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Q3857954 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
O período “A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos”, é composto por 
Alternativas
Q3857953 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
Analise o trecho a seguir: “Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa”. Sobre a acentuação gráfica das palavras destacadas, analise os itens abaixo:

I. em “além”, tem-se uma palavra paroxítona terminada em “em”;
II. em “saúde”, tem-se uma palavra paroxítona acentuada devido ao “u” tônico de um hiato;
III. em “pública”, o acento não é mais necessário desde a reforma promovida pelo Novo Acordo Ortográfico;
IV. em “climática”, tem-se uma palavra proparoxítona acentuada por terminar na vogal “a”.

A partir dos itens acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3857952 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
Com base nos vocábulos presentes na frase “Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto”, assinale a alternativa correta quanto à classificação dos encontros vocálicos e consonantais. 
Alternativas
Q3857951 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
Com base em estruturas sintáticas e padrões de concordância verbal presentes no Texto 1, assinale a alternativa correta em que a forma verbal destacada está empregada de acordo com a norma padrão.
Alternativas
Q3857950 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
De acordo com o Texto 1, a adoção de soluções de saneamento móvel pode ser entendida como uma resposta estratégica principalmente porque
Alternativas
Q3857949 Português
Saneamento ganha novo peso nas discussões climáticas da COP30

Por Lussana Neves*


    A COP30, realizada em Belém (PA), consolidou uma mudança importante no debate global sobre clima: a universalização do saneamento básico deixou de ser tratada apenas como um tema social e passou a ocupar posição central na pauta ambiental internacional.

    Delegações de mais de 160 países têm destacado que não é possível falar em adaptação climática, redução de desigualdades ou segurança hídrica sem ampliar o acesso à água potável e ao tratamento de esgoto.

    A discussão avança em conformidade com a Agenda 2030 e com o ODS 6, que estabelece a meta de garantir saneamento universal. A lógica é simples e inequívoca: quanto mais vulnerável uma população é — especialmente as comunidades sem coleta e tratamento de esgoto — maior o impacto que sofre diante de eventos climáticos extremos. Inundações, contaminação de mananciais, proliferação de doenças e perda de qualidade de vida são apenas alguns dos efeitos diretos.

    No Brasil, o desafio é urgente. O Marco Legal do Saneamento determina que, até 2033, 90% dos brasileiros tenham acesso à coleta e ao tratamento de esgoto. No entanto, ainda hoje 44,5% da população permanece à margem desse direito básico. O atraso deixa claro que o país precisa combinar infraestrutura estrutural com novas abordagens capazes de responder às realidades locais.

    É nesse cenário que o saneamento móvel ganha espaço. Em regiões isoladas, áreas rurais, comunidades ribeirinhas ou bairros urbanos não regularizados — onde redes convencionais demoram anos para chegar — soluções como coleta de efluentes, limpeza de fossas, fornecimento de água potável e descarte certificado se consolidam como alternativas rápidas e eficientes.

    Empresas especializadas já atendem setores complexos, como grandes mineradoras, mostrando que o modelo é tecnicamente seguro e operacionalmente viável.

    A ampliação dessas soluções pode reduzir significativamente o tempo de espera por serviços essenciais, evitando que milhões de pessoas continuem expostas a um cotidiano marcado por fossas improvisadas, valas abertas e contaminação de rios e córregos. Além do impacto sobre a saúde pública, o esgoto não tratado intensifica a crise climática ao liberar metano, um dos gases mais potentes na intensificação do efeito estufa.

    A inclusão do saneamento na agenda climática da COP30 reforça um consenso crescente: sem acesso universal à água e ao esgoto, não há desenvolvimento sustentável possível.

