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Q3080364 Português
LIDANDO COM O TEMPO OU ADMINISTRANDO O TEMPO


    Muito antes de Albert Einstein e da Teoria da Relatividade, já conhecíamos a característica relativa do tempo. Quem nunca sentiu na pele o quanto demora a se concretizar algo que almeja muito ou quão fugaz não foi um evento em que se estava cercado de pessoas queridas?

    Quer ser uma pessoa de sucesso? Aprenda a lidar com o tempo e a administrá-lo. Vale a pena mencionar um excelente texto de Raduan Nassar: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Não tem começo nem fim. Onipresente, o tempo está em tudo. Existe tempo nas cadeiras onde sentamos, nos móveis da família, nas paredes, na água que bebemos(...)

    Rico só é o homem que aprendeu, piedoso e humilde, a conviver com o tempo, aproximando-se dele com ternura, não contrariando suas disposições, não se rebelando contra seu curso, não irritando sua corrente, estando atento para seu fluxo, brindando antes com sabedoria para receber dele os favores e não a sua ira.

    (...)

    Na conta do tempo, não pode deixar de haver espaço para o lazer, para a atividade física e para exercitar a sua fé.”


DOUGLAS, William. Sabedoria para Vencer. 2021. p.141-142.
Em qual das alternativas abaixo, existe uma mensagem NÃO declarada no texto 02?
Alternativas
Q3080362 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.
Em qual das alternativas abaixo, o verbo NÃO pede complemento regido de preposição?
Alternativas
Q3080361 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.

Observe os itens abaixo:


I. “...e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.”


II. “À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas.”



Sobre o emprego da Crase, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3080360 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.
Assinale a alternativa na qual os termos destacados em maiúscula são exemplo de Regência Nominal.
Alternativas
Q3080359 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.

Observe o fragmento de texto abaixo e os termos nele destacados:


“Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação IDENTITÁRIA(1) um bairrismo que virou CARACTERÍSTICA”(2) .



Em que alternativa abaixo, a dupla de termos é acentuada seguindo as mesmas regras gramaticais dos termos acima destacados? 

Alternativas
Q3080358 Português
   As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções. Um dos maiores símbolos desses encontros é a data de aniversário compartilhada. Neste domingo (12), a capital pernambucana e a Marim dos Caetés celebram 486 e 488 anos, respectivamente.

  Por quase cinco séculos, as duas percorreram uma trajetória de insurreições, presenciaram o desenvolvimento de um vasto arcabouço cultural e, sobretudo, assistiram à formação de um povo forte, que resiste, como pode, aos contratempos intrínsecos à vida metropolitana.

  À medida que as duas cidades cresceram, as dimensões da relevância de Recife e Olinda na formação do Brasil passaram a ser notadas. As irmãs – que possuíram, em diferentes momentos históricos, o título de capital do estado de Pernambuco – estão entre as seis cidades mais antigas do país, sendo Recife a mais velha entre as capitais estaduais.

   Mas de onde vem essa inclinação ao ato de resistir? Um dos caminhos para compreender o que justifica esse traço presente na essência dos moradores das cidades-irmãs implica uma volta no tempo. A longevidade, de acordo com o historiador George Félix Cabral de Souza, é uma característica que abriu espaço para um sentimento de identificação e potencializou movimentos de contestação aos poderes centrais.

    “Os movimentos de resistência aos poderes centrais são reflexos de uma população que tem raízes muito antigas. Em 1817, ano da Revolução Pernambucana, por exemplo, o estado já era ocupado há quase 300 anos, o que resultou numa população muito arraigada à sua terra. Quando isso se mistura ao pensamento iluminista, característico do século XIX, você tem uma grande explosão de contestação. Tudo isso gerou um sentimento forte de identificação, afirmação identitária, um bairrismo que virou característica”, explica Cabral de Souza, que é professor e pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).

    “Outro ponto importante são os conflitos com os holandeses que aconteceram nas duas cidades no século XVII. Alguns historiadores acreditam que, se não fosse a vitória dos pernambucanos no conflito, a formação de um país de dimensões continentais, como é o Brasil, não seria viável por causa dessa ruptura”, completa.

    O que explica a data de aniversário compartilhada?

