timbaúba dos Batistas. Não voltou mais ao sítio Pitombeira, mas a forma que encontra de manter viva essas lembranças é continuar fazendo doces para acolher pessoas em volta. Doce de goiaba, mamão com coco, doce de leite, ou seus preferidos, doce de caju e caju ameixa estão sempre disponíveis na mesa de Maria Albino.


Até seus 90 anos, Maria também fazia chouriço, tradicional doce do Seridó, que utiliza sangue e banha de porco, rapadura, castanha de caju, especiarias como canela, cravo, gengibre, erva-doce, e pimenta-do-reino, além de outros ingredientes. O chouriço precisa ficar no fogo, em média até 6 horas, e Maria Albino fazia o doce, que para ela “não tem nada de trabalhoso”.


Hoje, ela ainda assa castanha, mas é para fazer também seu bolo de batata doce, que é servido no tradicional café da tarde. “Gosto de cozinhar, de receber pessoas com muita comida, minha mãe já era assim”, diz ela.


Mãe de sete filhos, Maria diz que “perdeu a conta” de quantos netos e bisnetos já tem. Ela conta sua história de afeto com o fazer e oferecer doces para os descendentes como forma de preservar suas raízes e reviver suas memórias. “Quando estou fazendo doce, lembro desse tempo bom, quando era mocinha. Fazer doce é tudo pra mim, e o especial é o de caju, porque tudo começou com ele”, conclui.


Sobre ter tanta saúde e disposição aos 93 anos, Maria atribui ao fato de alimentar-se de produtos naturais, inclusive, sua manteiga é feita por ela, em casa, apurada da nata do leite. “Margarina e óleo nunca uso”, diz Maria. 



Disponível em: https://saibamais.jor.br/2023/11/serido-aos-93-anos-maria-albino-faz-doces-para-acolher. [Acesso em dez. de 2023]
De acordo com o texto, para começar a fazer doces, a motivação inicial de Maria foi 
Alternativas
Q2373931 Português
Aos 93 anos, Maria Albino faz doces para acolher pessoas


Anna Jailma


É, em Timbaúba dos Batistas, cidade da região Seridó do Rio Grande do Norte, referência no bordado, que reside Maria de Lourdes dos Santos, conhecida como “Maria Albino”, uma alegre doceira que nunca vendeu doces. Aos 93 anos de idade, Maria de Lourdes, desde a adolescência, tem o doce como uma forma de acolher pessoas e, hoje, de trazer para si as melhores lembranças da sua juventude.


Maria morava com seus pais e irmãos no Sítio Pitombeira, município de Serra Negra do Norte. Entre as suas tarefas, estavam o trabalho de tirar ração para o gado e colher feijão no roçado. Mas, no caminho, entre o roçado e a casa da família, estavam os cajueiros frondosos, de frutas cheirosas, que encantavam Maria na sua adolescência.


A menina Maria parava no tempo, debaixo do cajueiro. Ela apanhava as frutas e, em casa, fazia doces, que logo fizeram sucesso entre as pessoas que visitavam sua casa todas as noites, para conversar na calçada. Era comum que, apesar de não ter energia elétrica, as pessoas visitassem os vizinhos para uma prosa, com a luz de lamparina e do céu estrelado. “Eu passava pelos cajueiros, apanhava para fazer doce e pra gente comer a noite, na calçada. Era muita gente que ia lá para casa à noite, a juventude toda. Eu fazia os doces para receber as pessoas. Nunca vendi. Até hoje faço para presentear quem gosto”, diz sorrindo Dona Maria Albino.


Os anos passaram, Maria Albino se casou e foi morar em Timbaúba dos Batistas. Não voltou mais ao sítio Pitombeira, mas a forma que encontra de manter viva essas lembranças é continuar fazendo doces para acolher pessoas em volta. Doce de goiaba, mamão com coco, doce de leite, ou seus preferidos, doce de caju e caju ameixa estão sempre disponíveis na mesa de Maria Albino.


Até seus 90 anos, Maria também fazia chouriço, tradicional doce do Seridó, que utiliza sangue e banha de porco, rapadura, castanha de caju, especiarias como canela, cravo, gengibre, erva-doce, e pimenta-do-reino, além de outros ingredientes. O chouriço precisa ficar no fogo, em média até 6 horas, e Maria Albino fazia o doce, que para ela “não tem nada de trabalhoso”.


Hoje, ela ainda assa castanha, mas é para fazer também seu bolo de batata doce, que é servido no tradicional café da tarde. “Gosto de cozinhar, de receber pessoas com muita comida, minha mãe já era assim”, diz ela.


