Questões de Concurso Para agente educador

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Q1192434 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Uma relação de comparação pode ser constatada no seguinte fragmento do texto:
Alternativas
Q1192433 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Considere o trecho do quarto parágrafo:


Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando?


O texto permanecerá correto com o acréscimo de uma vírgula após o termo:

Alternativas
Q1192432 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Um antônimo para insensatos, destacado no primeiro parágrafo, é:
Alternativas
Q1192431 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Segundo o autor, os meninos eram “educados mal”, principalmente, porque
Alternativas
Q1192430 Português

Mal-educados ou educados mal?


      O prédio em que estou, em Nova York, tem uma piscina coberta no último andar. Numa tarde da semana passada, éramos dois nadando na piscina. De repente, apesar dos ouvidos tapados pela touca de borracha e da cabeça na água, ouvi um estardalhaço de gritos insensatos. Parecia que a piscina estava sendo invadida pela excursão não monitorada de uma classe de estudantes do Fundamental.

      De fato, era só um menino, 7 ou 8 anos, mas que gritava como uma turma inteira. Não dava para entender nada de seus gritos, e não estou certo de que ele estivesse querendo se comunicar: gritava, mas sem angústia, pelo prazer de fazer barulho.

      Ele era acompanhado por três mulheres – suponho que uma fosse a mãe e as duas outras, uma babá e uma empregada. (Babá aos 8 anos? Pois é.) O menino não tinha dificuldade motora alguma, mas as três o preparavam para entrar na água. Duas retiravam a camiseta, enquanto outra, ajoelhada, tirava os chinelos.

      Logo chegou outro menino, acompanhado por mais uma babá. Os gritos incompreensíveis não duplicaram porque não havia como eles aumentarem mais. Os dois meninos ficaram então pulando na água e subindo pela escada – ótima brincadeira, mas por que sempre gritando? Por que manifestar sua excitação parecia mais importante do que brincar?

      Os meninos não eram mal-educados. Eles eram educados mal, que é pior. Digo isso porque eles gritavam? Não, claro. Eles eram educados mal porque eram privados da autonomia de tirar chinelos e camiseta. E, sobretudo, eram educados mal porque nada lhes sugeria que eles pudessem ser apenas uns entre outros. Para os cuidados e os olhares extasiados das quatro mulheres, eles precisavam manter uma cansativa e barulhenta encenação de sua unicidade*. Nada demais naquela ocasião (só uns gritos), mas a crença na unicidade privilegiada da gente se transforma, ao longo da vida, na cansativa obrigação de ser sempre “diferente” e extraordinário.

*unicidade: qualidade ou estado de ser único; singularidade.

(Contardo Calligaris. www.folha.uol.com.br/colunas/ contardocalligaris/2016/01/1731576-mal-educados-ou-educados-mal.shtml, 21.01.2016. Adaptado)

Na opinião do autor, os garotos gritavam de maneira excessiva
Alternativas
Q1192429 Português

(Bill Watterson. http://zip.net/bmsZNl)

O termo Mas, no segundo quadrinho, tem valor
Alternativas
Q1192428 Português

(Bill Watterson. http://zip.net/bmsZNl)

O aluno, Calvin,
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1233408 Pedagogia
Educação Especial é uma modalidade educacional oferecida para pessoas com necessidades especiais. No que concerne a essa modalidade, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1233136 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil estabelecem que as propostas pedagógicas para essa etapa de ensino devem respeitar determinados princípios, entre os quais:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1195090 Pedagogia
O pensamento lógico-matemático compõe um campo importante na formação humana e, por isso, a Educação Infantil aborda tal temática. Acerca da relação entre esse campo e a Educação Infantil, considere as seguintes afirmativas:
1. A capacidade de discriminação/classificação de elementos, bem como de temporalidade, é inata à criança, de modo que o papel da Educação Infantil é incentivar e ampliar os conhecimentos decorrentes dessa condição natural.
2. O trabalho com o raciocínio lógico-matemático deve se iniciar após o domínio da oralidade, pois requer atividades de maior interação com a criança.
3. O pensamento lógico-matemático é incentivado por meio de atividades que instiguem a capacidade de discriminar cores, texturas e formas.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1228703 Pedagogia
Acerca do pensamento lógico-matemático nas crianças e do trabalho realizado nos CMEIs, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1201994 Pedagogia
 Considerando a gestão democrática e o planejamento participativo, a avaliação nas instituições educacionais deverá se orientar pelos seguintes critérios, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1195588 Pedagogia
 Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (Resolução CNE/CEB 05/2009), as instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças. A respeito disso, considere as seguintes afirmativas:  1. As instituições de Educação Infantil devem garantir a observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano.  2. As instituições de Educação Infantil devem garantir a retenção das crianças na Educação Infantil sempre que necessário.  3. As instituições de Educação Infantil devem garantir documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças.  4. As instituições de Educação Infantil devem garantir a utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.). Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1193829 Pedagogia
 Ao nascer, a criança inicia o processo de desenvolvimento de sua identidade pessoal e social. Características físicas, modos de vestir, pensar e agir vão constituindo as singularidades de cada uma, a partir das vivências e interações sociais que compõem a sua história (Parâmetros e Indicadores de Qualidade para os Centros Municipais de Educação Infantil de Curitiba). A respeito dos objetivos dos CMEIs no que se refere ao desenvolvimento da identidade da criança, considere as seguintes afirmativas: 1. O CMEI tem como objetivo oportunizar a participação das crianças em diferentes manifestações culturais. 2. Deve-se respeitar a individualidade das famílias, de modo que suas especificidades não comprometam o atendimento à criança. 3. O CMEI deve promover ações educativas de respeito às diferenças, envolvendo crianças, profissionais, familiares e comunidade. 4. O CMEI deve oportunizar às crianças situações em que aprendam a competir e impor seus pontos de vista sobre os demais. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1189773 Matemática
No Centro de Educação Infantil (CEI) “Gente Pequena” há 5 salas onde são atendidos, no turno da manhã, 10 bebês no berçário, 27 crianças no maternal, 18 crianças no pré I e 15 crianças no pré II. Sabendo-se que um quinto desses alunos são meninos, calcule a quantidade de meninas atendidas no turno da manhã.
Alternativas
Q4079270 Não definido
Com base na Lei Orgânica assinale a afirmativa correta: 
Alternativas
Respostas
209: B
210: B
211: D
212: E
213: E
214: D
215: C
216: D
217: A
218: C
219: D
220: E
221: D
222: C
223: B
224: B