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* AUC0–t (AUC0–inf), área sob as concentrações do analito versus curva de tempo do tempo 0 ao t h (inf); Tmáx, tempo de concentração máxima; T1/2, meia-vida de eliminação; Cmáx, concentração máxima; CL, clearence; Vd, volume aparente de distribuição; F (%), biodisponibilidade absoluta.

Cmax (pico da concentração plasmática máxima), Tmáx (o tempo para atingir o pico de concentração); AUC(0–t) (área sob a curva desde o tempo zero até o último ponto de amostragem); AUC(0–∞) (área sob a curva do tempo zero ao infinito); MRT (tempo médio de residência); T1/2Z (tempo de meia vida de eliminação); VZ (volume de distribuição aparente); F (biodisponibilidade).
Observe as afirmativas abaixo sobre os gráficos e tabela:
I. Para todos os perfis concentração-tempo no estudo, a proporção de AUC(0–t) para AUC(0–∞) foi superior a 90%.
II. Os perfis farmacocinéticos após a administração intravenosa na dose de 2,5, 5 e 10 mg/kg mostrou meia-vida de eliminação média semelhante (T1/2 de 0,6~0,7 h), tempo médio de residência (MRT de 0,6~0,80 h), volume de distribuição (Vd de 5~7 L/kg) e depuração sistêmica (CL de 5,6~9 L/kg/h), que não apresentaram diferenças entre os diferentes níveis de dose (p > 0,05).
III. A biodisponibilidade absoluta do fitoterápico após dose única (20 mg/kg) foi de cerca de 10± 2%, indicando boa absorção do fitoterápico em ratos.
Das afirmativas acima:

Observe as afirmativas abaixo sobre o gráfico acima: fração não ligada do inibidor (0,1, 1 e 10 μM) no plasma no tempo de equilíbrio de 2, 4, 6, 16 e 24 h.
I. A fração não ligada do inibidor no plasma pode ser determinada por diálise de equilíbrio.
II. O tempo de equilíbrio otimizado da fração não ligada do inibidor no plasma é de 6 h.
III. O inibidor ligou pouco às proteínas plasmáticas.
Das afirmativas acima:

Observe as afirmativas a seguir:
I. Tanto C118P quanto C118 foram detectáveis no plasma de ratos após administração por via intravenosa de C118P.
II. Após a administração intravenosa, C118P pode ser hidrolisado em C118 rapidamente, com C118P e C118 detectáveis no sangue simultaneamente.
III. A área sob a curva de C118 reduziu proporcionalmente a dose no intervalo de 5–50 mg/kg.
Das afirmativas acima:

Tmáx (o tempo para atingir o pico de concentração); Cmax (pico da concentração plasmática máxima), AUC(0–9) (área sob a curva desde o tempo zero até 9h); AUC(0 - ∞) (área sob a curva do tempo zero ao infinito); MRT (tempo médio de residência); Vd/F (volume de distribuição aparente); T1/2 (tempo de meia vida de eliminação); F (biodisponibilidade); CL (Clearence).
Sobre os estudos do novo protótipo, é INCORRETO afirmar que:
I. Durante o processo de desenvolvimento de medicamentos para avaliar o risco da interação de fármaco - fármaco baseados em citocromo CYP450 -, o primeiro tipo de estudo consiste em identificar a via metabólica do novo medicamento e a capacidade de outras moléculas terapêuticas pretendidas modificarem o metabolismo do novo medicamento.
II. Estudos mais complexos avaliam a possibilidade de o novo medicamento alterar o metabolismo de outros medicamentos.
III. As enzimas citocromo (CYP) do fígado metabolizam uma ampla gama de medicamentos, e mais de 90% das interações de fármaco - fármaco acontecem na etapa catalisada pela enzima CYP.
Das afirmativas acima:

