Questões de Concurso Para médico - ultrassonografista

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Q3978873 Português
Texto para responder à questão.

O que a memória ama, fica eterno Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.

        O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano. 

        É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

        Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.

        Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

        A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época… 

        Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.

        A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.

        Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

Referência: Adélia Prado
O tempo na relação entre o narrador e suas memórias:
Alternativas
Q3978872 Português
Texto para responder à questão.

O que a memória ama, fica eterno Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.

        O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano. 

        É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

        Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.

        Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

        A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época… 

        Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.

        A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.

        Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

Referência: Adélia Prado
A repetição da palavra "amor", no texto, cumpre, principalmente, a função de:
Alternativas
Q3978871 Português
Texto para responder à questão.

O que a memória ama, fica eterno Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.

        O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano. 

        É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

        Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.

        Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

        A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época… 

        Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.

        A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.

        Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

Referência: Adélia Prado
A expressão "baús secretos" refere-se a:
Alternativas
Q3978870 Português
Texto para responder à questão.

O que a memória ama, fica eterno Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender.

        O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano. 

        É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.

        Diante do tempo, envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória, ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.

        Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.

        A capacidade de se emocionar vem daí, quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, aquela época… 

        Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ,30 ou 40 anos. Descobrimos que o tempo não passa para a memória. Ela eterniza amigos, brincadeiras, apelidos… mesmo que por fora restem cabelos brancos, artroses e rugas.

        A memória não permite que sejamos adultos perto de nossos pais. Nem eles percebem que crescemos. Seremos sempre “as crianças”, não importa se já temos 30, 40 ou 50 anos. Para eles, a lembrança da casa cheia, das brigas entre irmãos, das estórias contadas ao cair da noite… ainda são muito recentes, pois a memória amou, e aquilo se eternizou.

        Por isso é tão difícil despedir-se de um amor ou alguém especial que por algum motivo deixou de fazer parte de nossas vidas. Dizem que o tempo cura tudo, mas não é simples assim. Ele acalma os sentidos, apara as arestas, coloca um band-aid na dor. Mas aquilo que amamos tem vocação para emergir das profundezas, romper os cadeados e assombrar de vez em quando. Somos a soma de nossos afetos e aquilo que amamos pode ser facilmente reativado por novos gatilhos: somos traídos pelo enredo de um filme, uma música antiga, um lugar especial.

        Do mesmo modo, somos memórias vivas na vida de nossos filhos, cônjuges, ex-amores, amigos, irmãos. E mesmo que o tempo nos leve daqui, seremos eternamente lembrados por aqueles que um dia nos amaram.

Referência: Adélia Prado
A ideia principal do texto "O que a memória ama, fica eterno" está sintetizada em:
Alternativas
Q3856676 Radiologia
Considerando as alterações do trato urinário fetal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3856675 Medicina
Sobre a ultrassonografia do fígado e vias biliares, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3856674 Radiologia
Assinale a alternativa correta sobre ultrassonografia musculoesquelética:
Alternativas
Q3856673 Medicina
Sobre a classificação de BI-RADS na ultrassonografia mamária, analise as sentenças a seguir:

I.A presença de implantes mamários resulta em uma classificação BI-RADS 2 da ultrassonografia, se não houverem lesões mamárias.
II.Lesões classificadas como BI-RADS 3 necessitam de seguimento 6 meses após a avaliação inicial, por apresentarem um risco de malignidade entre 10% a 20%.
III.Microcistos agrupados muito pequenos ou profundos são classificados como BIRADS 4A.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3856672 Medicina
Qual destes níveis linfonodais cervicais têm como limites a base do crânio e a clavícula e limite anteroposterior o músculo esternocleidomastoideo e músculo trapézio? 
Alternativas
Q3856671 Radiologia
Em relação à ultrassonografia da bolsa escrotal, analise as sentenças a seguir:

I.Aumento volumétrico, ausência de fluxo vascular e heterogeneidade do parênquima testicular são alguns dos sinais iniciais de torção testicular.
II.Orquite frequentemente ocorre devido à infecção do epidídimo adjacente ao testículo e na ultrassonografia pode se manifestar através de hiperemia ao Doppler, parênquima testicular heterogêneo e hipoecogênico.
III.A ultrassonografia tem baixa sensibilidade e especificidade para o diagnóstico de gangrena de Fournier.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3856670 Medicina
Analise as sentenças a seguir e faça a associação entre o nome do artefato e a sua definição:

Primeira coluna: artefatos

(__)Reverberação
(__)Refração
(__)Lobos laterais (side lobes)
(__)Sombra acústica
(__)Artefato em espelho

