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Q3985357 Português
Com base no objetivo de sua produção e nos elementos que os constituem, identifique a qual gênero textual os Textos 4 e 5 pertencem. 
Alternativas
Q3985356 Português
Assinale a alternativa cuja relação de sentido indicada entre colchetes está CORRETA acerca do trecho transcrito dos Textos 4 e 5. 
Alternativas
Q3985355 Português

Texto 3


Txt._8.png (802×244)


Disponível em: https://artedafisicapibid.blogspot.com/. Acesso em: 14 set. 2025. 

Observando os elementos não verbais da tirinha (Texto 3), é CORRETO afirmar que a expressão “temperatura indefinida” se relaciona com 


Alternativas
Q3985354 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

Levando em conta as ideias apresentadas e o propósito de sua produção, é CORRETO afirmar que o Texto 2 exerce uma função principalmente 
Alternativas
Q3985353 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A seguir, são transcritos trechos do Texto 2, com alguns pares de palavras e/ou expressões grifadas. Assinale a alternativa em que o par grifado tem uma relação de sinonímia, isto é, de equivalência nesse texto. 
Alternativas
Q3985352 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

No início do Texto 2, é apresentado Paulo Moutinho, que será entrevistado pelo Portal Lunetas. Qual é o objetivo principal dessa apresentação? 
Alternativas
Q3985351 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A partir da leitura do Texto 2, assinale a alternativa CORRETA a respeito das ideias e dos recursos que o compõem. 


Alternativas
Q3985350 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.
O final da história em quadrinhos busca provocar o riso a partir de uma quebra de expectativa, uma vez que se espera que o café esteja quente, porém ele está frio.
Analisando contexto do Texto 1, o que ocasionou essa situação? 
Alternativas
Q3985349 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.

No 5º quadrinho do Texto 1, Garfield expressa: “Estou derretendo!”.

Uma outra forma de dizer isso, mantendo a mesma intenção no significado da expressão, seria:


Alternativas
Q3985348 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.
Com base na leitura do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA sobre as ideias e os elementos que o compõem.
Alternativas
Q3921865 Química
Em uma aula prática sobre cinética química, foram preparadas soluções de ácido sulfúrico (H2 SO4) e tiossulfato de sódio (Na2 S2 O3), que reagem de acordo com a equação:

Q60.png (276×62)

Após a finalização do experimento, as soluções utilizadas e os produtos da reação precisaram ser descartados adequadamente. A substância que, para poder ser descartada, deve ser tratada com solução básica para evitar a corrosão de tubulações de esgoto é o ____________, e a substância que deve ser removida da solução por filtração é o _____________.


As lacunas do texto são preenchidas, respectivamente, por:
Alternativas
Q3921864 Química
No livro Tio Tungstênio: memórias de uma infância química, o autor Oliver Sacks descreve muitas passagens de sua infância que envolviam fenômenos químicos. Em uma dessas passagens, ele escreve:

    Tínhamos na cozinha uma grande bateria antiga, uma pilha hidrelétrica, ligada a uma campainha elétrica. [...] [a bateria] era mais imediatamente interessante, pois continha um tubo de cerâmica com um robusto cilindro de cobre brilhante no meio, imerso em um líquido azulado; tudo isso ficava dentro de um estojo de vidro, também cheio de líquido, que continha uma barra de zinco mais fina.

(Oliver Sacks. Tio Tungstênio: memórias de uma infância química, 2002.)

A figura a seguir representa o esquema da pilha descrita no texto.

Q59.png (312×164)

Nessa pilha, o tubo de cerâmica poroso atua como 
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Q3921863 Biologia
Muitos elementos químicos são continuamente movimentados na natureza em ciclos, por meio de transformações que permitem sua reutilização nos ecossistemas. Em alguns desses ciclos, ocorrem reações químicas que alteram a estrutura das substâncias envolvidas. Em outros, há apenas mudanças de estado físico.

