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(Texto 01)
A economia mundial atingiu um nível de integração
tal que os acontecimentos em um país ou região afetam prati-
camente a todos. A integração internacional está carregada de
vantagens para os países que dela fazem parte: acesso aos
mercados mundiais, intercâmbio de tecnologias, acesso aos
financiamentos externos e obtenção de suprimentos externos
para produtos que faltam internamente são algumas das van-
tagens possíveis. Os benefícios da inserção internacional são
muitos e, hoje, é impossível que um país consiga desenvol-
ver-se caso se feche ao resto do mundo e viva economica-
mente isolado.
Apesar das vantagens, a inserção internacional im-
põe alguns ônus às nações que dela participam, entre os quais
estão os efeitos sobre a economia interna de uma crise inter-
nacional que reduza a demanda do resto do mundo pelos
produtos nacionais. No meio de tantas notícias, o cenário
internacional apresenta algum alento que o Brasil poderá usar
para minorar os efeitos da crise atual, desde que saiba apro-
veitar os bons ventos externos.
De saída, o país precisa melhorar sua política externa
e ampliar a abertura internacional em relação aos investimen-
tos estrangeiros e o intercâmbio de tecnologia.
(Adaptado de Gazeta do Povo, 06/04/2016)
Em relação às estruturas linguísticas do Texto 01, assinale a alternativa CORRETA.
(Texto 01)
A economia mundial atingiu um nível de integração
tal que os acontecimentos em um país ou região afetam prati-
camente a todos. A integração internacional está carregada de
vantagens para os países que dela fazem parte: acesso aos
mercados mundiais, intercâmbio de tecnologias, acesso aos
financiamentos externos e obtenção de suprimentos externos
para produtos que faltam internamente são algumas das van-
tagens possíveis. Os benefícios da inserção internacional são
muitos e, hoje, é impossível que um país consiga desenvol-
ver-se caso se feche ao resto do mundo e viva economica-
mente isolado.
Apesar das vantagens, a inserção internacional im-
põe alguns ônus às nações que dela participam, entre os quais
estão os efeitos sobre a economia interna de uma crise inter-
nacional que reduza a demanda do resto do mundo pelos
produtos nacionais. No meio de tantas notícias, o cenário
internacional apresenta algum alento que o Brasil poderá usar
para minorar os efeitos da crise atual, desde que saiba apro-
veitar os bons ventos externos.
De saída, o país precisa melhorar sua política externa
e ampliar a abertura internacional em relação aos investimen-
tos estrangeiros e o intercâmbio de tecnologia.
(Adaptado de Gazeta do Povo, 06/04/2016)
Analise o trecho abaixo retirado do Texto 01. Sobre ele, é CORRETO concluir que:
“No meio de tantas notícias ruins, o cenário internacional apresenta algum alento que o Brasil poderá usar para minorar os efeitos da crise atual, desde que saiba aproveitar os bons ventos externos.” (linhas 16 a 19)
(Texto 01)
A economia mundial atingiu um nível de integração
tal que os acontecimentos em um país ou região afetam prati-
camente a todos. A integração internacional está carregada de
vantagens para os países que dela fazem parte: acesso aos
mercados mundiais, intercâmbio de tecnologias, acesso aos
financiamentos externos e obtenção de suprimentos externos
para produtos que faltam internamente são algumas das van-
tagens possíveis. Os benefícios da inserção internacional são
muitos e, hoje, é impossível que um país consiga desenvol-
ver-se caso se feche ao resto do mundo e viva economica-
mente isolado.
Apesar das vantagens, a inserção internacional im-
põe alguns ônus às nações que dela participam, entre os quais
estão os efeitos sobre a economia interna de uma crise inter-
nacional que reduza a demanda do resto do mundo pelos
produtos nacionais. No meio de tantas notícias, o cenário
internacional apresenta algum alento que o Brasil poderá usar
para minorar os efeitos da crise atual, desde que saiba apro-
veitar os bons ventos externos.
De saída, o país precisa melhorar sua política externa
e ampliar a abertura internacional em relação aos investimen-
tos estrangeiros e o intercâmbio de tecnologia.
(Adaptado de Gazeta do Povo, 06/04/2016)
De acordo com as ideias do Texto 01, podemos afirmar que o seu objetivo central é:
Observe a tabela-verdade:
p |
q |
? |
V |
V |
V |
V |
F |
F |
F |
V |
V |
F |
F |
V |
Assinale a alternativa que apresenta uma proposição válida para a terceira coluna:
Leia a tirinha para responder à questão 9.
I. Para convencer Miguelito de que não se deve matar abelhas, Mafalda ressalta as qualidades das abelhas que as tornam seres especiais.
II. Miguelito entende que as abelhas têm seu valor pelo que produzem, e não pelo que são, isto é, pela sua utilidade para o homem.
III. A conclusão de Miguelito remete ironicamente à ideia de que os trabalhadores, em um sistema capitalista, têm seu valor enquanto geram lucro com sua força de trabalho, ou enquanto têm utilidade.