Segunda coluna:

definições I.Desvio do feixe emitido pelo ultrassom ao atravessar uma interface entre tecidos com velocidades diferentes. Pode produzir deslocamento lateral de estruturas ou distorção da imagem.
II.Feixes secundários de baixa amplitude emitidos lateralmente ao feixe principal. Podem gerar ecos falsos, especialmente dentro de estruturas anecoicas, simulando debris ou material evogênico.
III.Área de redução significativa do sinal posterior a uma estrutura altamente atenuante. Resulta de absorção, reflexão ou dispersão do feixe.
IV.Artefato causado por múltiplas reflexões do feixe entre duas interfaces altamente refletivas, produzindo ecos falsos em profundidades crescentes. Pode ser reduzido ao modificar o ângulo de incidência ou posicionamento do transdutor.
V.Causado por múltiplas reflexões entre uma estrutura e uma interface altamente refletiva, produzindo imagem duplicada e mais profunda da estrutura original.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3856669 Medicina
Considerando a avaliação ultrassonográfica com Doppler dos membros inferiores, assinale a alternativa com os achados mais compatíveis com trombose venosa profunda aguda bilateral e oclusiva: 
Alternativas
Q3856668 Radiologia
Assinale a alternativa correta sobre a ultrassonografia da pelve feminina:
Alternativas
Q3856667 Radiologia
Paciente de 2 anos apresentando dor abdominal em cólica, vômito, fezes sanguinolentas em aspecto de geleia de framboesa e dor à palpação abdominal. É mais provável que a ultrassonografia abdominal revele:
Alternativas
Q3718795 Medicina
Uma paciente de 29 anos chega ao pronto socorro relatando dor de forte intensidade em abdome, além de sangramento vaginal de coloração vermelho vivo de início há um dia. Nega relação sexual na última semana. Perguntada sobre a possibilidade de estar grávida, refere ser impossível pois faz uso de dispositivo intrauterino há dois anos, porém apresenta atraso menstrual. Ao exame físico: PA: 90x60 mmHg, palidez cutâneo-mucoso. Abdome: doloroso à palpação profunda em região de hipogástrio. Solicitado exame de beta-HCG quantitativo: 2.000 mUi/mL. A paciente foi encaminhada ao pronto atendimento obstétrico, onde foi realizado ultrassom transvaginal. Das alternativas a seguir, qual o provável achado no exame realizado?
Alternativas
Q3718794 Física
A onda sonora é uma vibração que se propaga por um meio material (como ar, água ou sólidos) na forma de compressões e rarefações. As partículas do meio oscilam em torno de suas posições de equilíbrio, transmitindo a energia da onda de uma partícula para outra. Em relação às variáveis da onda sonora e sua interação com as características do ultrassom, analise as afirmativas a seguir.

I.A frequência de onda é proporcional à qualidade da imagem e atenuação.
II.Estruturas ósseas diminuem a velocidade de propagação da onda.
III.Em tecidos moles, o comprimento de onda é igual a 0,29 milímetros.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3718793 Medicina
O Doppler hemodinâmico é uma técnica de ultrassonografia que utiliza o efeito Doppler para avaliar o fluxo sanguíneo em vasos sanguíneos e cardíacos. Ao emitir ondas de ultrassom e analisar as variações na frequência das ondas refletidas pelos glóbulos vermelhos em movimento, a técnica permite medir a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma das principais características do Doppler de onda contínua: 
Alternativas
Q3718792 Radiologia
Um homem de 55 anos, assintomático, realiza ultrassonografia do trato urinário para rastreamento. Durante a avaliação renal, é identificado um nódulo cortical no rim direito, medindo 2,5 cm, de formato arredondado, hiperecoico e homogêneo em relação ao parênquima adjacente, sem sombra acústica posterior significativa ou calcificações grosseiras. O paciente não relata história de hematúria ou dor lombar. Ao Doppler colorido, a lesão não demonstra vascularização interna significativa, apenas fluxo periférico discreto. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável para este achado incidental?
Alternativas
Q3718791 Medicina
Com relação aos parâmetros utilizados para a estimativa da idade gestacional, assinale a alternativa correta:

I.O primeiro sinal ecográfico de gravidez consiste no aparecimento do saco gestacional, entre a metade da quarta e a quinta semana, cujo diâmetro médio aumenta cerca de 1 milímetro ao dia, ou seja, 7 milímetros por semana. 
II.A vesícula vitelínica é uma estrutura redonda, anecoica, com parede bastante ecogênica durante o período embrionário, e pode ser visibilizada entre 5 e 6 semanas de idade gestacional. Seu crescimento é linear até 10 semanas de gestação, quando chega a 6milímetros, e então apresenta migração gradual para a periferia do saco gestacional, tornando-se indetectável ao final do primeiro trimestre.
III.A ossificação craniana é detectável a partir de 11 semanas completas. Assim, entre a 12º e a 14º semana pode ser utilizado preferencialmente o diâmetro biparietal em relação ao comprimento crânio-nádega para a estimativa da idade gestacional.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3718790 Medicina
Considerando a irrigação arterial da parede anterolateral do abdome, analise as afirmativas a seguir.

I.A artéria epigástrica superior é a continuação direta da artéria torácica interna. Ela penetra na bainha do músculo reto do abdome superiormente, através de sua camada posterior, supre a parte superior do músculo reto do abdome e anastomosa-se com a artéria epigástrica inferior aproximadamente na região umbilical.
II.A artéria epigástrica inferior origina-se da artéria ilíaca externa imediatamente superior ao ligamento inguinal. Segue em sentido superior na fáscia transversal para entrar na bainha do músculo reto do abdome abaixo da linha arqueada.
III.A artéria musculofrênica origina-se da artéria torácica interna, percorre a margem costal e irriga tanto as paredes superficiais quanto profundas do abdome, na região do hipocôndrio, além da porção anterolateral do diafragma.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
221: D
222: A
223: C
224: C
225: B
226: C
227: E
228: A
229: E
230: B
231: B
232: C
233: C
234: A
235: C
236: D
237: D
238: B
239: A
240: B