Os ciclos que representam esses dois tipos de transformação são, respectivamente, os ciclos 
Alternativas
Q3921862 Física
A perovskita é um mineral que tem sido explorado como alternativa ao silício na fabricação de placas solares ultrafinas. Essas placas são leves, flexíveis e podem ser aplicadas em superfícies diversas, como tecidos de roupas e bolsas, que poderão fazer o carregamento de baterias de telefones celulares, por exemplo, uma vez que, ao serem expostas à luz, as placas de perovskita, transformam energia de forma eficiente, representando uma fonte renovável promissora.

A conversão de energia realizada pela placa de perovskita, mencionada no texto, corresponde à transformação de
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Q3921861 Química
Na indústria de produção de soda cáustica a partir da eletrólise aquosa do NaCℓ, o gás hidrogênio (H2) produzido no processo é utilizado na própria indústria, gerando o calor que evapora a água na secagem da soda cáustica. Considerando que a combustão de 1 mol de hidrogênio (massa molar = 2 g/mol) libera 286 kJ de energia e que, para evaporar 1 g de água, são necessários cerca de 2,3 kJ de energia, ao queimar 200 g de gás hidrogênio, a massa de água, em quilogramas, que poderá ser evaporada com essa energia é de, aproximadamente,
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Q3921860 Química
Em medicina nuclear, a meia-vida dos radioisótopos utilizados é um fator essencial para garantir a segurança dos pacientes. Radioisótopos com meia-vida muito longa podem permanecer por tempo excessivo no organismo, aumentando o risco de exposição à radiação. Além disso, a radiação emitida precisa ser capaz de atravessar os tecidos do corpo e ser detectada por equipamentos externos.

A realização de exames de imagem utilizando marcadores radioativos, como o tecnécio-99m e o iodo-131, é possível porque esses radioisótopos têm como principal característica a emissão de
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Q3921859 Biologia
O combate às emissões de gases de efeito estufa é um dos principais desafios da atualidade. Nesse contexto, o processo de descarbonização tem sido incorporado a diversas atividades produtivas, incluindo a agropecuária.

ntre as práticas adotadas, destacam-se:

1. a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que promove o uso sustentável do solo e contribui para a redução das emissões de dióxido de carbono;
2. a suplementação alimentar do gado bovino, que diminui a fermentação entérica e, consequentemente, a liberação de metano.

As práticas 1 e 2 auxiliam na descarbonização por reduzir as emissões, respectivamente, dos gases:
Alternativas
Q3921858 Química
O gráfico apresenta as curvas de vaporização de duas substâncias, A e B.

Q53.png (341×174)

Os valores das temperaturas de ebulição das substâncias A e B, expressas na escala absoluta, são, respectivamente,
Alternativas
Q3921857 Química
Um nêutron térmico é um nêutron de baixa energia, especialmente capaz de fissionar um isótopo de urânio 235. Na fissão desse isótopo, o nêutron térmico é absorvido pelo núcleo, transformando o átomo de urânio 235, momentaneamente, no urânio 236, que, sendo altamente instável, fissiona-se. Essa fissão resulta comumente em um átomo de criptônio, um de bário, três novos nêutrons térmicos e muita energia, além da possibilidade de promover três novas fissões, como esquematizado na figura.

Q52.png (354×176)

(www.professordequimica.com.br. Adaptado.)

Considerando a descrição e a esquematização da fissão de um átomo de urânio 235, o número de nêutrons do átomo de criptônio obtido é de
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Q3921856 Física
Ondas sonoras são perturbações produzidas em um meio elástico como o ar e a água, geralmente devido a um objeto que vibra. No caso do ar, o objeto vibrante produz, alternadamente, compressões e descompressões que ocorrem na mesma direção em que a onda se propaga. Dessa forma, as ondas sonoras são ondas
Alternativas
Respostas
581: B
582: D
583: E
584: B
585: B
586: E
587: A
588: C
589: C
590: D
591: C
592: E
593: C
594: A
595: B
596: D
597: B
598: C
599: D
600: C