Questões de Concurso Para monitor de transporte escolar

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Q4025833 Português
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:

O nome errado para o inimigo

Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima o que essas facções representam.

Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a soberania e a proteção de brasileiros inocentes.

Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta. 

A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de força militar em território soberano.

Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.

O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado. A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos, impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes em terroristas e com respeito à nossa soberania.

O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro passo para a derrota. 

(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml). 
No desenvolvimento do texto, o autor recorre inicialmente ao reconhecimento da gravidade das organizações criminosas para, em seguida, apresentar sua discordância quanto à classificação proposta. Esse recurso argumentativo caracteriza: 
Alternativas
Q4025832 Português
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:

O nome errado para o inimigo

Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima o que essas facções representam.

Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a soberania e a proteção de brasileiros inocentes.

Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta. 

A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de força militar em território soberano.

Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.

O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado. A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos, impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes em terroristas e com respeito à nossa soberania.

O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro passo para a derrota. 

(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml). 
Segundo o texto, um dos principais riscos da classificação das facções como organizações terroristas, no contexto jurídico norte-americano, consiste:  
Alternativas
Q4025831 Português
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:

O nome errado para o inimigo

Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima o que essas facções representam.

Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a soberania e a proteção de brasileiros inocentes.

Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta. 

A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de força militar em território soberano.

Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.

O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado. A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos, impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes em terroristas e com respeito à nossa soberania.

O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro passo para a derrota. 

(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml). 
A metáfora “aplicar a ferramenta errada no parafuso errado” sugere, no contexto do texto, que: 
Alternativas
Q4025830 Português
A questão a seguir refere-se ao texto abaixo:

O nome errado para o inimigo

Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira reação de parte da opinião pública é do entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É fato que o PCC e o Comando Vermelho são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima o que essas facções representam.

Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a soberania e a proteção de brasileiros inocentes.

Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado, quer lucrar com tráfico, contrabando e extorsão. Tratar essas facções com ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta. 

A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode adotar de forma unilateral, não apenas contra integrantes das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as autoridades considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC se infiltrou em setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de força militar em território soberano.

Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência entre as instituições brasileiras, o FBI (polícia federal americana) e a DEA (agência antidrogas) é hoje fluído e de alto nível. Com a reclassificação, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.

O Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado. A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos, impor restrições migratórias e perseguir penalmente integrantes de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes em terroristas e com respeito à nossa soberania.

O Brasil propõe aos Estados Unidos a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em bases equivalentes entre dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, por meio do ministro Wellington César, trabalha para que o enfretamento seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro passo para a derrota. 

