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Q2256374 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)

... que abrigue contradições. (11a linha do 1o parágrafo)

A forma verbal grifada na frase acima indica

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Q2256373 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)

− principalmente (...) nas grandes concentrações urbanas

− (6a e 7a linhas do 1o parágrafo)

O uso dos travessões, isolando a observação acima, introduz no contexto

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Q2256372 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
... como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. (6a , 7a e 8a linhas do 2o parágrafo)
O pronome grifado substitui corretamente, no texto, a utilização
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Q2256371 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
A presença das aspas em "autores" (8a linha do 2o parágrafo) chama a atenção para o fato de
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Q2256370 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)

... e até efeitos contrários ao que se pretende. (12a linha do 1o parágrafo)

O sentido da frase transcrita acima é retomado, no texto, pelo segmento:

Alternativas
Q2256369 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
(não só) (6a linha do 1o parágrafo)
O comentário entre parênteses deve ser entendido, considerando-se o contexto, como significando que a violência desenfreada
Alternativas
Q2256368 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
O argumento mais importante utilizado no editorial é:
Alternativas
Q2256367 Português
    Ninguém discordará, em sã consciência, da necessidade de o Brasil passar por mudanças significativas em sua legislação penal, tendo em vista adquirir um melhor instrumental jurídico para combater algumas das nossas mais notórias chagas sociais contemporâneas, quais sejam, o desrespeito à vida humana, a violência desenfreada − principalmente (não só) nas grandes concentrações urbanas − e, sobretudo, a crônica impunidade. No entanto, a justa pressão social pela diminuição dos assombrosos índices de violência e criminalidade não pode dar margem a um atabalhoado processo de mudança das leis penais, que abrigue contradições, inconstitucionalidades e até efeitos contrários ao que se pretende. O Congresso Nacional e toda a sociedade brasileira precisam estar atentos a projetos de lei que, em lugar de combater o crime, podem se tornar inteiramente contraproducentes, chegando a estimulá-lo. (...)
        É preciso entender que o grande problema não é a ausência ou o defeito da lei, mas sim a sua não observância, a falta de sua aplicação e, no caso específico das execuções penais, a falta de rigor no cumprimento integral das penas que já existem. Por outro lado, há distorções fundamentais de entendimento que têm estimulado a criminalidade, como é o caso dos menores delinqüentes, cuja utilização por quadrilhas de adultos como "autores" dos crimes é cada vez maior. A situação "de menor", com base na proteção estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, se transforma em perfeito escudo da quadrilha, para fins de impunidade. A experiência de outros países, que nos últimos anos têm obtido êxito no combate à violência e à criminalidade, mostra que muito mais importante do que criar uma nova lei é fazer cumprir, com rigor, a já existente.

(O Estado de S. Paulo, A3, 05 de maio 2002)
Na opinião do editorialista, 
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Q2252221 Noções de Informática
Imagem associada para resolução da questão

A figura acima ilustra uma janela do PowerPoint 2002, contendo uma apresentação em processo de edição. Considerando a situação em que se encontram a janela e a apresentação, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2252220 Noções de Informática

Imagem associada para resolução da questão


A janela ilustrada acima apresenta as especificações técnicas de um computador, bem como a descrição de acessórios compatíveis às suas disponibilidades de software e hardware. Com relação a esse computador, julgue os itens a seguir, tendo como base as suas especificações.


I De acordo com a descrição, é correto afirmar que se trata de um desktop.

II O computador possui pelo menos duas portas USB, mas não possui unidade de disquete de 3½".

III O computador não possui gravador de DVD e seu winchester é capaz de armazenar o conteúdo de mais de 60 unidades de CD.

IV O computador possui 1.024 MB de capacidade de memória RAM, cuja velocidade de acesso por parte do processador para armazenamento e leitura de dados é igual a 2 × 2,8 GHz.

V O computador possui hardware necessário para conexão em redes wireless LAN 802.11b, em redes ópticas a taxas de até 54 Mbps e em redes com acesso ADSL.


Estão certos apenas os itens 

Alternativas
Q2252219 Noções de Informática
Imagem associada para resolução da questão

Considerando a janela do Windows XP ilustrada acima, julgue os itens seguintes, considerando ainda que essa janela esteja em execução em um computador PC.
I A janela ilustrada pode ser executada a partir da janela Painel de Controle do Windows XP. II A partir da situação ilustrada na figura, para se alterar a data no computador para o mês de março de 2005, é suficiente realizar o seguinte procedimento: clicar Imagem associada para resolução da questão na lista de opções que aparece em decorrência dessa ação, selecionar a opção referente ao mês de março, operação que ativará o botão Imagem associada para resolução da questão ; após a ativação desse botão, clicá-lo. III É possível ajustar a hora no computador pressionando e mantendo pressionado o botão direito do mouse sobre um dos ponteiros do relógio mostrados na figura e fazendo-o girar no sentido horário ou anti-horário. Após selecionar a hora desejada e liberar o botão direito do mouse, o referido ajuste poderá ser confirmado ou cancelado, utilizando-se para isso, respectivamente, os botões Imagem associada para resolução da questão . IV Por meio da guia Imagem associada para resolução da questão , é possível sincronizar a hora no computador com a hora de um servidor na Internet. V Por meio dos recursos disponibilizados na guia Imagem associada para resolução da questão , é possível se definir o período de horário de verão utilizado no Brasil. Tendo sido definido esse período, automaticamente a hora do computador é ajustada quando da entrada e da saída do horário de verão.
Estão certos apenas os itens 
Alternativas
Q2252218 Noções de Informática
       Um vírus que infecta telefones celulares ganhou manchetes no noticiário internacional. “Nós achamos que ele é perigoso, pois disponibilizou na Internet um código malicioso para telefones móveis que pode afetar muitos usuários”, disse o diretor de uma empresa finlandesa de segurança ao The New York Times. O código criado utiliza a tecnologia bluetooth para propagar-se. A infecção pode acontecer quando dois usuários de aparelhos com esse sistema de transmissão de dados se cruzam na rua — para isso, a tecnologia que possibilita a transferência deve estar ativada e o usuário precisa aceitar o arquivo desconhecido. Apesar da fácil propagação, esse não é um vírus perigoso, pois não rouba dados ou desinstala programas. Seu objetivo é ser transmitido para outro aparelho, utilizando uma técnica que Velasco, seu criador, chama de “prova de conceito”. Para propagar-se, o vírus usa o sistema operacional Symbian, adotado por gigantes do setor.
Internet: <http://www1.folha.uol.com.br> (com adaptações).

Com relação ao texto acima e ao tema por ele tratado, julgue os itens seguintes.
I Com base nas informações do texto, é correto inferir que o vírus criado por Velasco para infectar telefones celulares é da família de vírus denominados cavalos-de-tróia.
II Para que o vírus criado por Velasco seja transferido entre celulares com tecnologias bluetooth e Symbian, é necessário que os celulares estejam próximos de, no máximo, 5 m, pois a tecnologia bluetooth usa ondas do infravermelho para transmitir informações.
III Apenas celulares que utilizam a tecnologia GSM podem ser afetados pelo vírus criado por Velasco, pois a tecnologia bluetooth não é suportada por aparelhos que utilizam outras tecnologias de transmissão de voz.
IV A tecnologia Symbian, mencionada no texto, permite que determinados programas sejam executados em aparelhos celulares que disponham dessa tecnologia.
V A tecnologia bluetooth não permite que dois celulares troquem informações na mesma velocidade que dois computadores poderiam trocá-las caso estivessem conectados em rede wireless, no padrão WLAN 802.11b, que permite taxas de 2 Mbps.
Estão certos apenas os itens 
Alternativas
Q2252216 Noções de Informática

                                              

Considere que se deseje usar o Word 2000 para a criação de um relatório contendo, entre outras, as seguintes partes:
I folha de rosto; II índice; III resumo; IV objetivos; V análise.


A partir das informações acima, assinale a opção incorreta, considerando a janela do Word incluída no texto V.
Alternativas
Q2252215 Noções de Informática

                                              

Com referência à janela do Word 2000 e ao documento em elaboração mencionados no texto V, assinale a opção correta.
Alternativas
Q2252211 Português

                                           

Assinale a opção em que o termo sublinhado não tem natureza nominal e, por isso, complementa o verbo, elemento principal do predicado da oração em que ocorre no texto III.
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Q2252210 Português

                                           

Haverá erro gramatical no texto III, caso se substitua
Alternativas
Q2252209 Português

                                           

Julgue os itens a seguir, que apresentam propostas de paráfrases para parágrafos indicados do texto III.
I (segundo parágrafo) No período JK, de pósguerra, fica clara a exaltação do país de músicos e esportistas, a todos que possam fazer a importância histórica dessa construção. II (quarto parágrafo) Enquanto for de serventia para os efetivamente poderosos, a parcela internacional-provinciana do país, que é restrita e sem expressão política e econômica, sobreviverá por mais algum tempo. III (sexto parágrafo) Em breve, dá para ter esperança que a grande noite de descompromisso, que representa o provincianismo, ajudará por tudo isso, a reescrever a história pitoresca do país, no máximo, como mais um rascunho.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2252207 Português

                                         

Com referência ao texto II, julgue os itens abaixo.


I O autor do texto defende que a redistribuição do poder político tem como conseqüência a reforma eleitoral.

II A defesa da liberdade de organização geográfica e federativa constitui um argumento para preservar o poder da União.

III A argumentação do texto visa reforçar o poder político de quem está mais próximo do cidadão, do município.

IV Subentende-se da argumentação do texto que a reforma eleitoral no Brasil deverá ser feita em etapas.


Estão certos apenas os itens 

Alternativas
Q2252205 Português

                                         

Nos itens seguintes, julgue se as alterações propostas para o texto I respeitam o emprego dos sinais de pontuação e a coerência textual.
I Substituição da vírgula depois de “política” (L.1) por dois-pontos. II Inserção de vírgula logo depois de “ordem” (L.5). III Retirada da vírgula logo após “Confundem” (L.10). IV Substituição dos travessões que demarcam “entidade política” (L.11) por parênteses. V Retirada da vírgula logo depois de “cidadania” (L. 14).
A quantidade de itens certos é igual a
Alternativas
Q2251153 Biblioteconomia
De acordo com a NBR 10520, em uma citação, o sobrenome do autor deve ser apresentado
Alternativas
Respostas
481: A
482: C
483: E
484: D
485: C
486: A
487: D
488: B
489: E
490: C
491: A
492: E
493: B
494: B
495: D
496: C
497: A
498: E
499: B
500: B