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Q4054140 História e Geografia de Estados e Municípios
A presença da Igreja Católica teve papel relevante na organização social de Mariópolis. A Paróquia São Francisco de Sales foi criada em 1956, e seu primeiro pároco foi: 
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Q4054139 História e Geografia de Estados e Municípios
O topônimo Mariópolis foi adotado em homenagem a uma pessoa ligada à atuação da Companhia Clevelândia Industrial e Territorial, cuja presença contribuiu para o desenvolvimento local. A homenagem refere-se a: 
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Q4054138 História e Geografia de Estados e Municípios
Antes de receber o nome atual, o núcleo que deu origem a Mariópolis era conhecido por outra denominação, relacionada a um elemento natural e à prática de caça existente na região. Esse nome era: 
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Q4054137 História e Geografia de Estados e Municípios
A localização geográfica de Mariópolis permite compreender sua inserção regional no Sudoeste do Paraná. Considerando seus limites territoriais, assinale a alternativa correta.
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Q4054136 Matemática
Em uma banca de feira, um comerciante iniciou o dia com R$ 180,00 no caixa. Ao longo da manhã, vendeu produtos e recebeu mais R$ 95,00. Depois, pagou R$ 38,00 pela reposição de mercadorias e R$ 27,00 pelo transporte. Ao final desse movimento, o valor que permaneceu no caixa foi de: 
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Q4054135 Matemática
Em uma farmácia, a reposição de um tipo de suplemento ocorre a cada 6 dias, enquanto a de um medicamento ocorre a cada 8 dias. Se hoje os dois produtos foram repostos no mesmo dia, após quantos dias essas reposições voltarão a coincidir?
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Q4054134 Matemática
Em uma atividade esportiva da escola, os alunos deram 6 voltas completas em uma pista de 250 metros cada uma. Ao final, o professor registrou que o grupo levou 18 minutos para concluir o percurso. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a distância total percorrida em metros e o tempo total em segundos. 
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Q4054133 Matemática
Uma papelaria organizou 320 kits escolares para entrega a uma comunidade. Antes da distribuição, decidiu aumentar essa quantidade em 25% para atender novas solicitações. Depois do aumento, todos os kits foram colocados igualmente em 8 caixas. Quantos kits ficaram em cada caixa? 
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Q4054132 Matemática
Durante uma campanha de arrecadação, uma escola recebeu 248 cadernos na primeira semana e 176 na segunda. Desse total, 95 cadernos foram separados para uma turma do turno da manhã e os demais seriam distribuídos igualmente entre 7 turmas do turno da tarde. Quantos cadernos cada turma do turno da tarde receberá? 
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Q4054131 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A identificação de fonemas e dígrafos exige observar a relação entre letras e sons, pois nem sempre cada letra corresponde a um fonema. Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
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Q4054130 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A separação silábica permite identificar a quantidade de sílabas de uma palavra e classificá-la quanto ao número de sílabas. No trecho “ela interrompe a passagem e insiste na memória”, a palavra destacada apresenta separação silábica e classificação corretas em: 
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Q4054129 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a expressão “constelação de pedras” organiza, de modo figurado, a reunião de diferentes sentidos atribuídos à pedra ao longo da vida e da cultura. Nesse contexto, essa expressão sugere: 
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Q4054128 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4054127 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a recorrência da imagem da pedra em diferentes manifestações culturais é usada para mostrar que: 
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Q4044538 Pedagogia
Considerando o papel do Auxiliar de Ensino no ambiente escolar e suas atribuições no apoio à mediação pedagógica, à organização da rotina e à promoção de um ambiente seguro e acolhedor, analise as afirmações a seguir acerca das ações permitidas a esse profissional, com o intuito de conter possíveis alterações de comportamento de alunos, respeitando os princípios éticos, pedagógicos e institucionais:

I. Utilizar diálogo acolhedor, escuta ativa e orientação verbal para auxiliar o estudante na regulação das emoções.
II. Aplicar punições físicas ou constrangimentos públicos como forma de disciplina imediata.
III. Solicitar apoio do professor ou da equipe gestora quando a situação ultrapassar suas atribuições.
IV. Redirecionar a atenção do aluno para atividades pedagogicas ou propor estratégias de autorregulação, conÍorme orientação do proÍessor.

Está(ão) CORRETA(S):
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Q4044537 Pedagogia
Considerando que o planejamento escolar constitui um processo intencional, reflexivo e contínuo, que envolve a análise da realidade da turma, das condições institucionais e das diretrizes educacionais, bem como a definição de objetivos, conteúdos, metodologias e formas de avaliação, analise a relação entre as necessidades dos alunos e as possibilidades pedagógicas da escola e assinale a alternativa INCORRETA a respeito desse tema. 
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Q4044536 Pedagogia
Considerando a relação entre aprendizagem significativa e o desenvolvimento infantil, analise a situação abaixo:

A defasagem no desenvolvimento pode interferir no processo de aprendizagem da criança No entanto, nem toda dificuldade impede que  aprendizagem significativa ocorra.

Diante disso, em que momento a defasagem no desenvolvimento infantil realmente impede a aprendizagem significativa? 
Alternativas
Q4044535 Pedagogia
O simples ato de jogar e brincar, quando compreendido como prática pedagógica intencional, ultrapassa a ideia de mera recreação e constitui-se como importante instrumento para o desenvolvimento integral da criança. Nessa perspectiva, o lúdico, trabalhado por meio dessas atividades, favorece não apenas o lazer, mas também a construção de conhecimentos, habilidades sociais e competências cognitivas. Considerando essa abordagem, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4044534 Pedagogia
Considerando que a Educação Inclusiva visa ao desenvolvimento integral do estudante, contemplando não apenas os conteúdos acadêmicos, mas também aspectos físicos, emocionais e sociais, a abordagem de temas como sexualidade, nutrição e alimentação, higiene e cuidados corporais, saúde e bem-estar no ambiente escolar torna-se parte essencial do processo formativo desse aluno. Nesse contexto, tais temáticas contribuem para o processo de ensino aprendizagem, pois: 
Alternativas
Q4044533 Noções de Primeiros Socorros
Em um acidente escolar, o Auxiliar de Ensino se depara com um aluno que possui conhecimentos em primeiros socorros, que já está prestando atendimento à vítima. Considerando que o Auxiliar não domina essas técnicas, qual deve ser sua atitude nesse caso?
Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: C
244: A
245: C
246: B
247: A
248: B
249: C
250: C
251: A
252: B
253: C
254: A
255: A
256: D
257: C
258: D
259: B
260: B