    Apesar de dividirem a mesma data de aniversário, o dia 12 de março, Recife e Olinda não nasceram no mesmo dia. Segundo o pesquisador George Félix Cabral de Souza, trata-se de uma convenção que, no fim das contas, aproximou ainda mais as duas cidades.

    “A data de fundação que nós comemoramos hoje foi convencionada por um grupo de historiadores em 1960. Isso foi definido a partir de um documento, o Foral de Olinda*, que é um documento datado de 12 de março de 1537 que possui uma menção ao ‘recife dos navios’; essa data ficou definida como a fundação do Recife. Dois anos antes, em 12 de março de 1535, definiu-se como a data de fundação de Olinda”, conta o pesquisador, ressaltando que a definição não foi consenso entre os historiadores da época.


Disponível em: https://www.folhape.com.br/noticias/olinda-e-recife-uma-historia-de-resistencias-e/261462/ Acesso em 20/09/2024.
Do segmento “As histórias de Recife e Olinda possuem uma série de intersecções”, extrai-se que
Alternativas
Q2508280 Auditoria
As informações referentes a itens como conferência de descontos em folha de pagamento, verificação de relatórios de ponto de funcionários, conciliação entre dados das folhas de pagamento e as saídas de valores de caixa ou bancos e pagamento de horas extras e outras, como previsto na legislação, são referentes às atividades de conferência realizadas pela
Alternativas
Q2508279 Administração Geral
Com relação ao desempenho e trabalho em equipe, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.


(   ) No processo de construção e maturação de equipes, quando os integrantes estão trabalhando conjuntamente e de acordo com um objetivo ou ideia comum, caracteriza-se a etapa em que se materializa a atividade da equipe, sua integração.

(   ) Em condições em que várias pessoas se relacionam como um grupo na execução de trabalhos, é aconselhável projetar o trabalho não somente como uma coleção de tarefas individuais, mas como uma tarefa global partilhada, ou dividida entre o grupo.

(   ) As denominadas equipes funcionais são formadas por funcionários oriundos de diferentes áreas da organização para se alcançar um objetivo específico em que são necessários diferentes competências e conhecimentos.

(   ) O engajamento e o acordo devem ser construídos e firmados por meio do entendimento e da aprovação espontânea dos integrantes da equipe, pelo diálogo aberto e sem imposições, caracterizando o que se denomina decisões colaborativas.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2508278 Administração Geral
Sob a ótica da qualidade, sistemas, padronização, inspeção e controle de qualidade, que são ferramentas fundamentais para a eficiência das organizações, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, fazendo a relação dos procedimentos com suas respectivas descrições.

COLUNA I

1. Inspeção 2. Padronização 3. Controle de qualidade

COLUNA II


(   ) Deve ser constante, com procedimentos de avaliação realizados em intervalos pequenos, cujo princípio é o de amostragem, notificando e corrigindo erros e desvios.

(   ) É um controle periódico, um exame realizado por um órgão, agência ou serviço especializado, obedecendo a um plano prévio para a avaliação do serviço ou equipamento.

(   ) É o princípio que tem por missão homogeneizar, equalizar e tornar uniforme as rotinas, o conjunto de procedimentos e técnicas, materiais de trabalho e processos de uma empresa.


Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2508277 Administração Geral
A função da administração que se traduz pelo processo de se trabalhar com indivíduos e que busca garantir o alcance dos objetivos previstos e propósitos definidos pela instituição é: 
Alternativas
Q2508276 Administração Geral
No escopo da abordagem ao tema planejamento, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2508255 Raciocínio Lógico
Os ponteiros de um relógio de parede tradicional quebraram e ficaram parados “caídos” por um tempo, ambos apontando para baixo, na direção do número 6. Quando um técnico consertou o motor do relógio, eram exatamente 6 horas da tarde; entretanto, esse profissional esqueceu de ajustar o relógio, mantendo os ponteiros caídos. Ou seja, os dois ponteiros passaram a se movimentar na velocidade correta, porém partindo de um horário incorreto. Sendo assim, o ponto de partida dos dois ponteiros, às 6 da tarde, foi a posição em que eles estavam anteriormente parados. A partir dessa inconsistência na posição inicial dos ponteiros, à meia-noite daquele dia (horário real), esse relógio registrava um horário incorreto.