Diretora administrativa da Liderban Disponível em https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/saneamento-ganha-novopeso-nas-discuss-es-climaticas-da-cop30-1.1093685. Acessado em 09.12.2025.
Segundo o Texto 1, assinale a alternativa correta que apresenta o motivo de o tema sobre saneamento básico ter passado a ocupar posição central nas discussões climáticas da COP30.
Alternativas
Q3785289 Saúde Pública
Em conformidade com a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), é correto afirmar que o acesso à Atenção Básica deve ser estritamente programado e agendado, sendo desaconselhada a realização de atendimentos espontâneos ou por demanda livre, como estratégia para evitar a sobrecarga dos serviços e promover maior eficiência na gestão do cuidado.
Alternativas
Q3785288 Saúde Pública
Os programas de Saúde Mental, inseridos na Atenção Básica, devem priorizar ações de promoção da saúde, prevenção e acompanhamento contínuo, articulando-se com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e encaminhando para os serviços de atenção especializada quando necessário, de modo a garantir a integralidade do cuidado no território. 
Alternativas
Q3785287 Saúde Pública
A Estratégia Saúde da Família é reconhecida como uma das principais formas de reorganização da Atenção Básica, sendo, contudo, facultativa a sua adoção pelos municípios, que podem optar por modelos tradicionais de Atenção Básica conforme sua autonomia de gestão.
Alternativas
Q3785286 Saúde Pública
Em relação ao princípio da territorialização na organização da Atenção Básica, é correto afirmar que o conhecimento sobre o perfil epidemiológico da população adscrita deve ser obtido exclusivamente por meio dos dados estatísticos fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não se fazendo necessária a coleta de informações adicionais no âmbito local. 
Alternativas
Q3785285 Saúde Pública
No que se refere às políticas públicas de saúde, é correto afirmar que as ações de atenção à saúde da mulher, tais como o pré-natal, o parto e o puerpério, são de competência exclusiva dos profissionais médicos das equipes da Estratégia Saúde da Família, sendo vedada a participação de outros membros da equipe multidisciplinar nesses processos.
Alternativas
Q3785284 Saúde Pública
À luz das metodologias de planejamento estratégico situacional em saúde, é correto afirmar que este se caracteriza por ser um processo essencialmente estático, baseado em análises históricas e projeções lineares, com reduzida influência de variáveis políticas, econômicas ou das mudanças no perfil epidemiológico da população assistida.
Alternativas
Q3785283 Saúde Pública
No escopo das funções atribuídas à Atenção Primária à Saúde (APS), é correto afirmar que sua atuação como porta de entrada e ordenadora das ações e serviços não se estende às situações de urgência e emergência, as quais são de responsabilidade exclusiva dos serviços especializados, sendo vedada qualquer intervenção da APS nesses contextos.
Alternativas
Q3785282 Saúde Pública
Em conformidade com as orientações estabelecidas pela Portaria MS/GM nº 2.436/2017, é correto afirmar que a organização da Atenção Básica deve pautar-se exclusivamente pelos parâmetros clínicos e epidemiológicos da população, sendo expressamente vedada a adequação das ações e serviços às especificidades socioculturais locais, de modo a preservar a homogeneidade da política nacional. 
Alternativas
Q3785281 Saúde Pública
No que se refere às competências do Coordenador da Atenção Básica, é correto afirmar que sua atuação restringe-se à avaliação técnica dos resultados das ações e serviços de saúde, sendo-lhe vedada a intervenção em aspectos administrativos, especialmente aqueles relacionados à gestão de recursos humanos, de competência exclusiva da Secretaria Municipal de Saúde.
Alternativas
Q3785280 Saúde Pública
Em consonância com a estrutura organizativa da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), é correto afirmar que as equipes de Atenção Básica podem ser compostas exclusivamente por médicos e enfermeiros, sendo a presença dos Agentes Comunitários de Saúde considerada opcional e obrigatória apenas no âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF).
Alternativas
Q3785279 Saúde Pública
Com base nas normas que regulamentam o financiamento da Atenção Básica, é correto afirmar que o gestor local detém liberdade discricionária para alocar os recursos recebidos por meio do Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde, não estando vinculado às prioridades estabelecidas nas pactuações interfederativas e podendo definir, unilateralmente, a destinação dos referidos valores..
Alternativas
Q3785278 Saúde Pública
No âmbito da gestão da qualidade na Atenção Básica, é correto afirmar que ao Coordenador da Atenção Básica compete, com exclusividade e sem possibilidade de adaptação local, a implantação de protocolos clínicos elaborados pelo Ministério da Saúde, sendo vedada qualquer modificação ou ajuste conforme as especificidades epidemiológicas ou socioculturais regionais.
Alternativas
Q3785277 Saúde Pública
A Rede de Atenção à Saúde (RAS), conforme regulamentada pelo Decreto nº 7.508/2011, constitui um arranjo organizativo que visa garantir a integralidade do cuidado, sendo estruturada a partir da Atenção Básica como ordenadora do cuidado e coordenadora das ações na rede.
Alternativas
Q3785276 Saúde Pública
Considerando os fundamentos epistemológicos e metodológicos da avaliação em saúde, é correto afirmar que os indicadores de saúde devem ser analisados exclusivamente sob a perspectiva quantitativa, uma vez que as dimensões qualitativas carecem de rigor científico e não oferecem subsídios adequados ao processo decisório na gestão do Sistema Único de Saúde..
Alternativas
Respostas
221: D
222: B
223: A
224: C
225: C
226: B
227: E
228: C
229: C
230: E
231: E
232: E
233: E
234: E
235: E
236: E
237: E
238: E
239: C
240: E