Mãe de sete filhos, Maria diz que “perdeu a conta” de quantos netos e bisnetos já tem. Ela conta sua história de afeto com o fazer e oferecer doces para os descendentes como forma de preservar suas raízes e reviver suas memórias. “Quando estou fazendo doce, lembro desse tempo bom, quando era mocinha. Fazer doce é tudo pra mim, e o especial é o de caju, porque tudo começou com ele”, conclui.


Sobre ter tanta saúde e disposição aos 93 anos, Maria atribui ao fato de alimentar-se de produtos naturais, inclusive, sua manteiga é feita por ela, em casa, apurada da nata do leite. “Margarina e óleo nunca uso”, diz Maria. 



Disponível em: https://saibamais.jor.br/2023/11/serido-aos-93-anos-maria-albino-faz-doces-para-acolher. [Acesso em dez. de 2023]
Objetivo principal do texto é
Alternativas
Q2368834 Conhecimentos Gerais
Sabe-se que uma adaptação cinematográfica ocorre quando uma obra literária é adaptada para uma mídia audiovisual, especificamente para o cinema. Em relação aos clássicos literários brasileiros que foram adaptados para o cinema, analise as afirmativas a seguir.
I. Capitães de areia. II. O cortiço. III. O tempo e o vento. IV. Macunaíma.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2368833 Conhecimentos Gerais
As religiões de matrizes africanas são parte da diversidade religiosa do Brasil. Entre algumas dessas manifestações, que têm como referência a cultura trazida pelos africanos durante mais de 300 anos de escravidão, as religiões de matrizes africanas fazem parte da diversidade religiosa do Brasil. Desde sua chegada ao Brasil, os praticantes de religiões de matrizes africanas foram alvo de perseguições por manifestarem a sua fé. 
(Disponível em: https://brasil.un.org/. Acesso em: 29/11/2023.)

NÃO apresenta uma religião de matriz africana: 
Alternativas
Q2368832 Conhecimentos Gerais
Considera-se droga qualquer substância utilizada para provocar mudanças nas sensações; no grau de consciência; e, no estado emocional de um indivíduo. Seu consumo, assim como os problemas sociais associados, varia de cultura para cultura. Contudo, é um senso comum que, ao não estabelecer um limite entre uma relação de uso eventual e uma relação de dependência, elas podem se tornar um problema entre o usuário, sua família e comunidade. Drogas que causam forte dependência e geram muitos danos à saúde são classificadas como ilícitas, ou seja, sua produção e comercialização são proibidas por lei. Já as drogas consideradas lícitas são aquelas que têm produção e comercialização permitidas. No Brasil, são consideradas drogas lícitas, EXCETO: 
Alternativas
Q2368831 Conhecimentos Gerais
Sabe-se que a Agenda 2030 da ONU é um plano de ação global, que reúne dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Eles buscam promover um mundo melhor para todos os povos e nações. A ideia é de que estes objetivos sejam cumpridos até o ano de 2030. Sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, analise as afirmativas a seguir.
I. Erradicar a pobreza. II. Educação de qualidade. III. Igualdade de gênero. IV. Energia limpa e acessível.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2368830 Conhecimentos Gerais
Bônus de remoção de carbono: uma estratégia global contra as mudanças climáticas
O Bônus de remoção de carbono está emergindo como uma importante ferramenta para o combate às mudanças climáticas. 


Esse conceito visa incentivar a redução das emissões de gases de efeito estufa e o sequestro de carbono, recompensando indivíduos, empresas e países que alcançam metas específicas para mitigar os efeitos do aquecimento global. Empresas que adotam medidas para mitigar suas emissões, como o plantio de árvores, financiamento de projetos de reflorestamento ou a implementação de práticas mais sustentáveis, estão contribuindo, significativamente, para a remoção de carbono. Quando essas ações superam as emissões, essas empresas ganham créditos de carbono, uma moeda ambiental que reflete suas contribuições positivas para o meio ambiente. 

(Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 29/11/2023. Adaptado.) 


O sequestro de carbono é um processo importante no combate às mudanças climáticas e ao efeito estufa e consiste em remover o CO2 

Alternativas
Q2368829 Conhecimentos Gerais
Dezenas de bilhões ao ano em crime ambiental
No Brasil, Colômbia e Peru, a estimativa é que o crime ambiental produza entre US$ 48 bilhões e US$ 120 bilhões ao ano e que 70% desse volume seja lavado. 