Cmax (pico da concentração plasmática máxima), Tmáx (o tempo para atingir o pico de concentração); T1/2 (tempo de meia vida de eliminação); AUC(0–∞) (área sob a curva do tempo zero ao infinito); Vd (volume de distribuição aparente); CL (Clearance); F (biodisponibilidade).
Sobre o assunto é possível afirmar que:
I. Uma taxa mais lenta de eliminação e depuração significa uma presença prolongada de CA na circulação sistêmica, conduzindo potencialmente a efeitos farmacológicos sustentados e desejáveis.
II. Um maior volume de distribuição e uma menor depuração conduzem a uma redução da meia-vida, o que também terá impacto na eficácia terapêutica da CA.
III. A biodisponibilidade absoluta do CA foi 38%, o que desempenha um papel crítico na determinação do regime de dosagem do CA e está intimamente relacionado com outros parâmetros farmacocinéticos primários, incluindo meia-vida e depuração.
Das afirmativas acima:
Segundo Kruve (2020), algumas das abordagens mais empregadas são as abaixo relacionadas, EXCETO:
I – caso a variância do erro não seja constante em toda a faixa de quantificação do método analítico, deve ser utilizado o método dos mínimos quadrados ponderados, usando a ponderação que apresentar o menor valor para soma dos erros relativos dos valores nominais dos padrões de calibração versus seus valores obtidos pela equação da curva.
II – somente o modelo linear pode ser usado para a construção da equação matemática que descreve a curva de calibração.
III – um modelo não linear pode ser empregado para a construção da equação da curva de calibração, desde que seja demonstrado matematicamente que o modelo linear não é adequado.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que apenas:

Cromatogramas de íons extraídos apresentando um padrão interno (IS) e um analito alvo (A). Fonte: Lavagnini et al. Quantitative Applications of Mass Spectrometry. John Wiley & Sons Ltd, Chichester, England, 2006.
I – pelo menos 5 átomos de deutério (2H) devem estar presentes na molécula do PI deuterado, a fim de levar a uma diferença de massa de 10 unidades em relação ao analito alvo.
II – os átomos de deutério (2H) devem estar localizados em posições bem definidas da molécula, sem modificação da esteroquímica da molécula.
III – os átomos de deutério (2H) devem estar inseridos em posições estáveis na molécula, sem a possibilidade de troca com átomos de hidrogênio (1H) durante o uso e armazenamento do PI.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Coluna I – técnica
1. diluição simples
2. precipitação de proteínas
3. extração líquido-líquido
4. extração por fase sólida (SPE, do inglês solid phase extraction)
Coluna II – desvantagens
( ) menos seletiva que SPE, não remove fosfolipídeos endógenos; pode formar emulsões; difícil de automatizar; trabalhosa; não é ideal para substâncias altamente polares e metabólitos; evaporação do solvente necessária; gera grandes volumes de solventes orgânicos.
( ) seletividade mínima, não remove a maioria dos interferentes da matriz; não há extração ou pré-concentração da amostra; evaporação do solvente pode ser necessária.
( ) pode exigir o desenvolvimento do método para otimizar o protocolo; considerada a mais difícil e cara entre as quatro técnicas.
( ) sem purificação e concentração da amostra; não-seletiva, interferentes podem causar supressão iônica ou formatos ruins de picos; propicia contaminação da coluna analítica e do instrumento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:

Fórmula estrutural do enasidenib. Fonte: Chakkar et al. Rapid Commun. Mass Spectrom. 2024;38:e9696.
Com base na estrutura apresentada e nas massas atômicas dos isótopos mais abundantes C=12,00000 u, N=14,00307 u, O=15,99491 u, H=1,007825 u, F=18,99840 u, Na=22,98977 u e K=38,96371 u, é INCORRETO afirmar que:
Coluna I – resolução
1. alta 2. baixa
Coluna II – analisador
( ) OrbitrapTM
( ) armadilha de íons
( ) quadrupolo
( ) ressonância ciclotrônica de íons
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I – um maior conteúdo de solvente orgânico no eluente aumenta a eficiência de ionização da maioria das substâncias.
II – o pH do eluente não influencia na eficiência de ionização de nenhuma substância.
III – diferentes soluções-tampão, com o mesmo pH, resultam em eficiências de ionização iguais.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente: