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Um celeiro de jovens artistas ao longo das últimas décadas, o Paço das Artes finalmente ganhou uma sede própria. A inauguração do espaço, que passa a ocupar a garagem do antigo casarão de Nhonhô Magalhães, no bairro paulistano de Higienópolis, acontece neste fim de semana, com uma mostra da veterana Regina Silveira.
A mudança ocorre depois de um período de incertezas da instituição, despejada do prédio que ocupou por 22 anos na Cidade Universitária, em 2016.
Desde então, a instituição ocupava uma pequena sala no Museu da Imagem e do Som, o MIS — ambos são administrados pela mesma organização social. A área disponível ali equivalia a menos de um décimo do que o Paço tinha no campus da USP, de cerca de mil metros quadrados.
A entrega das chaves do novo lar aconteceu em dezembro de 2018. O prédio, construído na década de 1930 pelo barão do café Carlos Leôncio Magalhães, foi comprado do estado paulista pelo shopping Pátio Higienópolis em 2005.
Uma cláusula do contrato previa, porém, que parte do imóvel deveria ser cedida ao estado, para uso cultural, por 20 anos, renováveis por mais 20.
A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.
Ela estima que a reforma, assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk, tenha custado R$ 1 milhão.
A saída da Cidade Universitária ocorreu após pedido do Instituto Butantã, dono do edifício. Na época, circularam abaixo-assinados contra o despejamento. Hoje, um centro administrativo com cerca de 400 funcionários do instituto funciona ali.
Questionada sobre o período no MIS, Arantes o descreve como “traumático”. “Ficamos no limbo. Não só pela confusão de uma instituição dentro de outra, mas caímos um degrau na invisibilidade.” [...]
Ainda assim, Arantes comemora a mudança para o casarão. Mas um período de adaptação é certo.
Primeiro, porque, apesar da ampliação do espaço em relação ao MIS, a antiga garagem que corresponde ao espaço expositivo deste novo Paço mede cerca de 300 metros quadrados, ou menos de um terço da área que o centro cultural tinha na Cidade Universitária. Também tem um pé-direito baixo, em geral considerado problemático para a montagem de exposições de arte contemporânea.
Segundo, porque a convivência com o campus da USP era estreita. Agora, além da mudança no perfil do bairro onde funciona, ele terá uma entrada pelo shopping ao lado e deve dividir o restante do espaço do casarão, que tem área total de 800 metros quadrados, com eventos.
A diretora artística diz não temer essas transformações. “Fizemos um levantamento com o setor educativo e estamos estudando a possibilidade de parcerias. O Paço é historicamente nômade”, afirma, lembrando que o espaço passou por cinco endereços desde a sua fundação, há 50 anos. [...]
BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/paco-das-artes-inaugura-sede-propria-em-higienopolis-depois-de-50-anos-nomades.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Adaptado)
Um celeiro de jovens artistas ao longo das últimas décadas, o Paço das Artes finalmente ganhou uma sede própria. A inauguração do espaço, que passa a ocupar a garagem do antigo casarão de Nhonhô Magalhães, no bairro paulistano de Higienópolis, acontece neste fim de semana, com uma mostra da veterana Regina Silveira.
A mudança ocorre depois de um período de incertezas da instituição, despejada do prédio que ocupou por 22 anos na Cidade Universitária, em 2016.
Desde então, a instituição ocupava uma pequena sala no Museu da Imagem e do Som, o MIS — ambos são administrados pela mesma organização social. A área disponível ali equivalia a menos de um décimo do que o Paço tinha no campus da USP, de cerca de mil metros quadrados.
A entrega das chaves do novo lar aconteceu em dezembro de 2018. O prédio, construído na década de 1930 pelo barão do café Carlos Leôncio Magalhães, foi comprado do estado paulista pelo shopping Pátio Higienópolis em 2005.