Delitos ambientais são a terceira atividade criminosa mais lucrativa do mundo, depois do tráfico de drogas e do contrabando. É difícil estimar o volume de recursos que movimentam, mas cifras de 2018 indicam entre US$ 110 bilhões e US$ 281 bilhões ao ano.
(Disponível em: https://valor.globo.com/brasil/noticia/. Acesso em: 28/11/2023.)


Sabe-se que os crimes ambientais configuram as atitudes nocivas direcionadas ao meio ambiente, ultrapassando os limites estabelecidos por lei. O órgão federal responsável por fiscalizar irregularidades relacionadas ao meio ambiente é: 
Alternativas
Q2368828 Conhecimentos Gerais
Lampião: herói ou vilão?

Algumas versões dizem que Lampião e seu bando teriam sido envenenados, outras que, na verdade, teria morrido com 100 anos, em Minas Gerais. O mais provável é de que tenha sido morto a tiros por tropas policiais lideradas pelo coronel João Bezerra, no sertão sergipano. As cabeças de Lampião, seu par Maria Bonita, e de outros integrantes do bando foram arrancadas e expostas como prêmio.  
(Disponível em: https://cultura.uol.com.br/entretenimento/. Acesso em: 28/11/2023. Adaptado.)  

Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião, nasceu em Serra Talhada – Pernambuco. Visto por muitos como herói, Virgulino era procurado pela polícia devido à prática de diversos crimes. Tornou-se conhecido pela sua atuação no movimento cultural, político e social ligado à disputa por terras e à revolta contra a miséria no Nordeste conhecido como: 

Alternativas
Q2368827 Conhecimentos Gerais

Câncer de próstata é uma das principais ameaças à saúde do homem


Setenta e dois mil novos casos de câncer de próstata devem ser diagnosticados no Brasil até 2025. Esse é o segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. Dados sobre a incidência da doença, consolidados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), também deixam claro que o principal fator de risco para esse adoecimento é a idade. Seis em cada 10 casos de câncer de próstata ocorrem em pacientes com mais de 65 anos, ao passo que é rara entre os mais jovens de até 40 anos. Outros fatores de risco para o câncer de próstata estão relacionados ao estilo de vida, por exemplo: dieta pouco saudável, sedentarismo, abuso de álcool e tabagismo. Além disso, a hereditariedade: homens com histórico familiar da doença devem ter atenção redobrada.  


(Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/sis/noticias-comum/. Acesso em: 19/11/2023.)


Sobre o câncer de próstata, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) São sintomas do câncer de próstata a presença de sangue na urina e a necessidade de urinar com mais frequência.


( ) Existem dois exames para o diagnóstico de câncer de próstata – PSA e toque retal, sendo recomendada a realização de apenas um deles para constatar a doença.


( ) A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens procurem se consultar com urologistas a partir dos trinta e cinco anos.


A sequência está correta em  

Alternativas
Q2368826 Pedagogia
Governo Federal reforça política de Educação Inclusiva

Serão mais de R$ 3 bilhões em ações para ampliar acesso, permanência, participação e aprendizagem de estudantes em escolas comuns, além de formação de educadores. 

O governo federal lançou nesta terça-feira, 21 de novembro de 2023, o Plano de Afirmação e Fortalecimento da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI). A proposta faz parte da estratégia de retomar as premissas originais dessa Política, que completou 15 anos em janeiro de 2023.


(Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias. Acesso em: 28/11/2023. Adaptado.) 

A educação é um direito constitucional garantido a todos os indivíduos, e a prática da educação inclusiva auxilia na garantia desse direito. Assinale a afirmativa que melhor define educação inclusiva. 
Alternativas
Q2368825 Matemática
Ao visitar uma igreja em sua cidade, Rosângela observou o número MDXXIII, escrito no sistema de numeração romano. Qual o número visto por Rosângela no sistema de numeração decimal?  
Alternativas
Q2368824 Matemática
Dea ganhou de aniversário de sua sobrinha um lenço com o seu nome, conforme a figura a seguir:


Imagem associada para resolução da questão



Se cada quadrado preenchido de cinza tem uma área de 3 cm2 , qual á área total preenchida no lenço que Dea ganhou?
Alternativas
Q2368822 Matemática
Para se aposentar em determinada cidade, são necessários 40 anos de contribuição. Ricardo trabalha nessa cidade e já contribuiu 1/8 da quantidade necessária de anos de contribuição. Com base nessas informações, quantos anos de contribuição ainda faltam para que Ricardo aposente?
Alternativas
Respostas
4161: B
4162: D
4163: B
4164: A
4165: C
4166: B
4167: A
4168: B
4169: D
4170: A
4171: C
4172: D
4173: A
4174: C
4175: D
4176: A
4177: C
4178: D
4179: D
4180: D