No livro Tio Tungstênio: memórias de uma infância química, ...
Tínhamos na cozinha uma grande bateria antiga, uma pilha hidrelétrica, ligada a uma campainha elétrica. [...] [a bateria] era mais imediatamente interessante, pois continha um tubo de cerâmica com um robusto cilindro de cobre brilhante no meio, imerso em um líquido azulado; tudo isso ficava dentro de um estojo de vidro, também cheio de líquido, que continha uma barra de zinco mais fina.
(Oliver Sacks. Tio Tungstênio: memórias de uma infância química, 2002.)
A figura a seguir representa o esquema da pilha descrita no texto.
Nessa pilha, o tubo de cerâmica poroso atua como