(Texto de CHICO LUCAS. Publicado em “O Globo”. Disponível em https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2026/04/governo-dos-eua-propoe-nomeerrado-para-inimigo.ghtml). 
Assinale a alternativa que melhor expressa a tese central defendida no texto:  
Alternativas
Q4023868 Gestão de Pessoas
Conflitos interpessoais de natureza funcional, sem infração disciplinar grave, passaram a comprometer prazos e comunicação interna em unidade administrativa. A chefia observou queda na produtividade e aumento de retrabalho, tornando necessária intervenção para restabelecer cooperação e alinhamento das rotinas. Considerando trabalho em equipe no serviço público, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023867 Atendimento ao Público
Em uma central de atendimento municipal com alto fluxo diário de usuários, o servidor responsável pela orientação ao público passou a adotar linguagem predominantemente técnica ao explicar procedimentos administrativos, utilizando termos jurídicos e expressões formais pouco acessíveis. Embora as informações prestadas estivessem corretas do ponto de vista normativo, observou-se aumento significativo de reclamações relacionadas à dificuldade de compreensão, insegurança quanto aos procedimentos a serem adotados e necessidade de retornos sucessivos para novos esclarecimentos, o que impactou negativamente a eficiência do atendimento.
Diante desse cenário, a chefia imediata orientou a revisão da conduta do servidor, destacando a necessidade de adequação da comunicação no atendimento ao público. Considerando essa orientação e os princípios que regem a prestação de serviços públicos, assinale CORRETAMENTE a alternativa que indica a conduta mais adequada a ser adotada pelo servidor.
Alternativas
Q4023865 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em prédio administrativo municipal, resíduos recicláveis e orgânicos passaram a ser descartados no mesmo recipiente, em razão da ausência de orientação interna estruturada. A prática comprometeu o programa de coleta seletiva, inviabilizou o reaproveitamento de materiais e elevou custos de destinação final.
Diante desse cenário, a gestão determinou a implantação de rotina formal de segregação na fonte geradora, cabendo aos servidores adotar condutas adequadas no descarte dos resíduos. Considerando essa situação, assinale CORRETAMENTE a alternativa que indica a conduta correta a ser adotada.
Alternativas
Q4023864 Administração de Recursos Materiais
Em almoxarifado público, auditoria interna identificou produtos químicos armazenados sem identificação visível, posicionados próximos a fontes de calor e com recipientes parcialmente abertos. Alguns frascos estavam sem rótulo original, impossibilitando a verificação de composição e instruções de segurança. A situação foi considerada risco potencial para acidentes, reações incompatíveis e contaminações ambientais. Diante desse cenário, a gestão determinou a imediata reorganização do espaço, cabendo ao servidor responsável adotar medidas adequadas para o correto manuseio e armazenamento desses materiais, conforme as boas práticas de segurança química.
Considerando essa situação, assinale CORRETAMENTE a alternativa que indica a conduta correta a ser adotada.
Alternativas
Q4023863 Administração de Recursos Materiais
No setor de manutenção de prédio público, ferramentas eram frequentemente deixadas dispersas após o uso, dificultando controle e aumentando risco de acidentes. A chefia identificou extravios e retrabalho decorrentes da desorganização. Foi proposta rotina de conferência e armazenamento padronizado. Considerando organização e conservação de materiais e ferramentas, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4023862 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante atividade de limpeza pesada em prédio público, o servidor deixou de utilizar luvas e óculos de proteção, alegando possuir experiência na função. A tarefa envolvia contato com resíduos potencialmente contaminados e objetos perfurocortantes. No decorrer da atividade, ocorreu pequeno acidente, sem maiores consequências, mas suficiente para gerar registro interno. A chefia destacou a necessidade de observância das normas de segurança. Considerando o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023861 Segurança e Transporte
Durante o expediente em um prédio público, um equipamento elétrico apresentou falha e iniciou um princípio de incêndio, com emissão de fumaça e risco de propagação para outros dispositivos conectados à rede. O servidor presente, previamente treinado, iniciou a evacuação parcial do ambiente, priorizando a segurança dos ocupantes, e avaliou a possibilidade de conter o foco inicial utilizando os meios disponíveis no local.
Considerando tratar-se de incêndio em equipamento energizado e a sequência adequada de ações em situações de emergência, assinale CORRETAMENTE a alternativa que indica a conduta correta a ser adotada. 
Alternativas
Q4023859 Atendimento ao Público
Servidor responsável pelo atendimento presencial mantém postura distante, evita contato visual e responde de forma monossilábica aos usuários, embora cumpra prazos formais. Reclamações indicam sensação de desrespeito e falta de acolhimento. A chefia reforça necessidade de postura adequada no atendimento. Considerando postura profissional, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023858 Segurança e Transporte