IV. Mafalda e Miguelito têm o mesmo entendimento sobre a utilidade das abelhas.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
As palavras a seguir são, no contexto, sinônimas, EXCETO:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
Os conectivos ou partículas de ligação, além de exercerem funções coesivas, manifestam ainda diferentes relações de sentido entre os enunciados. Aponte, dentre as alternativas a seguir, aquela em que a relação estabelecida pelo conectivo em destaque está INCORRETAMENTE indicada.
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
Do texto “Tempos Loucos – Parte 2”, pode-se afirmar que:
I. Proporciona uma reflexão, por meio de um discurso personalizado, conferindo ao tema um certo juízo de valor.
II. É uma narrativa com opiniões estereotipadas, pois apresenta uma percepção da realidade por meio de discursos impessoais.
III. Confere originalidade e um modo de sentir e pensar próprios, usando um nível de linguagem simples e acessível.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) correta(s), apenas:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
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Todos os enunciados, a seguir, fazem referência a uma circunstância temporal, EXCETO:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
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Leia as informações sobre o texto e marque (V) ou (F), conforme sejam verdadeiras ou falsas as proposições:
A autora:
( ) Apresenta uma contra-argumentação: Não há problema em consumir, o problema está no consumismo.
( ) Afirma que o comportamento e a ideologia consumista, no limite, pode levar a pequenos delitos, já que não haveria ética e/ou valores determinando o que deve ou não ser consumido.
( ) Aponta que, na sociedade de consumo, cria-se um ciclo consumista, mas que não é difícil o jovem escapar dessa situação.
( ) Reflete sobre a educação de jovens e ajuíza como negativo o aprendizado que eles podem ter quando inseridos numa sociedade consumista.
A sequência CORRETA é:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
Analise as proposições e coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa, em relação ao título do texto.
( ) O título permite claramente prever sobre o que o texto fala.
( ) O título condiz com o parágrafo conclusivo do texto.
( ) A leitura do texto permite formular hipóteses sobre a temática e a relação com o título.
A sequência CORRETA é:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 08.
Tempos Loucos – Parte 2
-1--Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco:
-2--além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade
-3--de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a
-4--educação escolar virou item de consumo agora. Aordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
-5--Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por
-6--exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o
-7--mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
-8--A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o
-9--que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo
10--sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A
11--vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
12--Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus
13--pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá-la ao show do RBD, e este
14--leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede
15--uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
16--Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso,
17--principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir
18--desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
19--Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo,
20--podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas
21--ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é à toa que os pequenos
22--furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
23--Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um
24--veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de
25--consumo, condição social, entre outras coisas.
26--A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se
27--transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher
28--qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e
29--pela publicidade. Tempos loucos, ou não?
SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – parte - 2
Disponível em http://blogaroselysayao.blog.uol.com.br
O texto pode ser considerado:
“Chegou a 250 o número de mortes causadas por um terremoto na Itália. O tremor ocorreu pouco depois das 3h30 (22h30 de terça pelo horário de Brasília), e houve mais de 15 réplicas com magnitudes entre 4 e 5,4, segundo o Departamento de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos. O sismo foi sentido durante mais de 15 segundos em Roma, mais de 100 quilômetros a sudoeste do epicentro, na localidade de Rieti, região do Lácio. O hipocentro se situou a quatro quilômetros de profundidade de magnitude 6,2 na escala Richter, que sacudiu o centro do país na madrugada desta quarta-feira.”
(Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/24/internacional/1472005909_847086.html.)
Considerando o exposto, os significados de epicentro e hipocentro são, respectivamente:

“Foi aprovado pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural o tombamento da Igreja do Divino Pai Eterno, localizada em Trindade, Goiás.”
(Disponível em: http://www.blogdosergiovieira.com.br/2014_05_01_archive.html.)
Uma outra festa religiosa que também foi recentemente transformada em Patrimônio Cultural é:
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/obama-diz-que-provocacao-da-coreia-do-norte-tera-consequencia-seria.html.)
O cerne dessa questão, que envolve não apenas EUA e Coreia do Norte, mas também outros países, é:
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/reino-unido-aprova-nova-central-nuclear-html.)
A tragédia nuclear a que se refere o trecho anterior foi em:
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/paris-abrira-primeiro-centro-para-refugiados-em-outubro.html.)
Diante da maior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial, os países da Europa
(Disponível em: http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/07/incerteza-sobre-previdencia-aumenta-procura-por-aposentadoria-antecipada.html.)
Sobre a Previdência Social no Brasil, é correto afirmar que:
(Disponível em: http://oglobo.globo.com/cultura/filmes/dezesseis-filmes-brasileiros-vao-disputar-uma-indicacao-ao-oscar-20053639.)
Dentre os filmes que concorrerão a essa vaga está:
(Disponível em: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRKCN10Q19E.)
Tendo em vista o significado e os efeitos do aumento ou diminuição da taxa Selic, considera-se que quanto mais essa taxa