Uma cláusula do contrato previa, porém, que parte do imóvel deveria ser cedida ao estado, para uso cultural, por 20 anos, renováveis por mais 20.
A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.
Ela estima que a reforma, assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk, tenha custado R$ 1 milhão.
A saída da Cidade Universitária ocorreu após pedido do Instituto Butantã, dono do edifício. Na época, circularam abaixo-assinados contra o despejamento. Hoje, um centro administrativo com cerca de 400 funcionários do instituto funciona ali.
Questionada sobre o período no MIS, Arantes o descreve como “traumático”. “Ficamos no limbo. Não só pela confusão de uma instituição dentro de outra, mas caímos um degrau na invisibilidade.” [...]
Ainda assim, Arantes comemora a mudança para o casarão. Mas um período de adaptação é certo.
Primeiro, porque, apesar da ampliação do espaço em relação ao MIS, a antiga garagem que corresponde ao espaço expositivo deste novo Paço mede cerca de 300 metros quadrados, ou menos de um terço da área que o centro cultural tinha na Cidade Universitária. Também tem um pé-direito baixo, em geral considerado problemático para a montagem de exposições de arte contemporânea.
Segundo, porque a convivência com o campus da USP era estreita. Agora, além da mudança no perfil do bairro onde funciona, ele terá uma entrada pelo shopping ao lado e deve dividir o restante do espaço do casarão, que tem área total de 800 metros quadrados, com eventos.
A diretora artística diz não temer essas transformações. “Fizemos um levantamento com o setor educativo e estamos estudando a possibilidade de parcerias. O Paço é historicamente nômade”, afirma, lembrando que o espaço passou por cinco endereços desde a sua fundação, há 50 anos. [...]
BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/paco-das-artes-inaugura-sede-propria-em-higienopolis-depois-de-50-anos-nomades.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Adaptado)
Considerando esse argumento, julgue o item seguinte.
A negação da proposição “Os servidores públicos que
atuam nesse setor padecem e os beneficiários dos serviços
prestados por esse setor padecem.” é corretamente expressa
por “Os servidores públicos que atuam nesse setor não
padecem e os beneficiários dos serviços prestados por esse
setor não padecem.”.
Considerando esse argumento, julgue o item seguinte.
A proposição P3 é equivalente à proposição “Se os servidores
públicos que atuam nesse setor não padecem, então o trabalho
dos servidores públicos que atuam no setor Alfa não fica
prejudicado.”.
Considerando esse argumento, julgue o item seguinte.
Se a proposição P4 for verdadeira, então a proposição
“Os beneficiários dos serviços prestados pelo setor Alfa
são mal atendidos.” será, necessariamente, verdadeira.
Julgue o próximo item, relativo a segurança da informação.
Identificação e autenticação são requisitos de segurança
da informação que consistem em identificar usuários do
sistema e verificar as suas identidades, como pré-requisito
para permitir o acesso desses usuários ao sistema.
Julgue o próximo item, relativo a segurança da informação.
A criptografia provê métodos de disfarçar informações;
a criptografia de chave pública é simétrica quando envolve
a utilização de duas chaves separadas, mas correlacionadas.
Acerca da gestão de processos de negócios ou BPM, julgue o item subsecutivo.
O objetivo da modelagem de processos, conjunto de atividades
envolvidas na criação de representações de processos
de negócio propostos, é criar uma representação do processo
de maneira completa e precisa sobre seu funcionamento.
Acerca da gestão de processos de negócios ou BPM, julgue o item subsecutivo.
BPM representa uma forma de visualizar as operações de
negócio que vai além das estruturas funcionais tradicionais,
compreendendo todo o trabalho executado para entregar
o serviço do processo, independentemente de quais áreas
funcionais estejam envolvidas.
Julgue o próximo item, relativos a gerenciamento de projetos.
Enquanto o processo estimar os custos define os recursos
monetários necessários para executar o trabalho do projeto,
o processo determinar o orçamento agrega os custos
estimados de pacotes de trabalho para estabelecer uma linha
de base dos custos autorizada.