Ao realizar o embarque, o monitor nota que um aluno com mobilidade reduzida necessita de auxílio para subir com segurança. O responsável solicita que o monitor realize ajustes improvisados no assento e nos equipamentos internos do veículo, para atender as necessidades do aluno. Considerando responsabilidades e limites de atuação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023857 Pedagogia
Durante o desembarque, um estudante se recusa a sair do veículo, demonstrando medo de entrar na escola. A situação ocorre diante de outros alunos, e o motorista pede que "resolva rápido" para manter o fluxo. Considerando o zelo pela integridade física e emocional e a postura ética do serviço público, assinale a alternativa que reflete a conduta CORRETA do monitor.
Alternativas
Q4023856 Pedagogia
O monitor de transporte escolar tem acesso a informações pessoais dos estudantes, como dados de identificação, situações comportamentais e ocorrências registradas durante o trajeto. O tratamento dessas informações exige cautela, finalidade legítima e respeito à privacidade dos envolvidos. Considere as assertivas a seguir:
I. Informações que permitam identificar o estudante devem ser utilizadas apenas para fins relacionados à execução do serviço e à segurança do transporte escolar.
PORQUE
II. O compartilhamento de dados deve ocorrer somente por meio de canais institucionais e na medida necessária ao encaminhamento administrativo da situação.
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023855 Pedagogia
No exercício de suas atribuições, o monitor utiliza listas de presença, formulários e relatórios para controle do serviço e rastreabilidade de ocorrências. Considerando boas práticas administrativas aplicáveis a esses registros, analise as proposições a seguir e registre V (verdadeiro) ou F (falso).
(__) A lista de presença deve refletir quem embarcou e desembarcou, com registro de ausências e observações essenciais.
(__) Correções em formulários podem ser feitas sem critério, desde que o monitor assine no final da página.
(__) Relatórios devem ser objetivos e padronizados, evitando linguagem emotiva e interpretações pessoais.
(__) Formulários e listas auxiliam na conferência de alunos e reduzem falhas de controle no trajeto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo. 
Alternativas
Q4023854 Logística
Em determinada rota, o motorista optou por um atalho para reduzir atrasos, passando a transitar por via com maior fluxo e paradas irregulares, o que aumentou o tempo de embarque e a dispersão dos alunos. O monitor percebe que a mudança não foi comunicada à escola. Considerando noções de acompanhamento de rotas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023853 Pedagogia
Ao final do trajeto, o monitor precisa preencher um relatório de ocorrência sobre atraso e comportamento inadequado de um estudante. A escola utiliza modelo padronizado para consolidar dados e orientar ações. Considerando rotinas administrativas simples e a necessidade de registro técnico adequado, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4023852 Logística
O registro de ocorrências do transporte escolar permite rastreabilidade de fatos relevantes, suporte a decisões da gestão e alinhamento com famílias, reduzindo ruídos de comunicação. Sobre boas práticas de registro e repasse de informações importantes, analise:
I. O registro deve priorizar fatos observáveis (data, horário, local, envolvidos, descrição objetiva).
II. O registro pode incluir juízo de valor do monitor para orientar punições, mesmo sem evidências.
III. O repasse à escola deve ocorrer por canal definido, preservando confidencialidade e evitando exposição indevida.
IV. Registros consistentes auxiliam na identificação de padrões (atrasos recorrentes, pontos críticos, conflitos).
Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q4023851 Pedagogia
O monitor lida com informações pessoais de estudantes e deve restringir o compartilhamento ao estritamente necessário, por canal institucional. Nesse contexto, associe as situações descritas na Coluna I às respectivas condutas adequadas, descritas na Coluna II.
Coluna I (Situação)
1.Comentário em grupo de mensagens de responsáveis sobre "motivo de falta" de um aluno.
2.Solicitação de servidor de outra área pedindo dados do estudante "para cadastro".
3.Relato de ocorrência comportamental em trajeto, a ser encaminhado à escola.
4.Pedido de colega para "contar o que aconteceu" por curiosidade.
Coluna II (Conduta adequada)
(__) Encaminhar pelo canal oficial à gestão escolar, com informação objetiva e mínima necessária.
(__) Orientar a procurar a escola/setor responsável e não fornecer dados sem fluxo definido.
(__) Evitar exposição e direcionar discussão para canal institucional, sem detalhar informações pessoais.
(__) Negar compartilhamento por não haver finalidade de serviço, preservando confidencialidade.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem de associação CORRETA.
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: B
144: D
145: B
146: A
147: D
148: C
149: A
150: B
151: D
152: C
153: C
154: A
155: D
156: D
157: A
158: B
159: B
160: A