Questões de Concurso
Para agente de combate a endemias - médio
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Analisar a frase a seguir:
“Para que seu atendimento seja mais rápido, traga todos os documentos em mãos.”
Assinalar a alternativa com a palavra que pode substituir o
termo “rápido”, sublinhado, para que se mantenha o mesmo
sentido da frase.
A diversidade do Pantanal
O Pantanal, reconhecido como a maior planície de inundação contínua do mundo, ocupa um território de 210.000 km² que abrange uma porção dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, além de parte da Bolívia e do Paraguai. O menor e mais bem-preservado dos biomas brasileiros reúne características de outros quatro — Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Chaco boliviano — e é o lar de mais de 4.700 espécies de plantas e de animais, como vitória-régia, aguapé, onça-pintada, tamanduábandeira e arara-azul.
Contemplar toda essa diversidade no seu habitat é um privilégio. É possível ouvir ao longe o canto de inúmeras espécies de pássaros e avistar a revoada de outras tantas que andam em bando. Na margem do rio, logo se vê o tuiuiú, a ave símbolo do Pantanal, e uma família de ariranhas, em meio à vegetação. À espreita, apenas com os olhos fora d’água, um jacaré observa.
Chama a atenção em meio às águas uma planta aquática flutuante, com direito a flor em tons de lilás, vista em abundância. Trata-se do aguapé, chamado também de camalote, que, por se desprender das margens, costuma ser visto navegando no rio. Essa espécie mantém a temperatura da água, protege os peixes do excesso de Sol e funciona como despoluente. Além disso, sua fibra é utilizada como matéria-prima para produção de artesanatos. O aguapé é importante para o ecossistema do Pantanal como um todo.
De imediato, o que atrai os visitantes ao Pantanal é a diversidade da flora e da fauna. No entanto, basta chegar lá para perceber que a riqueza do bioma vai além e envolve também inúmeros aspectos culturais, como as diferentes influências de indígenas, bandeirantes paulistas, africanos escravizados e bolivianos que resultaram na cultura pantaneira vista hoje — viva e sempre em transformação.
Revista Azul, nº 118. Adaptado
(1) Conjunto das espécies vegetais de uma região. (2) Conjunto de aves. (3) Conjunto das espécies animais de uma região.
( ) Fauna. ( ) Bando. ( ) Flora.
A diversidade do Pantanal
O Pantanal, reconhecido como a maior planície de inundação contínua do mundo, ocupa um território de 210.000 km² que abrange uma porção dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, além de parte da Bolívia e do Paraguai. O menor e mais bem-preservado dos biomas brasileiros reúne características de outros quatro — Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Chaco boliviano — e é o lar de mais de 4.700 espécies de plantas e de animais, como vitória-régia, aguapé, onça-pintada, tamanduábandeira e arara-azul.
Contemplar toda essa diversidade no seu habitat é um privilégio. É possível ouvir ao longe o canto de inúmeras espécies de pássaros e avistar a revoada de outras tantas que andam em bando. Na margem do rio, logo se vê o tuiuiú, a ave símbolo do Pantanal, e uma família de ariranhas, em meio à vegetação. À espreita, apenas com os olhos fora d’água, um jacaré observa.
Chama a atenção em meio às águas uma planta aquática flutuante, com direito a flor em tons de lilás, vista em abundância. Trata-se do aguapé, chamado também de camalote, que, por se desprender das margens, costuma ser visto navegando no rio. Essa espécie mantém a temperatura da água, protege os peixes do excesso de Sol e funciona como despoluente. Além disso, sua fibra é utilizada como matéria-prima para produção de artesanatos. O aguapé é importante para o ecossistema do Pantanal como um todo.
De imediato, o que atrai os visitantes ao Pantanal é a diversidade da flora e da fauna. No entanto, basta chegar lá para perceber que a riqueza do bioma vai além e envolve também inúmeros aspectos culturais, como as diferentes influências de indígenas, bandeirantes paulistas, africanos escravizados e bolivianos que resultaram na cultura pantaneira vista hoje — viva e sempre em transformação.