Julgue o próximo item, relativos a gerenciamento de projetos.
De acordo com o PMBOK 6, o gerente do projeto não
é responsável por garantir que o trabalho relacionado
a requisitos seja considerado no plano de gerenciamento
do projeto, porque, em projetos ágeis, em vez de planejamento
do escopo, há a definição do backlog, que acontece mais
ao longo da vida do projeto e menos em seu início.
Em determinado mercado com participação de 100 empresas, em concorrência perfeita, a função de custo total (CT) para todas as empresas e a curva de demanda (Qd) pelo bem B são definidas pelas funções Qd = 1000 - 10P e CT = 50 + 4qe + qe 2 , em que Qd = quantidade demandada no mercado; P = preço do bem; qe = quantidade ofertada por cada empresa.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsecutivo.
As empresas maximizarão os lucros quando o custo marginal
for correspondente a 20 unidades monetárias.
O Banco Central exerce papel estratégico no equilíbrio dos mercados financeiros ao interferir na oferta e demanda por moeda. Os fatores que afetam a oferta ou a demanda de moeda de um país estão entre os principais determinantes da taxa de câmbio. A esse respeito, julgue o item subsequente.
A elevação da taxa de juros básica da economia (SELIC)
concomitantemente à diminuição das taxas de recolhimento
compulsório sobre depósitos a vista reduz a liquidez e, em
consequência, a inflação corrente.
Com base nas informações precedentes, julgue o item que se segue, relativos a controle de custos.
Do ponto de vista do departamento de produção, os custos
incorridos no departamento e alocados aos produtos A e B
(R$ 700.000) são controláveis, enquanto os custos relativos à
mão de obra indireta (R$ 80.000) são não controláveis, uma
vez que não foram alocados aos produtos.
Com base nas Normas Brasileiras de Contabilidade Geral (NBC TG), julgue o próximo item.
O reconhecimento inicial de um ativo intangível que
tenha sido adquirido em separado deve ser feito ao custo,
o qual deve incluir, entre outros elementos, os impostos
de importação e os impostos não recuperáveis incidentes
sobre a compra.
Com relação à composição das demonstrações contábeis exigidas pela legislação societária, julgue o item a seguir.
A conta ajustes de avaliação patrimonial pertence ao
patrimônio líquido e destina-se a registrar, no balanço
patrimonial, os aumentos ou as diminuições de valor de
elementos do ativo e do passivo sujeitos à avaliação a valor
justo por determinação legal ou regulamentação específica,
enquanto tais variações não puderem ser reconhecidas
no resultado do exercício em obediência ao regime de
competência.
Com relação à composição das demonstrações contábeis exigidas pela legislação societária, julgue o item a seguir.
O produto obtido por uma sociedade anônima com a venda
de partes beneficiárias e bônus de subscrição será apresentado
como receita operacional na demonstração do resultado
do exercício.
A respeito de responsabilidade, de obrigação e de administração tributária, julgue o item subsequente.
Auditor fiscal que, com o intuito de beneficiar terceiro devedor
de tributos, expedir certidão negativa ignorando os débitos
fiscais devidos será responsabilizado pessoalmente pelo
crédito tributário e pelos juros de mora acrescidos.
A respeito de responsabilidade, de obrigação e de administração tributária, julgue o item subsequente.
Os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal,
bem como os comprovantes dos lançamentos neles
efetuados, deverão ser conservados pelo prazo de cinco anos,
independentemente de estarem ou não prescritos os créditos
tributários decorrentes das operações a que se refiram.
A respeito de responsabilidade, de obrigação e de administração tributária, julgue o item subsequente.
À administração tributária, no exercício da fiscalização, não
será oponível norma estadual que limite o direito de examinar
livros e documentos comerciais ou fiscais dos comerciantes.

