Questões de Concurso
Para analista - biblioteconomia
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Por não fazerem parte da administração pública direta, ou mesmo indireta, e terem recursos exclusivamente das empresas privadas, as entidades componentes do sistema S conseguiram, recentemente, reverter, a seu favor, posicionamento do Tribunal de Contas da União (TCU) que dispunha sobre a obrigatoriedade de observância dos princípios licitatórios às entidades integrantes desse sistema.
O artigo pertinente da Lei n.º 8.666/1993, ao tratar dos casos de inexigibilidade de licitação, dá espaço ao administrador, dada a redação de seu caput, para enquadrar nessa espécie de contratação direta outros casos além dos exclusivamente arrolados nos seus incisos.
Acerca da referência bibliográfica hipotética acima, julgue os itens seguintes de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Segundo a NBR 6023, a indicação de responsabilidade da revisão técnica está incorreta pois, quando houver mais de três autores exercendo o mesmo tipo de responsabilidade, essa indicação deverá ser feita em notas.
Acerca da referência bibliográfica hipotética acima, julgue os itens seguintes de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Por se tratar de obra em vários volumes, o sumário de toda a obra deve ser incluído em todos os volumes, de forma que se tenha conhecimento do conteúdo, independentemente do volume consultado.
A conversão da informação em conhecimento é um processo individual que depende da análise e compreensão da informação e que requer conhecimento prévio dos códigos de representação de dados utilizados no processo de comunicação.
O objetivo principal das bibliotecas é cultural, enquanto o dos arquivos é funcional.
Quando o livro puder ser classificado em várias classes, a classificação deverá ser feita pela forma ou local.
As classificações documentárias podem ser enumerativas e facetadas. As facetadas, nas quais os assuntos são decompostos, visando uma síntese, identificam características comuns a várias categorias de assuntos.
A CDU é baseada na classificação decimal de Dewey e foi concebida, exclusivamente, como um sistema de classificação para livros.
Bibliotecas polimídia são instituições que armazenam informação utilizando uma extensa e variada gama de mídias, sendo o processo de gerenciamento totalmente automatizado.
O termo “Pedro II (Estação de metrô)” não pode ser dessa forma apresentado em um índice, pois, em lugar dos parênteses, deve-se utilizar vírgula após Pedro II.
Nas citações, podem-se utilizar aspas simples e aspas duplas. Aspas simples devem ser utilizadas para destacar um termo ou expressão.
Para fazer referência de matéria de revista, é necessário descrever os elementos: autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da publicação, local de publicação, numeração correspondente ao volume e(ou) ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, data ou intervalo de publicação.
Todos os elementos de um documento devem fazer parte do sumário, coincidindo a tipologia da fonte utilizada para seções primárias com a da palavra sumário.
A norma sobre referência destina-se a orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões e outros. Não se aplica às descrições usadas em bibliotecas, nem as substitui.
Na numeração de seções secundárias e subseqüentes, é necessária a identificação da seção primária a que pertence, conforme o exemplo abaixo.
Seção primária: 1- Seção secundária: 1.1- Seção terciária: 1.1.1- Seção quaternária: 1.1.1.1- Seção quinária: 1.1.1.1.1-
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!” (...) Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida. Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo. Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. (...) Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(Lya Luft , texto adaptado, http://www.pensador.info/p/artigo_de_opiniao_lya_luft/1/)
Em “para que ela valha a pena”, na expressão sublinhada não ocorre o uso do sinal indicativo de crase. Indique a opção em que este sinal foi usado INCORRETAMENTE:
Os metadados dos objetos digitais estruturados segundo formatos precisos de gravação devem ser usados tanto pelas pessoas quanto pelo sistema informatizado.