Revista Azul, nº 118. Adaptado
A diversidade do Pantanal
O Pantanal, reconhecido como a maior planície de inundação contínua do mundo, ocupa um território de 210.000 km² que abrange uma porção dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, além de parte da Bolívia e do Paraguai. O menor e mais bem-preservado dos biomas brasileiros reúne características de outros quatro — Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Chaco boliviano — e é o lar de mais de 4.700 espécies de plantas e de animais, como vitória-régia, aguapé, onça-pintada, tamanduábandeira e arara-azul.
Contemplar toda essa diversidade no seu habitat é um privilégio. É possível ouvir ao longe o canto de inúmeras espécies de pássaros e avistar a revoada de outras tantas que andam em bando. Na margem do rio, logo se vê o tuiuiú, a ave símbolo do Pantanal, e uma família de ariranhas, em meio à vegetação. À espreita, apenas com os olhos fora d’água, um jacaré observa.
Chama a atenção em meio às águas uma planta aquática flutuante, com direito a flor em tons de lilás, vista em abundância. Trata-se do aguapé, chamado também de camalote, que, por se desprender das margens, costuma ser visto navegando no rio. Essa espécie mantém a temperatura da água, protege os peixes do excesso de Sol e funciona como despoluente. Além disso, sua fibra é utilizada como matéria-prima para produção de artesanatos. O aguapé é importante para o ecossistema do Pantanal como um todo.
De imediato, o que atrai os visitantes ao Pantanal é a diversidade da flora e da fauna. No entanto, basta chegar lá para perceber que a riqueza do bioma vai além e envolve também inúmeros aspectos culturais, como as diferentes influências de indígenas, bandeirantes paulistas, africanos escravizados e bolivianos que resultaram na cultura pantaneira vista hoje — viva e sempre em transformação.
Revista Azul, nº 118. Adaptado
(1) Controle. (2) Erradicação. (3) Eliminação.
( ) É a interrupção da transmissão de uma doença ou de um agravo, em determinada área geográfica. ( ) É a redução da incidência ou da prevalência de uma doença ou de um agravo, resultante de ações e de programas. ( ) É a inexistência de casos da doença ou do agravo, alcançados pela extinção do seu agente causal, sendo desnecessárias ações de controle.
( ) Realização de ações de campo para pesquisa entomológica, malacológica e coleta de reservatórios de doenças. ( ) Cadastramento e atualização da base de imóveis para planejamento e definição de estratégias de prevenção e controle de doenças. ( ) Mobilização da comunidade para desenvolver medidas simples de manejo ambiental e outras formas de intervenção no ambiente para o controle de vetores. ( ) Aferição da pressão arterial, durante a visita domiciliar, em caráter excepcional, encaminhando o paciente para a unidade de saúde de referência.
(1) Controle mecânico. (2) Controle biológico. (3) Controle legal. (4) Controle químico.
( ) Consiste na repressão de pragas utilizando inimigos naturais específicos. ( ) Uso de produtos específicos para eliminar ou controlar vetores de doenças ou pragas agrícolas. ( ) Compreende técnicas bastante simples e eficazes, que envolvem ações de saneamento básico e de educação ambiental. ( ) Implica no uso de instrumentos jurídicos (leis e portarias) que exigem, regulamentam ou restringem determinadas ações.
( ) Ensacar e dar destino apropriado ao lixo orgânico.
( ) Realizar capina de mato rasteiro e aparar gramados.
( ) Evitar produção, armazenamento e utilização de adubo orgânico.
( ) Uso de repelente.
( ) Eliminação de focos de água parada.
Assinalando (V) para verdadeiro e (F) para falso, a sequência correta é de cima para baixo é:
As lacunas são corretamente preenchidas por:
Os causadores de gastroenterites com toxina produzida no intestino por salmonella sp é proveniente:
Com base em seus conhecimentos sobre o H1N1 é correto afirmar que: