Questões de Concurso Para agente de combate a endemias - médio

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Q4297312 Atualidades

Analise as partes que seguem sobre as conferências ambientais globais:



(1ª parte): A Eco-92 reuniu líderes internacionais e foi sediada no Rio de Janeiro.


(2ª parte): A conferência Rio+ 70 realizou-se em Joanesburgo, na África do Sul. em 2002.


(3ª parte): A Rio+20 ocorreu em Nova York para aprovar a Agenda 2030.



Acerca disso, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4297311 História e Geografia de Estados e Municípios

A imigração europeia moldou a distribuição demográfica e cultural do município de Marques de Souza. Sobre as etnias e regiões do município, analise as assertivas abaixo: 



I. Os alemães são predominantes nas várzeas e na sede.


II. Os italianos estão concentrados na zona alta.


III. Bela Vista do Fão e Tamanduá possuem forte presença italiana.



Está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q4297310 História e Geografia de Estados e Municípios

Em relação à formação administrativa de Marques de Souza, o distrito de Nova Berlim foi criado pelo Ato n" 596. _________ de Lajeado, João Batista de Melo, criou o distrito em ________, sendo instalado em _________.



Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

Alternativas
Q4297309 Noções de Informática

Por padrão, o navegador Google Chrome armazena os arquivos baixados da web diretamente na pasta Downloads do perfil do usuário no sistema operacional. No entanto, em rotinas administrativas, pode ser necessário alterar esse comportamento para evitar o salvamento desordenado ou automático de arquivos. Considerando as configurações nativas de download do Google Chrome, analise as assertivas que seguem:



I. Ao alterar o diretorio padrão de download no Google Chrome, a nova pasta escolhida deve pertencer à mesma partição do sistema operacional onde o navegador está instalado (geralmente a unidade C:).


II. Se a opção Perguntar onde salvar cada arquivo antes de fazer download estiver ativada e o usuário cancelar a caixa de diálogo de seleção de pasta, o download será abortado e nenhum arquivo será gravado no disco.



Acerca das assertivas, pode-se afirmar que: 

Alternativas
Q4297308 Noções de Informática
No sistema operacional Windows 11, os atalhos exibidos na Área de Trabalho fazem referência a um objeto de destino, como um executável, uma pasta ou um documento localizado em outro diretório. Caso um usuário selecione um desses atalhos na Área de Trabalho e execute a sua exclusão simples (pressionando a tecla Delete ou movendo-o para a Lixeira), assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE o efeito dessa ação no sistema. 
Alternativas
Q4297307 Noções de Informática
Ao manipular uma tabela no Microsoft Word 365, um usuário acessou a guia contextual Tabela de Design e acionou o comando Pincel de Borda. A função desse recurso na edição do documento consiste em:
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Q4297306 Noções de Informática

Ao digitar um relatório no Microsoft Word 365, um servidor percebeu que a tecla Caps Lock do seu teclado estava ativada. Como ele segurou a tecla Shift apenas para digitar a primeira letra de cada palavra, o texto acabou saindo da seguinte forma:



pREFEITURA mUNICIPAL DE mARQUES DE sOUZA



Para corrigir essa frase sem precisar reescrevê-la, o servidor pode selecioná-la e utilizar a opção Maiúsculas e Minúsculas na guia Página Inicial. Diante disso, assinale a alternativa que indica o recurso CORRETO para transformar o texto em Prefeitura Municipal de Marques de Souza. 

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Q4297305 Matemática
Em um processo seletivo interno, as notas de um candidato em quatro áreas distintas foram 7,5; 8,0; 6,5 e 9,0. No entanto, cada área possui um peso diferente para o cálculo da nota final: a primeira tem peso 1, a segunda peso 3, a terceira peso 2 e a quarta peso 4. O regulamento exige uma média mínima ponderada de 8,0 para a progressão na carreira. Com base nessas informações e nos pesos atribuídos, qual foi a média aritmética ponderada exata obtida por esse servidor na avaliação? 
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Q4297304 Matemática Financeira
Uma Administração adquiriu equipamentos de informática no valor de R$ 12.500,00. Como o pagamento foi efetuado com atraso de 45 dias, foi aplicada uma taxa de juros simples de 2,4% ao mês. Além dos juros, houve uma multa fixa de 2% ao sobre o valor original da nota fiscal devido à quebra de contrato. Considerando que o mês comercial possui 30 dias, qual foi o valor total final pago pela Administração para quitar essa dívida, incluindo os juros acumulados e a multa estabelecida? 
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Q4297303 Raciocínio Lógico
Um terreno retangular destinado à construção de um estacionamento para veículos oficiais possui um perímetro total de 160 metros. Sabe-se que a medida do comprimento desse terreno excede a medida da sua largura em exatos 20 metros. Para a pavimentação completa dessa área, o engenheiro responsável necessita calcular a área total do local. Considerando as dimensões apresentadas e que NÃO haverá áreas externas ao retângulo, qual é a área total, em metros quadrados, a ser pavimentada?
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Q4297302 Matemática
Um setor de logística recebeu uma verba para a compra de pastas suspensas e grampeadores. Sabe-se que a soma do triplo da quantidade de pastas com o dobro da quantidade de grampeadores resulta em 145 unidades. Além disso, a diferença entre o quíntuplo da quantidade de pastas e o triplo da quantidade de grampeadores é igual a 115 unidades. Diante desse cenário de controle de estoque, qual é o valor numérico que representa a soma total de itens, entre pastas e grampeadores, comprados?
Alternativas
Q4297301 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No quinto parágrafo, justifica-se o emprego da crase em ...ter acesso à PrEP injetável... pela seguinte regra gramatical:
Alternativas
Q4297300 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No trecho do último parágrafo, Em 2O25, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento..., a concordância da forma verbal sublinhada atende à norma-padrão porque:
Alternativas
Q4297299 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No trecho O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios..., o emprego das vírgulas isolando a expressão sublinhada justifica-se para:
Alternativas
Q4297298 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

Considere as regras de concordância nominal e assinale a alternativa que apresenta a frase adaptada do texto que contém desvio em relação à norma-padrão.
Alternativas
Q4297297 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No trecho Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça, proferido pela diretora Winnie Byanyima, depreende-se o seguinte subentendido:
Alternativas
Q4297296 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

No terceiro parágrafo, afirma-se que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável. No contexto em que se insere, a palavra sublinhada assume o sentido de: 
Alternativas
Q4297295 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

Na estruturação do texto, recorre-se a citações diretas da diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima. O principal efeito argumentativo dessa estratégia discursiva é: 
Alternativas
Q4297294 Português

Para responder às questão, Ieia o texto abaixo.



Infecções e mortes por HIV caem, mas falta de recursos ameaça avanços



    As novas infecções por HIV e as mortes relacionadas à aids atingiram os menores níveis globais em 2025, apontam relatórios divulgados nesta segunda-feira (27) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids (Unaids). No entanto, a organização alerta que este avanço está ameaçado pela queda do financiamento para ações de prevenção e tratamento. Em todo o mundo foram registrados 1,2 milhão de novas infecções pelo HIV, o que representa uma redução de cerca de 40% desde 20'10. Já o número de mortes por aids no ano passado chegou a 570 mil.


    Por outro lado, cresceu o número de novos casos em 21 países e três regiões do mundo. O Brasil está entre esses países, e, segundo a Unaids, aumentou o acesso a remédios de prevenção em 41% o em resposta a esse aumento. O relatório foi divulgado na 26ª Conferência Internacional de Aids, ocorrida em julho, no Brasil.


    A diretora-executiva da Unaids, Winnie Byanyima, ressaltou que o fim da epidemia de aids já não é mais apenas uma aspiração, e, sim, um feito alcançável, graças às inovações científicas, especialmente a profilaxia préexposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses.


    "Essa é uma das maiores oportunidades que nos temos de acabar com a epidemia. Mas avanços científicos isolados não vão acabar com a aids. Inovação sem acesso não é inovação, e, sim, injustiça. Esses medicamentos continuam fora de alcance para a maioria das pessoas que precisam deles", enfatizou.


    A Unaids estima que 20 milhões de pessoas precisam ter acesso à PrEP injetável de longa duração para que o mundo consiga alcançar a nova meta de acabar com a aids como ameaça de saúde pública até 2030. O compromisso foi firmado pelos países-membros das Nações Unidas há algumas semanas.


    "lsso significa preços acessíveis, competição via genéricos, fabricação regional, transferência de tecnologia, rápida introdução dentro dos programas nacionais", ressalvou Winnie.


    "A ciência fez o seu trabalho, agora, a política precisa Íazer o dela. A pergunta não é mais se a gente consegue acabar com a aids, e, sim, se nos escolheremos acabar com a aids. Se isso for realmente implementado, podemos prevenir 3,2 milhões de novas infecções e 1,3 milhão de mortes relacionadas à aids", complementou a diretora-geral da Unaids.


    O primeiro passo para isso é a recomposição dos investimentos globais no tratamento e na prevenção do HIV, defende o programa das Nações Unidas. Os recursos do principal programa de assistência aos países de baixa renda, o Overseas Development Assistance (ODA), caíram 23% em 2025, afetando fortemente os programas de HIV. Alguns países africanos dependem desses recursos para mais de 90% das ações relacionadas à epidemia.


    Isso impacta a oferta de novas tecnologias de prevenção, mas também o tratamento de pessoas já infectadas. Em 2025, uma a cada cinco pessoas vivendo com HIV no mundo não estava em tratamento, proporção que sobe para quase metade entre as crianças.



Fonte: https:4agenciabrasil.ebc.com.brlsaude/nolicia / 2026 - 07linfeccoes-e-mortes-por-hiv-caem-mas-Íalta-de-recursos-ameacaavancos

Ao confrontar a redução global de cerca de 40% nas novas infecções por HIV desde 20]0 com o aumento de casos registrados no Brasil, o texto estabelece uma relação lógica de:
Alternativas
Q4257061 Direito Constitucional
A Lei Orgânica traz que as Sessões Legislativas serão realizadas no recinto da Câmara Municipal. A partir disso, analise as assertivas.
I. As Sessões Solenes poderão ser realizadas fora do recinto da Câmara Municipal.
II. A Câmara Municipal poderá descentralizar sua Sede, para realização de Sessões Ordinárias, desde que aprovado pela unanimidade de seus membros.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
21: B
22: D
23: A
24: C
25: C
26: B
27: D
28: B
29: A
30: C
31: D
32: A
33: D
34: A
35: C
36: B
37: D
38: D
39: A
40: A