Em relação a esse horário incorreto, marcado no relógio, qual passou a ser o menor ângulo (com centro na junção dos ponteiros) formado entre o ponteiro dos minutos e o ponteiro das horas à meia-noite (horário real), em graus?
Alternativas
Q2508254 Raciocínio Lógico
Um participante de um programa de TV deve mergulhar vendado em uma piscina de bolinhas, na qual há bolas de 10 cores diferentes, sendo 100 bolas de cada uma dessas cores. Ele retira da piscina uma bola de cada vez e a coloca em uma urna fora da piscina de bolinhas, guiado por seu parceiro. Ao retornar para a piscina, ele retira outra bola e a coloca na urna, repetindo esse processo por diversas vezes. O processo de entrar na piscina, retirar uma bola e colocá-la na urna leva sempre 2 minutos. O objetivo do jogador é que, na urna, sejam colocadas três bolas de uma mesma cor, mesmo que não sucessivamente.

Na velocidade descrita, quantos minutos o participante gastará para cumprir o objetivo da prova, no máximo?
Alternativas
Q2508253 Raciocínio Lógico
Em uma Instituição de Ensino, o corpo docente é formado por professores com diferentes níveis de formação (graduação, mestrado e doutorado – em ordem crescente de hierarquia) e que atuam em várias áreas do conhecimento (Exatas, Humanas e Ciências da Natureza).

Sabe-se que:

• Se um professor possui doutorado, então ele possui mestrado;
• Há professores da área de Exatas que não possuem mestrado;
• Todos os professores com doutorado são da área de Humanas;
• Há professores com mestrado na área de Ciências da Natureza.

Dessas informações, infere-se que

Alternativas
Q2508252 Raciocínio Lógico
Cinco amigos universitários dividem um apartamento, uma forma de moradia conhecida como “república”. Certo dia, Alisson chegou em casa e constatou que um de seus quatro companheiros de república havia comido a pizza que ele deixou na geladeira. Alisson convocou todos para uma conversa e perguntou quem foi. Ele ouviu as respostas:

• Rodrigo: Não fui eu. • Célio: Foi o Gilberto. • Gilberto: Célio ou Rodrigo estão mentindo. • André: Gilberto está mentindo.

Quantos dos quatro colegas de Alisson podem estar mentindo simultaneamente, no máximo?
Alternativas
Q2508251 Raciocínio Lógico
Um professor afirmou para seus alunos que, em sua próxima prova, apenas obteriam boas notas aqueles que estudassem todos os dias até a prova ou se participassem da aula de revisão na véspera da prova.


Ana Beatriz estudou todos os dias, participou da aula de revisão, mas obteve uma nota ruim na prova; Bernardo estudou todos os dias, mas não participou da aula de revisão, e obteve uma nota boa na prova; César não estudou todos os dias, mas participou da aula de revisão, e obteve uma nota boa na prova; Dara não estudou todos os dias, não participou da aula de revisão, mas obteve uma boa nota na prova.

Dos quatro alunos citados, quantos servem como contraexemplo para refutar a afirmação feita pelo professor?
Alternativas
Q2508250 Matemática
O treinador de um time de basquete fará uma substituição na equipe, de modo que aumentará a média de altura do time em quadra. Um dos jogadores que estão em quadra dará lugar a um dos jogadores que estão no banco de reservas (qualquer jogador do banco é elegível para substituir qualquer jogador em quadra).
As tabelas a seguir mostram as alturas dos jogadores nesse momento:



Imagem associada para resolução da questão



Quantas são as possíveis substituições que cumprem o objetivo de aumentar a média de altura do time em quadra?
Alternativas
Q2508249 Matemática
Uma solução de duas substâncias é tal que a quantidade da substância A está para a quantidade de substância B na razão 2:5, nessa ordem. Em certo momento, a solução foi alterada de modo que a quantidade de substância A foi triplicada e a quantidade de substância B foi dobrada.

Após a alteração, qual a quantidade percentual da substância A na nova composição da solução? 
Alternativas
Q2508248 Matemática
O número inteiro a deixa resto 4 ao ser dividido por 5. O número inteiro b deixa resto 1 ao ser dividido por 5.

Se c é o resultado da multiplicação de a por b, então o conjunto de possíveis valores para o algarismo das unidades de c é
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: E
224: C
225: A
226: C
227: D
228: A
229: C
230: B
231: B
232: D
233: D
234: B
235: C
236: C
237: B
238: B
239: A
240: D